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O câncer não é uma novidade para Daniel Lira (33 anos). Ao longo dos anos, em sua família, pai, mãe, tias e primas foram diagnosticadas com tipos diferentes da doença. Porém, foi em 2019 que Daniel recebeu o diagnóstico que mudou sua vida - aos 32 anos de idade, estava com um câncer de mama raro. “Eu sabia que homem poderia ter câncer de mama, mas nunca imaginei ser esse homem”, lembra. 

Desde a adolescência, Daniel convivia com uma ginecomastia – alteração hormonal que causou o crescimento da sua mama esquerda e, por isso, fazia exames frequentemente, inclusive a mamografia. Já adulto, ao fazer uma cirurgia plástica para a correção da mama, recebeu a notícia do diagnóstico de câncer pelo próprio cirurgião plástico. “Quando peguei o resultado da biópsia, foi um choque, uma confusão de sentimentos. Procurei o HCP para iniciar o tratamento, mas todos os exames mostraram que, a própria cirurgia plástica já tinha retirado todos os nódulos, graças a Deus. Ainda precisei de 25 sessões de radioterapia e hoje tomo medicação. Serei acompanhado pelos próximos cinco anos”, explica.

Casado, pai de dois filhos, Daniel se apegou a família para passar por todo esse processo. “No primeiro momento veio a preocupação. Em uma família onde o homem tem câncer de mama, a probabilidade dos parentes de primeiro grau também terem são grandes. Pensei nos meus filhos, não quero que eles venham a passar por isso”, recorda. Os familiares também foram os responsáveis pela força de Daniel. “Foi o apoio da família que me fez ter força para passar por tudo isso. Minha esposa, que fez de tudo para marcar meus médicos e exames, meus amigos e familiares me acompanhavam nas consultas, entre tantos outros que estiveram presentes nesse processo, incluindo os médicos que tive a oportunidade de conhecer”, destaca. 

Perguntado sobre o que mudou desde o diagnóstico, Daniel ressalta que vive uma nova vida. “Antes de saber que tinha câncer, não tinha muito cuidado com a minha alimentação e os exercícios físicos se resumiam a jogos de final de semana. Hoje tenho total atenção ao meu bem estar, principalmente a alimentação. Além disso, busco estar o mais presente que posso para a minha família. Quando não estou trabalhando ou treinando, estou com eles”.

Aos homens, Daniel tem uma mensagem muito importante. “Se cuidem. Façam seus exames e estejam atentos a qualquer alteração no seu corpo. Homem também tem câncer de mama e descobrir a doença no início vai fazer a diferença no seu tratamento. Lembre que sua família precisa de você, mas você precisa estar saudável para cuidar deles”, indaga. 

 

Saiba mais sobre o câncer de mama em homens clicando aqui

 

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Apesar de raro, o câncer de mama também pode acometer os homens, representando 1% do total de casos registrados. Ou seja, a cada 100 mulheres diagnosticadas com a doença, um homem recebe o diagnóstico. Em meio à campanha mundial Outubro Rosa, onde várias instituições de saúde alertam às mulheres para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) busca, também, fazer esse alerta aos homens. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 200 homens morreram da doença em 2018. 

 O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação anormal e descontrolada de células mamárias. E tanto nas mulheres, quanto nos homens, apresentam os mesmos sintomas - Retração de pele, aparecimento de nódulos ou caroços, secreção pela aréola (mamilo), gânglios ou ínguas nas axilas e vermelhidão na área do peito e coceira. Diferente da mulher, que após os 40 anos de idade precisa fazer a mamografia anualmente, não existe exame de rastreio para câncer de mama em homens o que, muitas vezes, prejudica o diagnóstico precoce, fator primordial para o sucesso do tratamento – segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), se detectado no início, o câncer de mama tem 95% de chances de cura. “É importante que o homem preste atenção em seu corpo e, em caso de qualquer sinal, procurar atendimento médico. O mastologista vai indicar os exames necessários para a definição do diagnóstico”, destaca a coordenadora do serviço de mastologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Denise Sobral. 

