HCP Comunica - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

HCP Comunica

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), instituição referência no tratamento de câncer, tem projetos aprovados no Fundo Municipal e Estadual da Pessoa Idosa, Fundos Especiais de amparo social controlados pelos Conselhos dos Direitos da Pessoa Idosa e fiscalizados pelo Ministério Público, que tem o objetivo de assegurar os direitos sociais dos idosos. No HCP, esse programa possibilita que pessoas jurídicas contribuam com o tratamento oncológico de pacientes idosos em tratamento por meio da destinação de até 1% do imposto de renda devido, sem pagar nada mais por isso.

Para que a destinação seja realizada, basta que a empresa seja tributada com base no lucro real e que declarem o Imposto de Renda no decorrer no ano-calendário. A vantagem desse tipo de destinação é que o contribuinte não paga nada a mais do que já pagaria de IR, mas tem a garantia de que essa parte do imposto será direcionado para projetos dentro do município ou estado de interesse. Ao realizar a contribuição, a empresa ajuda a custear o tratamento hospitalar e ambulatorial prestado aos pacientes idosos, bem como a aquisição de materiais médicos. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam que 70% dos casos de câncer acontecem na terceira idade, o que está relacionado a fatores como envelhecimento das células e maus hábitos.

Os Fundos são um instrumento de captação, repasse e aplicação de recursos destinados a propiciar programas, projetos e ações voltados às pessoas idosas, conforme determina o Estatuto do Idoso. Apesar de ter como base um imposto de competência federal, os Fundos do Idoso funcionam de forma descentralizada em todo o país, ou seja, cada estado e cada município administra seus respectivos Fundos.

CONHEÇA OS PROJETOS DO HCP APROVADOS PELOS FUNDOS MUNICIPAL E ESTADUAL DO IDOSO AQUI

Os projetos do Hospital de Câncer de Pernambuco atendem as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - ONU. 

Veja como é fácil no passo a passo:

1- Deposite até 1% do valor do IRPJ a pagar na conta do Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (FMDPI) ou do Fundo Estadual dos Direitos do Idoso de Pernambuco (FEDIPE).

FMDPI:

Banco do Brasil – 001

Agência 3234-4

Conta 11341-7

CNPJ 24.129.894/0001-82

Favorecido: Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa

FEDIPE

Caixa Econômica Federal

Agência: 1294-6

C. Corrente: 600.430.101-5

CNPJ: 17.612.909/0001-01

Favorecido: Fundo Estadual dos Direitos do Idoso de Pernambuco (FEDIPE).

 

2- Envie o comprovante do depósito para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. com o CNPJ do doador, data e valor efetivamente depositado no FMDPI.

3 - O HCP acompanhará o andamento da destinação e enviaremos o recibo do FMDPI, assinado pelo Conselho Municipal do Idoso, comprovando a destinação.

Dúvidas?

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Ou ligue (81) 3217-8004.

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Com a presença do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, João Campos, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) inaugurou na noite da última quinta-feira, 1º de setembro, o Edifício Governador Eduardo Campos, prédio anexo à instituição restaurado após incêndio de parte das instalações elétricas ocorrido em 2014. Com a conclusão da obra, a capacidade de atendimento do hospital aumentará em 30%, além de proporcionar melhor estrutura e qualidade ao atendimento.

A solenidade teve início com a apresentação de um vídeo institucional do HCP, produzido pela equipe de marketing do hospital, mostrando o andamento da obra de requalificação até a sua conclusão. Em seguida, o evento foi abrilhantado pela apresentação do Coral Anjos de Rosa, formado por integrantes da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Pernambuco, grupo voluntário da instituição. Os Doutores da Felicidade também antecederam os momentos de fala com uma apresentação musical, seguido pela benção do capelão Fábio Paz.

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O superintendente geral do HCP, Hélio Fonsêca, abriu os momentos de fala, mostrando a emoção pela entrega desta importante obra. “Sou médico desta instituição há 25 anos. Agora, atuando na equipe de gestão, este, com certeza, é um momento de emoção. Essa requalificação é resultado de um esforço conjunto. Tudo isso só é possível porque dentro de cada um de nós existe o sentimento humano de empatia. Os números assistenciais são importantes para dar embasamento à tomada de decisão da gestão, mas são as pessoas a essência para a nossa existência como instituição. Aqui a gente trata a vida com amor”, falou emocionado.  

