Blog - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

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No dia 24 de junho comemora-se o Dia Mundial da Prevenção de Quedas, a data existe para lembrar a todos, principalmente aos trabalhadores da saúde, da importância da prevenção de quedas em ambientes hospitalares. O risco de quedas existe para todas as idades, mas é muito maior em pessoas idosas. O HCP, por meio do departamento de Qualidade, está engajado em todos os temas relacionados à segurança do paciente. 

Prevenir quedas é importante

A queda pode ser sintoma de uma doença específica ou ainda ser um resultado de um ou vários fatores, sejam eles internos (desorientação e diminuição de equilíbrio) ou externos (pisos molhados, baixa iluminação e obstáculos).

No caso da população idosa, as quedas resultam em consequências graves, tanto físicas, como funcionais e emocionais. 

Por isso, é importante atentar-se: 

- Observe se o paciente está agitado ou confuso.

- Assegure que o chão esteja seco e livre de obstáculos.

- Algumas medicações podem provocar quedas. 

- Verifique a iluminação do ambiente. 

- Idade é um fator de risco. Pessoas com 65 anos ou mais precisam de mais atenção.

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No mês do Junho Vermelho, campanha de conscientização a doação de sangue da Fundação Hemope, o HCP uniu colaboradores de setores estratégicos para falar dos desafios da captação de doações de sangue, além de conscientizar para a importância do ato. 

A palestra foi realizada na última sexta (17), na biblioteca HCP. O Hemope, instituição parceira do HCP enviou a palestrante, a pedido da agência transfusional do HCP, que organizou o evento. Representantes das unidades cirúrgicas, além do serviço social, atendimento, hematologia e outros departamentos estiveram presentes para também entender quais as dificuldades ocasionadas pelo baixa reserva de sangue no hospital.

Gabriela Ortega, assistente social do Hemope, contou a história da fundação e trouxe simuladores de bolsas de sangue e hemocomponentes, além de explicar quem estar apto a ser um doador.

"A gente precisa conscientizar os nosso profissionais antes de tudo", disse a enfermeira Austriele Sales, enfermeira da agência transfusional. Ela explica que a falta de doadores de sangue implica nas cirurgias de pacientes que necessitam da transfusão, por exemplo.

Para Elaine Melo, enfermeira da educação permanente, a palestra foi uma boa oportunidade para engajar colaboradores. "O evento é uma estratégia de capacitação para os funcionários de saúde envolvidos na orientação dos nossos pacientes, que em algumas fase do tratamento venham a necessitar de sangue para suas cirurgias e tratamentos. Desta forma, além dos profissionais serem potenciais doadores, eles podem, através das suas orientações, engajar o paciente para conseguir doações de sangue".

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 Na manhã da última sexta-feira (17/6), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi presenteado com uma doação muito importante, um caminhão baú, do acervo de bens do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região. A presidente do TRT-6, desembargadora Maria Clara Saboya, entregou o veículo que será utilizado principalmente para recolher as doações.

"Nós temos um caminhão muito antigo e sem baú. Um veículo desse porte deixa todos os que fazem o HCP vibrando de alegria, pois atende uma necessidade muito grande da nossa instituição", lembra dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP. Também estiveram presentes a superintendente administrativa, Cláudia Barbosa, e a gerente de Captação de Recursos, Juliane Carvalho.

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Para Clara Saboya, "esse ato é muito mais do que uma entrega para o HCP. Esta instituição é muito importante para todos os pernambucanos e estamos muito satisfeitos por poder ajudar tantas pessoas." Ela lembra que o bem estava com pouco uso no Tribunal e que, com certeza, será muito mais útil no hospital.

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O deputado Túlio Gadêlha abriu o processo de votação pública das Emendas Participativas 2022. Uma oportunidade para a população, através do voto popular, decidir os projetos que receberão recursos da emenda parlamentar do deputado.

Mais uma vez o HCP está concorrendo para receber esse recurso, dessa vez o valor de R$ 1.001.673,76, que será utilizado para aquisição de insumos para mais de 160 cirurgias oncológicas minimamente invasivas (laparoscopia) no Hospital de Câncer de Pernambuco. 

Benefícios

A laparoscopia, com fim diagnóstico ou tratamento, viabiliza a realização de procedimentos minimamente invasivos, o que permite uma recuperação mais rápida, menor tempo de internamento hospitalar, menos dor e menos infecções de ferida operatória no paciente.

