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Em prol do Hospital de Câncer de Pernambuco, o Grupo de Teatro Anália Franco realiza, no próximo dia 10 de agosto, nova apresentação da peça A Rediviva de Magdala, que retrata a história de Maria Madalena desde sua passagem como cortesã até a entrega total aos desvalidos do Vale dos Leprosos. A peça foi montada a partir de um texto inédito de Djenane Mendonça e teatraliza a vida da cortesã que viveu no século I. Toda a bilheteria do evento será revertida para o HCP. A peça será apresentada no Teatro do IMIP e custa R$ 25,00. 

Apresentação teatral: A Rediviva de Magdala

Data: 10 de agosto

Horário: 19h30

Local: Teatro IMIP - Rua dos Coelhos, 300 Boa Vista - Recife - PE

Vendas: HCP (recepção central); Livraria Leitura (Shopping Tacaruna); Fraternidade Peixotinho (Boa Viagem) e Lar de Tereza de Jesus (Prado).   

 

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Mais uma pesquisa que consolida o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) como instituição de referência em Ensino e Pesquisa foi realizada por meio do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia da instituição em parceria com o A.C. Camargo Cancer Center. No último mês, o oncologista clínico Marcelo Salgado defendeu sua tese de doutorado, por meio da qual foram investigadas as alterações no sistema imunológico de pacientes com câncer de mama. "O sistema imunológico é um dos responsáveis por nos proteger contra o câncer, então eu precisava entender o porquê e onde ele estava falhando nessas pacientes", pontuou o médico.

Tumor maligno mais comum entre as mulheres em todo o mundo – de acordo com o Instituo Nacional de Câncer (INCA) –, o câncer de mama pode se apresentar nos estágios de 1 a 4, sendo o primeiro, o nível inicial da doença, com maiores chances de cura, e o último, o mais grave, quando o câncer já atingiu a metástase. Além dos estágios, há diferentes tipos de tumor da mama. O mais agressivo deles, o triplo negativo, representa 20% de todos os casos da doença e foi escolhido como alvo de estudo da tese. Como explicou o oncologista clínico, "Nós temos quatro tipos de diferentes de câncer de mama, o triplo negativo é o mais agressivo e normalmente ocorre em mulheres mais jovens e com piores resultados, com menores chances de cura. No estágio 1A Luminal A, por exemplo, a chance de cura da paciente é de 99%. Porém, nesse mesmo estágio, quando o câncer é do tipo triplo negativo, esse número cai para 84%".

Durante os 4 anos de estudo, o sistema imunológico de 30 pacientes do HCP com câncer de mama triplo negativo no estágio 3 foi analisado antes e depois do tratamento, com objetivo de identificar as possíveis mudanças e se essas mudanças provocavam alguma diminuição ou aumento nas chance de cura da doença. Os resultados da pesquisa, aponta o médico, confirmam a hipótese inicial: "A gente conseguiu identificar duas alterações no sistema imunológico. As pacientes que possuíam essas alterações, tinha um resultado pior no tratamento, as que não possuíam, conseguiam viver mais", destacou. 

A pesquisa é a primeira do Nordeste a estudar o sistema imunológico de pessoas com diagnóstico de câncer de mama triplo negativo, o que resulta em grandes contribuições ao estudo deste tipo de câncer em todo o Brasil, e, consequentemente, em melhorias para os pacientes oncológicos. No HCP, instituição que é referência no tratamento do câncer em Pernambuco, no ano de 2016, 947 mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama. Os dados são do Núcleo de Registro Hospitalar de Câncer da instituição. 

*Marcelo Salgado possui residência em oncologia clínica pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e é membro da Sociedade Americana de Oncologia Clínica e da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica. Integra também a Associação Americana para Pesquisa Clínica e é doutor em oncologia pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Hospital de Câncer de Pernambuco com o A.C. Camargo Cancer Center. 

 

 

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Exercendo a principal função de migrar as células de defesa para os tecidos do organismo, as quimiocinas são famílias de citocinas que podem se apresentar tanto de forma benéfica no sistema imunológico do indivíduo – sendo uma das responsáveis por manter a homeostase (equilíbrio do organismo) – quanto de forma maligna  – podendo favorecer o desenvolvimento tumoral e a disseminação de células malignas para formação de metástase em outros órgãos. Avaliar o nível dessas quimiocinas em pacientes oncológicos diagnosticados com tumores gástrico e colorretal foi o objetivo da dissertação de Edla Cabral, nutricionista do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Os resultados da pesquisa, realizada dentro do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da instituição em parceria com o A.C. Camargo Cancer Center, foram defendidos em abril e conferiram à nutricionista o título de mestra em oncologia.

