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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia o Novembro Azul, mês dedicado à prevenção do câncer de próstata. Faça o download do nosso material informativo e compartilhe essas orientações com seus familiares, amigos e colegas de trabalho.

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Entre tantos sentimentos que surgem em meio ao tratamento de um câncer, manter a autoestima elevada se torna mais um desafio. No Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama, duas maquiadoras profissionais vieram para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) com a missão importante de aumentar a confiança e trazer alegria para as pacientes e acompanhantes que circulavam pelo ambulatório da instituição. O resultado? Sorrisos estampados no rosto das mais de 30 mulheres que participaram da ação, realizada na manhã desta quinta-feira (19). 

Há seis meses, Gleive Inojosa descobriu que estava com um câncer no ovário. A notícia veio de surpresa, mas não afastou o bom humor e a leveza com que a paciente encara a vida. Após ter finalizado o tratamento de quimioterapia, a paciente agora espera pela cirurgia que irá fazer para a retirada do tumor. Enquanto aguardava a hora da sua consulta, Gleive aproveitou para cuidar também da autoestima. “Eu estou sempre feliz, mas existem pessoas que não conseguem estar assim em todos os momentos. Essa ação é maravilhosa porque está contribuindo para aumentar a nossa confiança”, opinou. 

Na opinião do médico e superintendente Técnico do HCP, dr. Fábio Malta, atividades como essa ajudam a aumentar a adesão das pacientes ao tratamento. “O tratamento contra o câncer, especialmente algumas quimioterapias, possui efeitos colaterais como a queda dos cabelos e o ressecamento da pele, o que afeta a autoestima feminina. Essas ações conseguem minimizar essa perda de confiança e têm impacto positivo também no tratamento”, reforçou. 

Resultado de uma parceria inédita entre o HCP e a Yes! Cosmetics, o dia da beleza integra a campanha Outubro Rosa Yes!, que irá destinar 1% de todas as vendas da marca em outubro para o Hospital de Câncer. “A nossa ação foi muito bem recebida. Dar essa oportunidade de cuidar um pouco da beleza para quem está em um tratamento de saúde como esse é importantíssimo”, destacou a sócia-fundadora da Yes!, Ketty Espinheiro.

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Começam nesta segunda-feira (16) as inscrições para os programas de residência médica, multiprofissional e uniprofissional do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O processo seletivo, que será realizado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), irá escolher os profissionais de saúde que iniciarão suas residências em 2018. Há vagas para médicos, enfermeiros, fonoaudiólogos e fisioterapeutas, entre outras especialidades. As inscrições seguem até o próximo dia 12 de novembro e devem ser feitas pelo site www.upenet.com.br.

O Programa de Residência Médica do HCP oferece oito vagas para as especialidades de Cancerologia Clínica, Cancerologia Cirúrgica, Mastologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Para esses profissionais, há exigência de residências prévias já concluídas, conforme detalhamento descrito no edital

Já para o Programa de Residência Multiprofissional, estão sendo oferecidas oito vagas nas áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Farmácia, Psicologia, Fonoaudiologia e Serviço Social. No caso da modalidade Uniprofissional, são quatro vagas para profissionais das áreas de Enfermagem e Odontologia. Os dois programas possuem duração de dois anos, em regime de dedicação exclusiva. O edital completo pode ser conferido clicando aqui.

O processo seletivo será realizado em duas fases: a prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, e a análise curricular, de caráter classificatório. As provas serão realizadas em dezembro e o resultado final deverá ser divulgado em janeiro. O início da residência está previsto para março de 2018.

RESIDÊNCIA MÉDICA

Especialidade

Vagas

Cancerologia Cirúrgica

2

Cancerologia Clínica

2

Cirurgia de Cabeça e Pescoço

2

Mastologia

2

 

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL

Especialidade

Vagas

Enfermagem

2

Farmácia

1

Fisioterapia

1

Fonoaudiologia

1

Nutrição

1

Psicologia

1

Serviço Social

1

 

RESIDÊNCIA UNIPROFISSIONAL

Especialidade

Vagas

Enfermagem

2

Odontologia

2

 

 

O III Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), realizado nos dias 18 e 19 de outubro, recebeu mais de 300 pessoas, entre palestrantes e participantes. O evento, já consolidado no calendário médico do estado, discutiu as novidades relacionadas ao tratamento oncológico. Confira, abaixo, as fotos do evento. As imagens são de Gustavo Penteado.

