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A árvore de Natal do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) já está montada e repleta de enfeites especiais: cartinhas de pacientes que estão em tratamento na instituição e que seguem em busca de um presente. Os interessados em participar da campanha Natal dos Sonhos, que já chega a sua quinta edição, poderão pegar uma das cartinhas até o dia 21 de dezembro. A ação é promovida pela Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer, movimento de voluntários que atua no HCP. No ano passado, foram distribuídos cerca de 150 presentes.

Grande parte das cartinhas foi escrita por pacientes da ala pediátrica da instituição e videogames, celulares e computadores estão na lista dos presentes mais pedidos. “Nós incentivamos os pacientes a escreverem algo que realmente desejam ganhar. São sonhos e é possível realiza-los em grupos. Em muitas cartinhas, eles também pedem orações e saúde, para que possam passar o Natal com a família. Nos empenhamos para que eles possam associar o HCP à alegria e à vida”, diz a presidente da Rede Feminina, Maria da Paz.

Os padrinhos podem entregar os presentes diretamente aos pacientes, mas é preciso deixar o contato (nome e telefone) cadastrado com os voluntários da Rede Feminina. “Fazemos questão de acompanhar e registrar essa visita, que é acompanhada pela gratidão dos nossos pacientes”, declara Maria da Paz.

PANETONES - A Rede Feminina também está realizando, até o próximo dia 31, a arrecadação de panetones, item indispensável nas festas de fim de ano. “Os panetones serão entregues para todos os pacientes da instituição, incluindo os que estão recebendo alta e os que estão vindo para consultas. Quem recebe cesta básica, já está recebendo com o panetone”, reforça Maira da Paz.

SERVIÇO:

Campanha Natal dos Sonhos

Local: Hospital de Câncer de Pernambuco, Av. Cruz Cabugá, 1597, Santo Amaro

 

Informações: (81) 3217.8236

 

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Estão abertas as inscrições para o Fellowship em Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), programa de pós-graduação lato sensu que visa formar médicos especialistas no tratamento uro-oncológico. Para participar do processo seletivo, é necessário ter concluído residências médicas em urologia e em cirurgia geral e apresentar disponibilidade para participar de todas as atividades do programa, que possui duração de um ano. Pioneiro no Norte/Nordeste, o Fellowship em Urologia Oncológica do HCP é reconhecido pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). 

O médico selecionado irá vivenciar a rotina do Serviço de Urologia Oncológica do HCP, participando das atividades ambulatoriais e cirúrgicas do departamento, além de acompanhar o trabalho de outros serviços relacionados à urologia oncológica, como a radioterapia, a oncologia clínica e a patologia. O programa também prevê um intercâmbio no A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo, onde será possível acompanhar a realização de cirurgias robóticas. 

Durante o programa, o médico ainda irá participar de atividades acadêmicas e desenvolver um estudo em Urologia Oncológica, necessário para conclusão do fellowship e obtenção do certificado. “Também queremos incentivar que essa pesquisa seja enviada para congressos nacionais e internacionais e submetida a revistas especializadas”, detalha o urologista e coordenador do Fellowship em Urologia Oncológica do HCP, dr. Luiz Henrique. 

INSCRIÇÕES – Os candidatos interessados em participar do processo seletivo deverão enviar currículo atualizado, carta de recomendação e informações pessoais para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o próximo dia 15 de fevereiro. A seleção será feita através de análise de currículo e entrevista, a ser realizada no dia 28 de fevereiro. A expectativa é que o resultado final seja divulgado até o dia 12 de março no site hcp.org.br. Já as atividades deverão ser iniciadas em 1º de abril de 2019. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3217.8197.

 

 

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Pela passagem de seus 73 anos de história, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu uma homenagem especial da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na última quinta-feira (22), em Grande Expediente Especial solicitado pelo deputado Aluísio Lessa. A solenidade foi realizada no Auditório Senador Sérgio Guerra e contou com as presenças do superintendente geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca, da superintendente administrativa, Cláudia Barbosa, e do superintendente financeiro, André Amarante. 

