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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e a Interfisio, empresa dedicada à capacitação de profissionais de Fisioterapia, firmaram um convênio para aprimorar o conhecimento de pós-graduandos interessados em aprender mais sobre a Fisioterapia Oncológica. No segundo semestre, o HCP irá receber os estudantes da segunda turma de Especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio para que eles possam vivenciar, na prática, os assuntos que foram discutidos nos módulos teóricos do curso. Fisioterapeutas do HCP, residentes ou colaboradores da casa, podem se matricular na especialização com 20% de desconto. 

No total, o curso possui carga horária de 360h, sendo 20h destinadas à prática. As aulas teóricas foram iniciadas no último dia 23 de março. A parceria com o HCP visa atender à uma demanda apresentada pelos próprios profissionais. “O diferencial dessa segunda turma é, justamente, essa vivência prática. Escolhemos o HCP porque ele oferece a estrutura que precisamos para atender esses pós-graduandos, especialmente no que se refere ao staff da instituição”, reforça a coordenadora local da especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio, Nahãmi Lucena. 

No HCP, os pós-graduandos poderão conhecer o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Fisioterapia nas UTIs, nos ambulatórios e nas enfermarias. Eles serão acompanhados por duas fisioterapeutas da instituição, que foram beneficiadas com bolsas integrais no curso. “Nós estamos vivenciando uma fase de atualização nas técnicas, protocolos e equipamentos do Serviço de Fisioterapia do HCP e iremos abrir esse espaço para que as pessoas possam conhecer o nosso diferencial na atuação com pacientes oncológicos”, explica a coordenadora Multidisciplinar do HCP, Roberta Borba. 

A parceria, firmada pela Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP), está firmada por um prazo inicial de dois anos, que poderão ser postergados. “Queremos tanto fortalecer e trazer profissionais qualificados para a nossa gestão quanto contribuir com a formação de novos profissionais especializados em Oncologia. O nosso objetivo, sempre, é prestar o melhor atendimento aos pacientes com câncer”, reforça a coordenadora da SEP, Yanne Lisboa. 

COLABORADORES 

Profissionais do HCP interessados em participar da especialização podem se inscrever no curso, até o dia 26 de abril, com 20% de desconto nas mensalidades. Para isso, é necessário acessar o site www.interfisio.com.br e enviar uma mensagem para a empresa através da aba “Contato”. O primeiro módulo da disciplina, já iniciado, poderá ser cursado posteriormente. As aulas acontecem aos sábados e domingos, das 8h às 18h, no bairro do Espinheiro. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (21) 98272.7389.

 

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A Superintendência de Ensino e Pesquisa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) confirmou a participação da instituição no Dinter, Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Medicina Translacional com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/EPM, na modalidade doutorado. O processo seletivo, que terá início no próximo mês de junho, disponibilizará 10 vagas na área de Ciências da Saúde, concentração em Medicina Translacional. O início das atividades acadêmicas está previsto para agosto, com duração máxima de 48 meses. 

Atualmente o Estado não possui uma pós-graduação stricto sensu em oncologia voltada para o estudo de diversos tipos de neoplasias. Com esse doutorado, aumenta as chances de inserção dos centros de referência em oncologia da rede SUS de Pernambuco no cenário do ensino e de pesquisa em câncer no país e no mundo. “A incursão do HCP no seguimento de medicina translacional aplicada na área de Oncologia representa um importante passo para essa Instituição e para a capacidade de pesquisa em saúde do estado de Pernambuco”, destaca o doutor Guilherme Costa, assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

A coordenação do DINTER UNIFESP/HCP ficará com a Professora Dra. Dulce Elena Casarini (UNIFESP) e a Professora Dra. Leuridan Cavalcante Torres (HCP). “Essa parceria reforça a importância da formação de novos doutores na instituição como parte do planejamento estratégico do HCP, cujos objetivos principais são qualificar os profissionais e formar massa crítica de docentes para criação do programa de pós-graduação stricto sensu na área de oncologia no HCP (mestrado e doutorado)”, acrescenta Dr. Guilherme. 

 

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Os tumores malignos de cabeça e pescoço costumam enviar células metastáticas para os gânglios linfáticos presentes na região do pescoço – os linfonodos cervicais. Tanto para tratar a metástase quanto para preveni-la, os médicos podem optar por retirar esses linfonodos, através do esvaziamento cervical. Uma das consequências possíveis dessa cirurgia é a diminuição da mobilidade do ombro do paciente, o que dificulta a realização de atividades simples, como pegar objetos em prateleiras. Residente do Programa de Residência Multiprofissional do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), a fisioterapeuta Renata Bitencourt avaliou a extensão desses impactos nos pacientes da instituição. Os resultados da pesquisa, necessária para a conclusão da residência, foram apresentados no último dia 25 de fevereiro. 

