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The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes realizam show em prol do HCP

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Uma turma de peso da Jovem Guarda irá se reunir, no próximo dia 14 de abril, em prol de uma causa muito nobre: arrecadar recursos para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes, artistas que fizeram sucesso nos anos 70, se apresentarão no Classic Hall, em Olinda, a partir das 21h. Os ingressos para o evento custam R$ 40 (pista meia), R$ 80 (pista inteira) e R$ 50 (pista social), e já podem ser adquiridos na bilheteria da casa de shows ou pelo site classichall.com.br. 

Criada em 1964, The Fevers é uma das principais referências da Jovem Guarda, tendo feito sucesso com hits como Mar de rosas e Vem me ajudar. Sobem ao palco, ainda, o grupo paulista Pholhas, compositor de canções como She made me cry e My mistake, e o cantor mineiro Fernando Mendes, famoso pela música Cadeira de rodas.

Todo o dinheiro arrecadado com os shows será revertido para o HCP, instituição privada e sem fins lucrativos responsável por atender cerca de 40% dos pacientes oncológicos de Pernambuco. “Um show beneficente irá contribuir para que o hospital continue a prestar um serviço tão importante para a sociedade. Nós ficamos muito agradecidos”, afirma a superintendente Administrativa do HCP, Cláudia Barbosa.

SERVIÇO

Show Beneficente: The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes

Onde: Classic Hall (Avenida Agamenon Magalhães, S/N, Salgadinho, Olinda)

Quando: 14 de abril, às 21h

Ingressos: na bilheteria do Classic Hall ou pelo site classichall.com.br

 

Novos residentes são acolhidos no HCP

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) deu às boas-vindas, na manhã da última sexta-feira (2), aos seus novos residentes. Ao todo, foram recepcionados 20 profissionais de saúde que, durante os próximos anos, irão participar dos programas de residência Médica, Multiprofissional e Uniprofissional oferecidos pela instituição. A cerimônia de acolhida contou com a presença dos superintendentes, dos coordenadores dos programas de residência e dos residentes concluintes.

“Nós cuidamos de pessoas que, infelizmente, estão com câncer. Escutem os pacientes, ouçam o que eles têm a dizer. Nosso maior compromisso é sermos éticos e humanos”, aconselhou dr. Guilherme Costa, que integra a Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP. O médico frisou, ainda, a importância do trabalho em equipe e apresentou dados da instituição para os novos residentes.

O momento também foi de despedida para os profissionais que finalizaram suas residências. Foi o caso do médico Kleber Garcia, que ingressou no Programa de Residência em Cancerologia Cirúrgica do HCP em 2015. “Eu operei mais do que um residente do INCA (Instituto Nacional de Câncer) e tanto ou mais do que um residente do AC Camargo. Apesar das dificuldades, tenho certeza de que, em alguns anos, essa será uma das melhores residências do País”, afirmou.

“É entendível que o HCP tenha potencial para desenvolver programas de residência com qualificação e grande reconhecimento. Não temos dúvidas de que, em alguns anos, conseguiremos colocar os vários programas de residência da instituição em destaque no cenário nacional”, afirmou o superintendente Geral e de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. Hélio Fonsêca.

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Dr. Hélio Fonsêca e dr. Guilherme Costa participam de cerimônia de acolhimento

PERNAMBUCO - Os residentes do HCP são escolhidos, anualmente, por meio de um processo seletivo único realizado pela Secretaria de Saúde do Estado. Este ano, foram selecionados 1.343 novos residentes, sendo 823 médicos e 520 profissionais de outras áreas da saúde, distribuídos em 45 instituições em todo o Estado. A cerimônia de acolhimento desses profissionais ocorreu no dia último dia 1º, no Teatro dos Guararapes.

Na ocasião, o secretário de Saúde do Estado, dr. Iran Costa, parabenizou todos os aprovados nos programas de residência e ressaltou a importância desse momento para os profissionais de saúde. “Se vocês serão bons profissionais no futuro, o que vai decidir isso é a forma como vocês vão encarar a residência. Não hesitem em dedicar os próximos anos da vida de vocês para realizar essa formação”, reforçou.

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Residentes aprovados se reuniram no Teatro dos Guararapes

UPAE Arcoverde incentiva doação de sangue e de medula óssea

 

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A UPAE Arcoverde, em parceria com o Hemocentro do município, organizou a Semana do Doador de Sangue e de Medula Óssea. Dentre as atividades, destaque para a palestra “As Vidas Dentro de Você”, ministrada no último dia 27 de fevereiro, para pacientes, acompanhantes e funcionários, na própria unidade de pronto atendimento. A discussão foi conduzida pela assistente social do hemocentro, Maria Tereza Fernando.

