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Vacina contra influenza: pacientes oncológicos devem ser imunizados

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Os pacientes com câncer estão na lista de pessoas que têm direito a tomar a vacina contra a gripe (influenza) – uma infecção aguda do sistema respiratório, com elevado potencial de transmissão. Como estão com a imunidade baixa devido ao tratamento oncológico, eles fazem parte do grupo dos imunossuprimidos, que apresentam maior chance de desenvolver as formas graves da doença. Para receber a imunização contra a gripe, os pacientes oncológicos devem se dirigir aos postos de saúde com um documento que comprove que eles têm câncer, tais como laudos médicos e encaminhamentos. A campanha de imunização do Ministério da Saúde segue até 1º de junho. Já o Dia D da mobilização acontece no dia 12 de maio, quando 5 mil postos de vacinação deverão estar abertos em todo o Estado. 

De acordo com o médico infectologista do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), dr. Paulo Sérgio Ramos, as variedades mais comuns do vírus da influenza são o A(H3N2),  A(H1N1) e a influenza B. Enquanto o primeiro surge anualmente, causando a influenza sazonal, o segundo circula de forma episódica e pode, às vezes, passar anos sem causar novos casos de gripe. “Quando esse vírus circula, pode encontrar uma população que ainda não foi exposta a ele. É por isso que quando ele encontra condições epidemiológicas favoráveis, podem ocorrer surtos”, comenta. O perigo está no fato de que os casos de gripe provocados por esses vírus podem evoluir para a forma grave da doença, chamada de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que, em alguns casos, podem até levar a morte. A vacina que está sendo disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra o vírus A(H1N1) e A(H3N2), além do tipo B. O vírus influenza é responsável por 80% das síndromes gripais. 

Segundo dr. Paulo Sérgio, a vacina deve ser tomada por todos os pacientes oncológicos, sem restrição. Isso porque o vírus utilizado nessa vacina está inativado e não é mais capaz, de forma alguma, de causar uma doença. “Essa vacina é indicada tanto para os pacientes que estão em tratamento quanto para os que não estão, ou seja, quem tem câncer e acabou de fazer uma cirurgia ou quem está em tratamento quimioterápico ou radioterápico pode e deve se vacinar. O que pode acontecer nessa população, que está com a imunidade prejudicada, é que a vacina possivelmente não terá uma eficácia comparável a de uma pessoa com a imunidade normal”, reforça. 

O infectologista destaca, no entanto, que existem duas situações nas quais não é recomendada a vacinação. “Não devem ser imunizadas aquelas pessoas que apresentaram febre nas últimas 48 horas. A outra contraindicação é para os indivíduos que já tomaram a vacina em anos anteriores e apresentaram quadro de anafilaxia (reação alérgica grave), o que é um evento muito raro”, ressalta. Outro detalhe é que é necessário que a imunização seja feita anualmente. 

SINTOMAS E PREVENÇÃO

Também chamada de influenza, a gripe é caracterizada pela presença de febre e tosse ou dor de garganta, associada a outros sintomas, como dor de cabeça, espirro, dor muscular e fadiga. A doença é transmitida tanto através do contato com secreções das vias respiratórias, que são eliminadas pela pessoa contaminada por meio da fala, tosse ou espirro, quanto por meio das mãos e de outros objetos contaminados, quando estes entram em contato com olhos, boca e nariz de pessoas sadias. Alguns hábitos simples como lavar as mãos várias vezes ao dia, utilizar lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhar objetos de uso pessoal, ajudam a prevenir a gripe.

 

Serviço de Patologia do HCP recebe novos investimentos e inicia programa de residência

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O Serviço de Patologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem um papel fundamental para o tratamento dos pacientes. É das mãos dos técnicos e dos médicos patologistas, afinal de contas, que saem as informações que tornam possíveis não apenas o diagnóstico da doença, mas também o estabelecimento do prognóstico e a definição do seu tratamento. Agora, o serviço está recebendo incentivos que podem ser vistos tanto na sua estrutura física quanto na sua equipe – a prova disso é que, no último mês de março, o HCP deu início ao seu programa de Residência Médica em Patologia. A nova residente, dra. Daniele Magalhães, foi escolhida por meio de uma seleção complementar realizada pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE).