A pesquisa foi realizada com 16 pacientes, todos submetidos à cirurgia de esvaziamento cervical. Do total, nove eram homens e sete foram diagnosticados com câncer de boca. Além de responder um questionário que identificava os problemas já existentes no braço, ombro e mão, os pacientes foram submetidos a duas avaliações físicas, sendo a primeira realizada 24 horas antes do internamento para a cirurgia e a segunda, de 20 a 60 dias após o procedimento cirúrgico. Durante essa avaliação, Renata Bitencourt mediu a amplitude de movimentos do ombro, como os de flexão, abdução e extensão. Para isso, a fisioterapeuta utilizou um goniômetro, aparelho que possibilita a medição de ângulos. 

O estudo revelou que, após a cirurgia, os pacientes apresentaram perda na mobilidade do ombro, especialmente no que diz respeito aos movimentos de abdução (perda média de 45,81°) e de flexão (perda média de 30,43°). Para a especialista, essas perdas podem ter ocorrido devido a danos causados no nervo acessório durante a cirurgia. Esse nervo é responsável pela inervação do trapézio, um músculo localizado nas costas que tem a função de estabilizar a escápula, osso essencial para a movimentação do ombro. “Todos os pacientes estão com os nervos presentes, mas eles podem ter microtraumas. Quando há uma lesão, ainda que ela seja mínima, o trapézio atrofia e perde força. Assim, a escápula não é estabilizada adequadamente, o que causa dores e dificuldades no movimento”, detalha Renata.

Esse problema impacta diretamente na qualidade de vida dos pacientes, uma vez que dificulta a realização de movimentos simples, como pentear o cabelo. O tratamento fisioterapêutico é fundamental para auxiliar na recuperação desses movimentos. “Nós fazemos exercícios para diminuir a dor e melhorar a amplitude do movimento, mas o ideal é que o tratamento seja iniciado o quanto antes, porque conseguimos trabalhar antes que esse músculo perca totalmente a força, uma vez que essa perda é gradual”, reforça Renata. 

Orientadora da pesquisa e coordenadora do Serviço de Fisioterapia do HCP, Carina Batista acredita que o estudo pode ter impactos diretos na assistência aos pacientes. “A Fisioterapia sai mais fortalecida com esse trabalho, porque estamos mostrando a importância desse serviço. A tendência é que consigamos aplicar esse atendimento para pacientes de cabeça e pescoço, que podem se beneficiar com a fisioterapia para a melhoria das sequelas resultantes da cirurgia, da quimioterapia e da radioterapia”, enfatiza Carina. A monografia foi coorientada pela fisioterapeuta Cíntia Dutra, também do HCP.

 

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Em mais uma entrega da campanha “Troco Solidário”, a quarta desde o seu início em novembro de 2018, a rede de supermercados Arco-Mix realizou nesta quarta-feira (13), a doação de R$ 36.927,06 ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Nas três primeiras doações, mais de R$ 74 mil reais foram destinados ao hospital, que atende mais de 50% dos pacientes de câncer de Pernambuco. A entrega deste mês corresponde ao total arrecadado em fevereiro, nos caixas das 19 lojas que compõem a rede, ajudando a manter a continuidade no tratamento dos pacientes. Na campanha os clientes da rede são estimulados pelos caixas dos supermercados a contribuir doando as moedas do troco ou, se desejar, outra quantia. O valor doado é registrado no caixa e na nota fiscal que é devolvida ao cliente. 

O grupo Arco-Mix já é um parceiro antigo do HCP. Todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição. “Esperamos que nossa ação incentive outras empresas a contribuírem com essa importante causa”, destaca Eduardo Guilherme, diretor de logística da rede de supermercados.

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Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a superintendente administrativa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Cláudia Barbosa, foi agraciada com o certificado Mulher Virtuosa – Honra ao Mérito 2019, em sessão solene realizada na noite da última terça-feira (12), na Câmara Municipal do Recife. A celebração, proposta pela vereadora Michele Collins, destacou 28 mulheres por seus relevantes serviços prestados à sociedade, incluindo a saúde, área de atuação da nossa superintendente, que desempenha missão importante no HCP. “Receber este certificado simboliza a luta das mulheres, sobretudo por respeito, além de representar as guerreiras do HCP, nossas funcionárias, voluntárias, e principalmente, nossas pacientes”, emociona-se Cláudia.   