Esses exames para a confirmação do diagnóstico, muitas vezes a mamografia, também é o método ideal indicado para afastar o principal diagnóstico diferencial, a ginecomastia (aumento benigno da glândula mamária do homem, nas duas mamas, não relacionado ao câncer de mama, e mais comum na adolescência, resultante das alterações anormais da puberdade). O câncer de mama, normalmente, atinge homens mais velhos, a partir dos 60 anos. E podem estar relacionadas com o aumento de hormônios femininos no corpo, utilização de medicamentos, obesidade e mutações genéticas (o câncer de mama pode ser mais frequente em homens cujas famílias apresentam muitos casos de câncer de ovário e de câncer de mama). “Perdi quatro tias para o câncer e, hoje, sou paciente do HCP”, descreve Daniel Lira (33 anos), diagnosticado com câncer de mama em 2019. “Em 2019, fiz uma cirurgia plástica para a retirada de uma ginecomastia que me acompanhava desde os 14 anos, no resultado da biópsia recebi a notícia. Como na cirurgia já tinham retirado todos os tumores, só precisei de algumas sessões de radioterapia e medicação, hoje faço parte de um estudo genético para acompanhar o possível desenvolvimento de mais algum tumor ou a probabilidade de meus filhos serem herdeiros dessa doença”, explica Daniel.  

“Quando um homem recebe o diagnóstico de câncer de mama, as parentes de primeiro grau deste homem, a filha e irmã, por exemplo, precisam ser acompanhadas e, até mesmo investigadas no ponto de vista genético, visto que um homem com câncer de mama aumenta a possibilidade de câncer de mama nas mulheres da família”, destaca a mastologista Denise Sobral. O tratamento do câncer de mama em homens, assim como nas mulheres, dependerá do estágio da doença, mas pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou a junção de ambos. Porém, diferente da mulher, a cirurgia em homens, em decorrência do tamanho da mama e da menor quantidade de pele, torna-se menos conservadora. 

Câncer de mama em números: Apesar de rara,  a doença pode acometer também os homens, representando 1% do total de casos da doença. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama deve acometer, ainda em 2020, 66.280 pessoas. Para o INCA, 17.763 pessoas morreram pela doença em 2018, sendo 17.572 mulheres e 189 homens.

 

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Captação da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, grupo voluntário que atua no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), o serviço de Anatomia Patológica do HCP agora dispõe de um microscópio para cinco observadores. O equipamento permite que uma mesma peça (material oncológico) possa ser analisada por cinco especialistas, simultaneamente, proporcionando benefícios à equipe, à formação dos residentes e aos pacientes. “A aquisição do microscópio de ensino é de grande importância para as atividades assistenciais e acadêmicas, beneficiando direta e indiretamente os pacientes”, destaca Gabriel Lotero, residente de patologia do HCP.

O serviço de patologia é responsável diagnóstico de doenças, através de análises realizadas em biópsias, peças cirúrgicas, necropsias e punções. Com o novo microscópio, será possível promover a discussão de casos com vários especialista, além da integração dos residentes, o que permite aumentar o conhecimento e a qualidade técnica da equipe e, principalmente, aumentar a qualidade do diagnóstico da doença do pacientes. Além disso, contribui para maior produtividade e agilidade na execução dos laudos, trazendo benefícios aos pacientes, uma vez que seu tratamento será iniciado de forma mais precoce. “A passagem de casos constitui uma reunião clínica para debater sobre as peças. É muito importante durante a formação profissional do residente em patologia, pois está para o patologista futuro, assim como o ato cirúrgico está para o cirurgião. Inclusive, outros especialistas envolvidos, que costumam vir para o departamento discutir determinados casos poderão participar da reunião para entender melhor o laudo histopatológico do paciente e conseguir conduzir o tratamento da melhor maneira”, destaca Daniele Godoy, representantes dos residentes de oncologia do HCP.

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Além do microscópio para cinco observadores, a Rede Feminina também doou uma televisão ao departamento. “A captação do valor foi feito com a ajuda de parceiros que entendem a importância de equipamentos de qualidade para o serviço de patologia, setor indispensável na definição do diagnóstico do paciente oncológico do HCP. Com a compra do microscópio, acreditamos que será possível oferecer mais agilidade e precisão”, destaca Maria da Paz, presidente da Rede Feminina.