O prédio, com 8.890m², é composto por cinco pavimentos: no térreo, permanece o Centro de Quimioterapia, a oncologia clínica, a sala de transfusão ambulatorial e a central de esterilização. No primeiro andar, funcionará o Centro de Transplante de Medula Óssea – CTMO, com 10 leitos. No segundo andar, a enfermaria de onco-hematologia, com 33 leitos, 13 a mais do que tinha anteriormente. No terceiro andar, 20 leitos de UTI, sendo 14 leitos clínicos e seis cirúrgicos. No quarto e último andar, um novo centro cirúrgico com 11 salas, quatro a mais do que tinha anteriormente, e mais 12 leitos de recuperação e 05 de indução anestésica. 

O nome do edifício é uma homenagem ao ex-governador de Pernambuco, que tinha grande estima pela instituição, contribuindo com a requalificação de diversas áreas do hospital durante a sua gestão. “Na ocasião da intervenção, o governador afirmou que enquanto estivesse no governo cuidaria do HCP, e ele cumpriu a promessa. Cuidou com afinco, determinação e apoio decisivo da primeira dama, Renata Campos, proporcionando diversas benfeitorias, como reformas e ampliações de ambulatórios, enfermarias, UTIs, mas principalmente a retomada da obra deste prédio. Nas palavras do sempre presente governador Eduardo Campos, com a entrega desse prédio, estamos inaugurando vida na vida das pessoas”, lembrou o presidente do Conselho de Administração da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer (SPCC), entidade administradora do HCP, Ricardo de Almeida.

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“O hospital do Câncer é um patrimônio do povo de Pernambuco. Fruto de muitas mãos. Uma delas, do Governo do Estado, que ajudou na requalificação. Foram investidos mais de R$ 70 milhões e um dos prédios concluídos foi esse. Isso dialoga muito com o momento que estamos vivendo, pós-pandemia. Sabemos que há uma demanda reprimida em várias áreas da saúde. Uma delas é o tratamento do câncer. A plenitude de funcionamento do hospital fará com que ele amplie a capacidade de atendimento das pessoas. O HCP é responsável por 50% das cirurgias oncológicas do estado e o prédio dará condições de ampliar os trabalhos em 30%”, afirmou o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Emocionado, o prefeito do Recife, João Campos, lembrou a relação do pai com o HCP. “Venho aqui com muita alegria e represento minha família com muita emoção. Tive a oportunidade de estar com o meu pai na última visita ao hospital. Quando era mais novo, lembro quando ele saia em todo o Natal para visitar o Hospital de Câncer, sempre trazendo uma boa notícia. Vir aqui hoje, ver essa homenagem, mostra o que ele sempre me dizia em fazer o bem sem esperar nada em troca, porque um dia essa conta chega. De forma muito humilde podemos dizer que sem Eduardo Campos não teríamos essa inauguração e o hospital forte como está, referência no tratamento do câncer”.

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“Fico muito feliz em concluir esses oito anos de gestão sabendo que contribuímos com essa conquista, mas não estamos aqui só para inaugurar um prédio, o Hospital de Câncer tem histórias marcantes na vida de todos nós, histórias de superação e de salvar vidas, de dar conforto aos pacientes e familiares. Com essa rede de solidariedade, humanização, mas acima de tudo de acolhimento, que parabenizo a todos que fazem o HCP, pela forma corajosa e motivadora de ajudar a nossa população”, encerrou o momento de falar o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Fico muito feliz em concluir esses oito anos de gestão sabendo que contribuímos com essa conquista.

Após as falas, os presentes puderam conhecer as novas instalações do Edifício Governador Eduardo Campos.

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Entre os presentes ainda estiveram presentes o senador, Humberto Costa, o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, a secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque, o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE), Gabriel Cavalcanti, o vereador do Recife e médico do HCP, Tadeu Calheiros, a superintendente geral do Imip e presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos do Estado de Pernambuco (Fehospe), Tereza Campos, a presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Pernambuco, Maria da Paz Azevedo Silva, representantes da Marinha, Consulados, além de funcionários, doadores e voluntários.