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De acordo com a vereadora, comemorar o Dia Internacional da Mulher simboliza as lutas e conquistas por uma sociedade mais justa e igualitária. Marcaram presença no evento autoridades, amigos e familiares das homenageadas.

 

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Quarto tipo mais frequente em homens e o terceiro mais frequente em mulheres na região Nordeste, o câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam no intestino grosso, especificamente nas regiões chamadas de cólon, reto e ânus. Como forma de alertar para a importância da prevenção contra este tipo de tumor que, se diagnosticado precocemente, apresenta chances de cura, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Março Azul Marinho, mês de combate e prevenção ao câncer colorretal.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estimam-se, para o ano de 2019, 2.260 novos casos para o sexo masculino e 2.800 para o feminino no Nordeste. Entre os principais fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento da doença estão obesidade, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e alimentação rica em carnes processadas. Além disso, este tipo de tumor apresenta maior incidência em pessoas de raça negra, de idade acima de 50 anos e em pessoas com síndromes hereditárias. “Cerca de 5% das pessoas que desenvolvem câncer colorretal herdaram mutações genéticas que causam a doença”, esclarece Dr. Mario Rino, cirurgião oncológico do HCP. 

Outros fatores que contribuem para o aparecimento deste tipo de tumor são histórico de pólipos adenomatosos – lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso –, histórico pessoal ou familiar de câncer colorretal – ou seja, pessoas que já tiveram este tipo de câncer, mesmo que tenha sido tratado cirurgicamente, ou que possuem familiares que já foram diagnosticados com a doença –, e histórico de doença inflamatória intestinal. De acordo com o Dr. Mario Rino, “Pessoas que apresentam doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa e doença de Crohn, com evolução de longa data, têm maiores chances de desenvolver câncer colorretal. A doença inflamatória intestinal é diferente da síndrome do intestino irritável, que não aumenta o risco de desenvolvimento da doença”. 

Os sinais de manifestação do câncer colorretal são: dores locais (no abdômen, pélvis ou reto), sangue nas fezes, constipação, diarreia, fezes finas, náusea, obstrução intestinal, anemia, fadiga, perda de apetite, perda de peso, entre outros. A detecção precoce do tumor pode ser feita em pacientes que tenham histórico familiar de diagnóstico de câncer por meio de exames de rastreamento que avaliam se há alguma possível alteração relacionada ao tumor antes mesmo do surgimento dos sintomas. Esse rastreio é feito com base no histórico clínico do paciente e no exame físico realizado pelo médico. Para os pacientes que já apresentaram os sintomas da doença, o diagnóstico é feito através da investigação com exames clínicos, radiológicos ou laboratoriais. 

 

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É possível quantificar os impactos dos tumores malignos de boca e de orofaringe na fala dos pacientes? Em busca de números que pudessem indicar essas alterações e facilitar o diagnóstico, a fonoaudióloga do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Ana Maria Araujo, escolheu o assunto para ser tema de sua dissertação de Mestrado, realizado dentro do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia, resultado de uma parceria entre o HCP e o A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo. Intitulada “Movimentos mandibulares durante a fala após tratamento do câncer de cavidade oral e orofaringe”, a dissertação foi defendida no último mês de outubro. A fonoaudióloga é a primeira mestra formada pelo programa.

A ideia de abordar os tumores malignos de boca e de orofaringe surgiu a partir da experiência da própria fonoaudióloga, que atua diretamente com pacientes diagnosticados com ambas as doenças tanto nas enfermarias quanto no ambulatório do Serviço de Fonoaudiologia do HCP. Em geral, essa população costuma apresentar problemas na fala, especialmente após o procedimento cirúrgico para retirada do tumor. A inquietação surgiu pelo fato de não existirem dados quantitativos para o diagnóstico dessas disfunções – e este acaba sendo realizado pela própria experiência do fonoaudiólogo. Foi daí que surgiu a proposta de realizar um exame específico, que pudesse fornecer dados quantitativos acerca dos movimentos mandibulares dos pacientes: a eletrognatografia.

A eletrognatografia é um exame computadorizado que consegue, por meio do uso de eletrodos, identificar e registrar os movimentos da mandíbula, determinando dados como amplitude, velocidade e abertura da boca. Os dados são captados e transmitidos para o computador em tempo real. Atualmente, só existe um aparelho disponível em Pernambuco, localizado no laboratório do Grupo de Pesquisa Patofisiologia do Sistema Estomatognático da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entidade parceira na pesquisa. “Esse aparelho vem sendo utilizado em estudos com pacientes acometidos com Mal de Parkinson e rinite alérgica, por exemplo. Para o público com câncer, essa é a primeira vez”, explica a especialista.