 

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Mais um valor arrecadado pelo Troco Solidário foi entregue, ontem (6), ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Fruto da união dos trocos doados pelos clientes da rede de supermercados Arco-Mix ao hospital, a quantia de R$52.070,09 será investida na compra de capotes e jalecos utilizados pelos médicos, enfermeiros e técnicos do HCP na garantia de uma assistência oncológica segura e de qualidade. A entrega simbólica foi realizada na unidade Arco-Mix da Várzea. 

“O Troco Solidário faz toda a diferença e nos ajuda a oferecer um tratamento de qualidade para os pacientes com câncer”, pontua a gerente de captação de recursos do HCP, Juliane Carvalho. Uma dessas pacientes é Gabriela Vieira, que também é cliente do Arco-Mix e esteve presente na entrega para agradecer em nome de todos os que se tratam no HCP: “Essas doações são muito importantes para todos nós. Agradeço e ressalto a importância do Troco Solidário”, disse. A gerente da unidade, Luana Teixeira, também aproveitou a ocasião para agradecer: “Essa ação é maravilhosa, muita gente está sendo beneficiada. Agradecemos a cada cliente que doou, tendo a certeza de que está ajudando muitas vidas”.

O sucesso do Troco Solidário é graças ao engajamento de toda a equipe e clientes Arco-Mix, que abraçam a causa do HCP e, de troco em troco, realizam essa grande doação mensal para a instituição. A operadora de caixa Inavise Rodrigues é uma das funcionárias que mais arrecada na unidade da Várzea. Feliz em poder ajudar, ela conta que sempre engaja seus clientes: “É um projeto muito lindo. Eu incentivo meus clientes a, cada dia mais, ajudar o HCP, que sempre necessita de solidariedade”, diz. Ednaldo Possas é um desses clientes. Segundo ele, o fato de ter passado por um tratamento de câncer de próstata reforçou ainda mais o que já era uma característica sua: o fato de ajudar o próximo. “Como cidadãos, todos deveríamos contribuir com os outros. É um prazer ajudar alguém de alguma forma”, contou.

 

 

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Se detectado no início, o câncer de mama, principal tipo de câncer que acomete as mulheres em todo o mundo, tem 95% de chances de cura, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Para que isso aconteça, é importante que seja feito o acompanhamento médico periódico e a realização dos exames de rastreio, em especial, a mamografia -  a maneira mais eficiente de identificar a doença antes dos nódulos nos seios serem palpáveis. Referência no tratamento da doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) lança, neste mês da ação mundial Outubro Rosa,  a campanha “Já fez sua mamografia este ano?”.  Todo conteúdo pode ser conferido no site hcp.org.br e nas redes sociais @sigahcp, a partir do dia 1º de outubro.

Dentro da missão de trabalhar apoiando programas de prevenção de câncer, o HCP faz mamografia durante todo o ano. “O Outubro Rosa serve como alerta para que a mulher se conscientize da importância da mamografia. Mesmo neste momento de pandemia da Covid-19, o exame deve ser feito. Quanto mais cedo a doença for detectada, maior a possibilidade de um tratamento menos invasivo e maior a chance de cura. Sabendo dessa importância, nos preparamos para atender às pacientes seguindo todas as recomendações dos órgãos de saúde municipais e estaduais”, ressalta o superintendente técnico do HCP, dr. Fábio Malta. 

A equipe médica do HCP recomenda que a mulher se submeta ao exame anualmente, a partir dos 40 anos de idade, mas em caso de histórico familiar o procedimento pode ser solicitado por um médico em idades mais jovens e em intervalos menores. Para fazer a mamografia no Hospital de Câncer, a paciente deve fazer o agendamento por telefone, de segunda a sexta-feira, das 14h às 16h, no número (81) 3217.8188. Em 2019, foram realizadas mais de 10 mil mamografias na instituição. 