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A acelerada vida moderna é um dos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de um câncer de mama. É por isso que, neste Outubro Rosa, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) quer fazer um alerta importante: algumas mudanças de hábito podem fazer a diferença e ajudar a prevenir a doença, que representa o segundo tipo de câncer mais comum entre mulheres no Brasil. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que, somente em 2016, cerca de 60 mil mulheres receberam o diagnóstico de algum tipo da doença que, se diagnosticada precocemente, atinge índices de cura superiores a 90%. Você pode obter mais informações sobre a doença no site hcp.org.br/outubrorosa.

De acordo com a mastologista e coordenadora do Serviço de Mama do HCP, dra. Cláudia Pereira, o câncer de mama é uma doença de causa multifatorial, ou seja, não existe uma causa definida que possa ser associada ao seu surgimento. “Hoje em dia, precisamos ter muito cuidado em relação à qualidade de vida para evitarmos esses riscos. A mulher moderna está mais exposta ao câncer do que em outras épocas justamente por causa do estilo de vida que levamos atualmente”, explica a médica.

Ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos, por exemplo, podem contribuir para evitar o câncer de mama, uma vez que a obesidade é um dos fatores de risco para o surgimento da doença. Manter as consultas médicas e os exames de rotina em dia e, no caso das mulheres com mais de 40 anos, realizar a mamografia anualmente, também são importantes para detectar a doença em estágio inicial, o que contribui para o aumento das chances de cura. No caso das mulheres com histórico familiar de câncer de mama, essa prevenção deve começar ainda mais cedo.

“O grande objetivo da mamografia é justamente tentar diagnosticar os tumores enquanto eles ainda não são palpáveis”, justifica dra. Cláudia. A médica acrescenta, ainda, que é importante conhecer o próprio corpo e ficar atento aos sinais e sintomas que a doença manifesta, tais como tumorações palpáveis, endurecimento da mama, presença de secreção saindo dos mamilos, aumento dos linfonodos das axilas e inchaço ou vermelhidão nas mamas. Em alguns casos, também podem surgir pequenas feridas na região do mamilo.

 

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Que tal colaborar com o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) através da sua conta de água? Esse é o objetivo da campanha Conta Comigo, lançada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) nesta terça-feira (12). Os clientes interessados poderão doar, mensalmente, valores que podem variar de R$1,00 a R$10,00, através da conta da Compesa. Todo o dinheiro arrecadado com a iniciativa será destinado para instituições filantrópicas, entre elas o HCP.

Quem estiver interessado em participar da campanha, pode acessar o site hcp.org.br/contacomigo. O cadastro é simples: basta escolher um dos valores (R$1,00, R$ 2,50, R$ 5,00 ou R$10,00) e preencher o formulário, autorizando o débito automático mensal na conta de água. Também é possível fazer a adesão ao projeto nas próprias lojas da Compesa – neste caso, é preciso escolher no formulário qual será a instituição beneficiada. Além do HCP, também participam desta fase da campanha a Fundação Terra e o Movimento Pró-Criança.

Constituído como instituição filantrópica, o HCP realiza 100% dos seus atendimentos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, gratuitamente. O Hospital realiza cerca de 1,2 mil procedimentos médicos por dia, incluindo desde consultas até sessões de quimioterapia e cirurgias. “Os recursos repassados pelo SUS são limitados e, por isso, precisamos da doação da sociedade pernambucana. Nós fazemos tudo isso, mas ainda podemos fazer muito mais”, reforça a coordenadora de Captação de Recursos do HCP, Monara Nascimento.

CAMPANHA ANTIGA 

Os consumidores que já doam para o HCP por meio da conta da Compesa, através da campanha realizada em 2006, não precisarão fazer um novo cadastro. No entanto, quem tiver interessado em atualizar o valor da doação, também poderá fazê-lo através do site hcp.org.br/contacomigo.

 

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Já faz algum tempo que os videogames deixaram de ser associados ao sedentarismo. Com as novas tecnologias, os jogadores podem se movimentar e se exercitar enquanto se divertem. De olho nessas novas características dos aparelhos eletrônicos, o serviço de Fisioterapia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está utilizando a realidade virtual oferecida por esses jogos em uma missão ainda mais nobre: auxiliar os pacientes em tratamento quimioterápico. 

Ainda recente na prática clínica de forma geral, a realidade virtual vem sendo utilizada no HCP para avaliar a perda de equilíbrio e de força ocasionada pela neuropatia periférica, doença nos nervos periféricos que é um dos efeitos colaterais da quimioterapia. “A fraqueza muscular é o maior fator de risco para quedas: se ela ocorrer, o paciente pode ter uma piora no quadro clínico. Nós trabalhamos com jogos que trazem a exigência da força muscular e do equilíbrio para avaliar se o centro de gravidade deles está alterado”, explica a fisioterapeuta e coordenadora da Residência Multiprofissional do HCP, Carina Paiva. 

A inserção da realidade virtual no tratamento dos pacientes oncológicos faz parte do Trabalho de Conclusão de Residência desenvolvido pela fisioterapeuta residente do HCP, Anna Karoline Lemos. Até agora, cerca de 40 pacientes já foram avaliados. “Quando finalizarmos a pesquisa, os resultados irão nos mostrar se o videogame e a plataforma podem realmente ser utilizados para a avaliação dessa doença bem como para o tratamento dos pacientes”, comenta Anna Karoline.

Anna Karoline destaca, ainda, que já é possível perceber resultados positivos no uso da realidade virtual para esses pacientes: entre eles, o feedback imediato que o jogo oferece e o consequente aumento da adesão ao tratamento. Os resultados finais do estudo só deverão ser divulgados no ano que vem, mas a expectativa é que, no futuro, a prática possa ser adaptada para o tratamento de outras complicações associadas ao câncer.

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adonis2.JPGUm momento para homenagear a dedicação acadêmica dos profissionais do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP): essa é a missão do Prêmio Dr. Adonis Reis Lira de Carvalho de Mérito Científico, realizado anualmente durante o Simpósio em Oncologia do HCP. Nesta terceira edição, de maneira inédita, a premiação foi entregue para um cirurgião-dentista da instituição. O mérito foi do Dr. Igor Henrique, estomatologista do Serviço de Odontologia e Próteses Reabilitadoras do HCP e coordenador da Residência Uniprofissional de Odontologia em Oncologia da instituição.

 

Dr. Igor Henrique recebeu a premiação das mãos do superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca na noite da última sexta-feira (18), primeiro dia do III Simpósio em Oncologia. “Nós queremos manter e avançar o processo dos programas de residência no Hospital de Câncer de Pernambuco, como a Residência Uniprofissional em Odontologia. É uma grande satisfação para o HCP entregar essa premiação para você, que foi uma conquista para a instituição”, afirmou o gestor.

adonis1.JPGSuperintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca discursa durante entrega do prêmio

“Fiquei muito feliz, é uma satisfação enorme receber esse prêmio diante de um quadro técnico tão preparado, tão qualificado como o do Hospital de Câncer. Fiquei surpreso, eu não imaginava que o meu trabalho me traria um resultado tão importante em tão pouco tempo”, comemorou o cirurgião-dentista. Dr. Igor é mestre em Patologia e doutor em Odontologia e soma dezessete publicações acadêmicas desde o início da sua carreira – grande parte delas referente ao efeito anti-inflamatório do laser de baixa potência no tratamento odontológico.

 

Além de incentivar a produção acadêmica, especialmente se vinculada ao estudo do câncer, a premiação também é uma forma de reconhecimento pela dedicação dos profissionais à instituição. “Para a entrega do prêmio, que é direcionado para os profissionais do HCP, são adotados os critérios de tempo de serviço, a existência da titulação de mestrado e doutorado e a quantidade de publicações científicas referenciadas”, explicou o superintendente de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. José Peixoto.

O prêmio faz alusão ao médico patologista dr. Adonis Carvalho, que dedicou 58 anos de sua vida profissional ao HCP e participou da fundação do Departamento de Patologia do hospital. Também aqui, ele desenvolveu o primeiro banco de dados sobre Registro de Câncer do Brasil. O médico recifense faleceu em 2014, aos 86 anos de idade.

SERVIÇO DE ODONTOLOGIA

Há pouco mais de dois anos no HCP, dr. Igor atua como estomatologista, profissional que é responsável pela prevenção e pelo diagnóstico de doenças da boca, como o câncer, bem como pela adequação do meio bucal para o tratamento oncológico. Também é papel dele, em conjunto com os demais profissionais do setor, cuidar das complicações orais do tratamento do câncer, como a mucosite (inflamação da mucosa), a xerostomia (sensação de boca seca), a cárie de radiação, a osteonecrose e a osteoradionecrose.

O setor, atualmente formado por sete cirurgiões-dentistas, quatro residentes, cinco auxiliares de saúde bucal, duas técnicas administrativas e uma voluntária, recebe majoritariamente pacientes encaminhados pelos serviços de Cabeça e Pescoço, Oncologia Clínica, Hematologia, Pediatria, Ortopedia, Mama e Cuidados Paliativos. “Os nossos residentes, hoje, circulam em todas as enfermarias do hospital e, especialmente, naquelas que mais interagem conosco por causa das complicações orais do tratamento oncológico”, explicou.