 

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Foto: superintendente de Ensino e Pesquisa, Guilherme Costa; superintendente do HCP Gestão, Filipe Bitu; superintendente Técnico, João Alberto Barros; superintendente de Controladoria, Josenildo Sá; superintendente Geral, Hélio Fonsêca; superintendente Administrativa, Cláudia Barbosa; presidente do Conselho de Administração da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer (SPCC), Ricardo de Almeida; e o superintendente financeiro Alberto Cavendish. 

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Na superintendência de ensino e pesquisa, no último dia 14 de julho, reuniram-se os integrantes da gerência de convênios e projetos, gerência de enfermagem e as empresas Pickcells e OXY.SOCIAL.  O objetivo foi apresentar os resultados preliminares da imersão diagnóstica realizado pela OXY.SOCIAL junto à gestores estratégicos e, ainda, debater sobre o andamento da implantação da prova de conceito e inventário em patologia digital que está sendo realizada por um scanner digitalizador de lâminas da Pickcells, na patologia do HCP. As duas atividades são uma iniciativa conjunta como primeiro passo para um laboratório de inovação do Hospital de Câncer de Pernambuco.

O laboratório faz parte da visão estratégica voltada para resolução de problemas e desafios. “O objetivo é que possamos contar com uma estrutura pensada para gerar condições favoráveis para que a inovação ocorra, estimulando a reflexão, a pesquisa, a prototipagem de ideias, o intercâmbio de boas práticas, a realização de cursos de capacitação e formação, o desenvolvimento de soluções de interesse de uma gestão moderna, inovadora e resolutiva e, no limite, a projeção de tendências para a melhoria das políticas e serviços ofertados”, destaca o superintendente de ensino e pesquisa, Dr. Guilherme Costa.

“Uma das principais características de um Laboratório de Inovação é o foco no usuário, a sistematização do conhecimento da equipe e a capacidade de conectar pessoas e estruturas para construção de soluções. Isso ocorre através da troca de experiências exitosas entre profissionais qualificados de diferentes áreas, permitindo a multidisciplinaridade como ponto principal para que soluções inovadoras possam surgir em diferentes setores do tecido social”, reforça Patrícia Menezes, gerente de convênios e projetos”. O principal objetivo de um laboratório de inovação é solucionar problemas da maneira mais eficiente possível.

A reunião também tratou do Núcleo de Projetos do HCP, onde conta com gestores fixos e gestores convidados, que contribuem para o desenho dos projetos em elaboração no hospital frente aos desafios identificados e discutida de forma ampliada com os demais gestores. “As soluções discutidas pelo núcleo passam a compor o banco de projetos do HCP e são incluídos em projetos em elaboração ou tornam um projeto em si”, explica Wagner Santos, Coordenador Geral de Projetos. O Núcleo também é o local onde ocorrem as discussões sobre as fontes de financiamento disponível e que projetos o perfil adequado para ser submetido.

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Por fim, foram discutidas as fontes de financiamento que o hospital ainda não acessa, em especial, as vinculadas as leis de inovação, startups e pesquisa e desenvolvimento. Como resultado desta discussão vislumbra-se a criação de um Comitê de Inovação responsável por avaliar e planejar a adequação do HCP aos requisitos desta modalidade, visando atrair investidores privados e iniciativas de inovação focadas na resolução de problemas e desafios do hospital ou da atenção oncológica. No dia 04 de agosto ocorrerá a reunião de segmento onde as questões voltadas para a criação de um Comitê de Inovação serão aprofundadas.

 

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A campanha nacional Julho Verde, criada em atenção aos cânceres que acometem a região da cabeça e pescoço, também está na programação do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Referência em tratamento oncológico, a instituição lança neste mês uma série de conteúdos sobre o tema com o objetivo de alertar a sociedade sobre os riscos dessas doenças. Neste ano, o mote da campanha do HCP é Câncer de Cabeça e Pescoço: previna, detecte, trate e cure. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os cânceres de cabeça e pescoço são o quinto tipo de maior incidência entre homens e mulheres no Brasil. 