Ainda visando estimular o diagnóstico precoce e reforçar a importância do imediato início do tratamento após a confirmação da doença, o HCP uniu forças com o Hospital da Mulher do Recife (HMR). Durante o mês de outubro, as pacientes do HMR, que realizarem a mamografia e tiverem indicativo de câncer de mama, já serão agendadas pela equipe do HMR para iniciarem o tratamento no HCP. A ação tem o objetivo de proporcionar o imediato início do tratamento, além de evitar que a paciente precise locomover-se para realizar o agendamento da consulta com o mastologista no Hospital de Câncer ou em outra instituição de saúde. 

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve pela multiplicação desordenada de células na região da mama. A doença não tem causa única, a idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença – segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos - Ainda entre os principais fatores de risco estão obesidade e sobrepeso, consumo de cigarro e bebida alcoólica, sedentarismo, histórico familiar de câncer de mama em homens, alteração genética, entre outros.

Entre os principais sintomas estão nódulo único endurecido; irritação, inchaço, dor ou vermelhidão na mama; retração da pele; secreção sanguinolenta no mamilo; inchaço no braço. O tratamento varia de acordo com o tipo e o estadiamento da doença, classificado de I a IV, de acordo com as características do tumor. “O tratamento dependerá do tamanho da lesão. Entre os principais procedimentos estão a quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Em casos mais agressivos, se faz necessário a combinação de dois ou mais procedimentos”, explica a coordenadora do serviço de mastologia do HCP, dra. Denise Sobral. 

Câncer de mama em números: Apesar de rara,  a doença pode acometer também os homens, representando 1% do total de casos da doença. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama deve acometer, ainda em 2020, 66.280 pessoas. Para o INCA, 17.763 pessoas morreram pela doença em 2018, sendo 17.572 mulheres e 189 homens.

 

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Anualmente o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) abraça a campanha Setembro Dourado, feita para alertar sobre os sinais e sintomas relacionados ao câncer infantil. Ganhando destaque nos últimos anos, o tema saúde mental também vem sendo fortemente abraçado por várias instituições de saúde através do Setembro Amarelo, campanha dedicada à prevenção ao suicídio. Por este motivo, o HCP busca, durante todo o mês, também ressaltar para a sociedade sobre a importância de cuidar da saúde mental e física das crianças e adolescentes diagnosticadas com câncer.

Pernambuco é o 7° estado do país com mais casos notificados de violência autoprovocada, que são pensamentos suicidas, automutilações e tentativas de suicídio entre jovens de 15 a 19 anos, segundo Ministério da Saúde (2019). Solidão, desesperança e doenças estão entre os principais fatores de risco para o suicídio, sentimentos que, também, são muito comuns quando falamos em câncer. Essas informações intensificam o fato de que a saúde mental de pacientes oncológicos precisa ser avaliada regularmente. É necessário como forma de prevenção do suicídio, identificar os fatores de risco para ajudar os profissionais de saúde, familiares e amigos para intervir precocemente e salvar vidas. 

Os tratamentos contra o câncer são agressivos, longos e, muitas vezes, com cirurgias mutiladoras. “As crianças e os adolescentes acabam sendo privados de brincar, ir para a escola, para festas, e isso pode causar uma tristeza, baixa autoestima e, até mesmo, depressão, ocasiona por essa privação da sua infância”, explica a coordenado do serviço de psicologia, Karla Neves. Paciente do HCP há quatro anos, Izael Marques (22 anos), afirma ter sofrido muito preconceito por causa do câncer. “Muitos amigos se distanciaram de mim, porque tinha medo de pegar também. Me viam como um aleijado. As pessoas são muito ignorantes sobre isso. Acabei me excluindo em casa, falava para mim mesmo que só iria sair quando meu cabelo crescesse”, lembra.

 “Não podemos resolver suas angústias, mas podemos escutá-los e ajuda-los a dar voz aos seus sentimentos. O falar traz a cura, quando o paciente consegue se expressar, ele aceita sua realidade como ela é, aprendendo a se olhar com mais carinho e lidando melhor com o mundo da forma que ele é”, explica a psicóloga. 