Valor do projeto 

R$ 1.001.673,76

Pacientes beneficiados

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Pela primeira vez a categoria “organizações filantrópicas” fez parte da votação do prêmio Marcas que eu gosto, da Folha de Pernambuco. O público respondeu à pergunta “qual a organização filantrópica que você lembra e que gostaria de ajudar?”, consolidando o Hospital de Câncer de Pernambucano (HCP) em 1º lugar. A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), entre os meses de fevereiro e março, com entrevistados dentro da população do Recife. Foram ouvidas pessoas acima de 16 anos, de todas as classes econômicas, sexo e localidades da cidade.

O Marcas que eu gosto premia as empresas que conseguem ser referência para os consumidores.  Na hora de escolher, a pessoa não recebe nenhum estímulo ou indicação de possíveis empresas, ou seja, a pergunta é feita abertamente. Essa foi a 19ª edição. 

Lembrado em 1º lugar, o HCP é uma instituição privada, sem fins lucrativos e filantrópica, localizado no bairro de Santo Amaro, área central da região metropolitana do Recife. Há mais de sete décadas atua exclusivamente no tratamento oncológico, prestando assistência especializada e integral exclusivamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e com o apoio da sociedade, pessoas físicas e jurídicas que contribuem com doações para complementar os custos da instituição. É com estas doações que o hospital capta o complemento financeiro necessário para seu custeio e manutenção, o que evidencia a constante necessidade de busca por recursos para modernização e readequação das instalações, aquisição de equipamentos e consequente fortalecimento do serviço prestado à população com câncer.  

Referência no Brasil na prevenção e tratamento de câncer, a instituição atende cerca de 51% dos pacientes com oncológicos do estado de Pernambuco, diagnosticando todos os anos, aproximadamente, 1.000 novos casos da doença, além do tratamento já iniciado de pacientes (mais de 20 mil pessoas atualmente). Oferece atendimento em mais de 20 especialidades médicas e de reabilitação, atuando com uma equipe composta por cerca de 840 profissionais de saúde, de forma integral e humanizada, fornecendo tratamento, prevenção e diagnóstico especializado. Em 2021, o Hospital de Câncer de Pernambuco realizou 209.620 consultas, 58.321 quimioterapias, 8.147 procedimentos cirúrgicos, 2.530 radioterapias, 663.515 exames e 10.098 mamografias.

Confira o anúncio do HCP que saiu na Folha de Pernambuco: 

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O poder da comunicação:

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O departamento de Marketing e Comunicação do HCP tem um importante papel no compartilhamento de informações da instituição para a sociedade. O setor é responsável por idealizar, desenvolver e compartilhar as campanhas, seja no âmbito da comunicação ou captação de recursos. Em 2021, por exemplo, foram mais de 30 campanhas produzidas, 265 conteúdos para redes sociais, mais de 150 matérias, Revista HCP e Marketing Day, além do apoio para a produção de conteúdo dos diversos departamentos do hospital.

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Através da assessoria de imprensa, responsável pelo relacionamento com os veículos de comunicação (jornais, TVs, rádios e sites), foram mais de 450 notícias espontâneas positivas divulgadas sobre o HCP, o que equivale a mais de R$ 2 milhões de reais em notícias se fossem pagas. 

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Scanner digital vai digitalizar lâminas histopatológicas 

Visando o presente e futuro a partir de soluções inovadoras, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) dá mais um passo para o desenvolvimento tecnológico com a implantação da scanner digital de lâminas histopatológicas, um equipamento que veio para trazer mais agilidade às análises patológicas da instituição, a partir da digitalização das lâminas. A instalação da máquina foi realizada na segunda-feira (6), no Departamento de Patologia. 

A patologia digital já é uma realidade em muitos lugares e é utilizada para diagnósticos anátomo patológicos em que lâminas são escaneadas e as imagens podem ser visualizadas na tela de um computador, sem a necessidade do uso do microscópio.

O aparelho foi adquirido através de um projeto financiado pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa, intermediado pelo Departamento de Convênios e Projetos do HCP. A partir disso, foi iniciada uma parceria com três empresas especializadas em inovação, inteligência artificial e desenvolvimento sustentável: a Pickcells, a Inove.C e Oxy. Social, que se uniram para criar um laboratório de inovação dentro do Hospital de Câncer. 

O momento foi de celebração na Patologia. Dr Hélio Fonseca, superintendente geral, e Dr. João Alberto, superintendente técnico, estiveram presentes juntamente com a equipe de Convênios e Projetos e os representantes das empresas parceiras. 

De acordo com Dr. Hélio, o objetivo é trazer mais inovação para o HCP, de modo que seja um dos pilares ao lado da assistência e ensino e pesquisa. 

"Esse projeto marca uma fase do HCP na qual estamos conseguindo agregar inteligência artificial e inovação nos nossos processos. O equipamento traz muitas vantagens para a patologia e, com certeza, é um grande avanço", comemorou.

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Imagens das amostras das lâminas podem ser visualizadas na tela do computador

Rodrigo Paiva, diretor de tecnologia da startup Pickcells, explicou que, ao ter o primeiro contato com o HCP, viu-se a necessidade de digitalizar o grande inventário de lâminas histopatológicas.

"A gente tem uma solução de baixo custo de patologia digital que é capaz de digitalizar esse inventário, bem como acelerar o processo de diagnóstico dentro do HCP. Ou seja, a maior vantagem é a capacidade de automação de um processo que hoje no HCP é feito de forma manual", completou. 

Além da digitalização, com a scanner será possível o compartilhamento de casos entre os médicos patologistas. Para a Dra. Maria Alice Trindade, patologista, essa novidade será importante para o setor e para o hospital. "Os processos mudam constantemente e há a necessidade de acompanhar essas mudanças. É algo totalmente novo aqui na patologia e que trará mais agilidade ao nosso trabalho". 

Laboratório de inovação

A instalação da scanner de patologia digital foi uma das etapas de um projeto que abrange muito mais inovação  tecnologias. A ideia é projetar um espaço presencial e digital no HCP, que seja colaborativo para estimular a criação, a reflexão, pesquisa, a realização de cursos de capacitação e formação, além do desenvolvimento de soluções de interesse de uma gestão moderna e ágil. 

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Foto: Patrícia Menezes (gerente de convênios e projetos do HCP), Hélio Fonsêca (Superintendente Geral do HCP), Túlio Gadêlha (deputado federal ), Wagner Santos (coordenador geral de projetos).

Como instituição filantrópica, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) conta com o apoio da sociedade para complementar os recursos necessários a oferecer o tratamento de forma integral e totalmente gratuita ao paciente em tratamento contra o câncer. Entre as diversas formas de recebimentos de recursos existe as Emendas Parlamentares, um instrumento garantido aos deputados estaduais, federais e senadores. Dessa maneira os parlamentares podem opinar ou influir na alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos que assumiram no seu mandato, tanto junto aos estados e municípios quanto a instituições, atendendo as demandas das comunidades que representam. 

Para receber o recurso, o HCP elabora e submete a proposta, que dá origem aos convênios e Termos de Fomento. Assim, as Emendas Parlamentares são designadas para a aquisição de bens específicos e descritas na proposta. Isso significa dizer que o parlamentar pode indicar Emendas para a aquisição de insumos, equipamentos, ou incremento do custeio dos serviços da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC). Esse relacionamento com os parlamentares é realizado pelo departamento de Convênios e Projetos do HCP que atua na captação de verba pública e privada, junto com o Setor de Captação de Recursos, através da elaboração de projetos que visam melhorias estruturais e assistenciais para a instituição. Além da elaboração, também é de responsabilidade do setor celebrar os contratos, executar os processos de aquisição de objetos provenientes da verba (descritos no projeto), monitorar e prestar contas. 

Resultado do trabalho da atual gestão de 2011 a 2022 do HCP, já foram captados mais de R$ 5 milhões em emendas parlamentares estaduais e mais de R$ 63 milhões em emendas federais. Os recursos recebidos foram destinados à aquisição de equipamentos como tomógrafo, ressonância magnética, arco cirúrgico, todas as camas hospitalares, ultrassom, raios-X, renovação dos equipamentos do bloco cirúrgico, renovação de todos os equipamentos da UTI, endoscópio, câmaras de conservação de quimioterápicos, computadores, ar condicionados, carros de emergência, ventiladores pulmonares, cardioversor, monitores multiparamétricos, biombos, suportes de soro, instrumentais cirúrgicos, unitarizadora de medicamentos, enxoval de hotelaria, roupas cirúrgicas, insumos hospitalares, medicamentos, além da importante requalificação do bloco cirúrgico, UTI, enfermarias e ambulatórios. 

