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Crianças do HCP conhecem a magia do Le Cirque Amar

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O circo francês Le Cirque Amar trouxe um pedaço da magia do circo para a criançada do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), na manhã do último dia 9. Na brinquedoteca, espaço de convivência da enfermaria Anjo Rafael, se apresentaram palhaços, malabaristas e contorcionistas. Pipoca e algodão-doce completaram a festa dos pequenos pacientes.

O paciente Lucas de Jesus, de 16 anos, assistiu a tudo de pertinho e se encantou especialmente com o palhaço Moroco, eleito como sua atração favorita. A mãe de Lucas, Lucinete Andrade, que acompanhou toda a diversão, também achou tudo muito bonito. “Isso anima a nossa rotina e faz com que eles fiquem mais próximos da apresentação”, destacou.

A visita a instituições de saúde é um trabalho que o Le Cirque Amar realiza há 15 anos, contou Robert Stevanovich, administrador e acrobata. Para ele, foi gratificante trazer o circo ao Hospital de Câncer de Pernambuco. “O objetivo é levar alegria a crianças que infelizmente não podem ir ao circo. A gente agradece ao HCP por ceder esse espaço”, reconheceu. O acrobata Bobi Zolboo, da Mongólia, concordou: “É sempre bom ver o sorriso da criança, mesmo nas horas difíceis.” 

 

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HMR abre seleção para contratação de profissionais

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As inscrições estão encerradas.

O Hospital da Mulher do Recife abriu processo seletivo para a contratação de 186 novos profissionais, que deverão trabalhar na instituição, que fica localizada no bairro do Curado.  A seleção também se destina a mais 169 vagas para cadastro de reserva. O período de inscrição é de 11/08/2017 a 20/08/2017 e os interessados deverão se inscrever exclusivamente pela internet, neste endereço: http://hcp.org.br/processoseletivo/.

Cada candidato só poderá realizar a inscrição para um único cargo. A seleção dos candidatos será composta por várias etapas de caráter eliminatório: avaliação curricular, avaliação de conhecimentos, entrevista profissional. Os resultados finais serão divulgados no mesmo link da inscrição: http://hcp.org.br/processoseletivo/. Os candidatos classificados em todas as etapas da seleção ficarão no banco de dados e serão convocados de acordo com a abertura dos serviços e/ou necessidade do hospital.

Unidade da Prefeitura do Recife, o Hospital da Mulher está sob administração do HCP Gestão, a OS (Organização Social de Saúde) do Hospital de Câncer de Pernambuco.

 

Casal de voluntários celebra casamento no HCP

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O amor surge nos lugares mais inesperados. A história do casal Welna Rousy e Lucas Apolinário é um exemplo disso. O sentimento entre os dois surgiu nos corredores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), enquanto dra. Chuchu e dr. Apô, como são conhecidos, ofereciam, sem pedir nada em troca, sorrisos e conforto aos pacientes do Hospital. Nasceu na Enfermaria São Lucas 1º, em um gesto de coragem e um inspirado pedido de namoro por parte de Lucas. E se consolidou em frente à Capela do HCP, tendo pacientes como testemunhas de um pedido de casamento inesperado. E, no mesmo lugar, no último dia 25 de julho, eles disseram sim para dividir a vida juntos – em uma cerimônia repleta de narizes de palhaços e muita emoção.

A paixão de Welna pelo trabalho voluntário nasceu há sete anos, quando ela fundou o grupo Doutores da Felicidade. Dentro do HCP, eles fazem trabalhos de palhaçoterapia com os pacientes que estão internados. Lucas veio para o grupo alguns anos depois. E foi o amor em servir ao próximo que fez com que eles se aproximassem. O HCP, como eles fazem questão de dizer, virou a segunda casa do casal. “Tudo aconteceu aqui dentro do HCP. Por isso escolhemos esse lugar para celebrar a nossa união”, comentou Lucas. A lista de presentes de casamento repassada aos convidados, aliás, tinha apenas um item: pacotes de leite para o HCP.