Além do apoio profissional, a participação e o apoio dos familiares e amigos também é muito importante. “Minha esposa também teve câncer antes de mim. Assim que nos conhecemos, um dia depois, ela me ligou preocupada perguntando sobre como eu estava me sentindo. Foi incrível ver que ela se importava comigo, um total desconhecido. Isso me deu muita força, poder contar com ela e todos que se importavam e me escutavam”, conta Izael.

 

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De moeda em moeda, chegamos lá. Foi assim, de pouquinho em pouquinho, que as 19 lojas da rede de supermercados Arco-Mix, o atacarejo Arco-Vita a e o instituto Arco Social alcançaram a soma de R$ 53.985,85 para serem doados ao HCP. O valor arrecadado é resultado da solidariedade dos clientes das lojas que, a partir da campanha Troco Solidário, doam as moedas que sobram do troco ou, se preferirem, outro valor, para ajudar o Hospital de Câncer de Pernambuco. A quantia é referente ao valor arrecadado em agosto e, somado ao que já foi conquistado desde o início da campanha, em novembro de 2018, ultrapassam R$900 mil em doações.

A quantia será utilizada para confecção de capotes e jalecos utilizados pelos médicos, enfermeiros e técnicos no Centro Cirúrgico. Em 2019, o HCP realizou 25.260 cirurgias na instituição. “Arco-Mix conhece e sabe da importância de uma instituição como o HCP na assistência ao paciente com câncer. As doações do Troco Solidário nos ajudam a manter os serviços essenciais e a desenvolver projetos para melhor atender o paciente”, destaca Juliane Carvalho, gerente de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco.    ⠀

A entrega simbólica do cheque aconteceu na última sexta-feira (11), na loja Arco-Mix, em Igarassu, loja que mais arrecadou no mês. “É gratificante. Mais uma vez fomos a loja que mais arrecadou no mês. Acredito que desde que a campanha foi iniciada, só não ficamos em primeiro lugar duas vezes. Tanto nossos funcionários quanto clientes entendem a importância da causa e nunca deixam de ajudar. Temos funcionárias que já lutaram contra a doença, outros que tem parentes lutando contra o câncer e sempre ressaltam a importância de ajudarmos”, destaca Paulo Oliveira, gerente da loja.⠀

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Na entrega simbólica estavam presentes Ellys Monteiro, analista de negócios da Arco-Mix; Flávio José, gerente de operações área norte Arco-Mix; Priscila Santana, gerente de E-Commerce Arco-Mix; Paulo Oliveira, gerente da loja Arco-Mix Igarassu; Keylla Mayara, operadora de caixa Arco-Mix Igarassu  (operadora que mais arrecadou na loja Igarassu); Dayvson Magno, operador de caixa Arco-Mix Cohab (operador que mais arrecadou no mês) e Daniela Pereira, analista de captação de recursos do HCP.

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi reconhecido como uma instituição de Alta Conformidade pela segurança oferecida na assistência. O certificado foi conferido, este ano, pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA), por meio da Autoavaliação das Práticas de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde, que avalia se os serviços de saúde com leitos de UTI estão em conformidade com as normas sanitárias estabelecidas para a segurança do paciente em hospitais.

O reconhecimento é fruto de um trabalho de implantação de metas, treinamentos, campanhas internas e mudanças de fluxos e protocolos, estabelecidas pela Qualidade do HCP com engajamento do Núcleo de Segurança do Paciente – formado por vários profissionais da instituição – e dos demais setores. Entre as ações adotadas, destaca-se a implantação das Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente da OMS, por meio das quais o hospital implementou ações de melhorias no atendimento, a exemplo de identificação correta do paciente, redução do risco de queda e úlcera por pressão e melhorias na segurança e prescrição (clique e veja as ações). Destaque, também, para a plataforma de Notificação de Eventos Adversos, idealizada para mensurar os riscos na assistência e desenvolver estratégias para minimizá-los. 

A avaliação é feita por meio de um formulário preenchido pelos próprios serviços de saúde. Como explica a gerente de Qualidade do HCP, Raphaela Muniz, “A APEVISA considera as respostas e os anexos de documentos solicitados, que são protocolos, fluxos e atas de treinamentos. Além disso, são avaliados os prontuários visando o monitoramento da avaliação do risco, referente a meta 6; e a avaliação da conformidade da lista de verificação cirúrgica, meta 4. No HCP, o documento foi preenchido pela coordenadora de gerenciamento de risco, Renata Galindo”.