A primeira parte do trabalho consistiu em selecionar as pessoas que fariam parte da pesquisa. Nesse momento, foram examinados mais de quatro mil prontuários, a fim de identificar pacientes do HCP com câncer de boca ou de orofaringe cujos tratamentos estivessem finalizados há, no mínimo, um mês e, no máximo, oito meses. Também era preciso que não houvesse mais sinal de atividade da doença. Ao todo, a pesquisa foi realizada com 32 pacientes. A dissertação foi orientada pela professora Dra. Elisabete Carrara de Angelis e coorientada pelos professores Dr. Leandro Pernambuco e Dr. Josimário da Silva. A professora Dra. Leuridan Torres é a coordenadora do programa.

Em um segundo momento, os pacientes foram questionados acerca do interesse em participar do estudo e assinaram o termo de consentimento. Além disso, também responderam a um protocolo para avaliação da qualidade de vida relacionado à fala. Por fim, eles foram submetidos ao exame de eletrognatografia. “Os pacientes eram solicitados a ler uma lista de figuras que continham todos os fonemas da língua portuguesa. Nesse momento, era feita a mensuração”, detalha Ana Maria.

Os resultados do estudo revelaram que não existe relação entre os valores quantitativos obtidos com o auxílio do equipamento e as queixas apresentadas pelos pacientes. “Isso é importante para mostrarmos que nem um exame nem outro são completos: precisamos dos dois, porque eles são complementares. Além disso, muita coisa precisa ser estudada. Esse é o primeiro passo para fazermos outras pesquisas”, ressalta a fonoaudióloga.

*Ana Maria Bezerra de Araujo é fonoaudióloga e atua no Hospital de Câncer de Pernambuco e na Santa Casa de Misericórdia do Recife. É mestra em Oncologia e especialista em Fonoaudiologia no Âmbito Hospitalar, pela Faculdade Maurício de Nassau, e em Motricidade Orofacial, pelo CEFAC/EPAP/HCP. Para entrar em contato, envie um e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

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Não é só durante a campanha do “Outubro Rosa” que o câncer de mama deve ser lembrado. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a doença durante todo o ano, surgiu o espetáculo Magna #DancaQueCura, criado por Christiane Galdino, jornalista, bailarina, pesquisadora e produtora cultural. Deste projeto, surgiu mais uma iniciativa, transformar o valor arrecadado, durante as apresentações de outubro de 2018, em equipamentos para o setor de fisioterapia – Espaço Renascer, do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). A entrega desses equipamentos ocorreu na última quinta-feira (21), na capela do HCP. 

A doação ocorreu durante a apresentação de uma “célula Magna”, exibição de duas cenas do projeto – a música “Me Curar de Mim”, interpretada pela filha de Chris Galdino, Lua Magna, e “Xaxado da Beleza”, apresentação de dança que aborda a importância da autoestima. “Através do espetáculo, buscamos passar uma mensagem que colabore com a causa. Além de levar a informação sobre a doença, nosso objetivo é ajudar, por isso procuramos uma instituição para fazer essa doação. Escolhemos o HCP por ser o hospital que atende mais de 50% dos pacientes oncológicos de Pernambuco”, destacou a Chris. Entre os equipamentos que foram entregues estão pesos de diferentes tamanhos, caneleiras, biodiscos, teraband de diferentes cores, estesiometro, bola suíça e ciclo ergômetro.

Diagnosticada com câncer de mama, Chris transformou sua luta contra a doença em espetáculo. O projeto foi batizado de Magna, nome de sua mãe, que também tinha câncer de mama. Magna ocorreu graças a um financiamento colaborativo e a participação de mais de 30 membros na equipe, entre eles bailarinos profissionais e outros inexperientes, incluindo pacientes em tratamento de câncer.  Objetivo do projeto é abordar a temática de forma alegre e poética. 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) realiza, nos próximos dias 12 e 13 de abril, no Mar Hotel Conventions (Boa Viagem), o seu IV Simpósio em Oncologia, com o objetivo de discutir o tema “Desafios globais do tratamento dos pacientes com câncer”. O evento traz um debate sobre a disseminação do conhecimento oncológico e atualização dos temas e tecnologias voltados aos desafios globais do tratamento do câncer, através de uma programação com cerca de 150 conferências, ministradas por palestrantes de renomes nacionais e internacionais, priorizando o debate no âmbito da prevenção, diagnóstico, tratamento e pesquisa do câncer. As inscrições podem ser feitas pelo site hcp.org.br/simposio.