Somados aos outros meios de captação de recursos da instituição, as emendas parlamentares vêm ajudando a manter a qualidade na assistência aos pacientes em tratamento contra o câncer. Porém, como hospital oncológico, que realiza procedimentos de alta complexidade e alto custo, as doações e destinações parlamentares precisam ser periódicas para a constante evolução da instituição, auxiliando no custeio, manutenção e atualização do parque tecnológico.

Para manter essa parceria, uma série de agendas com os parlamentares vem sendo realizada neste primeiro semestre. O superintendente geral do Hospital de Câncer, dr. Hélio Fonsêca, e a gerente de convênios e projetos, Patrícia Menezes, encontraram-se com parlamentares federais e estaduais em reuniões no HCP e em Brasília. 

Confira alguns desses registros: 

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Foto: Deputado federal Antônio Brito e o diretor da CMB, Mario Cesar. 

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Foto: Deputado federal  André de Paula.

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Foto: Deputado federal Danilo Cabral.

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Foto: Deputado federal Gonzaga Patriota.

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Foto: Deputado federal Luciano Bivar.

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Foto: Deputado federal Tadeu Alencar.

 

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Foto: Senador Humberto Costa.

 

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Foto: Senador Jarbas Vasconcelos.

 

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Com as aulas encerradas no mês de dezembro de 2021, os alunos do Programa de Educação Permanente em Cuidados Paliativos participaram nos dias 20 e 21 de maio do Webinar Capacitação em Cuidados Paliativos, onde também ocorreu a apresentação dos trabalhos de conclusão do Programa. O Webinar contemplou entre os temas assuntos como “papel da Secretaria de Saúde no incentivo ao desenvolvimento de novos serviços em cuidados paliativos”, “perspectivas dos cuidados paliativos no setor privado: onde estamos e qual o futuro” e “cuidados paliativos no presente e no futuro: onde estamos”. Entre os palestrantes, Rodrigo Bezerra Pires, Livia Interaminense e Fábio Malta, respectivamente.

O Programa, realizado através de incentivo financeiro via Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – PRONON teve a proposta de formar um núcleo de educação permanente em cuidados paliativos para aperfeiçoar a qualidade da assistência a pacientes oncológicos do HCP, assim como, difundir conhecimento capacitando e ensinando os profissionais de saúde para atuarem na rede oncológica do SUS de Pernambuco. 

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No dia 21, oito apresentações marcaram o encerramento do Programa. Essas apresentações foram realizadas pelos alunos do curso, que tiveram a oportunidade de criar conteúdos, a exemplo de ebooks e cartilhas, sobre o tema estudado. Entre os trabalhos, o realizado pelo grupo de Helena Pedrosa, psicóloga atuante no Hemope, que produziram cartilha sobre os Modelos Assistenciais de Cuidados Paliativos. “Durante nossas pesquisas no curso, principalmente para o desenvolvimento do nosso trabalho, percebemos que as teorias que encontrávamos eram muito vagas nas questões práticas da implantação dos cuidados paliativos na assistência, se atendo muito aos conceitos. Assim, nosso material buscou destacar de forma objetiva e prática a maneira de implementar e difundir a essência da abordagem paliativa em vários contextos que se integram, desde a atenção domiciliar, ambulatórios especializados, urgências e emergências, até unidades de terapia intensivas, entre outros. Permitindo assim que os cuidados Paliativos sejam abordados precocemente na trajetória da doença ameaçadora à vida e em múltiplos cenários”, destacou Helena. 

Ainda no grupo de Helena, como forma de apresentar o tema de forma mais lúdica, a mesma elaborou um cordel, onde em 16 pequenas páginas, resume a cartilha elaborada pelo grupo. Entre os outros trabalhos selecionados para a apresentação estavam cartilha sobre Diretivas Antecipadas de Vontade (DAV); folheto informativo para técnicos de enfermagem como ferramenta educativa no manejo do luto de uma doença ameaçadora da continuidade da vida; Cartilha sobre o papel da equipe multiprofissional nos cuidados paliativos como ferramenta educativa no manejo de uma doença ameaçadora da continuidade da vida; ebook com Orientações aos cuidadores e familiares de pacientes em cuidados paliativos; entre outros.