No encontro, Maria Tereza falou sobre a importância de se tornar um doador e os critérios necessários. “Existem normas técnicas estabelecidas pelo Ministério da Saúde que são idade, peso, gozar de um bom estado de saúde, não ter doenças infecciosas, incapacitantes, neoplásicas, hematológicas e do sistema imunológico, além de não utilizar drogas injetáveis e outros”, esclareceu. Segundo ela, esse processo visa proteger o doador e também a pessoa que vai receber o sangue ou a medula óssea.

Também foi informada a necessidade de ampliar e manter atualizado o cadastro de doador de medula óssea. “Todos os candidatos são registrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), órgão vinculado ao Instituto do Câncer (INCA) no Rio de Janeiro; e, para aumentar as chances de transplante, diversos países do mundo compartilham os seus cadastros de doadores”, explicou Maria Tereza.

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Ainda de acordo com ela, a chance de encontrar um doador compatível é de uma a cada 100 mil pessoas. “Mesmo assim, a probabilidade existe e pode estar bem mais perto do que pensamos”, afirmou. Durante o evento, Tereza relatou um caso de um doador de Arcoverde que foi compatível com uma paciente do Canadá e o transplante foi um sucesso. Ao final da palestra, colaboradores e pacientes participaram voluntariamente do cadastro de doador de medula óssea. “Estamos aqui estimulando a solidariedade”, disse Rejane Lima Sá, coordenadora da Educação Permanente da UPAE Arcoverde e coordenadora do encontro.

HCP divulga aprovado do programa de Fellowship em Urologia

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A edição de 2018 do programa de Fellowship em Urologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) já tem o participante. O médico Fabrício José Alves Ramos foi aprovado após um processo seletivo que durou dois meses, composto por avaliação curricular e entrevista com a coordenação do programa.

Dr. Fabrício foi aprovado e, no período de um ano, vivenciará as rotinas ambulatoriais e cirúrgicas com a equipe de Urologia do HCP. Atividades de ensino e pesquisa também compõem o programa.

A segunda colocada desse processo seletivo foi a médica Deborah Egea.

 

HCP realiza VIII Simpósio Recife-Detroit

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No próximo dia 26 de abril, profissionais do Karmanos Cancer Institute, nos EUA, irão desembarcar no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) para participar do VIII Simpósio Recife-Detroit. O evento se propõe a reunir profissionais da área oncológica para discutir o manejo multidisciplinar do paciente com câncer e oferece a transmissão ao vivo de uma cirurgia oncológica. Entre as presenças confirmadas nesta edição estão a coordenadora do Serviço de Aconselhamento Genético do centro norte-americano, dra. Nancie Petrucelli, e o radiologista dr. Hussein Aoun. Participam, ainda, o urologista dr. Edson Pontes e o cirurgião dr. Donald Weaver, além de médicos do próprio HCP.

A oncogenética é um dos temas que serão abordados no Simpósio Recife-Detroit deste ano. O assunto ganhou destaque em 2013, devido a cirurgias realizadas pela atriz Angelina Jolie para a prevenção de tumores. “O aconselhamento genético para determinados tipos de tumores é um dos assuntos que mais estão sendo discutidos atualmente, uma vez que existem famílias que têm a predisposição ao câncer”, afirmou o coordenador do Simpósio Recife-Detroit, dr. Felipe Dubourcq. Os profissionais interessados nos temas discutidos no evento poderão, ainda, participar de treinamentos em Detroit.

O Simpósio Recife-Detroit é promovido pela Detroit International Research & Education Foundation (Diref) em parceria com o HCP e é uma forma de estabelecer vínculos entre os especialistas em oncologia e, dessa forma, promover a troca de conhecimentos. “Com esse simpósio, conseguimos ter uma atualização do que está sendo feito em Oncologia nos EUA e oferecer um treinamento para os nossos profissionais, para que possamos fazer de forma semelhante”, afirmou dr. Felipe Dubourcq. O evento também é realizado em Fortaleza (CE), além de países como Egito, Turquia e Índia.

INSCRIÇÕES - Podem participar do evento médicos e profissionais de saúde que atuam com Oncologia. As inscrições são limitadas e podem ser feitas gratuitamente na Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP, a partir do dia 5 de março. Outras informações pelo telefone 3217.8197.