O câncer colorretal e o câncer gástrico, tumores escolhidos para análise, representam os dois dos tipos de neoplasias mais prevalentes no mundo, ocupando respectivamente, o terceiro e o quinto lugar entre os tumores mais frequentes. Para o Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), foram estimados 17.380 casos novos de câncer de cólon e reto em homens e 18.980 em mulheres para o biênio 2018-2019. Para este mesmo período, estimam-se 13.540 casos novos de câncer gástrico entre homens e 7.750 nas mulheres. Além disso, na região Nordeste, o câncer colorretal ocupa o quarto mais frequente em homens e terceiro mais frequente em mulheres. Enquanto o câncer gástrico ocupa a segunda e sexta posição, respectivamente.

Estudar os perfis de quimiocinas de pacientes idosos com estes tumores, portanto, foi a finalidade da pesquisa. Para isso, foram escolhidas quatro tipos de quimiocinas, MCP-1, RANTES, IL8 e IP-10, cujos níveis foram avaliados em 35 pacientes idosos com câncer gástrico e 34 com câncer colorretal. Para possibilitar a comparação, participaram da pesquisa, também, 20 idosos sem o diagnóstico de câncer. "Estudamos se os níveis dessas quimiocinas se mostravam alterados nessa população do estudo. Então, observamos que algumas dessas quimiocinas estavam alteradas em pacientes idosos com câncer", explicou a nutricionista.

Os resultados do estudo sugerem que as quimiocinas MPC-1 e IL8 se mostram alteradas em pacientes oncológicos, bem como estão associadas à progressão da doença, o que significa dizer que pacientes com tumores mais avançados possuem maiores alterações. "Na metástase, as quimiocinas tinham níveis elevados, o que revela que esses níveis elevados possuem um fator prognóstico ruim para os pacientes", pontuou Edla, cuja pesquisa contribuiu para a consolidação do HCP como referência no campo do Ensino e da Pesquisa.

 *Edla Karina Cabral de Oliveira é nutricionista do HCP, especialista em nutrição oncológica pela Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica (SBNO) e mestra em oncologia pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do HCP em parceria com o A.C. Camargo Cancer Center.

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu mais um valor doado pela campanha Troco Solidário, promovida pela rede de supermercados Arco-Mix. O total de R$ 34.583,06 foi arrecadado no mês de maio, referente à soma da quantia doada pelos clientes, no ato de suas compras, nas 19 lojas da rede. A entrega simbólica aconteceu, na manhã da última quarta-feira (19), na loja do Centro do Cabo de Santo Agostinho, que também comemorava sua reinauguração após reforma.

A ação começou em novembro do ano passado e já totaliza mais de R$ 200 mil. O presidente da rede Arco-Mix, Edivaldo Guilherme Santos, compareceu à entrega, junto com a diretora Sandra Lima, e enalteceu a importância da campanha. “O Troco Solidário é fruto da confiança dos nossos clientes e do esforço dos nossos operadores de caixa que estão empenhados em arrecadas essa quantia para o HCP, instituição muito séria que ajuda diversas famílias com câncer. Saber que nossa pequena ajuda está promovendo mudanças positivas no hospital, é muito recompensador. Nossa intenção é que a campanha Troco Solidário possa incentivar outras instituições a contribuírem”, destaca.

Entenda a campanha

Na campanha Troco Solidário os clientes da rede são estimulados pelos caixas dos supermercados a contribuir doando as moedas do troco ou, se desejar, outra quantia. O valor doado é registrado no caixa e na nota fiscal que é devolvida ao cliente. Atualmente as 19 lojas que compõem a rede fazem parte do projeto. O Troco Solidário é uma entre várias ações sociais do Arco-Mix em prol do HCP. Todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição.

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A manhã desta quarta-feira (19) foi de muito pé de serra no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). A equipe multiprofissional da instituição preparou um completo arraial nos Cuidados Paliativos, com direito a música e quadrilha junina. A animação foi tão grande entre pacientes e acompanhantes que a festa se ampliou para outras enfermarias e nos ambulatórios.  “Esses eventos tem o objetivo de trazer alegria para os pacientes e seus acompanhantes, além dos próprios funcionários. O São João tem uma força cultural muito grande e não poderíamos deixá-los de fora dessa festa. A animação era tanta que levamos a comemoração para todo HCP”, destaca Maria Filgueira, assistente social da instituição. 

