Blog - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

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Como todos os anos, a reta final de 2022 no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi marcada pelas apresentações dos trabalhos de conclusão de curso dos residentes concluintes. Certamente, todos os estudos trouxeram temas relevantes e que têm muito a agregar para o HCP,

Um deles foi o trabalho do médico residente em oncologia cirúrgica, Augusto César Amorim Nunes Maia, que escolheu o tema Epidemiologia do Carcinoma Espinocelular Cutâneo no Hospital de Câncer de Pernambuco, no qual buscou descrever o perfil dos indivíduos diagnosticados com carcinoma espinocelular de pele no período de 2018 a 2020, no HCP. A pesquisa concluiu que pacientes de carcinoma espinocelular cutâneo tratados no hospital são predominantemente idosos, residentes no interior do estado e que apresentam doença avançada, “onde a maior distância do centro de referência leva a maior morbidade no tratamento oncológico”.

“Os dados analisados trouxeram informações detalhadas sobre características clínicas, demográficas e principalmente patológicas dos pacientes estudados, e permitiu o entendimento de peculiaridades presentes na população tratada no HCP.”, explica o artigo. Fizeram parte da banca avaliadora na Biblioteca da Superintendência de Ensino e Pesquisa, o oncologista do HCP Rogério Luiz dos Santos, Dr. Steve Mendes dos Santos, Dr. Pedro Paulo Cavalcanti de Albuquerque e Dr. Lídio Carvalho da Silva Lima. 

De acordo com Augusto César Amorim Nunes Maia, “a pesquisa realizada é o ponto de partida para a realização de mais estudos sobre o câncer de pele no HCP e mostra a necessidade de novas estratégias de combate ao câncer cutâneo que dê maior importância a população do interior do estado de Pernambuco.”

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) participou esta semana da 20ª Gincana do Bem, ação que é promovida anualmente pela rede de supermercados Arco-Mix e Arco-Vita Atacarejo. Foram quatro toneladas de alimentos não perecíveis doadas à nossa instituição que, diariamente, produz mais de mil refeições por dia. 

O evento beneficia várias instituições com uma grande quantidade de alimentos. Para receber, o setor de capitação de recursos do HCP foi até a central de distribuição, localizada em Jaboatão dos Guararapes.  “Uma doação muito importante para o HCP, um hospital que alimenta milhares de pessoas por dia e que conta com a ajuda da sociedade”, pontuou Juliane Carvalho, gerente de capitação de recursos. A iniciativa do Arco-Mix firma, em mais um ano, a parceria bem sucedida com da empresa com o HCP. 

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Troco Solidário

Ainda nesta semana, o HCP recebeu o cheque do Troco Solidário no valor de R$ 50. 364, 44 referente a arrecadação no mês de novembro. A quantia irá viabilizar a compra de enxoval hospitalar.

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Após uma longa batalha que iniciou quando foi infectado pela Covid-19 em outubro de 2020, o médico paliativista do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Dr. Luiz Henrique Campelo, está pronto para retornar às atividades na instituição a partir de janeiro de 2022.  Há um ano, Dr. Luiz Henrique foi desenganado pela medicina depois de ter desenvolvido um quadro grave da doença. Ele conta que na fase mais crítica da doença teve 98% de comprometimento pulmonar e que, por isso, precisou passar por um tratamento intensivo.

Foram 62 dias de internação, dentre os quais ele foi submetido a uma terapia utilizada na UTI chamada ECMO. “Meu pulmão estava tão inflamado que não fazia as trocas gasosas. A máquina cumpria toda a função do pulmão”, relata. Um dos momentos mais difíceis durante a internação do especialista foi quando entrou em coma induzido, sendo entubado por 45 dias. Naquele período, Dr. Luiz Henrique, também conhecido como Lula pela família e amigos, perdeu aproximadamente 40 kilos. 

Com tantos anos de experiência cuidando das pessoas, estar “do outro lado” foi desafiador e, ao mesmo tempo, transformador.

“Me ver no próprio leito fez com eu desse ainda mais valor aos pequenos momentos e a me colocar mais no lugar do outro. Mudou o sentido de tudo”, declarou. 

Celebração da vida

Dr. Luiz Henrique se considera um milagre da da vida por hoje poder estar junto à esposa, dos três filhos e de todos que o amam. A família foi a principal força do médico para que voltasse à vida. Inclusive, ele foi tratado pelos primos que também são médicos; Emanuel, Eduardo e Guilherme Campelo. “Meus primos me acompanharam de perto e tomaram medidas heroicas. Sou muito grato a eles por estar vivo e contando esta história”.