Aqui, ela irá aprender com uma equipe que inclui oito médicos patologistas, cinco citopatologistas e 38 técnicos que atuam diariamente no setor, que, somente em 2016, foi responsável pela realização de mais de 12 mil exames histopatológicos e de 17 mil exames citopatológicos. A residência conta, ainda, com convênios com o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) e com o Instituto Médico Legal (IML), onde será realizada a vivência em patologia básica, indispensável para a formação do especialista. Entre os requisitos necessários para a realização da residência estava a aquisição de um microscópio de ensino, equipamento que permite a dupla observação, possibilitando que o médico especialista possa discutir os casos com o residente em tempo real.

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Para além das exigências, o Serviço de Patologia também está sendo contemplado com diversos outros equipamentos, incluindo: um micrótomo, equipamento usado para o corte das lâminas que serão examinadas; um histotécnico, processador automático de tecidos; cinco novos microscópios; e um criostato, utilizado nos exames de congelamento. “Agora, temos um serviço regular de congelação, que nos permite liberar os resultados com menos tempo”, afirma dr. Sérgio Moura. Além disso, os laboratórios estão recebendo uma reforma física, que deverá ser finalizada ainda neste semestre. Tanto a aquisição dos aparelhos quanto as reformas foram possíveis devido a parcerias realizadas com instituições privadas e através de emendas parlamentares.

Para o coordenador do Serviço de Patologia do HCP, dr. Sérgio Moura, o setor possui as características ideais para o desenvolvimento do ensino e da pesquisa. “O HCP tem o maior acervo de patologia oncológica das regiões Norte e Nordeste – são 423 mil casos arquivados desde 1950. Não existe, na Região, um serviço de oncologia em atividade tão antigo quanto o nosso”, revela. O especialista destaca, ainda, que a residência será importante para o desenvolvimento dos próprios profissionais da casa. “Você fica obrigado a se atualizar, saber dos novos protocolos”, pontua.

UPAEs Belo Jardim e Arcoverde celebram quatro anos de funcionamento.

 

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Equipe da UPAE Arcoverde

O mês de abril marcou as comemorações do aniversário de 4 anos das Unidades Pernambucanas de Atenção Especializada (UPAEs) de Arcoverde e Belo Jardim. Para marcar a data, as unidades promoveram ações voltadas para funcionários e pacientes. Em comum, as UPAEs apresentaram os indicadores dos quatro anos de funcionamento e também celebraram com bolo a passagem do aniversário. João Peixoto, coordenador geral da unidade de Arcoverde, e Alexandra Silvestre, coordenadora geral da unidade de Belo Jardim, organizaram os eventos junto com suas equipes.

Na UPAE Belo Jardim, foram seis dias de uma programação que se encerrou na última sexta-feira (27). Na ocasião, foram apresentados os resultados destes quatro anos de gestão para os oito municípios atendidos. A unidade realizou cerca de 152 mil exames e 124 mil atendimentos médicos e não médicos. O evento contou ainda com uma benção ecumênica de agradecimento. As comemorações tiveram também apresentação musical de Renato Silva, grupo cultural Contadores de História (da cidade de Tacaimbó), palestra motivacional com a Miria Pereira (RH) e palestra “Amigos da Ouvidoria”, com Valéria Maria (ouvidora).

Na UPAE de Arcoverde, foram apresentados os resultados da Educação Continuada e os indicadores de funcionamento da unidade, que já realizou 165,4 mil exames e 148,9 mil atendimentos médicos e não médicos. Os pacientes também puderam participar de um mini curso de auto maquiagem e limpeza de pele. A instituição também promoveu uma apresentação musical dos funcionários e uma missa com Padre Benevaldo, da paróquia de São Geraldo.

As UPAEs de Belo Jardim e de Arcoverde são unidades de saúde do Governo do Estado, administradas pelo HCP Gestão, a organização social de saúde do Hospital de Câncer de Pernambuco.

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Equipe da UPAE Belo Jardim

 

Oncogenética é tema destaque no VIII Simpósio Recife-Detroit

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Além dos fatores ambientais e do estilo de vida, um terceiro fator pode impactar diretamente no risco de desenvolver um câncer: a hereditariedade. Embora não sejam muito frequentas, as síndromes genéticas hereditárias aumentam consideravelmente esse risco em famílias inteiras – e é justamente isso que a oncogenética busca contornar. O assunto foi destaque no VIII Simpósio Recife-Detroit, evento realizado na última quinta-feira (26), no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O Simpósio Recife-Detroit é promovido anualmente em parceria com a Detroit International Research & Education Foundation (Diref).

A suspeita de síndrome hereditária surge quando há histórico de câncer na família e/ou quando a doença surge em pessoas muito novas. A recomendação, nesses casos, é que o paciente realize um aconselhamento genético e faça testes que possam identificar a existência de mutações genéticas. “O câncer hereditário existe apenas em uma pequena parte da população, mas os riscos de essas pessoas desenvolverem câncer são muito elevados. Precisamos considerar que estamos falando de toda uma família e não apenas de um paciente”, pontuou a diretora do Centro de Aconselhamento Genético do Karmanos Cancer Institute, nos EUA, Nancie Petrucelli, durante sua palestra no VIII Simpósio Recife-Detroit.

Para se ter uma ideia, a possibilidade de uma mulher sem fatores de risco desenvolver um câncer de mama é de cerca de 12%. Se a mulher, no entanto, for portadora de uma mutação no gene BRCA1, por exemplo, esse risco ultrapassa 70%. Já a Síndrome de Lynch aumenta o risco de surgimento de tumores colorretais, mas também pode ocasionar o aparecimento de câncer no endométrio e no ovário. “É muito importante descobrir a existência dessas síndromes para que possamos implantar um rastreio ou definir a melhor conduta para os pacientes e seus familiares. No caso de câncer colorretal, podemos indicar a colonoscopia para pessoas com idades entre 20 e 25 anos”, explicou. Para a população em geral, a indicação é que esse exame seja realizado somente a partir dos 50 anos.

Um dos procedimentos realizados em caso de confirmação da síndrome é a cirurgia redutora de risco, que ganhou destaque em 2013, devido a intervenções realizadas pela atriz Angelina Jolie para a prevenção de tumores de mama. De acordo com o coordenador do Departamento de Aconselhamento Genético em Oncologia do HCP, dr. Vandré Carneiro, que também palestrou no evento, das dez neoplasias mais comuns no País, nove podem ser causadas por mutações. “Nós podemos modificar a história natural do câncer nessas pessoas, seja pelo aconselhamento genético, seja rastreando mais cedo, seja pela cirurgia redutora”, afirmou.

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Novas técnicas dominam debates no VIII Simpósio Recife-Detroit, no HCP

 

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Especialistas do Karmanos Cancer Institute, nos EUA, vieram ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), na última quinta-feira (26), para participarem do VIII Simpósio Recife-Detroit. O evento, realizado anualmente em parceria com a Detroit International Research & Education Foundation (Diref), reuniu médicos especialistas em oncologia para discutir temas relacionados aos avanços e às novidades no tratamento do câncer. Entre os destaques, as palestras de oncogenética e crioterapia, ministradas pelos médicos convidados dra. Nancie Petrucelli e dr. Hussein Anou, respectivamente.

O VIII Simpósio Recife-Detroit contou, ainda, com a presença do urologista cearense dr. Edson Pontes, responsável pela organização do evento, e do cirurgião dr. Donald Weaver. Mantendo a tradição, os médicos participaram de uma cirurgia que foi transmitida ao vivo para os profissionais que estavam presentes no evento. Este ano, a intervenção cirúrgica foi realizada em uma paciente com câncer colorretal. O caso foi apresentado pela médica residente dra. Cecília Lima e discutido pelo cirurgião dr. Kleber Garcia. “É um paciente com estágio tumoral avançado, um caso típico que chega para nós. Nesse caso, a paciente ainda é passível de intervenção curativa”, detalhou.

Ao longo da manhã, foram realizadas palestras, discussões e estudos de casos sobre oncologia cirúrgica, oncogenética, radioterapia, crioterapia e urologia oncológica, com a participação de médicos da casa. “Esse tipo de evento tem um significado muito grande para todos nós e, especialmente, para o HCP. A retomada do ensino e pesquisa e a formação de profissionais voltados para o atendimento e a assistência de pacientes com câncer é um desafio muito grande, mas temos certeza de que estamos no caminho certo. Gostaria de agradecer ao dr. Edson Pontes por trazer esse conhecimento para nós”, afirmou o superintendente Geral e de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. Hélio Fonsêca.

De acordo com o urologista e coordenador do evento, dr. Felipe Dubourcq, o principal objetivo do evento é criar um vínculo com os médicos do Karmanos Cancer Institute. “A nossa ideia é que vocês (médicos) possam entrar em contato com eles e visitarem o Karmanos Cancer Institute, diminuindo essa distância e aumentando a possibilidade de conhecimento para nós”, destacou. Assessor de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. Guilherme Costa destacou a importância do evento. “É um momento muito importante para nós, uma vez que esse simpósio nos traz a possibilidade de aprendizado sobre as novas opções de tratamento direcionadas ao câncer”, reforçou. O Secretário de Saúde do Estado, dr. Iran Costa, também compareceu ao evento.

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SOLENIDADE

À noite, os especialistas se encontraram no Restaurante Spettus, em Boa Viagem, para mais uma rodada de palestras. A exposição sobre o “Tratamento Intervencionista Crioablação” foi realizada pelo médico convidado dr. Hussein Aoun. Já o médico dr. Maurício Viana abordou as novidades da ASCO GU, evento sobre câncer urológico realizado no último mês de fevereiro. 

“Esse evento já faz parte do calendário médico pernambucano. Gostaria de agradecer ao dr. Edson Pontes e ao HCP por essa oportunidade. O Estado de Pernambuco está de braços abertos para que possamos fazer parcerias, com o apoio da Secretaria de Saúde”, afirmou o secretário de Saúde do Estado, dr. Iran Costa. Marcaram presença, ainda, os superintendentes Geral e de Ensino e Pesquisa, dr. Hélio Fonsêca; Financeiro, André Amarante; Geral do Gestão HCP, Felipe Bitu; e do assessor de Ensino e Pesquisa, dr. Guilherme Costa.

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Coral Ressoar comemora cinco anos de existência

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Há cinco anos, as fonoaudiólogas do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tiveram uma ideia ousada: formar um coral com os pacientes da instituição que, devido ao câncer, haviam retirado a laringe, órgão que abriga as cordas vocais. Alguns ensaios depois, nascia o Coral Ressoar. Na manhã da última segunda-feira (23), o Coral Ressoar realizou uma apresentação especial na Capela do HCP, em comemoração pelo seu quinto aniversário. Uma celebração que uniu cantores, fonoaudiólogos, superintendentes, voluntários, familiares e fãs desse coral improvável. Após a apresentação, uma missa em ação de graças foi celebrada no local.