 

HCP abre inscrições para Liga Acadêmica de Oncologia

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está com inscrições abertas para o processo seletivo da sua Liga Acadêmica de Oncologia (Liacon). Anualmente, o programa seleciona 20 estudantes para vivenciar, durante um ano, a rotina do HCP, instituição responsável por atender cerca de 40% dos pacientes de câncer de Pernambuco. Podem participar da seleção estudantes de Medicina que estejam cursando entre o terceiro e o nono período da graduação. As inscrições custam R$ 100 e podem ser feitas até o dia 16 de março, na Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

Durante uma semana, os alunos inscritos participarão de um Curso Preparatório, com aulas sobre Ortopedia Oncológica, Cuidados Paliativos, Mastologia, Cirurgia Torácica, Oncologia Clínica, Oncoginecologia, Oncologia Cirúrgica, Pediatria Oncológica, Uro-Oncologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. As aulas serão ministradas por médicos especialistas do próprio HCP. Após o curso, será realizada uma prova classificatória: os 20 alunos com maiores notas serão selecionados para ingressarem na Liacon 2018 e irão acompanhar e participar de atividades realizadas no HCP, como cirurgias e rodízios nos ambulatórios.

A proposta da Liga Acadêmica de Oncologia do HCP é capacitar os estudantes de medicina na compreensão e na percepção dos cuidados que os pacientes oncológicos demandam. “A liga acadêmica se propõe a ter o papel de proporcionar aos alunos a vivência prática. No caso do paciente com doença oncológica, eles aprendem não só a fazer atendimentos e exames, mas vivenciam todos os processos pelos quais esses pacientes passam, desde a sua chegada até o fim do tratamento”, afirma o cirurgião e coordenador da Liacon, dr. Josimário Silva.

Para realizar a inscrição, é necessário apresentar original e cópia do RG e do CPF, além de uma declaração da faculdade que informe o período que o aluno está cursando. A Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3217.8197. 

HCP está com inscrições abertas para novos programas de residência médica

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está com inscrições abertas para o processo seletivo dos programas de residência médica em Anestesiologia e em Patologia. Os interessados podem acessar o edital no site upenet.com.br e verificar as exigências para efetivar a inscrição. Os dois novos programas possuem três anos de duração e oferecem uma vaga cada. As inscrições seguem até o próximo dia 21.

O processo seletivo, que será realizado pela Secretaria Estadual de Saúde, é composto por prova escrita de caráter eliminatório e classificatório, que será aplicada no dia 4 de março. Para os aprovados, as atividades começarão no dia 16 do mesmo mês. De acordo com o médico Luiz Henrique Araújo, coordenador da Comissão de Residência Médica do HCP, essas são oportunidades que trarão inúmeros benefícios para os residentes. “Essas duas áreas atendem bastante a oncologia, então essa vivência aqui no HCP será muito interessante”, afirmou dr. Luiz Henrique. Ainda de acordo com ele, os aprovados passarão por outros serviços de saúde para ter contato com outras especialidades.   

Outras informações podem ser obtidas com a Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP, pelo telefone 3217.8197.

 

Hospital da Mulher garante atendimento à vítima de agressão também durante o Carnaval

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Neste Carnaval, o Centro de Atenção à Mulher Vítima de Violência – Sony Santos funcionará normalmente, ou seja, 24 horas por dia. O Centro atende vítimas de agressão física, sexual ou psicológica. O serviço tem modelo único no País, uma vez que no próprio espaço a mulher pode fazer o exame pericial (IML) e o boletim de ocorrência. Isso evita que ela tenha que ficar se deslocando para vários locais (delegacia, hospital, IML). É justamente nesse deslocamento que muitas mulheres acabam desistindo da denúncia, o que leva à impunidade do agressor e perpetua a violência.

O Centro funciona 24 horas por dia, em um anexo do Hospital da Mulher do Recife, e dispõe de atendimento multidisciplinar (médico, enfermeiro, psicólogo e assistente social), além de ter à disposição da vítima, o registro policial e a perícia do legista, se a mulher assim desejar. “É importante lembrar que atendemos mulheres de todo o Estado e por livre demanda, ou seja, sem necessidade de marcação prévia”, informa a diretora do HMR, Isabela Coutinho.

“O serviço também garante a confidencialidade do atendimento”, acrescenta a coordenadora do Centro, Sandra Leite. Para divulgar as ações do Centro, cartazes com informações sobre o serviço e contatos serão afixados em pontos de atuação da Prefeitura do Recife, como a Central do Carnaval, pólos de animação, TIP, aeroporto etc. Unidade da Prefeitura do Recife, o Hospital da Mulher está sob administração do HCP Gestão.

Estrutura – A estrutura física do Centro conta com dois consultórios, salas para atendimento psicológico, serviço social e sala de atividades, além de duas suítes para as pacientes, quarto de repouso para os profissionais, banheiros, posto de enfermagem e recepção. No setor atuam médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos, além de perito do IML e recepcionista. Ainda na parte interna, chama a atenção pinturas e frases de encorajamento e apoio, feitas voluntariamente pelo artista plástico Rafa Matos.

