HCP Comunica - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

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No mês que marca o início do verão, a campanha Dezembro Laranja chega para reforçar a importância dos cuidados com a pele. O câncer na região é o mais frequente em todo o mundo, devendo acometer, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 177 mil pessoas a cada ano do triênio 2020 – 2022, levando em consideração apenas o tipo não melanoma. Para trazer esse alerta, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) lança a campanha “Cuidar da Pele é Preservar a Vida”, que pode ser conferida no site www.hcp.org.br ou nas redes sociais @sigahcp.

Com o final do ano chegando, muitas famílias buscam aproveitar as praias, clubes e parques, aumentando a exposição ao principal fator de risco para o câncer de pele – o sol. A doença é mais comum em pessoas de pele clara acima dos 40 anos, com exceção daquelas já portadoras de doenças cutâneas. Porém, esse perfil de idade vem se modificando com a constante exposição dos jovens aos raios solares. “Vivemos em um país tropical, próximo ao litoral e, por isso, estamos diariamente expostos ao sol, o que requer o cuidado frequente com a pele.  No geral deve-se evitar a exposição prolongada ao sol, especialmente no horário das 9h às 15h. No caso da pele branca é recomendável que se utilize o protetor solar fator 30, repetindo a cada duas ou três horas. Já para peles pretas ou pardas o fator 15 é suficiente, mas também deve ser reaplicado em intervalos curtos. A utilização do boné, óculos de sol e camisa de proteção UV reforça o cuidado”, destaca a dermatologista do HCP, dra. Mecciene Mendes.

Os principais sintomas do câncer de pele são lesões ulceradas e/ou caroços, com ou sem escamas que sangram, aparecimento de manchas escuras, com bordas irregulares ou mudança em uma mancha já existente. Ainda pode incluir sangramento e a não cicatrização da área. O câncer de pele se apresenta em dois tipos, o câncer de pele melanoma e não melanoma (carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide). O primeiro é o mais agressivo dos dois, devido sua alta probabilidade de provocar metástases (disseminação para outros órgãos), mas também o mais raro deles, correspondendo a 3% das neoplasias malignas da pele - são lesões elevadas ou planas, mas, em geral, novos sinais que crescem, mudam de cor ou formato e já podem apresentar sangramento. Localizam-se em pele exposta ao sol ou são sinais antigos que apresentam as mesmas alterações. Pode aparecer em qualquer parte do corpo, sendo mais frequente na região do tronco, no caso dos homens; e nas pernas, no caso das mulheres. “Esse câncer se caracteriza por surgir como uma mancha, que lembra um sinal, mas com uma aparência diferente: ele é furta-cor, com tons de marrom e vermelho, e sangra. Com o passar do tempo, ele cresce e adquire o aspecto de um tumor mesmo”, detalha a dermatologista do HCP, dra. Mecciene Mendes.

O outro grupo de tumores de pele é formado por tipos menos agressivos: o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. “O carcinoma basocelular, é totalmente curável, mas embora não costume provocar metástases, precisa ser retirado rapidamente, porque ele pode invadir localmente e causar deformidades, como a perda do globo ocular”, reforça a especialista. 

Sobre o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem 76 anos e é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes.

 

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Fundado na filantropia, começava há 76 anos, em 09 de novembro de 1945, a história do Hospital de Câncer Pernambuco (HCP), a maior referência em tratamento de câncer do estado. Uma instituição privada, sem fins lucrativos, que nasceu do desejo de senhoras da sociedade de acolher e prestar assistência aos pacientes em tratamento, o que veio a tornar-se a Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer (SCPCC), entidade administradora do HCP, e a Rede Feminina de Combate ao Câncer, grupo voluntário da instituição. Embora o atendimento seja gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o hospital é filantrópico e depende de doações para complementar o tratamento oncológico integral e humanizado. 

Referência em tratamento de câncer, o HCP é habilitado pelo Ministério da Saúde como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), porém destaca-se, em Pernambuco, por ser a única instituição exclusivamente oncológica, oferecendo assistência completa, desde os exames de rastreio a cirurgias e procedimentos de alta complexidade, como quimioterapias e radioterapias. O HCP tem quinze clínicas médicas, como cabeça e pescoço, mastologia e urologia e, ainda, outros onze serviços, com atendimento multidisciplinar (psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, odontologia, nutrição, entre outros) e a única emergência exclusivamente oncológica de Pernambuco. 

Também completando idade nova, temos a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Pernambuco, conhecidos como anjos de bata rosa, grupo voluntário que deu origem ao hospital há 76 anos. Hoje, com cerca de 300 voluntários, o grupo é responsável pelo suporte ao paciente durante e após o tratamento, viabilizando e oferecendo, de forma humanizada, doações diárias de medicamentos, alimentos, artigos de higiene pessoal, exames, próteses, e perucas, além de promover oficinas de artesanato, assistência espiritual e eventos, com o objetivo de proporcionar alegria aos pacientes e acompanhantes. Entre outras atividades, a Rede também é responsável pela administração da Casa de Mirella, centro de apoio destinado aos pacientes que não possuem condições para permanecer no Recife durante seus tratamentos.

Com uma tradição na assistência à população mais carente, o HCP destina a totalidade da sua capacidade ao atendimento 100% SUS. Ou seja, a instituição não cobra por nenhum dos seus serviços e é mantida através de repasses federais e estaduais do SUS, e através de doações de pessoas físicas e jurídicas. É com estas doações que o HCP capta o complemento financeiro necessário para seu custeio e manutenção. Hoje o HCP atende 51% dos pacientes com câncer do estado, firmando-se como o 5º maior Hospital do Brasil em número de cirurgias oncológicas, sendo realizadas 469 procedimentos cirúrgicos ao mês, além de 14.656  consultas, 4.768 quimioterapias e 173 radioterapias mensalmente, segundo dados do DATASUS (2020). Nos últimos anos, também vem se tornando, referência em ensino e pesquisa e na formação de novos profissionais em oncologia nas áreas médicas, multiprofissionais e uniprofissionais. “A história do Hospital de Câncer de Pernambuco é repleta de muitos desafios, mas, sobretudo, da certeza de que, mesmo nas dificuldades, podemos transformar a vida de muitas pessoas, trazendo acolhimento e, sobretudo, a esperança de dias melhores. Isso, com o apoio da sociedade e o empenho de nossos mais de 1.800 colaboradores, entre médicos e demais profissionais de variadas áreas de atuação”, destaca o superintendente geral do HCP, Hélio Fonsêca. 

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“Ter atitude é cuidar da saúde”, é com essa campanha que o Hospital de Câncer Pernambuco (HCP), referência no tratamento oncológico no estado, entra no Novembro Azul, campanha mundialmente realizada para estimular o cuidado com a saúde do homem, mais fortemente o cuidado com o câncer de proposta, o segundo mais comum entre os homens no Brasil (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 65.840 casos devem ser diagnosticados a cada ano do triênio 2020-2022, correspondendo a 29,2% dos tumores incidentes no sexo masculino. No HCP, em 2020, 348 homens foram diagnosticados com a doença.

O diagnóstico tardio é um dos principais motivos para o câncer de próstata ser o segundo tipo de tumor maligno que mais mata os homens, perdendo apenas para o câncer de pulmão. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM, 15.983 homens morreram de câncer de próstata em 2019. “Este câncer cresce muito lentamente e na maior parte das vezes não produz sintomas na sua fase inicial, quando apresentam sintomas, em geral a doença já está em fase avançada, muito embora esse  sintomas também são característicos do crescimento benigno da próstata ou, ainda, se assemelham a outras doenças do trato urinário, como dificuldade para urinar, dor ou ardor miccional e vontade frequente de urinar. por esse motivo, todo homem a partir dos 45 anos, em caso de história familiar de câncer de próstata ou 50 anos para quem não tem histórico familiar de câncer, devem procurar um urologista”, explica o coordenador do ambulatório de urologia do HCP, dr. André Maciel.

A próstata fica localizada abaixo da bexiga e faz parte do sistema reprodutor masculino. Ela é responsável por produzir e armazenar os nutrientes e fluidos que constituem o esperma, fortalecendo e nutrindo os espermatozoides para a fecundação, por isso o diagnóstico tardio da doença também pode afetar a fertilidade. O diagnóstico precoce é a melhor estratégia para diagnosticar o tumor na fase inicial, podendo ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais e endoscópios ou radiológicos. “O indicado é a realização do exame de sangue PSA (Antígeno Prostático Específico) e toque retal anualmente e quando se identifica alguma alteração nestes exames, devemos confirmar a suspeita do câncer com outros exames diagnósticos como a ressonância magnética e biópsia. Sendo câncer, a detecção precoce da doença aumenta em 80% as chances de cura”, acrescenta dr. André. A doença pode ser prevenida mantendo hábitos saudáveis (não fumar, evitar bebidas alcoólicas e manter um bom peso corporal), porém, os principais fatores de risco são a hereditariedade e a idade (tanto a incidência, quanto a mortalidade, aumentam significativamente após os 50 anos), por isso é indispensável o acompanhamento médico.

O urologista também é o profissional capacitado para identificar outras doenças comumente presentes nos homens, como câncer de pênis e testículo. Entre os principais sinais do câncer de pênis estão: ferida ou úlcera persistente ou alterações na cor da pele, secreção branca ou sangue e ínguas na virilha, em especial naqueles pacientes portadores de fimose. São fatores de risco sexo desprotegido e infecção por HPV (Papiloma Vírus Humano), consumo de cigarro e bebida alcoólica, obesidade e sedentarismo.

Entre os principais sinais do câncer de testículo estão: presença de nódulo palpável em geral indolor, dor ou inchaço, nódulo na região e endurecimento. O diagnóstico é facilmente realizado com ultrassom da bolsa escrotal e exames laboratoriais (marcadores tumorais).

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Idealizada pelo Empório Barrozo, Gastro Bar na Rua da Aurora, a Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO já está aberta para visitação do público. A ação faz parte do Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama e conta com a participação de seis pacientes do Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP). O projeto é uma iniciativa do Empório Barrozo e do fotógrafo Moisés Jorge e produção visual de Patrícia Góes. A exposição está disponível desde o último dia 21 de outubro e vai até o dia 21 de novembro, de quarta a domingo, a partir das 14h. No local, os frequentadores poderão realizar doações HCP através de QRCOD’s expostos na galeria, para contribuir com o tratamento do paciente oncológico.

“Quando pensamos em um paciente em tratamento de câncer a primeira coisa que nos vem na cabeça é uma pessoa debilitada, triste. O que estaremos mostrando na exposição são momentos plenos e de felicidade, mesmo em uma fase tão difícil de quem tem a doença e passa por tratamentos muitas vezes difíceis. O objetivo é mostrar que deve existir “SIM” alegria em todos os momentos da nossa vida” ressalta o idealizador da exposição Carlos Pachêco.

A exposição está aberta ao público gratuitamente. “Quando Carlinhos me jogou a ideia assinei em baixo na hora. Até porque o nosso empório não nasceu apenas para ser um lugar onde se bebe e se come, e sim com o objetivo de ajudar ao próximo. Essa é uma das maiores missões do ser humano nessa vida e nós não poderíamos deixar de colaborar com o Hospital do Câncer que realiza um trabalho lindo para o nosso estado” ressalta Ana Paula Góes proprietária do Empório Barrozo.

A jornalista Natascha Costa deu um toque ainda mais especial à exposição. Ao lado de cada painel, o cliente poderá conhecer um pouco mais sobre a história de cada paciente. Em belíssimas palavras, Natascha relata o que o sentimento de cada um ao receber o diagnóstico de câncer, o que eles pensaram na hora que souberam e o rumo decidiram dar para sua vida após a notícia.

Confira as fotos da exposição e conheça cada uma dessas histórias, mas não deixe de conferir pessoalmente e ajudar o HCP.

 

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Maria Luiza Rodrigues

48 anos

Aposentada

Viúva

Mãe de uma filha

Mastectomia Total unilateral

Quimoterapia: 28

Radioterapia: 27

 

Ela tinha 23 nos e uma filha de seis meses, quando a vida mudou completamente. Não bastasse a maternidade e todo o rebuliço que causa no dia a dia das mulheres, Luiza descobriu um câncer que iria testar todos os limites da mente e do corpo dela. “Eu recebi o diagnóstico, mas nem sabia da gravidade da doença. Na verdade eu não tava entendendo nada. Era tudo muito estranho e complicado pra mim”. E não era pra menos. Luiza teve um tipo de tumor muito agressivo, que era retirado e, com cerca de 15 dias, reaparecia. Ao todo foram 28 cirurgias, que fizeram até os médicos desacreditarem de uma possível cura.  “Eu me sentia perdida e fui praticamente adotada por um casal de voluntários do HCP, que me acolheu em tudo. Cheguei a ir pra casa deles e ganhar os remédios que eu não tinha a menor condição de comprar”, lembra. Esse casal era Alciete e Hermes Darci, mais conhecido como HD. Luiza não cansa de falar da importância desses dois anjos, como ela gosta de chamá-los, na vida dela. Mas também lembra o apoio que recebeu do marido, da família e de todos do HCP. A história dessa mulher que enfrentou bravamente as intermináveis sessões de quimio e radio, a perda do marido durante esse processo e viu a filha crescer entrando e saindo de hospital, foi contada no livro ‘O Sorriso de Luiza’, escrito por Gil Acioly.  E é esse sorriso que a gente vê o tempo todo no rosto dessa mãe dedicada que se tornou o maior exemplo de força, coragem e amor ao próximo, pra filha.  “Muitas vezes eu fazia uma sessão de quimio e esperava as reações passarem, pra voltar pro HCP, onde trabalho, e ajudar as pessoas. Amor, cuidado e atenção são remédios poderosos pra quem dá e quem recebe. E eu nasci pra isso”.  Alguém duvida?

 

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Josefa Isaura da Silva  - 55 anos

Catadora de latinha

Viúva

Mãe de uma filha

 

Foi durante o autoexame, na hora do banho, que Isaura sentiu alguma coisa errada no peito. E ela estava certa. Os exames mostraram que aquele nódulo era mesmo câncer e ela precisava ser rápida pra aumentar as chances de cura. Encaminhada pro HCP, Isaura começou o tratamento pra, em seguida, fazer a retirada total da mama direita. “ A gente leva um susto, mas não dá pra ficar muito tempo pensando, chorando, reclamando. Tem que ter fé, primeiramente em Deus, depois nos médicos e seguir”. Isaura se dedicou dia e noite a matar “o bichinho que queria fazer mal a ela”, como disse a médica que viu a mamo. “Eu disse pra doutora que se era um bicho, eu ia matar ele com minha vontade de viver, minha autoestima e meu sorriso. