Blog - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

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Colaboradores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) estiveram, na tarde desta terça-feira (15), no Arco-Mix de Abreu e Lima para receber o cheque simbólico de R$ 61. 892, 62, fruto do campanha troco solidário arrecadado no mês de maio. O dinheiro será destinado para a compra de um respirador pulmonar.

Os funcionários do estabelecimento não pouparam esforços para fazer uma linda recepção. Segundo o gerente, Paulo Oliveira, contribuir para o HCP é gratificante, principalmente em uma pandemia.

“Nós temos aqui uma equipe muito empenhada em atingir metas. E uma das nossas principais metas é conseguir arrecadar uma determinada quantia de trocos. Graças à empatia e humanidade que todos têm aqui, nós conseguimos superar a nossa meta e vamos poder ajudar o Hospital de Câncer”, celebrou.

A operadora de caixa que mais coletou trocos no mês passado no Arco-Mix de Abreu e Lima,  foi Valéria Barbosa. Ela estava muito feliz por saber que os trocos vão servir pra algo tão necessário para os pacientes do HCP. Em uma declaração bastante emocionada, Valéria disse que não há dificuldade que a impeça de pedir em prol de uma causa tão importante. “Eu, quando estou no caixa e peço troco aos clientes, eu estou a todo momento me colocando no lugar das pessoas que se tratam no HCP e que precisam dos cuidados que o hospital oferece”, declarou.

Para ajudar o HCP através do Troco Solidário, o cliente do Arco-Mix pode destinar o troco das suas compras para a instituição. A união de pequenas quantias ajuda o hospital a investir em melhorias para os mais de 50% de pacientes oncológicos do estado atendidos de forma integral.

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Profissionais da saúde que tenham interesse em aprofundar os seus conhecimentos na área da pesquisa clínica podem inscrever-se no curso de Introdução à Bioestatística, oferecido pelo Departamento de Ensino e Pesquisa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). As aulas online terão início no dia 02 de agosto, e têm o objetivo de estimular a independência na escolha e interpretação de ferramentas básicas de estatística em estudos das áreas da saúde. Ao todo são 70 vagas, sendo 20 vagas para profissionais da área da saúde atuantes de qualquer instituição e 50 vagas para os profissionais do HCP.

A pesquisa científica aplicada à prática assistencial é indispensável na promoção de novos meios curativos para doenças. A partir desse contexto a importância da pesquisa em saúde se consolida, não só com o objetivo curativo, mas também de prevenção e promoção à saúde, possibilitando à sociedade os meios para a melhoria da qualidade de vida. Para tal, é essencial que o pesquisador tenha conhecimento amplo das tecnologias e ferramentas existentes na área da pesquisa. "O curso de Introdução à Bioestatística busca dá autonomia ao pesquisador, apresentar na teoria e prática as tecnologias mais utilizadas na área da pesquisa, assim como um conjunto de técnicas que podem ajudar nas análises científicas", descreve Dalmir Santos, estatístico do Hospital de Câncer e ministrante do curso.

O curso será online, ministrado em 11 aulas, as segundas-feiras, das 16h às 18h, a partir do dia 02 de agosto. Para os colaboradores do HCP o curso é gratuito, para os profissionais de saúde de outras instituição o investimento é de R$ 450,00. Para se inscrever, os profissionais interessados devem preencher a ficha de inscrição e enviá-la junto ao comprovante de depósito realizado na conta Banco Itaú, agência: 9249, C/C: 01572-9 para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. No caso dos profissionais do HCP, a ficha de inscrição deve ser entregue na recepção da Superintendência de Ensino e Pesquisa.

Entre os conteúdos programáticos estão: conceitos e objetivos da estatística; Construção de banco de dados; Apresentação de Dados: Tabelas e Gráficos; Síntese de Dados: Medidas de contagem, Medidas de Posição e Medidas de Dispersão; Iniciação em Software de análise estatístico; Ideias introdutórias de amostragem; Ideias introdutórias de inferência; Investigação de relações: Medidas de relação entre duas variáveis.  A avaliação do curso será realizada mediante dois exercícios e sua nota final deve ser igual ou superior a 7,0, assim como obter presença maior ou igual a 65% da carga horária total.