Embora a roupa escolhida para o casamento tenha sido tradicional, a maquiagem dos dois chamou a atenção de quem estava nos arredores da Capela. O casal, assim como padrinhos e alguns convidados, participou da celebração com o rosto pintado e um nariz vermelho: o símbolo máximo do que escolheram ser. “Foi mais do que um sonho, porque estar aqui neste hospital é a nossa realidade, é a nossa alegria, é a nossa vida”, disse Welna. “Foi uma emoção imensa vermos não só nossos familiares e amigos de longa data, mas também os amigos que fizemos aqui, que trabalham conosco, e os nossos pacientes”, reforçou Lucas.

Após a cerimônia, já durante a chuva de arroz, a homenagem aos noivos veio em forma de música, entoada por todos os voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer, em um gesto de agradecimento por todo serviço prestado pelos Doutores da Felicidade. No mesmo dia, mais de 250 pacotes, latas e caixas de leite, além de outros alimentos, foram entregues ao HCP. A campanha, agora, segue até o fim do ano fora dos muros da instituição: acontecerá em escolas, nas ruas, em todos os lugares aonde o casal for. O amor surge nos lugares mais esperados. A história de dra. Chuchu e dr. Apô é a prova disso.

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HCP abre processo seletivo para estágio em Fonoaudiologia

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O Hospital de Câncer de Pernambuco abriu processo seletivo para estágio extracurricular não remunerado em Fonoaudiologia. Podem participar da seleção estudantes de graduação que estejam cursando o 7º ou o 8º período e estudantes de pós-graduação na área. O estágio tem duração total de três meses. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de agosto, mediante o envio do currículo e a declaração da matrícula para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

No total, estão sendo oferecidas duas vagas. O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 29 de agosto. O processo seletivo é composto por duas fases: análise do currículo e documentos que comprovem o vínculo com faculdade/universidade e entrevista com a coordenação do serviço.

O serviço de Fonoaudiologia do HCP atua na assistência especializada ao paciente oncológico e é considerado referência na reabilitação da fala, da voz, respiração mastigação e deglutição, entre outros. Os aprovados acompanharão a rotina dos profissionais e deverão apresentar um estudo de caso no fim do estágio.

 

Câncer de testículo: uma doença rara, mas que precisa ser lembrada

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Um teste antidoping de rotina realizado pelo jogador de futebol Ederson, do Flamengo, revelou algo inesperado: um câncer de testículo. A doença, que representa apenas 5% do total de casos de câncer entre homens, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), surge de modo lento e, na maioria das vezes, indolor. Por isso, estar atento aos sintomas pode garantir o diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura.

O aumento gradativo e indolor do testículo é o principal sinal da doença. “Esse aumento também vem acompanhado de uma sensação de peso e do endurecimento do órgão. Na existência de uma dessas situações, ou do surgimento de nódulos, é importantíssimo que o paciente procure um urologista o mais rápido possível”, explica o coordenador do Serviço de Urologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), dr. Rômulo Vasconcelos.

A idade do surgimento desses sintomas também pode ser um indicativo da doença. Isso porque, diferentemente de outros tipos de tumores urológicos, como os que atingem a próstata e a bexiga, que ocorrem com mais frequência a partir dos 50 anos, o câncer de testículo é mais comum entre adolescentes e homens no fim da fase adulta. A maior incidência ocorre em homens com idade entre 15 e 50 anos, com pico por volta dos 30 anos. “Isso faz com que tenhamos uma atenção maior para homens nessa faixa etária”, reforça o médico.

Embora não existam formas de se evitar o câncer de testículo, algumas condições estão associadas ao surgimento da doença. É o caso da criptorquidia, quando o órgão não completa seu deslocamento para a bolsa escrotal durante a fase de formação da criança, e de exposição a substâncias radioativas e tratamentos quimioterápicos. “É por isso que o diagnóstico precoce é essencial. A chance de cura, nesses casos, é maior que de 90%. De modo geral, é um câncer de bom prognóstico”, afirma o urologista.

De acordo com dr. Rômulo, o diagnóstico do câncer de testículo é feito de forma simples. Quando existe a desconfiança, o médico solicita um exame de imagem e a dosagem de algumas substâncias – entre elas, o HCG, cujo valor alterado chamou a atenção dos médicos do meia Ederson. “O HCG é um dos marcadores do câncer de testículo. Com o resultado desses exames, o médico consegue chegar na condição de indicar a pesquisa do câncer, seja com a biópsia testicular transoperatória ou com a orquiectomia, que é a retirada do testículo”, comenta.

O procedimento cirúrgico é indispensável para definir se o tumor é maligno e, em caso positivo, qual o melhor tratamento para o paciente. “Em cerca de 90% dos casos, a cirurgia é a única intervenção necessária”, ressalta o urologista. Em situações mais graves podem ser necessários tratamentos adicionais, como a quimioterapia, a radioterapia ou cirurgias complementares.

O médico enfatiza, ainda, que o câncer de testículo não está relacionado a situações como impotência, infertilidade, disfunção erétil por questão hormonal, alteração da libido e incontinência urinária. “Desde que o paciente cuide da saúde dele, ele não terá problemas, porque um único testículo saudável consegue suprir todas as necessidades hormonais”, frisa. 

Médico boliviano é recepcionado no HCP

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Mais de cinco mil quilômetros separam as cidades de Recife e de La Paz, na Bolívia. A distância, no entanto, não foi um empecilho para que o dr. Aparício Flores viesse para o Brasil em busca de conhecimento. Há pouco mais de um mês, o ortopedista boliviano desembarcou na capital pernambucana e chegou ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) com um único objetivo: estudar no Serviço de Ortopedia Oncológica da instituição, considerado referência no Nordeste.

Formado há 12 anos pela Universidade Maior de San Andrés, na capital boliviana, dr. Aparício atua no Hospital Materno Infantil de La Paz. Lá, todos os meses, recebe novos pequenos pacientes com tumores. Como não há ortopedistas especializados em oncologia na cidade, que concentra mais de 1,5 milhão de habitantes, a amputação de membros acaba sendo o único tratamento possível para os pacientes. E é justamente essa realidade que dr. Aparício quer modificar. “Eu acredito que existem outras opções”, enfatiza.

Em uma carta enviada para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), dr. Aparício expressou sua vontade de vir para o Brasil estudar ortopedia oncológica. O pedido chegou ao coordenador do serviço de Ortopedia Oncológica do HCP, dr. Marcelo Souza. Com o aval da instituição, o médico boliviano está cursando, desde junho, um Estágio de Especialização. Em meados de 2018, dr. Aparício retornará para a Bolívia com uma declaração em mãos, explicando tudo que aprendeu aqui.

Durante esse tempo, ele irá acompanhar toda a rotina do serviço, desde os atendimentos ambulatoriais até as cirurgias, e poderá aprender com os seus colegas de profissão e com os profissionais da equipe multiprofissional. “Com essa experiência, ele irá mudar a história da Ortopedia Oncológica de La Paz. Nós temos o prazer de colaborar”, ressalta dr. Marcelo.

Dr. Aparício diz que a infraestrutura oferecida pelo HCP para os pacientes de câncer ósseo fez com que, mesmo em pouco tempo, ele já tenha aprendido muito sobre o manejo dos pacientes, as práticas clínicas e o tratamento oncológico. “Em La Paz, não temos nenhum leito destinado exclusivamente para os pacientes com câncer. Como podemos aprender dessa forma? Aqui, são quinze leitos e vários pacientes, todos os dias”, pontua.

A escolha de vir para o Brasil, no entanto, não foi uma decisão fácil. Além do calor do Recife e da diferença entre os idiomas, o médico de 46 anos tem um desafio maior para enfrentar: a distância da família, que ficou na Bolívia. Casado e com três filhas pequenas – a menor tem apenas um ano de idade, nasceu aos cinco meses de gestação e precisa de cuidados médicos diários –, o médico boliviano precisar lidar com a saudade de casa. “A coragem de vir para o Brasil veio de Deus. A minha única motivação é a vontade de aprender. Quero ajudar os meus pacientes de alguma forma”, finaliza.

 

 

Associação Câncer Boca e Garganta conhece o HCP

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), a visita de representantes da Associação Câncer Boca e Garganta (ACBG), organização não governamental que atua em prol dos pacientes de tumores de boca e garganta. Fundadores e voluntários da associação, a ex-paciente de câncer de laringe, Melissa Medeiros, e seu filho, Gabriel Marmentini, saíram de Santa Catarina e seguem em campanha conhecendo os hospitais de referência e centros especializados no tratamento de câncer em todas capitais do Brasil – cerca de 40 unidades de saúde no total.