A música ficou por conta do grupo Forro Parati, do município de Ipojuca, trio composto por sanfona, zabumba e triângulo. “Sempre quisemos participar de ações como essas. Entregar música e receber tamanha alegria, não tem preço”, destaca o músico Franklin Barbosa. A quadrilha junina foi formada por integrantes do Espaço Renascer, projeto que acolhe de forma humanizada e multidisciplinar mulheres que em algum momento da vida foram diagnosticadas com câncer de mama. Nesse espaço, as pacientes se reúnem para praticarem exercícios físicos e participarem de dinâmicas, palestras com profissionais e momentos de meditação, respiração e relaxamento, uma vez por semana, no HCP.  

 

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Na última quarta-feira (12), data em que é comemorado o Dia dos Namorados, a Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, grupo de voluntários que atuam no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), promoveram a ação “Cuide bem do seu amor”. Criada há cinco anos, a atitude buscou estimular os casais a declararem o amor que tem um pelo outro, com o objetivo de incentivar pacientes e acompanhantes a demonstrarem a importância da presença e do cuidado do parceiro em suas vidas, principalmente durante a luta contra o câncer. “Infelizmente, a incidência do abandono ainda é grande. No momento que a pessoa se vê doente e sem o apoio do parceiro, ela tende a não melhorar e se entristecer. Através dessa atitude queremos mostrar para todos que o amor é o melhor antidoto para curar qualquer doença”, destaca Maria da Paz, presidente estadual da Rede Feminina.

 A ação, cheia de emoção, aconteceu ao som de forró pé de serra, com a participação voluntária dos grupos Forró do X, Nerynho do Forró e Asas do Forró. Ainda ocorreu a distribuição de chocolates para os pacientes e acompanhantes que estavam nos ambulatórios.

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O tabagismo é uma doença, caracterizada pela dependência de nicotina, e tem relação com diversos males, dentre eles vários tipos de câncer, como o de pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do tabagismo, representando cerca de 13% do total de mortes que acontecem no país. Das mortes anuais causadas pelo uso do tabaco 23.762 são de câncer de pulmão e, 26.651 por outros tipos de cânceres. Com o objetivo de fazer esse alerta sobre o tabagismo e conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de pulmão, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) entra na campanha “Junho Branco” – de combate a doença. 

O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pelo crescimento desordenado de células malignas, que podem aparecer desde a traqueia até a periferia do pulmão, e subdividem-se de acordo com o tipo de células afetadas - câncer de células não-pequenas, mais comuns, e câncer de células pequenas, mais raros e com o comportamento mais agressivo. Além do tabagismo, causa mais comum desse câncer (90%), outros fatores podem desencadear a doença, como a inalação de poeira e agentes químicos, o fumo passivo (inalação da fumaça de derivados do tabaco), entre outros. Segundo o INCA, o câncer de pulmão é o segundo mais comum em homens e o quarto mais comum em mulheres no Brasil (sem contar o câncer de pele não melanoma); No mundo, é o primeiro em mortalidade desde 1985. 

“Os sintomas estão relacionados com a localização e o tipo de tumor, porém podemos destacar os mais comuns, como tosse, dispneia (falta de ar), dor torácica continua, inchaço no pescoço ou na face, perda de peso sem motivo, rouquidão por mais de uma semana, pneumonias recorrentes e presença de sangue ao escarrar”, explica dr. Guilherme Costa, médico pneumologista e assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP) do HCP. Os sintomas geralmente são mais frequentes no estágio avançado da doença, onde em alguns casos já se espalhou para outros órgãos (metástase). Os sintomas também são comuns em diversos problemas de saúde associados ao pulmão, o que dificulta o diagnóstico precoce e diminui consideravelmente as chances de cura.  Apenas 16% dos cânceres são diagnosticados em estágio inicial (câncer localizado), para o qual a taxa de sobrevida de cinco anos é de 56% - dados INCA.

O diagnóstico da doença é feito através da biopsia, após suspeita levantada por exames como o raio-X do tórax e a tomografia computadorizada. “O tratamento para o câncer de pulmão está relacionado com o seu estágio e as condições do paciente, podendo ser tratado com quimioterapia, radioterapia e/ou cirurgia, nessa última, onde ocorre a retirada do tumor e dos linfonodos próximos ao pulmão”, destaca dr. Rodrigo Pinto, médico oncologista clínico e gerente médico do HCP. Segundo o INCA, cerca de 20% dos casos são passiveis de tratamento cirúrgico. Porém, na grande maioria (80-90% dos casos), a cirurgia não é possível na ocasião do diagnóstico, devido a descoberta tardia e o estágio avançado da doença. “A melhor prevenção continua sendo evitar o uso de derivados do tabaco”, destaca dr. Rodrigo Pinto. 