 

O profissional, aliás, deixa clara a importância desempenhado por toda a equipe no prêmio que conquistou. “Essa premiação é fruto do trabalho que desenvolvemos, porque o dentista não trabalha sozinho. Se não houvesse o trabalho multidisciplinar, esse prêmio não seria possível. Nós conseguimos mostrar que o papel da Odontologia é fora do consultório, porque ela está integrada a todas as especialidades médicas e não médicas com um único intuito: buscar o melhor para o paciente”, finalizou.

adonis3.JPGProfissionais do Serviço de Odontologia e Próteses Reabilitadoras do HCP

temaslivres1.JPGVencedores dos Temas Livres: Thiago Nascimento (2º lugar), Kelly Santos (1º lugar) e Yves Samary (3º lugar)

O estudo Metástases em Linfonodos Inguinais no Câncer de Pênis: Fatores Prognósticos foi o grande vencedor da categoria Temas Livres do III Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O trabalho vencedor foi desenvolvido por Kelly Monteiro dos Santos, Felipe Dubourcq de Barros e Carolline de Araújo Mariz. “Me sinto honrada em receber esse prêmio e gostaria de agradecer ao HCP a oportunidade de poder divulgar nossas pesquisas para a comunidade acadêmica e científica”, agradeceu Kelly dos Santos.

A premiação, inédita no evento, recebeu mais de 50 trabalhos de profissionais, residentes e estudantes da área de saúde. Deste total, 33 foram selecionados para serem exibidos, em formato de pôster, durante o evento, realizado nos dias 18 e 19 de agosto. Os três melhores trabalhos foram escolhidos para apresentação oral, além de serem premiados.

temaslivres3.JPGApresentação de painel durante III Simpósio em Oncologia

O trabalho intitulado Atividade Citotóxica in vitro da protease fibrinolítica obtida por Mucor subtilissimus UCP 1262 frente a Sarcoma-180, dos autores Marllyn Marques da Silva, Thiago Pajeú Nascimento, Sandrelli Meridiana de Fátima Ramos dos Santos Medeiros, Romero Marcos Pedrosa Brandão Costa, Noemia Pereira da Silva Santos e Ana Lúcia Figueiredo Porto, obteve o segundo lugar.

Por fim, o terceiro lugar ficou com o trabalho Avaliação da acurácia da biópsia de congelação no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), dos autores Yves Renan de Santana Samary, Arthur Lício Rocha Bezerra, Daniela Takano, Nivaldo Sobral de Morais e Rafael Palmeira Santana.

temaslivres.JPGSecretário Estadual de Saúde, Dr. Iran Costa Júnior, analisa painéis dos temas livres

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Na programação do III Simpósio em Oncologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), uma área foi dedicada integralmente à assistência multiprofissional. No espaço, que vem crescendo a cada ano, enfermeiros, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas discutiram e se atualizaram sobre a Oncologia. Organizado pela instituição, o evento ocorreu nos últimos dias 18 e 19 de agosto, no Courtyard by Marriott, em Boa Viagem.

A oncologista Jurema Telles foi a responsável pela abertura da programação. A médica realizou uma palestra sobre Oncogeriatria com ênfase nos cuidados paliativos. “Para que esses idosos vivam mais e com melhor qualidade de vida, o cuidado paliativo deve ser iniciado precocemente, desde o diagnóstico”, afirmou. Dra. Jurema destacou a todo o momento a importância de ouvir o que os idosos dizem e respeitá-los como sujeitos ativos. “Isso é humanização”, disse. 

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Os Cuidados Paliativos e algumas implicações que os cercam, tidas como polêmicas, também foram levantadas, como, por exemplo, quando indicar a paliação dos sintomas. O uso de drogas, como opióides, para o alívio da dor também foi discutido. “Apesar de não considerar um tema polêmico, precisamos ser bastante responsáveis na prescrição dessas drogas”, afirmou o médico dr. Hélio Pinheiro. O discurso dos palestrantes dessa mesa foi único: o cuidado paliativo só existe com a atuação multiprofissional.

A osteonecrose dos maxilares foi outro tema da sala multiprofissional. Nessa mesa, médicos e cirurgiões dentistas discutiram o assunto e as possibilidades terapêuticas de tratamento. Na mesa de mobilização precoce em paciente crítico, o caráter multidisciplinar também ficou bastante evidente: fisioterapeuta, médico, enfermeiro e psicólogo discutiram as perspectivas atuais e as inovações na assistência. Também confirmando o caráter da atuação multiprofissional, a fadiga oncológica foi abordada com o único objetivo: desenvolver estratégias e intervenções para proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes.

Ainda dentro da programação, foram discutidos o uso da realidade virtual no tratamento fisioterápico e a judicialização da saúde no tratamento oncológico. 

 

 

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