As visitas são parte do projeto Rede+Voz, cujo objetivo é promover a inclusão, a disseminação de informação e a aproximação das instituições de tratamento oncológico no País. No HCP, o grupo conheceu os serviços de Nutrição, Psicologia, Odontologia, Fonoaudiologia e Cabeça e Pescoço. A coordenadora do serviço de Fonoaudiologia do HCP, Roberta Borba, acompanhou toda a visita. “É uma mobilização nacional com hospitais de referência que atendem esse tipo de câncer, e, para integrar as ações com esses centros, nós abrimos as portas do nosso serviço”, explicou.

 

 

HCP apresenta novo Planejamento Estratégico

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Nortear o futuro do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Esse é o objetivo do Planejamento Estratégico 2017-2022, apresentado para gerentes, coordenadores e supervisores do HCP no último dia 16 de junho. Desenvolvido pela CPPL – Consultoria em Gestão, com a participação dos gestores do HCP, o documento marca a retomada de um ciclo de inovação da gestão dentro do hospital e apresenta, ainda, os novos princípios que deverão ser seguidos na organização, com a atualização da identidade institucional - missão, visão e valores do HCP.

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A primeira iniciativa de construção de um Planejamento Estratégico para o HCP ocorreu em 2015. Na época, o projeto foi elaborado pela GD Consult. Agora, passados dois anos, surgiu a necessidade de atualizá-lo. “Nós passamos a entender o HCP e a enxergar o que queremos para o futuro; temos buscado melhorias em todos os segmentos com o objetivo final de atender melhor os pacientes e, ao lado disso, temos a preocupação de manter a sustentabilidade do hospital”, explicou o superintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca.

planejamento2.JPGSuperintendente Geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca

A reunião de apresentação do planejamento marcou o início da segunda fase do projeto: a Monitoração da Estratégia, que consiste em acompanhar a execução do planejamento estratégico. A primeira atividade desse processo foi o compartilhamento das novas diretrizes com profissionais que ocupam posições estratégicas na instituição. “Vocês são pilares, líderes, e irão disseminar todas essas ideias dentro do HCP. É importante que todas essas estratégias estejam presentes no cotidiano de todos os colaboradores do hospital”, reforçou dr. Hélio.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

A atualização da visão, da missão e dos valores do HCP está entre as principais novidades do planejamento estratégico, coordenado e apresentado pela psicóloga e sócia da CPPL, Stéphanie Filgueira, e pela psicanalista do grupo, Ana Elizabeth Cavalcanti. “Quando pensamos em planejamento estratégico, pensamos em absoluta interdependência entre os trabalhos e as pessoas, que devem ser orientadas e motivadas por um objetivo em comum. Esses princípios irão, de fato, orientar todas as ações dos colaboradores”, explicou Ana Elizabeth.

planejamento1.JPGSócia da CPPL, Ana Elizabeth é uma das coordenadoras do planejamento estratégico

De acordo com Ana Elizabeth, a missão diz respeito a quem é o HCP e qual é seu objetivo dentro da sociedade. Já a visão se refere aonde queremos chegar enquanto organização. “É justamente um marco que colocamos no futuro. Agora, nós vamos traçar um caminho para chegarmos lá. Esse trabalho de persistência faz com que alcancemos nossos objetivos”, reforçou. Por fim, os valores dizem respeito ao DNA da instituição, aos princípios que movem o HCP.

Para guiar o HCP rumo à conquista de sua visão, foi elaborado um desafio, que deverá ser cumprido até o mês de junho de 2018: equilibrar a receita e a despesa, implicar as equipes com a sustentabilidade e estratégia do HCP, manter a qualidade da assistência e ampliar o ensino e pesquisa. “Como a visão diz respeito a um período de cinco anos, criamos ‘degraus’ para alcançarmos esse objetivo. Justamente por isso esse desafio não pode ser confortável; ao contrário, ele deve nos tirar do campo do conforto”, enfatizou Ana Elizabeth. 

Para vencer esse desafio são estabelecidas prioridades – e não existe uma prioridade mais importante do que a outra. “Eu acredito que iremos atingir nossos objetivos, porque eu confio muito nas nossas equipes”, finalizou dr. Hélio Fonsêca.

Campanha Julho Verde alerta sobre Câncer de Cabeça e Pescoço

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Julho verde: um mês inteiro para chamar a atenção para a existência do câncer de cabeça e pescoço. A campanha, que faz alusão ao Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço, celebrado em 27 de julho, reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença, que possui chances de cura superior a 80% quando detectada no início. O Julho Verde foi idealizado há dois anos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP).

Câncer de cabeça e pescoço é o nome genérico que se dá aos tumores que ocorrem na boca, na faringe, na laringe e nos seios paranasais. Em geral, os tumores de cabeça e pescoço são mais frequentes em homens com mais de quarenta anos, e, juntos, representam o segundo tipo de câncer com maior incidência na população masculina brasileira, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

De acordo com o coordenador do serviço de Cabeça e Pescoço do HCP, Dr. Paulo Bentes, isso ocorre porque a doença está fortemente associada ao consumo de álcool e ao tabagismo. “Pessoas que utilizam cigarros há muito tempo têm riscos 20 vezes maiores de desenvolverem algum câncer de cabeça e pescoço. Quando há também o consumo do álcool, essa chance sobe para 25 vezes”, destacou. Nos últimos anos, a infecção pelo HPV também tem sido relacionada com tumores de boca, orofaringe e laringe.

Os sintomas variam de acordo com o tipo do tumor, mas de modo geral, é preciso ficar atento a feridas na boca ou na garganta que demoram a cicatrizar; dor ou dificuldade para engolir; rouquidão por tempo prolongado; e caroços no pescoço. “Não existe nada mais fácil do que detectar esses sintomas, mas, mesmo assim, continuamos a fazer o diagnóstico do câncer quando ele já está avançado. Quanto mais cedo o tumor for detectado, maior a chance de cura e menor as consequências para os pacientes”, frisou o médico.

Números HCP

Em 2016, o serviço de Cabeça e Pescoço do Hospital de Câncer de Pernambuco recebeu mais de 2 mil novos pacientes com a doença, além de ter realizado mais de 11,2 mil consultas e de 2,6 mil cirurgias. Atualmente, o setor conta com 12 cirurgiões especialistas e é responsável por realizar cerca de 60% de todas as cirurgias em pacientes com câncer de cabeça e pescoço no Estado.

Reunião apresenta a formalização e inovação dos processos em unidades do HCP Gestão

filipe-bitu.JPGO superintendente do HCP Gestão, Filipe Bitu, apresentou inovações que serão adotadas em processos administrativos

Na última sexta-feira (30), o superintendente do HCP Gestão, Filipe Bitu, reuniu gestores do Hospital da Mulher do Recife para apresentar as próximas inovações a serem adotadas em processos administrativos e de serviços. Os processos contemplam todas as unidades administradas pelo HCP Gestão: Hospital da Mulher e UPAEs do Arruda, Belo Jardim e Arcoverde. A diretora geral do HMR, Isabela Coutinho, e a coordenadora da UPAE do Arruda, Adriana Bezerra, também participaram do encontro.

Filipe Bitu iniciou a apresentação com um breve histórico da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, ao qual estão vinculados o Hospital de Câncer de Pernambuco e o HCP Gestão. Entidade privada sem fins lucrativos, o SPCC se qualificou como OS de Saúde em 2014. O superintendente aproveitou para explicar como funcionam as Organizações Sociais (OS), entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas para atividades de relevante valor social.

 

Em seguida, relatou os compromissos assumidos pelo HCP Gestão, como OS. “Temos metas para a realização dos serviços e para a qualidade dos serviços prestados”, afirmou, entre outros detalhes. Para a excelência da gestão, destacou quatro pilares de sustentação: responsabilidade jurídica, qualidade, inteligência e sustentabilidade. Filipe Bitu elogiou o comprometimento das equipes e demonstrou confiança na implantação dos processos. 

 

Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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