 

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Uma pesquisa de grande impacto, com capacidade de sugerir mudança no procedimento clínico adotado como padrão no tratamento de pacientes oncológicos, foi realizada no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) através do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia da instituição em parceria com o A.C Camargo Cancer Center. Por meio de um Ensaio Clínico, um dos tipos de estudo de maior relevância dentro da ciência, o cirurgião oncológico Vandré Carneiro propôs uma nova forma de tratamento para pacientes com câncer de colo de útero em fase inicial. Os resultados parciais da tese de doutorado foram defendidos pelo médico em abril, e apontam para conclusões satisfatórias que consolidam ainda mais o HCP como uma instituição de referência no campo do Ensino e da Pesquisa.

"O Ensaio Clínico é um estudo com grande repercussão no campo do conhecimento científico atual, porque é quando testamos um tratamento. É por meio do Ensaio Clínico que se consegue os maiores níveis de evidencia que mudam a conduta dentro da medicina. Então nosso estudo tem esse grande fator favorável, é um estudo que tem esse mérito", aponta o médico a respeito de sua pesquisa, que propõe uma cirurgia menos radical para pacientes com câncer de colo de útero em estado inicial do que a que hoje é considerada padrão no tratamento do tumor. "A ideia foi justamente propor o tratamento dessas mulheres através de uma cirurgia menor, que é uma cirurgia que já é feita em outras condições, principalmente para pacientes com doença benigna, mas que não é preconizada para essas mulheres com câncer de colo uterino", explica.

O estudo foi realizado com 40 pacientes diagnosticadas com a doença em fase inicial. Metade delas foi submetida à cirurgia preconizada para este tipo de tumor, enquanto as demais foram submetidas à cirurgia proposta, chamada de braço experimental. A escolha do tipo de tratamento a ser executado foi feita por meio de um sorteio aleatório, o que caracteriza um estudo randomizado. Coordenada pelo HCP, a pesquisa envolveu quatro instituições, onde foram realizados os procedimentos: o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), a Santa Casa de Misericórdia em Alagoas e o A.C. Camargo Cancer Center. "É de grande impacto a realização de um ensaio clínico que envolva mais de uma instituição. Temos pouquíssimos estudos desses realizado em nosso país de uma forma geral, principalmente na região Nordeste", destaca dr. Vandré.

Embora os níveis de evidência ainda não sejam suficientes para comprovar a hipótese de que a cirurgia proposta possui os mesmos resultados oncológicos, os resultados parciais alcançados revelam a eficácia desse tratamento. Como pontua o médico, "Ainda temos um segmento muito curto de 16 meses. Como o objetivo principal é ver se houve ou não o retorno da doença, é interessante que a gente tenha um segmento de pelo menos 3 anos. Mas os resultados parciais mostram que a cirurgia proposta é segura e eficaz do mesmo jeito que a cirurgia padronizada. Então, a cirurgia experimental, que é a causa do nosso estudo, parece, sim, ser tanto segura quanto eficaz em relação a cirurgia que é feita em todo o mundo atualmente", explica, "É uma estratégia que pode beneficiar muitas mulheres, evitando uma cirurgia maior e trazendo os mesmos resultados oncológicos".

Câncer de colo de útero

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo de útero é o terceiro tumor maligno mais frequente entre mulheres, ficando atrás apenas do câncer de mama e do câncer colorretal. O tumor está associado à infecção pelo papiloma vírus, conhecido como HPV. As estimativas do INCA apontam para 6.030 novos casos na região nordeste, onde o tumor ocupa o segundo lugar de mais frequente entre pessoas do sexo feminino. No HCP, instituição que é referência em tratamento oncológico no Estado de Pernambuco, foram diagnosticados 608 novos casos no ano de 2016, segundo o Núcleo de Registro Hospitalar de Câncer.

 

 

*Vandré Carneiro é cirurgião oncológico, coordenador do departamento de cirurgia pélvica do Hospital de Câncer de Pernambuco e coordenador da residência de cirurgia oncológica do IMIP. Atua também como médico assistente do Núcleo Especializado em Oncologia e Hematologia (NEOH) e da Oncologia D'or, além de ser diretor do Programa de Câncer Hereditário do HCP, IMIP e Secretaria Estadual de Saúde e doutor em oncologia pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia do HCP parceria com o A.C Camargo Cancer Center.

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Agora os pacientes do ambulatório de Pediatria do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) já podem esperar pela consulta em um ambiente mais acolhedor e aconchegante, isso porque o setor ganhou um ambiente de convivência na área externa, graças a uma doação do Grupo Pichilau, proprietários de uma rede de postos de gasolina. A inauguração oficial do espaço aconteceu nesta sexta-feira (24). 