“O Hospital de Câncer de Pernambuco pode se orgulhar de haver proporcionado inestimável atendimento às pessoas doentes de câncer e apoio às suas famílias”, discursou o deputado pr. Cleiton Collins, que presidiu a sessão. Para compor a mesa, foram convidados dr. Hélio Fonsêca; dra. Isabela Coutinho, diretora geral do Hospital da Mulher do Recife (HMR); dra. Cristina Motta, Secretária Executiva da Secretaria Estadual de Saúde, representando o secretário dr. Iran Costa; e a sra. Helena Acioly, representado os voluntários do HCP. Também marcaram presença na solenidade os deputados, Waldemar Borges, José Maurício e Laura Gomes. 

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Foto: Alepe

Em seu discurso, o autor da proposição, o deputado Aluísio Lessa, ressaltou a história do Hospital de Câncer e sua importância para a saúde pública do Estado e do País. “Nós nos encontramos hoje aqui na casa do povo de Pernambuco para prestar essa homenagem justa pelos 73 anos do HCP por todo o trabalho em prol da saúde aqui no nosso estado”, disse. “O Hospital tem o DNA pernambucano de luta e inclusão”, ressaltou. 

Para dr. Hélio Fonsêca, a solenidade representou um reconhecimento fundamental e importante do trabalhado realizado pelo HCP para a população. “Me recordo que há três anos nós estivemos na Assembleia Legislativa recebendo a homenagem dos 70 anos do Hospital e, hoje, olhando pelo retrovisor do tempo, vemos quanto o HCP já cresceu e avançou em várias áreas, não perdendo sua essência fundamental que é acolher e tratar com humanização os pacientes que chegam à nossa instituição”, comentou.

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Foto: Alepe

 

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Foto: Alepe

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A coordenadora do serviço de Fisioterapia, do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Luciana Mergulhão foi uma das homenageadas da Medalha do Mérito de Saúde Professor Fernando Figueira, comenda instituída pela Câmara de Vereadores do Recife.

A entrega do prêmio ocorreu em sessão solene, no plenário da casa parlamentar, na noite da última terça, (20), reunindo outras vinte e cinco personalidades da área da saúde. 

Em sua quinta edição, a comenda entregue pelo órgão municipal, tem o intuito de prestigiar e reconhecer a importância dos serviços prestados à comunidade recifense, por diversos profissionais em suas devidas áreas de atuação.

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Atuando há 27 anos no HCP, Luciana Mergulhão implantou no hospital o serviço destinado a atender mulheres em tratamento contra o câncer, que hoje recebe cerca de 150 mulheres por dia, de várias localidades do estado.

“Fiquei emocionada em ser homenageada por uma das mais relevantes honrarias que um profissional da saúde poderia receber. Ao mesmo tempo, em que representei a instituição a qual dedico o meu trabalho, o Hospital de Câncer de Pernambuco, pude comprovar que o serviço oferecido na Fisioterapia, vem atingindo seu objetivo principal, o de proporcionar qualidade de vida à mulheres que lutam contra o câncer”, detalhou a fisioterapeuta.

Luciana Mergulhão é graduada em Fisioterapia, pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, com especializações em Oncologia e Saúde Pública, pela UNINTER, e atualmente mestranda em Saúde Pública, pela Facultad Interamericana de Ciencias Sociales – Assunção, Paraguai.

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A UPAE de Belo Jardim (Padre Assis Neves), por meio de sua ouvidora Valéria Maria dos Santos, será destaque no I Fórum de Ouvidorias da Saúde – SUS/PE: Avanços e Desafios. Por sua atuação à frente deste setor na UPAE, Valéria Maria foi convidada para ser uma das expositoras do Fórum, que acontecerá no próximo dia 30, no CEFOSPE - Centro de Formação dos Servidores do Estado de Pernambuco.

O convite partiu da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, por meio de sua Ouvidoria Central. O Fórum abordará a Contextualização do SUS: Avanços, Desafios e a Participação da Ouvidoria. Durante o evento, Valéria Maria comandará uma mesa para apresentação da UPAE de Belo Jardim, as experiências de atendimento e o fluxo da Ouvidoria de sua Unidade (do acolhimento à resposta final ao usuário). Este ano, a ouvidora Valéria Maria dos Santos já havia sido homenageada com o título de Amigos da Ouvidoria, entregue pela SES para os profissionais que se destacaram na área.