Diagnóstico de infecções bacterianas em casos de neutropenia febril é tema de pesquisa no HCP

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A neutropenia febril é uma complicação bastante comum em pessoas que estão fazendo tratamento oncológico e é caracterizada pela redução do número de neutrófilos e existência de febre. Hoje, a ferramenta empregada para identificar a bactéria causadora da infecção é o isolamento dessa bactéria através de hemoculturas – exames que podem levar um período de até sete dias para serem liberados. Enquanto isso, o paciente passa a receber doses de um ou mais antibióticos de forma “cega”, ou seja, sem especificação para determinada bactéria. Algumas vezes, quando o resultado do exame fica pronto, é tarde demais, pois a infecção não existe mais ou o paciente apresentou desfecho desfavorável, as vezes chegando até a morte.

Foi diante desse contexto que Paulo Sérgio Ramos de Araújo, médico infectologista do Hospital de Câncer de Pernambuco, decidiu estudar uma forma mais rápida de diagnosticar essas bactérias. Em 2017, dr. Paulo Sérgio teve um projeto contemplado para estudar esse cenário ainda não explorado no Brasil, num edital do Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS): gestão compartilhada em saúde, da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe). Esse edital tem como objetivo prover estudos que tragam ferramentas que beneficiem o Sistema Único de Saúde.

Intitulado "Impacto do diagnóstico molecular no tratamento de infecções bacterianas em episódios de neutropenia febril de portadores de linfomas e leucemias", o projeto será desenvolvido no período de 2018 a 2020, exclusivamente com pacientes da Onco-Hematologia do HCP. "Quando essa população alvo (pacientes com linfomas e leucemias) recebe quimioterapia, fica com a medula óssea completamente depletada e os leucócitos reduzem bastante. Essa situação pode durar (no pior cenário), até quatro semanas, o que acaba gerando infecções, geralmente bacterianas", declara dr. Paulo Sérgio, explicando o motivo de ter escolhido pacientes da Onco-Hematologia. "Enquanto outros pacientes oncológicos passam de dois a quatro dias com neutropenia febril, os (pacientes) da hematologia podem passar até quatro semanas", complementa.

O projeto consiste em desenvolver um exame de biologia molecular que identificará a bactéria causadora da infecção em até 48 horas, e, com isso, trará uma série de benefícios não só para o paciente, mas também para o Sistema Único de Saúde. "O propósito dessa pesquisa é acertar o alvo e consequentemente teremos outros ganhos em cadeia, como a diminuição da mortalidade, diminuição do consumo de antibióticos e também diminuindo o tempo de internamento hospitalar – o que representa redução de custos", explica o médico. Essa celeridade proposta pela pesquisa é pioneira no SUS.

Essa pesquisa será desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e terá como colaboradora a médica hematologista Aleyde Diniz, também do HCP. Duas alunas doutorandas do curso de Medicina Tropical da Universidade Federal de Pernambuco também compõem a equipe do projeto e serão orientadas por dr. Paulo Sérgio.

Rede Feminina reúne dezenas de voluntários no HCP para planejar ações

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A Rede Feminina, grupo de voluntariado do Hospital de Câncer de Pernambuco, realizou na manhã desta terça-feira (30) a primeira reunião da equipe em 2018. Projetos, campanhas, ideias e objetivos foram discutidos na Capela do HCP, mas com um tema central: como fazer mais e melhor.

Maria da Paz, presidente da Rede, liderou o encontro. “Vamos ser mais captadores de doações, vamos divulgar nosso trabalho para as nossas famílias, amigos, parentes, para que sempre possamos trazer algo mais”, pediu ela, para a plateia de mais de 70 voluntários, de diferentes faixas etárias. “Temos muitos exemplos de pessoas com mais idade que continuam vindo, que pegam táxi ou arranjam qualquer outra maneira para chegar. Isso é maravilhoso”, comentou Dona da Paz, como é popularmente conhecida.

Tópicos importantes foram abordados na reunião, como novas ações solidárias, criação de grupos de apoio, fortalecimento de campanhas, além da proposta de homenagens a voluntários de destaque que ainda contribuem com o grupo, ou mesmo que já faleceram. A eleição para presidente da Rede, que ocorre esse ano, também foi citada.

Janete Alves, que está completando um ano no grupo, reitera a diretriz central da Rede Feminina. “Tudo que nós fazemos aqui é em prol do paciente. Esse momento serve para que a gente possa se reciclar, é uma atitude para buscar sempre o melhor para ele” disse Janete, que fez questão de ressaltar o significado do grupo na sua vida: “aqui eu me sinto útil como ser humano, me sinto completa”DSC05907.png

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