A oncogenética, imunoterapia, biópsia líquida, cuidados paliativos e tratamento oncológico personalizado estão entre os temas abordados no Simpósio. “Nosso objetivo é que o IV Simpósio em Oncologia seja um espaço de trocas de conhecimentos e novas tecnologias entre os profissionais da saúde, no sentido de oferecer os melhores tratamentos aos pacientes”, salienta doutor Vandré Carneiro, cirurgião oncológico e presidente do IV Simpósio de Oncologia do HCP. Também estarão na programação assuntos como atualização em câncer do trato gastrointestinal, avanços no tratamento do câncer de mama, cirurgia oncológica robótica, cirurgia citorredutora e HIPEC e cirurgia hepatobiliar complexa.

As mesas e conferências serão divididas por áreas específicas, tais como Oncologia Clínica, Pulmão, Ortopedia, Uro-Oncologia, Mastologia, Oncoginecologia, Oncogenética e Cabeça e Pescoço. Além de temas médicos, também haverá mesas e discussões direcionadas para os demais profissionais que atuam na área da saúde, como enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas. “Nesta quarta edição, quase que triplicamos o número de conferências, ampliando a quantidade de palestras e temas abordados. A equipe multidisciplinar do Hospital de Câncer de Pernambuco e diversas instituições nacionais e internacionais trarão o que tem de mais atual de suas áreas sobre o assunto, possibilitando a troca de experiências e a otimização de possíveis parcerias”, acrescenta Dr. Guilherme costa, chefe da comissão de organização do IV Simpósio em Oncologia, e assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

TRABALHOS CIENTÍFICOS – Profissionais e estudantes da área de saúde também podem submeter trabalhos científicos para serem expostos no IV Simpósio em Oncologia. Para isso, é necessário que um dos autores do trabalho esteja inscrito no evento. Além de concorrerem a prêmios, os melhores estudos serão selecionados para serem apresentados oralmente durante o evento.

SERVIÇO

IV Simpósio em Oncologia

Data: 12 e 13 de abril

Local: Mar Hotel Conventions (Boa Viagem)

Inscrições e informações: hcp.org.br/simposio

 

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Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Liga Acadêmica de Oncologia (Liacon) do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O programa é voltado para estudantes de Medicina que estejam cursando, no mínimo, o 3º período da graduação. Durante um ano, os alunos selecionados poderão vivenciar a rotina de médicos de diversas especialidades do HCP, instituição responsável por atender mais de 50% dos pacientes oncológicos do Estado. Este ano, estão sendo oferecidas 13 vagas. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de março, presencialmente, com os participantes da Liacon, ou por meio no link tinyurl.com/cursoliacon3.

Nos dias 22 e 23 de março, os alunos inscritos participarão de um curso preparatório com aulas sobre Oncologia Clínica; Câncer de mama; Oncologia Urológica; Cirurgia Oncológica; Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Pediatria Oncológica; Oncogenética; Oncologia Torácica; e Emergências Oncológicas. A prova seletiva será realizada no dia 30 de março, a partir das 8h30. Tanto as aulas quanto a prova ocorrerão na Uninassau, no bairro das Graças.

A proposta da Liga Acadêmica de Oncologia é aproximar os graduandos em Medicina da Oncologia, capacitando-os para a realidade dos pacientes oncológicos. “A Liacon ajuda os estudantes entenderem como é um hospital de verdade e a saber lidar com a relação médico-paciente. É um aprendizado importante tanto para quem quer trabalhar com oncologia clínica quanto para quem tem interesse em outras áreas da oncologia. Além disso, ela coloca o aluno como protagonista da sua formação, o que é muito importante hoje em dia”, afirma Beatriz Dubourcq, estudante de Medicina e presidente da Liacon.

As inscrições custam R$ 40, para os interessados em participar apenas do curso preparatório, e R$ 50, para quem também quiser participar da prova seletiva. O resultado será divulgado até o dia 08 de abril. Outras informações podem ser obtidas através do edital e nas redes sociais da Liacon. 

Edital em PDF

PROCESSO SELETIVO – LIACON

Curso preparatório: 22/03 (18h às 21h) e 23/03 (8h às 12h)

Prova: 30/03, a partir das 8h30

Valor: R$ 50 (curso + prova) e R$ 40 (apenas curso)

Inscrições:

Online: tinyurl.com/cursoliacon3

Presencialmente: Beatriz (Uninassau) - (81) 99718.5068 / Eduarda (FPS) - (81) 99776.4221 / Márcia (UFPE) - (34) 99145.7579 / Mirella (UPE) - (81) 99990.2505.

 

Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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