Agora, Dr. Luiz tem motivos de sobra para comemorar. Em reabilitação física, aos poucos, ele está voltando à rotina, atendendo no consultório particular e fazendo suas atividades como antes. Para 2022, ele só tem gratidão pela nova vida e não vê a hora voltar para o HCP, como ele mesmo diz: “O hospital que amo trabalhar e me sinto querido por todos”.  

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Fundado na filantropia, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) nasceu em 1945, resultado do desejo de senhoras da alta sociedade do Recife em amparar os indigentes em tratamento contra o câncer.

Dessas mulheres, destaca-se Maria Esther Souto, esposa do empresário Adelmar da Costa Carvalho, que com apenas 28 anos de idade iniciou uma vida inteira de dedicação ao HCP, conhecida até hoje como a voluntária com maior tempo de atuação no Brasil. Dona Esther somente deixou de trabalhar no HCP aos 91 anos, por recomendações médicas, e faleceu pouco tempo depois, em 2009. 

Sua neta, a empresária e fonoaudióloga Paula Meira, relata na entrevista abaixo um pouco do legado deixado por sua avó.

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1. Paula, a biografia de dona Esther Souto se mescla com a história do HCP. É impossível falar do hospital sem lembrar-se dela e de sua dedicação ao paciente da nossa instituição. Mas para você, como neta, quem era Esther Souto? Qual a história por trás da primeira voluntária do Brasil? 

Dona Esther era uma mulher incrível, muito solidária ao sofrimento humano, onde desde cedo percebeu que o doente, na época indigente hospitalizado, era o mais abandonado.

2. Como a história da filantropia está marcada em sua família?

Dona Esther foi um exemplo pra toda a família. A filantropia sempre permeou suas ações dentro e fora do Hospital de Câncer. Solidária às pessoas mais carentes e numa dedicação imensa em construir uma obra sólida, onde pudesse tratar e acolher o doente com múltiplas necessidades.

3. O Hospital de Câncer de Pernambuco tem uma história baseada na filantropia e no amor ao próximo. Conhecendo essa história de “dentro”, o que levou sua avó a aceitar o convite de Dília Henrique e abraçar essa causa e mobilizar a sociedade para ajudar o paciente carente com câncer?  

Minha vó, dona Esther, recebeu esse convite com muita alegria. Ela, uma senhora de sociedade rica e beneficiada pela vida, mas marcada pela doença da filha primogênita, poderia ter um papel importante e porque não dizer moderno em ajudar ao próximo. Trouxe muitas outras senhoras, como também voluntarias de igual importância para abraçar a causa do paciente com câncer.

4. Quais recordações da sua avó são marcantes para você?

Talvez a recordação mais forte que eu tenha da minha vó seja o símbolo que ela carregou a vida inteira: uma rosa. Uma rosa com amor, como símbolo de solidariedade, levando acolhimento e muita bondade, embora tenha sido sempre uma mulher forte, uma fortaleza em forma de mulher.

5. Vendo o HCP hoje, conhecido como a principal referência em tratamento oncológico em Pernambuco, qual o sentimento em relação ao hospital que sua avó ajudou a construir? 

O trabalho do Hospital de Câncer de todas as formas, desde o voluntariado, construído pela minha avó e outras senhoras voluntarias, inclusive a dedicação dos profissionais de saúde: médicos, enfermeiras, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, psicólogos, equipe administrativa e operacional, enfim, todo o grupo de profissionais e da estrutura humanística do hospital me faz sentir orgulho de fazer parte dessa história.

6. Esther Souto e Adelmar da Costa Carvalho foram protagonistas do trabalho em busca de doações, principalmente para a compra do terreno e a construção da unidade que hoje é o HCP. Quais sonhos eles tinham em relação ao HCP? Acredita que hoje eles estariam felizes com o que o hospital vem se tornando?

Dona Esther estará muito feliz onde estiver, pois sempre afirmou “Deste hospital só saíra meu corpo, a minha alma sempre estará no Hospital de Câncer”.

7. Qual o legado que Esther Souto deixou? 

Seu maior legado foi o amor ao próximo, traduzido no exemplo vivo de compaixão, força e luta por uma causa.

8. Hoje a Rede Feminina, grupo voluntário com quase 300 pessoas, atuam aqui no HCP seguindo os ensinamentos deixados por Esther Souto. Você entende o voluntariado/humanização como parte importante na qualidade do atendimento?  