Iniciado em fevereiro de 2021, o curso disponibilizou 160 vagas exclusivamente para profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, assistente social, entre outros profissionais que compõem equipe multidisciplinar em cuidados paliativos. Foram mais de 30 instituições participantes indiretamente. 

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A aparência tecnológica e a variedade de sabores fizeram com que os cigarros eletrônicos e os narguilés ganhassem espaço entre os jovens. Porém, os dispositivos expõem o usuário, de forma igual ou superior ao cigarro convencional, ao tabaco, substâncias cancerígenas e citotóxicas (potencialmente causadoras de doenças pulmonares e cardiovasculares). Para fazer esse alerta, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) inicia neste Junho Branco, mês em atenção ao câncer de pulmão, a divulgação de uma série de conteúdos informativos sobre essas e outras forma de exposição ao tabagismo. Os materiais serão disponibilizados nas redes sociais (@sigahcp) e site hcp.org.br.

 “O cigarro eletrônico traz riscos tal como o convencional. A diferença é de como a nicotina é inalada, uma vez que em cigarros comuns essa disponibilização de nicotina e várias outras substâncias cancerígenas é dada pela incineração, enquanto que nos cigarros eletrônicos acontece uma vaporização. Isso faz com que haja uma concentração maior de nicotina no cigarro eletrônico, se comparado ao cigarro convencional. Os riscos de câncer de boca, pulmão, laringe, enfisema pulmonar, doenças pulmonares intersticiais não só persistem como podem ser até maiores”, explica o coordenador do departamento de cirurgia torácica do Hospital de Câncer de Pernambuco, dr. Bernardo Nicola. 

 A comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar foram proibidas no país pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em 2009. Mesmo assim, os equipamentos são moda entre os jovens e aos que utilizam o dispositivo na intenção de parar o cigarro convencional. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), o vapor emitido pelos aparelhos pode causar ou aumentar as chances de infecções pulmonares (como enfisema pulmonar). O INCA reforça que os dispositivos não são seguros, podendo também causar dermatite, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer. 

Por sua vez, o narguilé possui alta concentração de nicotina e monóxido de carbono, além de mais de 40 substâncias tóxicas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o INCA apontam que fumar narguilé em média de 20 a 80 minutos, equivale à fumaça de 100 cigarros. A OMS indica o tabagismo, seja via cigarros convencionais ou eletrônicos, como responsável pela morte de cerca de sete milhões de pessoas por ano no mundo – e a maior causa evitável de morte. 

 “Não há motivo algum, fora a dependência química pela nicotina, para se continuar um hábito relacionado a tantos males e causador de grande mortalidade da população geral. Basta ter iniciado para saber que já é hora de parar. A ajuda de profissionais especializados pode ser fundamental”, finaliza dr. Nicola.

 

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Como forma de demonstrar gratidão para todos os nossos enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem em comemoração à data comemorativa desses profissionais e à Semana da Enfermagem (de 12 a 20 de Maio), a equipe da Qualidade do HCP preparou uma ação surpresa no dia (18) na Hematologia e na UTI.

Cristiane Silva Albuquerque, enfermeira líder da UTI Nossa Senhora Aparecida e a técnica de enfermagem, Mayara Silva de Moura, da Hematologia, foram escolhidas para receberem a singela homenagem e representarem todos os profissionais da assistência que compõem a Enfermagem do Hospital de Câncer de Pernambuco.

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A equipe da Qualidade fez a entrega simbólica de uma carta de agradecimento e uma flor, um girassol, cujo significado simboliza a luz, o calor, lealdade, entusiasmo, sentimento de conforto e felicidade que esses profissionais proporcionam aos nossos pacientes. Durante a ação todos deram as mãos e cantaram uma linda música. Esse momento representou a analogia de que o girassol quando não encontra o sol, ele se vira para outro girassol para trocarem energia e isso simboliza o apoio que os nossos profissionais oferecem uns aos outros. A ação foi linda e essa gratidão em forma de homenagem foi muito merecida.

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