 

 

CURSO DE INTRODUÇÃO À BIOESTATÍSTICA

INCRIÇÕES ABERTAS (70 VAGAS)

Data de início: 02 de agosto

Horário: Das 16h às 18h

Local: Online

Público-alvo: Profissionais de saúde com interesse na área de pesquisa.

Informações e inscrições:

Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP) do HCP

(81) 3217.8197.

 

Para acessar a ficha de inscrição, clique aqui.  

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Alegria define o estado de espírito de Gildene Magalhães, de 33 anos, paciente do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) que, após um ano e meio de batalha, terminou a quimioterapia contra o de câncer de mama. Nesta terça-feira (8), ela esteve no HCP para compartilhar a sua vitória, com direito a bolo, decoração e fotos.

Vestida de vermelho, a escolha pela cor vibrante e cheia de personalidade não poderia ser melhor: ela estava radiante de felicidade e gratidão.

"Nesse mais de um ano, eu construí uma família aqui no HCP. Todos os funcionários e o atendimento que me foi dado merecem nota 10. Aqui, eu também aprendi muito, aprendi sobretudo a valorizar o SUS. Foi no SUS que encontrei a humanidade que dificilmente eu encontraria em outro lugar", relata Gildene.

Gildene explicou que não foi fácil descobrir um câncer tão jovem e ainda ter passado por um tratamento intenso. Contudo, ela se orgulha muito de ter  por tudo que passou e de agora poder contar a sua história. Na rede social, ela costuma usar o girassol como exemplo de força, vivacidade e luz. “O girassol recai, mas sempre renasce de novo”, completa.

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rita lee.jpgFoto: Reprodução/Instagram/Rita Lee

 

No dia 21 de maio, a cantora Rita Lee, de 73 anos, preocupou a todos após a sua assessoria informar que ela havia sido diagnosticada com um tumor no pulmão esquerdo. A descoberta aconteceu quando a artista precisou fazer exames de rotina. Segundo o comunicado, o tumor de Rita é primário e ela já deu início ao tratamento de imunoterapia e radioterapia. A notícia rapidamente repercutiu nacionalmente gerando muitos questionamentos sobre o estágio da doença.

A campanha lançada pelo HCP, Junho Branco, visa alertar sobre o câncer de pulmão, doença que é o segundo tipo de câncer mais frequente tanto em homens como em mulheres (ficando atrás apenas do câncer de próstata, no caso dos homens, e do câncer de mama, no caso das mulheres). A mortalidade também é alta: são 29.354, sendo 16.733 homens e 12.621 mulheres, segundo dados do Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM de 2019.

O tabagismo é, sem dúvida, o principal fator de risco para o surgimento do tumor. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em cerca de 85% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está relacionado ao tabagismo, tanto ativo quanto passivo.

“Câncer de pulmão é o surgimento de uma lesão pulmonar decorrente do desarranjo dos mecanismos de morte celular programada, fazendo com que aconteça o crescimento e a duplicação desenfreada dessas células com defeitos genéticos, levando a formação de um tumor”, explica Dr. Bernardo Nicola, cirurgião torácico.

O especialista diz que o câncer no pulmão de Rita Lee é primário porque começou no próprio órgão, logo, ele não é resultado de uma metátese. “Tumor primário significa que a doença é originária daquele órgão, ou seja, as células tumorais tiveram sua origem nas células dos pulmões”, completou.

Sintomas

De acordo com o médico, os sintomas são variados e dependem do estágio em que a doença está. Geralmente, a tosse é o sintoma mais comum “podendo apresentar raias de sangue na expectoração”. Além da tosse, outros sinais comuns são: dor no peito, rouquidão, sensação de cansaço e piora da falta de ar. Em fases mais avançadas do tumor, a pessoa pode ter perda de peso e baqueteamento digital.