O voluntariado é a maior forma de compromisso com outros seres humanos. O voluntariado em todos os sentidos constrói uma sociedade mais equilibrada, de maior amparo uns aos outros e de bons sentimentos. Sim, toda e qualquer ação que tem um voluntariado comprometido faz a diferença.

9. O que sua avó deixou de ensinamento para que outras pessoas tornem-se voluntárias? 

Minha avó deixou o maior ensinamento: exemplo.

10. Quais ensinamentos da sua avó você leva para a sua vida pessoal e profissional? 

Minha avó deixa valores que tornam uma pessoa comprometida com persistência, amor ao próximo, compaixão e solidariedade com o sofrimento humano. Se pudesse resumir em uma frase seria a dita por Cicely Saunders: “O sofrimento humano só é intolerável quando ninguém cuida”.

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Foto/Arquivo pessoal

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Foto/Divulgação

A equipe de cirurgia oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) participou do XV Congresso Brasileiro de Cirurgia Oncológica, onde teve quatro artigos aceitos dentre os 10 melhores avaliados. Um deles foi classificado em primeiro lugar no Prêmio Fernando Gentil de Incentivo e Pesquisa em Cirurgia Oncológica na categoria Apresentação Oral.

Intitulado de “Avaliação da expressão de marcadores da ativação plaquetária e sua correlação com a tumorigênese e progressão tumoral em pacientes com câncer gástrico”, o artigo tem autoria de Jeronimo Paulo Assis; Mario Rino Martins; Rogerio Luiz dos Santos; Luciana Mata da Silva; Cecília Araújo Carneiro Lima; Leuridan Cavalcante Torres; Nora Manoukian Forones, todos do corpo médico do HCP. O estudo aprofundou-se na descoberta de novos marcadores que possam ser aplicados na prática clínica, impactando no tratamento e, principalmente, no prognóstico do paciente com câncer gástrico. 

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Segundo o doutorando Jeronimo Assis, para a pesquisa, foi realizada a coleta de sangue de pacientes com diagnóstico de câncer gástrico e de pessoas saudáveis para avaliar os níveis de mediadores solúveis de pacientes com diagnóstico de câncer gástrico e de pessoas saudáveis para avaliar os níveis de mediadores solúveis de ativação plaquetária. 

“Já sabendo que o câncer gástrico é de alta mortalidade, fizemos uma dosagem no sangue dos pacientes de dois marcadores (sCD40L e sCD62P) que são circulantes no sangue e, através da dosagem deles, a gente relacionou ao desfecho do paciente”, explicou o doutorando em cirurgia oncológica.

Qualidade em ensino e pesquisa

O trabalho tem muito a agregar ao HCP, pois evidencia a qualidade dos estudos realizados na instituição, especialmente pela Dinter UNIFESP/HCP, Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Medicina Translacional com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/EPM, na modalidade doutorado.

De acordo com Dr. Guilherme Costa, superintendente de Ensino e Pesquisa, artigos como o desenvolvido pela equipe de cirurgia oncológica, demonstram e solidificam o ensino e pesquisa no HCP. 

“A pesquisa acadêmica está se desenvolvendo a nível do hospital, o que traz novas pesquisas e novos conhecimentos que não só vão servir para os nossos pacientes e para a nossa instituição, mas, sem dúvida nenhuma, algo importante a nível da literatura mundial”, salienta. 

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No último domingo (05), Vanessa dos Santos Netto, que é paciente do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), realizou a segunda fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA), uma das formas de ingresso na Universidade de Pernambuco (UPE). Acompanhada por um fiscal, ela fez toda a prova no leito da enfermaria pediátrica do HCP, horas depois de ter recebido duas quimioterapias. O grande sonho de Vanessa é terminar o tratamento que iniciou há um mês, quando foi diagnosticada com osteosarcoma, um tipo de câncer que se desenvolve nos ossos.

"Eu estava cansada e um pouco nervosa, mas não queria desistir do meu objetivo", conta a jovem de 16 anos de idade, estudante do 2º ano do ensino médio. Foram três horas de prova e o tempo todo, a mãe de Vanessa, Aparecida Maria dos Santos Netto, ia ver a filha para perguntar se ela estava bem e se precisava de algo. A adolescente gosta de estudar e tem um segundo grande sonho: o de se formar em medicina para poder ajudar as pessoas.

"É um orgulho, sabe? Quantos têm a oportunidade de estudar, de fazer uma prova assim e desistem?", diz Aparecida, que também se orgulha pelo fato de que a filha completa todas as lacunas da estante da sala com livros.

Os pais de Vanessa são agricultores. Ela e a família moram em um sítio em Lagoa do Ouro, município próximo de Garanhuns, no Agreste pernambucano. Tanto dona Aparecida quanto o esposo, Roseval Santos Netto, trabalham de sol a sol para poder dar o sustento aos dois filhos – além de Vanessa, eles têm um rapaz primogênito.

Para fazer o tratamento no HCP, Vanessa e a mãe precisam viajar por cinco horas no carro da prefeitura local. Essa é uma realidade parecida com a de muitos que são atendidos no HCP. Pessoas vêm de longe em busca não só de um tratamento contra a doença, mas de esperança num momento tão difícil.

"Eu já iniciei meu tratamento assim que descobrimos o osteosarcoma. Faltam cinco sessões de quimioterapia para eu terminar, mas estou muito confiante. Se Deus quiser, vou ficar boa", frisa.

Se antes Vanessa já nutria o desejo de ser médica no futuro, estar do mesmo lado que pacientes com câncer a fez querer chegar ao seu objetivo ainda mais: "Não sei ainda qual a especialidade seguir na medicina, talvez oncologia. Mas, com certeza, quero poder retribuir todo o amor e cuidado que tenho recebido. Valorizo isso demais". Vanessa fará a terceira e última etapa da SSA em 2023, assim como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – esse último ela não fez porque estava internada.

Na enfermaria Anjo Rafael, todos já sabem do sonho de Vanessa. "Ela fala muito em querer se formar, em ser médica e também ser voluntária do HCP. Admiramos muito a coragem e a determinação dela.", relata Eliana Batista, técnica de enfermagem do HCP.

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu a doação de R$ 43.946,30 pelo Troco Solidário. A entrega simbólica do cheque foi realizada nesta segunda-feira (30) na unidade do Novo Atacarejo no bairro de Dois Irmãos, Zona Norte do Recife. O valor é fruto dos trocos deixados pelos clientes no ato da compra, e é de grande valia, pois traz melhorias para o HCP e para os pacientes.

A operadora de caixa que mais arrecadou no mês de outubro foi Andreza Francisco. Ela disse que sente um grande prazer em poder contribuir com o HCP. "Não tenho um vínculo direto com o Hospital de Câncer, mas conheço pessoas que já fizeram tratamento lá e sei da importância da instituição", completou a profissional.

No momento da entrega, o também operador Alexandre Alves tinha acabado de receber um troco no valor R$ 3,05. "Não tenho muitas dificuldades com os clientes, não. A maioria deles gosta de ajudar. E é algo que, além de ser bom para o HCP, facilita o nosso trabalho", completou. 

Para ajudar o HCP através do Troco Solidário, o cliente do Novo Atacarejo pode destinar o troco das suas compras para o HCP. A união de pequenas quantias ajuda a instituição a investir em melhorias para os mais de 50% de pacientes oncológicos do estado atendidos de forma completa e integral.  

 

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No contexto dos cuidados paliativos, a enfermagem representa uma força vital no tratamento do paciente, visando reduzir o sofrimento e oferecer o conforto necessário tanto para o doente quanto à família. Buscando agregar à temática, o estudo recém-publicado pela mestranda em enfermagem Danielle Souza analisa o papel realizado pelo enfermeiro nos cuidados paliativos dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).  

O artigo foi desenvolvido através do método de revisão integrativa da literatura realizada no período de agosto a setembro de 2021, sob orientação de Roberto Bezerra, coordenador da Residência Uni de Enfermagem do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O estudo reforça a importância da enfermagem na assistência ao paciente na UTI, porém chama atenção para um notável desconhecimento por parte dos profissionais da área sobre o propósito dos cuidados paliativos.

“Sempre que pensamos em cuidados, a enfermagem é a equipe que está envolvida na atividade de cuidados aos pacientes. Mas, poucos estudos foram encontrados por mim sobre o papel da equipe de enfermagem nos cuidados paliativos”, observou a mestranda Danielle Souza, que se inspirou na própria vivência, obstáculos e desfechos bem-sucedidos, observados no trabalho da equipe intensivista com o tema Cuidados Paliativos (CP).

O orientador Roberto Bezerra destaca que a enfermagem representa o maior quantitativo de profissionais de saúde dentro da UTI e que, por essa razão, é importante disseminar um conhecimento que é subtilizado na saúde, o de que os cuidados paliativos existe para promover uma melhor qualidade de vida ao paciente portador de uma doença que ameaça à vida. 