O termo câncer de cabeça e pescoço é utilizado para o conjunto de tumores que se manifestam na face, boca, laringe, faringe, glândulas parótidas, glândulas salivares, tireoide, e ossos da cabeça e pescoço, portanto, mexem com a estética facial, a deglutição, a alimentação e a voz do paciente. Por ter sintomas parecidos com outras condições clínicas, como aparecimento de um nódulo, uma ferida que não cicatriza, dor de garganta que não melhora, dificuldade para engolir e alterações na voz ou rouquidão, muitas vezes os sintomas são negligenciados. Cerca de 76% dos casos de câncer de cabeça e pescoço, segundo o INCA, são diagnosticados tardiamente, aumentando as possibilidades de sequelas no paciente, além de elevar a taxa de mortalidade. 

O diagnóstico precoce e o rápido início do tratamento são fundamentais para a cura do câncer de cabeça e pescoço. “Para a detecção precoce é importante ter atenção aos sintomas e realizar acompanhamento médico e odontológico frequentemente. Os profissionais são os mais indicados para a identificar o câncer no estágio inicial”, alerta o coordenador e cirurgião do serviço de cabeça e pescoço do HCP, dr. Luiz Mário. A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) indica que a detecção precoce desse tipo de câncer pode alcançar até 90% de cura se tratado precocemente. No Brasil, o cenário para o câncer de cabeça e pescoço é preocupante. São registrados cerca de 41 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer. No entanto, o diagnóstico e o tratamento tardio ainda estão entre os principais entraves para o enfrentamento da neoplasia que, apenas em 2019, acometeu mais de 13 mil brasileiros.

Historicamente esses cânceres estão ligados ao consumo do tabaco e álcool, má condição de higiene oral, infecção pelo HPV (papiloma vírus humano) e a exposição ao sol. A prevenção primária se enquadra em evitar os fatores de risco: não fumar, não consumir bebidas alcoólicas em excesso e não praticar sexo oral sem proteção. Manter hábitos saudáveis, uma boa higiene bucal e visitas regulares ao dentista podem propiciar diagnósticos em estágios mais iniciais e garantir o sucesso do tratamento. A vacina contra o HPV está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Ela combate os quatro tipos de vírus (6, 11, 16 e 18). Os tipos 16 e 18 são os mais relacionados ao câncer de colo uterino e de cabeça e pescoço.

 A maioria dos tumores de cabeça e pescoço têm como tratamento a cirurgia, mas em alguns casos, dependendo da gravidade do tumor, pode-se optar pela quimioterapia, a radioterapia ou a associação de ambos. O tratamento desses tumores, em muitos dos casos, levam os pacientes a precisarem de acompanhamento com fonoaudiólogos, enfermeiros e fisioterapeutas para proporcionar melhores resultados.  

 

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 Na manhã da última sexta-feira (17/6), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi presenteado com uma doação muito importante, um caminhão baú, do acervo de bens do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região. A presidente do TRT-6, desembargadora Maria Clara Saboya, entregou o veículo que será utilizado principalmente para recolher as doações.

"Nós temos um caminhão muito antigo e sem baú. Um veículo desse porte deixa todos os que fazem o HCP vibrando de alegria, pois atende uma necessidade muito grande da nossa instituição", lembra dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP. Também estiveram presentes a superintendente administrativa, Cláudia Barbosa, e a gerente de Captação de Recursos, Juliane Carvalho.

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Para Clara Saboya, "esse ato é muito mais do que uma entrega para o HCP. Esta instituição é muito importante para todos os pernambucanos e estamos muito satisfeitos por poder ajudar tantas pessoas." Ela lembra que o bem estava com pouco uso no Tribunal e que, com certeza, será muito mais útil no hospital.

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O deputado Túlio Gadêlha abriu o processo de votação pública das Emendas Participativas 2022. Uma oportunidade para a população, através do voto popular, decidir os projetos que receberão recursos da emenda parlamentar do deputado.

Mais uma vez o HCP está concorrendo para receber esse recurso, dessa vez o valor de R$ 1.001.673,76, que será utilizado para aquisição de insumos para mais de 160 cirurgias oncológicas minimamente invasivas (laparoscopia) no Hospital de Câncer de Pernambuco. 

Benefícios

A laparoscopia, com fim diagnóstico ou tratamento, viabiliza a realização de procedimentos minimamente invasivos, o que permite uma recuperação mais rápida, menor tempo de internamento hospitalar, menos dor e menos infecções de ferida operatória no paciente.

Valor do projeto 

R$ 1.001.673,76

Pacientes beneficiados

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Pela primeira vez a categoria “organizações filantrópicas” fez parte da votação do prêmio Marcas que eu gosto, da Folha de Pernambuco. O público respondeu à pergunta “qual a organização filantrópica que você lembra e que gostaria de ajudar?”, consolidando o Hospital de Câncer de Pernambucano (HCP) em 1º lugar. A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), entre os meses de fevereiro e março, com entrevistados dentro da população do Recife. Foram ouvidas pessoas acima de 16 anos, de todas as classes econômicas, sexo e localidades da cidade.

O Marcas que eu gosto premia as empresas que conseguem ser referência para os consumidores.  Na hora de escolher, a pessoa não recebe nenhum estímulo ou indicação de possíveis empresas, ou seja, a pergunta é feita abertamente. Essa foi a 19ª edição. 

Lembrado em 1º lugar, o HCP é uma instituição privada, sem fins lucrativos e filantrópica, localizado no bairro de Santo Amaro, área central da região metropolitana do Recife. Há mais de sete décadas atua exclusivamente no tratamento oncológico, prestando assistência especializada e integral exclusivamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e com o apoio da sociedade, pessoas físicas e jurídicas que contribuem com doações para complementar os custos da instituição. É com estas doações que o hospital capta o complemento financeiro necessário para seu custeio e manutenção, o que evidencia a constante necessidade de busca por recursos para modernização e readequação das instalações, aquisição de equipamentos e consequente fortalecimento do serviço prestado à população com câncer.  

Referência no Brasil na prevenção e tratamento de câncer, a instituição atende cerca de 51% dos pacientes com oncológicos do estado de Pernambuco, diagnosticando todos os anos, aproximadamente, 1.000 novos casos da doença, além do tratamento já iniciado de pacientes (mais de 20 mil pessoas atualmente). Oferece atendimento em mais de 20 especialidades médicas e de reabilitação, atuando com uma equipe composta por cerca de 840 profissionais de saúde, de forma integral e humanizada, fornecendo tratamento, prevenção e diagnóstico especializado. Em 2021, o Hospital de Câncer de Pernambuco realizou 209.620 consultas, 58.321 quimioterapias, 8.147 procedimentos cirúrgicos, 2.530 radioterapias, 663.515 exames e 10.098 mamografias.

Confira o anúncio do HCP que saiu na Folha de Pernambuco: 

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O poder da comunicação:

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O departamento de Marketing e Comunicação do HCP tem um importante papel no compartilhamento de informações da instituição para a sociedade. O setor é responsável por idealizar, desenvolver e compartilhar as campanhas, seja no âmbito da comunicação ou captação de recursos. Em 2021, por exemplo, foram mais de 30 campanhas produzidas, 265 conteúdos para redes sociais, mais de 150 matérias, Revista HCP e Marketing Day, além do apoio para a produção de conteúdo dos diversos departamentos do hospital.

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Através da assessoria de imprensa, responsável pelo relacionamento com os veículos de comunicação (jornais, TVs, rádios e sites), foram mais de 450 notícias espontâneas positivas divulgadas sobre o HCP, o que equivale a mais de R$ 2 milhões de reais em notícias se fossem pagas. 

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Foto: Patrícia Menezes (gerente de convênios e projetos do HCP), Hélio Fonsêca (Superintendente Geral do HCP), Túlio Gadêlha (deputado federal ), Wagner Santos (coordenador geral de projetos).

Como instituição filantrópica, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) conta com o apoio da sociedade para complementar os recursos necessários a oferecer o tratamento de forma integral e totalmente gratuita ao paciente em tratamento contra o câncer. Entre as diversas formas de recebimentos de recursos existe as Emendas Parlamentares, um instrumento garantido aos deputados estaduais, federais e senadores. Dessa maneira os parlamentares podem opinar ou influir na alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos que assumiram no seu mandato, tanto junto aos estados e municípios quanto a instituições, atendendo as demandas das comunidades que representam. 