Unidade do Governo do Estado, a UPAE de Belo Jardim é administrada pelo HCP Gestão, a Organização Social de Saúde do Hospital de Câncer de Pernambuco

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O próximo dia 14 (quarta-feira) marca o Dia Mundial do Diabetes, uma campanha global de conscientização sobre a prevenção da doença e cuidados com os pacientes. Para marcar a data, a UPAE do Arruda (Deputado Antônio Luiz Filho) organizou uma programação especial, voltada para o conhecimento do diabetes (prevenção, tratamentos, sinais e sintomas). “Nossos especialistas vão dar orientações para usuários, acompanhantes e funcionários”, ressalta a coordenadora geral do UPAE, Adriana Bezerra. 

No ambulatório de endocrinologia, a unidade realiza 420 atendimentos por mês. Destes, cerca de 60% têm diabetes. A programação contará com as seguintes especialidades: endocrinologia, nutrição, enfermagem e, ainda, realização de HGT (medida da glicemia), orientações medicamentosas e de administração de insulina. 

Diabetes - Endocrinologista da UPAE do Arruda, Taciana Cavalcanti, fala sobre o diabetes, doença que se caracteriza pela deficiência de produção e/ou ação da insulina. “A diabetes é dividida em dois tipos: 1 e 2, sendo que a do tipo 1, acomete mais crianças e adolescentes e está muito relacionada com a falta de insulina. Já o tipo 2 está mais ligada aos maus hábitos de vida, como sedentarismo, alimentação desregulada, tabagismo e outros”, esclarece. 

Para quem tem histórico familiar, a avaliação da glicose deve ser feita, ao menos uma vez ao ano, a partir dos 25 anos. Para as outras pessoas, o ideal é fazer um check up anual, a partir dos 40 anos de idade. “Com relação às mulheres, em geral, os exames são solicitados pelo ginecologista, nas consultas regulares. Já os homens têm mais resistência para procurar um médico, daí a importância dessas campanhas de conscientização”.

A endocrinologista ressalta ainda a importância de manter bons hábitos como: alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, não fumar, beber moderadamente. Durante o evento, Taciana falará ainda sobre sinais e sintomas do diabetes. “Trata-se de uma doença com múltiplas consequências. O diabetes é a principal causa de amputação não traumática. Pode trazer também complicações cardiovasculares (infarto, derrame), acometimento dos rins, entre outros problemas sérios. Por isso, precisamos investir na prevenção, mas também no tratamento de quem já tem a doença”, afirma.  

Programação

8h15 – Orientações nutricionais com a nutricionista, Silene Veras. 

8h30 – Sala de Espera com a médica endocrinologista, Taciana Borges Cavalcanti.

8h30 – Orientações de cuidado com a pele do diabético. Palestra da enfermeira estomaterapeuta, Graciely Castro. 

A partir das 9h30 – Realização de HGT (teste de glicemia), com a equipe de Enfermagem. 

13h30 – Sala de Espera com a médica endocrinologista, Patrícia Mesquita. 

13h45 – Orientações medicamentosas e de administração de insulina.

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O Hospital da Mulher do Recife (HMR) encerrou, na última sexta-feira (26), a campanha do Outubro Rosa da unidade. O mês é dedicado à prevenção e detecção precoce do câncer de mama. Foram ao todo seis dias de ações, sendo a principal delas, a realização de mamografia por livre demanda. No total, 310 mulheres, com cartão SUS do Recife e idade entre 50 e 69 anos, fizeram o exame. O hospital também disponibilizou ações educativas e de bem estar. A coordenação da campanha foi da diretora geral do HMR, Isabela Coutinho.

Além das mulheres que fizeram o exame, outras 350 farão a mamografia, posteriormente. Elas já estão com agendamento marcado. “Estamos gratos a todos que colaboraram com o êxito do evento, tanto os funcionários como os voluntários”, destacou Isabela Coutinho. O hospital realizou a campanha sem interromper as atividades regulares da unidade. Desde que foi inaugurado, em maio de 2016, o Hospital da Mulher já realizou 7.829 mamografias.

 Ainda como parte do Outubro Rosa, o Hospital organizou palestras sobre: “Os direitos da mulher com câncer”, “O papel da amamentação na proteção ao câncer de mama”, “Alimentação saudável na prevenção do câncer”, além de atividades físicas (parceria com a Academia da Cidade) e depoimento de mulheres que sobreviveram ao câncer. Foram distribuídos brindes alusivos à campanha (canetas, broches, chocolates e bombons) e também disponibilizados, gratuitamente, massagem, corte de cabelo, automaquiagem, limpeza de pele e design de sobrancelhas. Ao todo, 445 mulheres participaram dessas atividades, entre pacientes, acompanhantes e usuárias. E, durante todo o mês, o hospital esteve iluminado e decorado com a cor rosa.

Unidade da Prefeitura do Recife, o Hospital da Mulher está sob administração do HCP Gestão, organização social de saúde do Hospital de Câncer de Pernambuco.

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Estão abertas as inscrições para os programas de Residência Médica, Multiprofissional e Uniprofissional do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Ao todo, estão sendo disponibilizadas 10 vagas para médicos e 12 vagas para profissionais de outras áreas da saúde. A seleção será realizada em duas fases: prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório; e análise curricular, de caráter classificatório. As inscrições, que seguem até o dia 18 de novembro, deverão ser feitas exclusivamente pelo site upenet.com.br.

Os profissionais interessados na Residência Médica poderão concorrer para as seguintes especialidades: Anestesiologia (uma vaga), Patologia (uma vaga), Cancerologia Clínica (duas vagas), Cancerologia Cirúrgica (duas vagas), Mastologia (duas vagas) e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (duas vagas). As inscrições custam R$ 490. Os pré-requisitos e a duração de cada programa podem ser consultados no edital do concurso.

Já para a Residência Uniprofissional, estão sendo oferecidas oportunidades nas áreas de Enfermagem em Cancerologia (duas vagas) e de Odontologia Hospitalar com Enfoquem em Oncologia (duas vagas). Em relação à Residência Multiprofissional, as vagas são para as especialidades de Enfermagem (duas vagas), Fisioterapia (uma vaga), Nutrição (uma vaga), Farmácia (uma vaga), Psicologia (uma vaga), Fonoaudiologia (uma vaga) e Serviço Social (uma vaga). Em ambos os casos, os programas têm duração de dois anos em regime de dedicação exclusiva. As inscrições custam R$ 290. As demais informações podem ser encontradas no edital do certame.

As provas escritas para todos os programas estão marcadas para o dia 9 de dezembro e o resultado final será disponibilizado no dia 23 de janeiro do próximo ano. O início das atividades deverá ocorrer no dia 1º de março. Todo o processo seletivo será organizado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

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Um estudo elaborado pela ex-residente do Serviço de Fonoaudiologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Sara Ferreira, revelou que 54% das pacientes submetidas à cirurgia de retirada da tireoide na instituição apresentaram queixas vocais após a realização do procedimento, mesmo nas situações em que o nervo laríngeo recorrente, responsável pela inervação de muitas estruturas da região, foi preservado. A pesquisa, elaborada para o Trabalho de Conclusão de Residência (TCR) da fonoaudióloga, foi premiada com a 3ª colocação no 10º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia Hospitalar, realizado no último mês de agosto, em Belo Horizonte. 

A pesquisa foi realizada após a fonoaudióloga perceber que muitos pacientes apresentavam queixas vocais depois da realização da tireoidectomia total, nome dado à cirurgia de remoção da glândula tireoide e que é uma das formas de tratamento mais adotadas para o câncer na região. Embora não seja muito frequente, um dos riscos dessa cirurgia é a lesão do nervo laríngeo recorrente, que responde pela inervação de todos os músculos da laringe – inclusive das cordas vocais, estruturas responsáveis pela produção da voz. É por isso que alterações na qualidade e, em casos mais graves, a perda total da voz, costumam ser sinais clínicos dessa lesão.