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Entre tantas atribuições, o serviço de Fonoaudiologia é responsável pela reabilitação dos pacientes que precisaram retirar a laringe após o diagnóstico de câncer na região. Uma das sequelas da laringectomia, como é chamado esse procedimento cirúrgico, é a perda da fala. Durante a reabilitação fonoaudiológica, os pacientes aprendem a voz esofágica, uma forma de emitir os sons através das contrações do esôfago. O processo de aprendizado da voz esofágica é árduo e depende muito da dedicação do paciente. Em alguns casos, são necessários anos até obter a fluência.

Foi nesse grupo de pacientes que Roberta Borba, hoje coordenadora do Serviço de Fonoaudiologia do HCP, viu a oportunidade de criar o Coral Ressoar. A proposta surgiu no começo de 2013, quando as fonoaudiólogas da instituição estavam planejando o que poderia ser feito em alusão ao Dia da Voz, celebrado anualmente em 16 de abril. “Nós tivemos essa ideia de reunir esses pacientes e mostrar que eles poderiam se superar após a doença e o tratamento que enfrentaram”, contou.

À frente do Coral está a fonoaudióloga Érika Espíndola, responsável pela escolha das músicas, pelos ensaios mensais e pela organização dos pacientes nos dias de apresentação. “São pessoas que há anos atrás receberam o diagnóstico de que não iriam mais falar. Agora, eles são guerreiros que estão vivendo suas vidas normalmente, é um prazer muito grande vê-los cantando”, reforçou.

Ronaldo Rodrigues está no coral desde a sua formação inicial, quando contava com cerca de cinco membros. Na época, ele ainda estava em tratamento e reaprendendo a falar. O grupo, disse ele, foi muito importante para esse processo de aprendizado. “Minha voz melhorou bastante depois que comecei a participar do coral. Hoje, estamos sendo reconhecidos por esse trabalho. Que ele continue e vá muito além”, frisou. Na segunda-feira, o veterano cantou ao lado de Aridelson da Silva, que participou da sua primeira apresentação. “Estou muito feliz, satisfeito de coração. É um incentivo muito importante”, afirmou. Diagnosticado com câncer em 2016, seu Aridelson demorou seis meses para aprender a voz esofágica.

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Ronaldo Rodrigues e Aridelson da Silva participaram de apresentação em comemoração pelo aniversário do Coral Ressoar

Superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca parabenizou os integrantes do coral e presentou às fonoaudiólogas pelo trabalho desenvolvido. “Vocês têm uma razão a mais para comemorar, porque além de terem concluído o tratamento, vocês se reinseriram socialmente. O mais bonito disso tudo é como essa voz de vocês chega ao coração da gente”, ressaltou. Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Maria da Paz também entregou presentes para os integrantes do coral. “É uma honra para nós, voluntárias, compartilhar desse dia com vocês”, afirmou.

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Show beneficente no Classic Hall arrecada R$ 80 mil para o HCP

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Uma noite para rememorar os clássicos que marcaram a Jovem Guarda e, sobretudo, para fazer o bem. No último sábado (14), uma plateia animada lotou o Classic Hall para assistir aos shows de The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes e, especialmente, para colaborar com os pacientes do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e do Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer (GAC). Isso porque a renda da bilheteria do show beneficente foi direcionada para essas duas instituições, sendo R$ 80 mil destinados para o HCP e R$ 20 mil para o GAC.

Baterista dos Pholhas, Paulo Fernandes aproveitou o show para destacar a importância dessa ação. “Nós estamos muito satisfeitos em participar desse evento porque é um evento do bem. É uma ação muito especial por ser em prol do HCP, para os nossos irmãos que precisam. Queria agradecer a presença de vocês nessa festa”, afirmou, em meio a aplausos da plateia. Fernando Mendes, segundo músico a subir ao palco, concordou: “a importância dessa festa é o HCP. Obrigada a vocês que estão aqui participando dessa campanha”.