Ainda de acordo com Raphaela Muniz, a conquista da certificação é fruto do trabalho em equipe com objetivo de buscar melhorias para o paciente. “O empenho de todos é importante para podermos ajudar os pacientes. Sem o esforço das áreas, não conseguiríamos fazer nada!”, ressalta.

 

Confira outras ações de melhorias adotadas para a Segurança do Paciente no HCP:

Farmácia Satélite aprimora atendimento na Urgência

Treinamento com enfermeiros marca Dia Mundial de Prevenção de Lesões por Pressão no HCP

HCP inaugura ambulatório de pré-anestesia

HCP treina profissionais de saúde para a correta assistência em tempos de Coronavírus

HCP recebe plus na consultoria do PROADI Einstein

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Setembro é o mês de alerta para a importância de se atentar aos sinais e sintomas relacionados ao câncer infantojuvenil, conjunto de doenças oncológicas que podem afetar crianças ou adolescentes entre 0 e 19 anos. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados para o Brasil, nos próximos três anos, 8.460 novos casos – 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o feminino. Para conscientizar sobre o diagnóstico precoce da doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Setembro Dourado, que pode ser conferida nas redes sociais, @sigahcp.

Os tipos mais comuns do câncer infantojuvenil são leucemia, linfoma e tumores no sistema nervoso central. Perda de peso sem motivo; dores de cabeça, vômitos; inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações; protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local; desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão; febres recorrentes não causadas por infecções; surgimento de manchas no corpo; sangramento e palidez perceptível ou cansaço prolongado são alguns sinais que podem ser indícios da doença, mas que também se assemelham a doenças comuns.

“Os sintomas do câncer infantojuvenil podem ser facilmente confundidos, por isso, é importante que toda criança tenha seu desenvolvimento acompanhado por um pediatra, que está capacitado a realizar o correto diagnóstico”, destaca o Oncologista Pediátrico do HCP, dr. Tadeu Calheiros. “Quanto mais cedo o câncer for descoberto, maiores são as chances de cura”, completa. Ainda segundo o INCA, a detecção precoce alinhada ao tratamento adequado proporciona chances de até 80% de cura.  

Excluindo as causas externas de mortalidade, esse tipo de câncer é a primeira causa de morte no país, considerando a faixa etária de 5 a 19 anos, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2017.  Por isso, apesar da pandemia, o cuidado a atenção ao câncer infantojuvenil não pode ser adiada. “Ao perceber algum sintoma na criança, um profissional de saúde deve ser procurado”, aponta o oncologista.

 

 

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No Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), voluntárias de bata rosa circulam todos os dias oferecendo carinho, cuidado e apoio aos muitos pacientes atendidos diariamente. Uma dessas voluntárias é Jaidete Barros, que, após o diagnóstico de câncer de mama em 2015, numa sexta-feira, às 10h – como lembra detalhadamente – encontrou na Rede Feminina de Combate ao Câncer a força que precisava para encarar o tratamento. “Quando eu vi, queria ajudar as pessoas do jeito que eu fui atendida. Foi quando procurei o voluntariado e disse ‘me dê essa bata rosa!’”, conta como se tornou uma voluntária.

Desde então, a rotina de Jaidete no HCP é divida entre os dias de consulta e os dias em que exerce o voluntariado, missão para a qual se diz ter nascido. “Semanalmente, recebo algumas doações que chegam para a Rede, libero as cestas básicas para os pacientes, e faço tudo o que eu puder para ajudar as pessoas. Esse trabalho é maravilhoso, é o que nos preenche”, diz.

Com uma história repleta de superação e amor ao próximo, Jaidete se define com uma palavra: guerreira! “Eu não tenho medo. Aceito os desafios, melhoro minha autoestima e vou não frente, não desisto”, diz, empolgada, a voluntária.

Doe e ajude

Você pode fazer parte de histórias de superação como esta. Doe para o HCP e ajude a salvar muitas vidas. Acesse hcp.org.br/doacoes e ajude.