A questão é que, no caso dos pacientes do HCP, as queixas vocais surgiram mesmo nos casos em que o nervo laríngeo recorrente não foi lesionado, o que despertou a curiosidade da especialista. As alterações eram, em parte dos casos, percebidas pelas próprias pacientes, tanto durante o pós-operatório mediato quanto em momentos posteriores. “Nós fomos buscar na literatura e percebemos que essas alterações já haviam sido relatadas, por diversos outros fatores, como edemas, entubação, cicatrização. A partir de então, resolvemos realizar a pesquisa aqui no HCP”, explica Sara.

O estudo foi realizado com 24 pacientes da instituição com indicação da realização da tireoidectomia total e que foram submetidas à cirurgia entre os meses de outubro e novembro de 2017. A pesquisa consistiu na avaliação fonoaudiológica pré-cirúrgica, no período de internamento prévio à cirurgia, e após o procedimento, no mesmo dia da consulta de revisão médica.

Apesar de nenhuma dessas pacientes ter sofrido lesão no nervo laríngeo recorrente, conforme o registro nos prontuários, a pesquisa revelou que mais da metade delas apresentaram queixas vocais, caracterizando a voz como rouca e com a frequência mais grave, como se estivesse masculinizada, e com baixa intensidade. “Nós percebemos que essas queixas foram importantes porque afetavam a qualidade de vida das pacientes. Comprovamos, assim, que elas precisavam da atuação fonoaudiológica, tanto antes quanto depois da cirurgia, para podermos, no caso de queixa, realizarmos a fonoterapia, quando necessário”, esclarece Sara.

Os resultados da pesquisa impactaram, também, no próprio fluxo de atendimento do Serviço de Fonoaudiologia do HCP, de acordo com a fonoaudióloga Roberta Borba, orientadora do TCR e coordenadora do setor. “O direcionamento para o nosso serviço pelos cirurgiões era mais constante nos casos em que havia a lesão do nervo. Agora, há uma nova demanda fixa para nós, temos um olhar diferenciado para esses pacientes e podemos intervir de forma mais específica já no pré-operatório”, comenta.

O Trabalho de Conclusão de Residência foi apresentado em fevereiro deste ano e, em agosto, foi selecionado para apresentação em formato de pôster no 10º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia Hospitalar. O estudo, avaliado por duas fonoaudiólogas, conquistou o 3º lugar entre os mais de 40 trabalhos apresentados. “Me sinto reconhecida e fico feliz com esse reconhecimento”, acrescenta Sara.

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A abertura das atividades do Outubro Rosa, no Hospital da Mulher do Recife, no Curado, aconteceu, na última quarta-feira (03). Foram realizadas diversas atividades e serviços, em alusão ao mês internacional de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Ao longo do dia, foram feitos 60 exames de mamografia, com mulheres que não precisaram de agendamento prévio. Ou seja, que foram ao hospital por livre demanda. Na unidade, elas também assistiram a palestras educativas e participaram de ações de auto estima. 

As palestras aconteceram nas salas de espera da recepção, ambulatório, centro de imagem e regulação do hospital. Entre os temas, alimentação saudável, atividade física e amamentação, todos ligados à prevenção do câncer de mama. Um dos momentos mais emotivos do dia foi a palestra/depoimento de uma ex-paciente de câncer de mama, dona Maria Belo, que recebeu o diagnóstico no Hospital da Mulher, se tratou da doença no Hospital de Câncer de Pernambuco e hoje está curada. 

O dia contou também com sorteio de brindes e distribuição de lanches para as participantes da campanha, além de serviços como limpeza de pele e maquiagem. As ações do Outubro Rosa, no HMR, serão retomadas na semana de 22 (segunda-feira) a 26 (sexta-feira) de outubro. A programação será praticamente a mesma da abertura, sendo que serão 50 mamografias por dia, somando 310 ao todo. Para participar, a mulher precisa ter cartão SUS com residência no Recife e idade entre 50 e 69 anos, de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde. 

Unidade da Prefeitura do Recife, o Hospital da Mulher está sob administração do HCP Gestão (organização social de saúde do Hospital de Câncer de Pernambuco).

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