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A ideia de realizar o show beneficente veio de Antônio Gonçalves, que esteve à frente do Classic Hall por 18 anos e resolveu promover esse evento para marcar a sua despedida. “Esse show foi uma oportunidade de servir a outras pessoas. Que essa iniciativa possa servir de exemplo. Agradeço de coração a todos vocês que estão aqui e, especialmente, a todos os nossos patrocinadores”, afirmou, durante a entrega dos cheques simbólicos, que aconteceu no intervalo entre os shows de Fernando Mendes e de The Fevers.

Superintendente Administrativa do HCP, Cláudia Barbosa foi a responsável por receber o cheque simbólico em nome da instituição. “Nós ficamos muito gratos pelo Classic Hall ter aberto as portas para fazer um show beneficente para nós. E a melhor forma de agradecer é prestando conta do trabalho que realizamos diariamente aqui no hospital, e fazemos isso cotidianamente. Essa renda irá contribuir para que o HCP possa continuar a fazer essa prestação de serviços que é tão importante”, declarou.

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Ex-jogador e embaixador do Barcelona, Éric Abidal visita o HCP

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Muitos acontecimentos são capazes de transformar a vida das pessoas. O câncer é um deles. Diagnosticado com um tumor no fígado em 2011, o então jogador do Barcelona Éric Abidal fez da sua vivência um ponto de partida para criar a Éric Abidal Foundation, uma organização idealizada, entre outras coisas, para apoiar crianças que estão em tratamento contra a doença. Agora, já curado, o ex-atleta aproveita as viagens que faz para conhecer a realidade do tratamento de câncer mundo afora e, de alguma forma, colaborar com as instituições. No último domingo (15), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi escolhido para receber a visita do jogador.

No HCP, Éric Abidal e a coordenadora da fundação, Andréa Martí, foram recepcionados por uma comitiva liderada pelo superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca. O grupo visitou os serviços de Quimioterapia, os ambulatórios e as enfermarias Santa Águeda e Anjo Rafael. Foi lá, inclusive, que Abidal distribuiu presentes e conversou com as crianças e os adolescentes internados. Paciente do HCP há quatro meses, Jamille Soares veio de Rondônia para realizar seu tratamento contra um câncer ósseo no HCP. “Eu gostei porque ele veio e me deu muita força mostrando que ele venceu e que nós podemos vencer igual a ele. Me sinto muito mais fortalecida”, contou.

Éric Abidal chegou ao Recife no sábado (14) para participar da partida épica entre o Barcelona Legends e a Seleção Pernambucana Legends, realizada na Arena Pernambuco. A visita ao HCP foi incluída na sua agenda por vontade própria – ou, na verdade, por uma missão. “É sempre um prazer visitar crianças e famílias em hospitais, trazer um pouco de alegria, ver sorrisos. Sempre aproveito as viagens com o Barcelona Legends para realizar atividades da fundação. Não podemos fazer uma viagem de 23 horas apenas para uma partida e esquecer as pessoas que precisam”, reforçou.

Para dr. Hélio, a visita de Éric trouxe muita emoção para todos que fazem parte do HCP. “A vinda desse profissional é uma satisfação muito grande, que não conseguimos mensurar. Ele é um exemplo de vida pelo que ele já vivenciou. Agora, ele teve a oportunidade de conhecer o trabalho gigantesco que realizamos em Pernambuco: a prestação de serviços que o hospital oferece aos pacientes que procuram essa instituição”, declarou. O sentimento do jogador diante de todo esse trabalho? “Vocês fazem com o coração”, afirmou.

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UPAE Arruda realiza atividades em alusão ao Dia Mundial da Saúde

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Na última quarta-feira (11), a UPAE do Arruda – Deputado Antônio Luiz Filho promoveu, para os seus pacientes, palestras sobre Alimentação Saudável e sobre Direitos e Deveres dos usuários do SUS. Também foi disponibilizada aferição de pressão e HGT (teste de dosagem do nível de glicemia). As atividades fazem parte das comemorações pelo Dia Mundial da Saúde, ocorrido em 7 de abril.“Aqui na unidade, além dos serviços de saúde, nós temos o compromisso de levar conhecimentos que repercutam positivamente na qualidade de vida dos nossos pacientes”, esclareceu a coordenadora Geral da UPAE, Adriana Bezerra. As palestras aconteceram nas salas de espera da unidade. A nutricionista Silene Veras falou sobre os 10 passos para uma alimentação saudável. Entre eles, limitar o consumo de alimentos processados e fazer de alimentos in natura, ou minimamente processados, a base da alimentação. Também foram distribuídos panfletos educativos.