“É muito importante que o profissional da enfermagem conheça sobre a temática de cuidados paliativos porque há uma estigmatização sobre algo que está relacionado a morte que não é verdade. Cuidados paliativos é ciência, é pesquisa e é um suporte para oferecer mais qualidade de vida e dignidade às pessoas", ressaltou. O estudo foi publicado na Revista de Divulgação Científica Sena Aires e pode ser conferido neste link http://hcp.org.br/images/o-papel-da-enfermagem-frente-aos-cuidados-paliativos.pdf .

 

 

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Na tarde desta sexta-feira (26), a equipe do Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e brigadistas do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) realizaram uma simulação de incêndio nas dependências do prédio amarelo da instituição. O objetivo foi preparar os colaboradores para um eventual acidente, de forma que a evacuação seja feita com segurança. 

Essa foi a primeira experiência desse tipo aqui no HCP. No momento em que houve a sinalização para a evacuação, as equipes do Marketing, call center, capitação de recursos, departamento pessoal, recursos humanos, entre outros setores, saíram de suas salas e foram orientadas a seguir uma fila indiana em direção ao prédio da quimioterapia. O acesso foi pelas escadarias principal e do ambulatório de pelves. A simulação durou cerca de 15 minutos.

“Por ter sido a primeira simulação, podemos dizer que obtivemos sucesso. Além disso, pudemos pontuar quais são as dificuldades para que possamos sana-las”, avaliou Taylse Mrielly, técnica em segurança do trabalho. 

A equipe da brigada é formada por vários colaboradores do HCP especialmente capacitados para a prevenção, abandono e combate a um princípio de incêndio. 

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Planejar para conquistar, esse foi o tema e principal objetivo do Marketing Day, evento que, em seu segundo ano, reuniu gestores e membros de departamentos estratégicos do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Um dia lúdico para pensar em como resolver problemas e desenvolver ideias que façam do HCP um lugar ainda melhor para os pacientes e colaboradores. 

Realizado na última quinta-feira (25), o Marketing Day começou com dinâmicas elaboradas pelos integrantes da equipe de Comunicação e Marketing, responsáveis pelo evento. O primeiro foi Jônatas Messias, analista de comunicação, que fez todos rirem com a "montanha russa imaginária", uma ação onde todos os participantes precisaram imitar movimentos e sons comuns de uma montanha russa de verdade para iniciar o dia com muita diverção. Em seguida, foi a vez de Camyla Nóbrega, coordenadora do setor. Ela apresentou a proposta do encontro, destacando o motivo daqueles setores serem escolhidos, já que são os departamentos que mais demandam para a Comunicação e o Marketing e, ainda, falou sobre como funciona o marketing do HCP. Camyla destacou a importância do planejamento estratégico e a organização das equipes para obter bons resultados em 2022.

Juliana Estelita, analista de marketing, levou uma dinâmica diferente: “Venda seu peixe” foi a deixa para que cada colaborador pudesse falar sobre o seu setor. Estiveram  presentes representantes da Regulação, Ouvidoria, Qualidade, Captação de Recursos, Ensino e Pesquisa, Recursos Humanos, Higienização e Limpeza e Convênios e Projetos.

O momento mostrou que todos os departamentos são importantes para manter o HCP vivo, seja a Qualidade que trabalha para a segurança do paciente, ou a Captação de Recursos, responsável por trazer doações para a instituição. “Estamos lá, antes, durante e depois de tudo”, destacou Suzana Bezerra, supervisora da Higienização, ao citar a importância da organização e limpeza dos ambientes. 

Depois de todas as apresentações, foi dado início à aula de marketing de Gustavo Penteado, gerente de marketing. Gustavo deu um show à parte. Fez provocações contundentes que fizeram todos pensarem em como tornar o HCP uma instituição sustentável, inovadora  e de referência para além do tratamento oncológico. 

Durante a tarde, Gustavo Penteado propôs atividades que estimularam a criação de ideias. Uma delas foi a análise swot, uma técnica de planejamento estratégico que visa identificar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de uma instituição ou negócio. "Minha missão aqui é estimular vocês a tirar as ideias do papel", reforçou. Ao final. todos receberam o certificado de participação.

Pelo segundo ano, o Marketing Day foi realizado no Píer de Negócios, espaço localizado no Rio Mar Trade Center e que foi cedido através da parceria entre o Píer e o HCP. Ao final, foi oferecido a todos os participantes um desconto exclusivo nos cursos de MBA, todos voltados para inovação e negócios.