Tratamento

A imunoterapia adotada pela equipe médica da Rita Lee é um dos métodos para o tratamento da doença. Ela faz com que o sistema imunológico combata o câncer de maneira eficaz. No geral, o tratamento recebido pelo paciente também depende do estágio do tumor.

“O tratamento vai depender do estágio da doença. Em estágios iniciais, a modalidade cirúrgica é a que traz maior benefício. Na medida em que há o avanço da doença, seja em tamanho, invasão de outras estruturas, metástases linfonodos, a cirurgia perde força, sendo necessária a complementação do tratamento com quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias alvo”, aponta Dr. Bernardo.

Prevenção

Ao adotar práticas mais saudáveis, é possível prevenir-se contra o câncer de pulmão e até o surgimento de outras doenças. Não fumar é o principal. Além disso, é bom evitar a inalação de poeira, exposição a agentes químicos cancerígenos presentes em locais de trabalho, além de seguir uma dieta rica em frutas e vegetais que ajudam na redução das chances do aparecimento do câncer.

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O câncer de pulmão é o segundo mais comum em homens e mulheres no Brasil. Em alerta à doença, o HCP lança a campanha “Junho Branco” em combate ao câncer de pulmão

O tabagismo é uma doença, caracterizada pela dependência de nicotina, e tem relação com diversos males, dentre eles vários tipos de câncer, como o de pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do tabagismo, representando cerca de 13% do total de mortes que acontecem no país. Das mortes anuais causadas pelo uso do tabaco, 23.762 são de câncer de pulmão e, 26.651 por outros tipos de cânceres. Com o objetivo de fazer esse alerta sobre o tabagismo e conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de pulmão, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) entra na campanha “Junho Branco” – de combate à doença. 

Câncer de pulmão é o surgimento de uma lesão pulmonar decorrente do desarranjo dos mecanismos de morte celular programada, fazendo com que aconteça o crescimento e a duplicação desenfreada dessas células com defeitos genéticos, levando a formação de um tumor. Além do tabagismo, causa mais comum desse câncer (90%), outros fatores podem desencadear a doença, como a inalação de poeira e agentes químicos, o fumo passivo (inalação da fumaça de derivados do tabaco), entre outros. Segundo o INCA, o câncer de pulmão é o segundo mais comum em homens e o quarto mais comum em mulheres no Brasil (sem contar o câncer de pele não melanoma); No mundo, é o primeiro em mortalidade desde 1985. 

“Os sintomas são variados e dependem da localização e do estágio da doença. A tosse é o mais comum, podendo apresentar raias de sangue na expectoração. Pode haver dor torácica, falta de ar, chiados no peito e rouquidão. A perda de peso e baqueteamento digital (inchaço na ponta dos dedos e deformação na unha) também surgem em estágios mais avançados da doença”, explica dr. Bernardo Nicola, cirurgião torácico do HCP. Os sintomas geralmente são mais frequentes no estágio avançado, onde em alguns casos já se espalhou para outros órgãos (metástase). Os sintomas também são comuns em diversos problemas de saúde associados ao pulmão, o que dificulta o diagnóstico precoce e diminui consideravelmente as chances de cura.  Apenas 16% dos cânceres são diagnosticados em estágio inicial (câncer localizado), para o qual a taxa de sobrevida de cinco anos é de 56% - dados INCA.

O diagnóstico da doença é feito através da biopsia, após suspeita levantada por exames como o raio-X do tórax e a tomografia computadorizada. “O tratamento para o câncer de pulmão está relacionado com o seu estágio e as condições do paciente, podendo ser tratado com quimioterapia, radioterapia e/ou cirurgia, nessa última, onde ocorre a retirada do tumor e dos linfonodos próximos ao pulmão”, destaca Dr. Rodrigo Pinto, médico oncologista clínico e gerente médico do HCP. Segundo o INCA, cerca de 20% dos casos são passiveis de tratamento cirúrgico. Porém, na grande maioria (80-90% dos casos), a cirurgia não é possível na ocasião do diagnóstico, devido a descoberta tardia e o estágio avançado da doença. “A melhor prevenção continua sendo evitar o uso de derivados do tabaco”, destaca dr. Rodrigo Pinto. 

 

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O Comitê de Ética e Pesquisa (CEP) do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) se reuniu com a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para discutir o Projeto Qualificação, uma ação de ensino e aprendizagem conjunta da Conep/CNS e do Ministério da Saúde, em parceria do PROADI-SUS (Hospital Moinhos de Vento), que visa educar e promover o reconhecimento entre os Comitês e a CONEP. 

A reunião ocorreu na última semana de forma virtual e teve como intuito promover a padronização do trabalho administrativo dos Comitês e fortalecer a análise e discussão ética realizadas pelos CEP. Para representar o HCP, estiveram presentes a coordenadora do CEP, Sra. Isabel Cristina Leal e a secretária do Comitê de Ética, Anany Carvalho. 

“Este evento enriqueceu nosso CEP de informações para a Coordenação, Secretaria, Superintendência de Ensino e aos Membros”, destacou Anany. O evento durou o dia todo, tendo sido dividido em três momentos nos quais houve a presença de membros da CEP e do Conep, bem como de representantes de usuários.  

O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é o avaliador das questões éticas das pesquisas que envolvem seres humanos, e ao discutir a ética com o Conep, proporciona a troca de experiências entre representantes dos comitês.

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Na última terça-feira (25), a equipe de Convênios e Projetos do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) esteve em Brasília para cumprir uma agenda no Ministério da Saúde – pleitear celeridade no aditivo financeiro de cerca de R$ 2 milhões de reais para a compra de um Acelerador Linear. O equipamento de radioterapia seria adquirido através de emenda parlamentar individual de R$ 5 milhões destinados pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), mas, devido à alta do dólar, o preço do aparelho subiu para mais de R$ 7 milhões, impossibilitando a compra.

A gerente de projetos e convênios do HCP, Patrícia Menezes, esteve em Brasília com esse apelo e foi recebida pelo chefe de gabinete do Ministro Marcelo Queiroga, Carlos Henrique, que vai repassar a importância do pedido à Queiroga. Ainda estavam presentes o Presidente dos Progressistas no Recife, Lula da Fonte; o presidente do IPA, Kaio Maniçoba; o secretário de Governo de Floresta, Dário Novaes Ferraz; o secretário de Produção Rural, Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Floresta; Betinho Numeriano, e o deputado federal Eduardo da fonte.

No mês de março deste ano, Patrícia Menezes também esteve em Brasília, acompanhada pelo deputado Eduardo da Fonte, onde Queiroga sinalizou que a pasta irá complementar o valor. Agora, o grupo pede celeridade no repasse, um pleito que mudará a vida dos pacientes com câncer do estado de Pernambuco.

Atualmente, o hospital possui um equipamento próprio de cobalto, fabricado em 1963, e outro acelerador linear alugado. Mesmo nessas condições o HCP atua como duas Unidades de Assistência de Alta Complexidade (UNACONS) em radioterapia, o que significa que atende uma quantidade de pacientes referente a dois hospitais de grande porte. Em 2020, por exemplo, foram realizados 2.079 procedimentos com o acelerador linear, o que representa uma atuação de 173% da meta pactuada com o estado. Com o novo equipamento, o Hospital do Câncer vai expandir o atendimento de pacientes em tratamento.

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Na foto: João Alberto de Oliveira Barro

Neste mês de maio, após oito anos como Superintendente Técnico do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), o médico endocrinologista Fábio Malta deixa a função para atuar em outros projetos pessoais e profissionais. O também médico, Dr. João Alberto de Oliveira Barros, que atuava como Chefe do Serviço de Cirurgia Oncológica do HCP nos últimos 10 anos, assume a função. Doutor João é formado em medicina, com residência médica em cirurgia geral (1997) e cirurgia oncológica (2000). “Entro nessa missão com grandes expectativas e muita vontade de, através de uma gestão participativa e a integração dos mais diversos setores, trazer inovações para o HCP”, destaca dr. João Alberto. 

Dr. Fábio Malta continua no HCP como coordenador do setor de Cuidados Paliativos, o qual foi responsável por sua implantação. “Foi uma honra poder fazer parte da direção dessa importante máquina da oncologia. Foram muitas conquistas, como o aumento no volume de atendimento, implantação de novos departamentos e a criação de fluxos baseado no planejamento estratégico da instituição”, destaca.

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Na manhã da última sexta-feira (21), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), recebeu um cheque no valor  de R$ 1.225,82 que foi arrecadado no mês de abril pelo Bem Bom Supermercados. O cheque simbólico foi entregue pelos representantes do estabelecimento, na unidade do bairro da Várzea, na Oeste do Recife. 

A campanha Troco Solidário, existente desde o final de 2018, tem possibilitado investimentos em melhorias estruturais e assistenciais através do troco doado ao HCP pelos clientes dos estabelecimentos. São doações que fazem a diferença em uma instituição que atende mais de 50% da população com câncer no estado. 

A operadora de caixa que mais arrecadou foi Danielle Fernandes. Ela contou que se sentiu feliz em poder contribuir para o hospital de alguma forma e que espera continuar na missão de fortalecer a campanha conseguindo mais trocos. “Geralmente os clientes não têm muita resistência em doar”. Eu costumo explicar o porquê da campanha e o quão é importante ajudar as pessoas. “Eles doam tranquilamente”, declarou. 

O gerente do Bem Bom Supermecados, Wanderley Melo, concordou com Danielle quando disse que não vê tanta dificuldade para arrecadar os trocos, pois felizmente os clientes doam espontaneamente. “São poucas quantias que fazem a diferença”, completou Wanderley.

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu uma tonelada de mantimentos do grupo solidário Bem Infinito, que desde 2019 ajuda o HCP com doações mensais de alimentos não perecíveis. A entrega foi realizada na tarde da terça-feira (18) e teve a presença da imprensa. 

O projeto Bem Infinito doa alimentos para a instituição dando continuidade à ação de Lucas Romão, que foi acometido por um câncer ainda muito jovem. E mesmo sem ter tido qualquer ligação com o Hospital de Câncer, Lucas idealizou o projeto e passou a ajudar a instituição. Ele não resistiu às complicações do câncer, mas desde então, família e amigos de Lucas ajudam o HCP com alimentos, como arroz, feijão, açúcar e macarrão. A arrecadação é importante para alimentação de milhares de pacientes e acompanhantes que são atendidos no hospital diariamente. 

Yuri Romão, pai de Lucas, disse que o pilar de contribuições é no HCP, onde eles mantêm uma regularidade de doações uma vez ao mês. Além de contribuir para o hospital, o Bem Infinito também faz entregas em comunidades carentes do Recife. Segundo Yuri, essa é a forma que eles encontraram de manter viva a memória de Lucas.

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“Procuramos ajudar não só o hospital, mas o paciente em si. Sabemos da dificuldade que é estar em um tratamento quimioterápico, além de que muitos desses pacientes são humildes e vêm de longe. Queremos fazer ainda mais pelo HCP, inclusive usando o network que tenho com empresários para mobilizá-los a olhar por quem mais precisa”, explicou Yuri. 

Quando contribuem com alimentos, conseguimos comprar mais medicamentos e insumos para o hospital. Cada gesto de doação, ajuda no tratamento de mais 50% dos pacientes com câncer em Pernambuco.