A reforma, avaliada em R$ 40 mil, foi um dos projetos apresentados pelo HCP ao Grupo Pichilau. Sensibilizados pelo fato das crianças e acompanhantes não terem um espaço específico para aguardar o atendimento médico, aceitaram financiar 100% da obra, muito acima do que eles tinham previsto inicialmente. A iniciativa partiu de Regina Fonseca Lins, sócia e presidente do grupo. "No Dia das Crianças sempre promovemos eventos nas unidades, com a distribuição de brindes para clientes que abasteciam conosco nessa data. Percebemos que, somente com a compra de parte do material dos brindes, gastaríamos R$ 20 mil. Então, resolvemos doar esse valor para o HCP. Já me sinto uma madrinha desse espaço, até o final do ano pretendemos promover outras melhorias por aqui, como agregar uma cobertura e ventiladores nessa praça”, explicou.

O Grupo já é parceiro do Hospital de Câncer há bastante tempo, realizando doações pontuais em datas comemorativas, por exemplo, e desde o ano passado destina mensalmente de R$8 mil a R$ 10 mil para a instituição através da campanha que doa R$ 1 para a Rede Feminina de Combate ao Câncer a cada litro de aditivo vendido nos postos. O valor é convertido em produtos como suplementos e bolsas de colostomia. “É uma alegria para toda a equipe do Hospital de Câncer poder inaugurar esse espaço, a instituição precisa desses grandes apoiadores para oferecer sempre a melhor estrutura para os nossos pacientes. Esperamos que a iniciativa do Grupo Pichilau possa incentivar outras instituições a colaborarem”, espera Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP.  Atualmente o Hospital de Câncer de Pernambuco atende mais de 50% dos pacientes oncológicos do Estado. 

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Iniciativa do consulado americano no Recife, em conjunto ao Departamento de Comercio da Virgínia, nos Estados Unidos - EUA, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu, na última quinta-feira (23), a visita de duas instituições de grande representatividade dentro das suas áreas, a Dilon Technologies, empresa desenvolvedora de sistemas de imagem para o diagnóstico precoce de doenças e aplicações cirúrgicas; e a Harris Healthcare, empresa de tecnologia da informação responsável pela criação de softwares hospitalares. As duas instituições buscam expandir seus projetos para o mercado brasileiro e enxergam no HCP, instituição de referência no combate ao câncer, uma oportunidade de parceria.  

Kevin McNeil, diretor de venda institucional da Dilon, veio pessoalmente conhecer o HCP. "Estamos no Brasil para observar o comportamento de mercado e buscar instituições parceiras para essa expansão. O Hospital de Câncer, por sua importância no tratamento oncológico e pela necessidade em agregar novas tecnologias para auxiliar no atendimento ao paciente, poderia ser o nosso ponto de entrada no Brasil. Estamos visitando algumas instituições e entendendo de que maneira esse trabalho pode ser feito", explicou. Para atuar no país, a empresa ainda espera que a documentação seja aprovada no Inmetro e, consequentemente, na Anvisa. A companhia é criadora da Dilon Molecular Breast Imaging System - procedimento de imagens moleculares da mama (MBI / BSGI), que auxilia na detecção precoce e no tratamento do câncer de mama. Já utilizado em instituições médicas nos EUA e outras localidades, como a Europa, por exemplo, o equipamento comprovou a detecção de cânceres perdidos por mamografia e ultrassonografia, levando a menos biópsias benignas do que a ressonância magnética.

Frank Johnson, responsável pelo setor de crescimento e estratégia, e Ryan Brunswick, gerente de parceria e estratégia, representaram a Harris Healthcare, detentoras de um software de prontuário eletrônico e aplicativo hospitalar. A empresa também busca entrar na América do Sul e para tal estão no Recife em busca de empresas que colaborem com essa missão. Atualmente, a marca está presente na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália.

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As duas empresas foram recebidas na superintendência do Hospital de Câncer de Pernambuco. Após assistirem uma apresentação sobre a instituição, puderam fazer uma visita às instalações. Estiveram presente o superintendente geral, dr. Hélio Fonsêca; o superintendente técnico, Fábio Malta; a superintendente administrativa, Cláudia Barbosa; o gerente da oncologia clínica, dr. Rodrigo Pinto; a gerente de marketing e captação de recursos, Mariana Neves; a supervisora de captação de recursos, Carla Andrade; e o gerente de tecnologia da informação, Abílio Correia;

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