Um material informativo foi entregue também durante a palestra sobre o SUS, ministrada pela assistente social Rejane Moura, com apresentação da enfermeira Veridiana Maia. “Tudo o que vier agregar para a gente saber mais sobre os nossos direitos e deveres é importante”, avaliou a paciente da unidade, Elisete Ferreira de Souza, moradora do Ibura/UR-04. O motorista Anderson Coutinho de Oliveira, morador de Piedade, por sua vez, também elogiou a iniciativa. “Aproveitei para aferir a pressão e a taxa de glicose e está tudo bem”, afirmou.

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Semana – As comemorações do Dia Mundial da Saúde, na UPAE Arruda, terminaram na última quinta-feira (12), com uma dinâmica elaborada pela equipe de Psicologia para os funcionários. Na terça-feira passada (10), os usuários da unidade receberam orientações e fizeram atividades físicas com uma equipe da Academia da Cidade, do distrito sanitário II. Eles também assistiram a uma palestra com o tema: Interação Medicamentosa: Cuidados e Mitos. Unidade da Prefeitura do Recife, a UPAE do Arruda está sob administração do HCP Gestão.

HCP conscientiza população sobre câncer ósseo

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O câncer ósseo é um tipo raro de câncer: representa menos de 2% do total de tumores malignos diagnosticados no mundo. No entanto, apesar de incomum, apresenta alta taxa de mortalidade, especialmente por possuir sintomas que são negligenciados, dificultando o diagnóstico precoce e diminuindo a chance de um bom prognóstico. Para chamar a atenção da população acerca dessa doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) desenvolve, há quatro anos, o Abril Amarelo, campanha direcionada para a conscientização sobre o câncer ósseo.

Assim como as demais formas de câncer, os tumores ósseos surgem a partir da multiplicação anormal das células dos ossos. Esses tumores podem ser classificados em primários, quando surgem no próprio osso, ou secundários, quando são resultados de metástases, ou seja, de um câncer que surgiu em outra parte do corpo e se espalhou para os ossos. No primeiro caso, são mais comuns em crianças e adolescentes e afetam, em mais de 50% dos casos, a área do joelho. Já no segundo, são mais frequentes em idosos.

Entre os sintomas da doença, a dor óssea que dura mais de quinze dias e que não alivia mesmo com o uso de medicamentos é o maior sinal de alerta. Segundo o chefe do Serviço de Ortopedia Oncológica do HCP, dr. Marcelo Souza, outros sintomas como inchaço no membro, limitação dos movimentos, fratura óssea e rápida perda de peso, podem demorar até meses para aparecer, a depender do tipo de câncer. “É por isso que reforçamos a importância de se procurar um especialista quando a dor persistir. O nosso papel é descobrir se essa dor óssea é um sintoma de câncer ou não, assim conseguimos surpreender o tumor e trata-lo ainda no começo”, alerta o médico.

O diagnóstico precoce, aliás, é essencial para que o tratamento obtenha resultados positivos. “Se o paciente chega com um tumor em fase inicial, conseguimos realizar cirurgias melhores, com menos agressão à região acometida e com preservação do membro. No entanto, se ele chega com um tumor avançado, com metástase, a sobrevida é bem menor. Precisamos dar valor ao câncer ósseo, porque mesmo sendo raro, ele tem um índice de mortalidade alto. E tudo depende dessa palavra-chave: diagnóstico precoce”, enfatiza o médico.

 

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