Para receber o recurso, o HCP elabora e submete a proposta, que dá origem aos convênios e Termos de Fomento. Assim, as Emendas Parlamentares são designadas para a aquisição de bens específicos e descritas na proposta. Isso significa dizer que o parlamentar pode indicar Emendas para a aquisição de insumos, equipamentos, ou incremento do custeio dos serviços da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC). Esse relacionamento com os parlamentares é realizado pelo departamento de Convênios e Projetos do HCP que atua na captação de verba pública e privada, junto com o Setor de Captação de Recursos, através da elaboração de projetos que visam melhorias estruturais e assistenciais para a instituição. Além da elaboração, também é de responsabilidade do setor celebrar os contratos, executar os processos de aquisição de objetos provenientes da verba (descritos no projeto), monitorar e prestar contas. 

Resultado do trabalho da atual gestão de 2011 a 2022 do HCP, já foram captados mais de R$ 5 milhões em emendas parlamentares estaduais e mais de R$ 63 milhões em emendas federais. Os recursos recebidos foram destinados à aquisição de equipamentos como tomógrafo, ressonância magnética, arco cirúrgico, todas as camas hospitalares, ultrassom, raios-X, renovação dos equipamentos do bloco cirúrgico, renovação de todos os equipamentos da UTI, endoscópio, câmaras de conservação de quimioterápicos, computadores, ar condicionados, carros de emergência, ventiladores pulmonares, cardioversor, monitores multiparamétricos, biombos, suportes de soro, instrumentais cirúrgicos, unitarizadora de medicamentos, enxoval de hotelaria, roupas cirúrgicas, insumos hospitalares, medicamentos, além da importante requalificação do bloco cirúrgico, UTI, enfermarias e ambulatórios. 

Somados aos outros meios de captação de recursos da instituição, as emendas parlamentares vêm ajudando a manter a qualidade na assistência aos pacientes em tratamento contra o câncer. Porém, como hospital oncológico, que realiza procedimentos de alta complexidade e alto custo, as doações e destinações parlamentares precisam ser periódicas para a constante evolução da instituição, auxiliando no custeio, manutenção e atualização do parque tecnológico.

Para manter essa parceria, uma série de agendas com os parlamentares vem sendo realizada neste primeiro semestre. O superintendente geral do Hospital de Câncer, dr. Hélio Fonsêca, e a gerente de convênios e projetos, Patrícia Menezes, encontraram-se com parlamentares federais e estaduais em reuniões no HCP e em Brasília. 

Confira alguns desses registros: 

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Foto: Deputado federal Antônio Brito e o diretor da CMB, Mario Cesar. 

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Foto: Deputado federal  André de Paula.

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Foto: Deputado federal Danilo Cabral.

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Foto: Deputado federal Gonzaga Patriota.

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Foto: Deputado federal Luciano Bivar.

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Foto: Deputado federal Tadeu Alencar.

 

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Foto: Senador Humberto Costa.

 

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Foto: Senador Jarbas Vasconcelos.

 

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Com as aulas encerradas no mês de dezembro de 2021, os alunos do Programa de Educação Permanente em Cuidados Paliativos participaram nos dias 20 e 21 de maio do Webinar Capacitação em Cuidados Paliativos, onde também ocorreu a apresentação dos trabalhos de conclusão do Programa. O Webinar contemplou entre os temas assuntos como “papel da Secretaria de Saúde no incentivo ao desenvolvimento de novos serviços em cuidados paliativos”, “perspectivas dos cuidados paliativos no setor privado: onde estamos e qual o futuro” e “cuidados paliativos no presente e no futuro: onde estamos”. Entre os palestrantes, Rodrigo Bezerra Pires, Livia Interaminense e Fábio Malta, respectivamente.

O Programa, realizado através de incentivo financeiro via Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – PRONON teve a proposta de formar um núcleo de educação permanente em cuidados paliativos para aperfeiçoar a qualidade da assistência a pacientes oncológicos do HCP, assim como, difundir conhecimento capacitando e ensinando os profissionais de saúde para atuarem na rede oncológica do SUS de Pernambuco. 

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No dia 21, oito apresentações marcaram o encerramento do Programa. Essas apresentações foram realizadas pelos alunos do curso, que tiveram a oportunidade de criar conteúdos, a exemplo de ebooks e cartilhas, sobre o tema estudado. Entre os trabalhos, o realizado pelo grupo de Helena Pedrosa, psicóloga atuante no Hemope, que produziram cartilha sobre os Modelos Assistenciais de Cuidados Paliativos. “Durante nossas pesquisas no curso, principalmente para o desenvolvimento do nosso trabalho, percebemos que as teorias que encontrávamos eram muito vagas nas questões práticas da implantação dos cuidados paliativos na assistência, se atendo muito aos conceitos. Assim, nosso material buscou destacar de forma objetiva e prática a maneira de implementar e difundir a essência da abordagem paliativa em vários contextos que se integram, desde a atenção domiciliar, ambulatórios especializados, urgências e emergências, até unidades de terapia intensivas, entre outros. Permitindo assim que os cuidados Paliativos sejam abordados precocemente na trajetória da doença ameaçadora à vida e em múltiplos cenários”, destacou Helena. 

Ainda no grupo de Helena, como forma de apresentar o tema de forma mais lúdica, a mesma elaborou um cordel, onde em 16 pequenas páginas, resume a cartilha elaborada pelo grupo. Entre os outros trabalhos selecionados para a apresentação estavam cartilha sobre Diretivas Antecipadas de Vontade (DAV); folheto informativo para técnicos de enfermagem como ferramenta educativa no manejo do luto de uma doença ameaçadora da continuidade da vida; Cartilha sobre o papel da equipe multiprofissional nos cuidados paliativos como ferramenta educativa no manejo de uma doença ameaçadora da continuidade da vida; ebook com Orientações aos cuidadores e familiares de pacientes em cuidados paliativos; entre outros.

Iniciado em fevereiro de 2021, o curso disponibilizou 160 vagas exclusivamente para profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, assistente social, entre outros profissionais que compõem equipe multidisciplinar em cuidados paliativos. Foram mais de 30 instituições participantes indiretamente. 

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A aparência tecnológica e a variedade de sabores fizeram com que os cigarros eletrônicos e os narguilés ganhassem espaço entre os jovens. Porém, os dispositivos expõem o usuário, de forma igual ou superior ao cigarro convencional, ao tabaco, substâncias cancerígenas e citotóxicas (potencialmente causadoras de doenças pulmonares e cardiovasculares). Para fazer esse alerta, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) inicia neste Junho Branco, mês em atenção ao câncer de pulmão, a divulgação de uma série de conteúdos informativos sobre essas e outras forma de exposição ao tabagismo. Os materiais serão disponibilizados nas redes sociais (@sigahcp) e site hcp.org.br.

 “O cigarro eletrônico traz riscos tal como o convencional. A diferença é de como a nicotina é inalada, uma vez que em cigarros comuns essa disponibilização de nicotina e várias outras substâncias cancerígenas é dada pela incineração, enquanto que nos cigarros eletrônicos acontece uma vaporização. Isso faz com que haja uma concentração maior de nicotina no cigarro eletrônico, se comparado ao cigarro convencional. Os riscos de câncer de boca, pulmão, laringe, enfisema pulmonar, doenças pulmonares intersticiais não só persistem como podem ser até maiores”, explica o coordenador do departamento de cirurgia torácica do Hospital de Câncer de Pernambuco, dr. Bernardo Nicola. 

 A comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar foram proibidas no país pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em 2009. Mesmo assim, os equipamentos são moda entre os jovens e aos que utilizam o dispositivo na intenção de parar o cigarro convencional. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), o vapor emitido pelos aparelhos pode causar ou aumentar as chances de infecções pulmonares (como enfisema pulmonar). O INCA reforça que os dispositivos não são seguros, podendo também causar dermatite, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer. 

Por sua vez, o narguilé possui alta concentração de nicotina e monóxido de carbono, além de mais de 40 substâncias tóxicas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o INCA apontam que fumar narguilé em média de 20 a 80 minutos, equivale à fumaça de 100 cigarros. A OMS indica o tabagismo, seja via cigarros convencionais ou eletrônicos, como responsável pela morte de cerca de sete milhões de pessoas por ano no mundo – e a maior causa evitável de morte. 

 “Não há motivo algum, fora a dependência química pela nicotina, para se continuar um hábito relacionado a tantos males e causador de grande mortalidade da população geral. Basta ter iniciado para saber que já é hora de parar. A ajuda de profissionais especializados pode ser fundamental”, finaliza dr. Nicola.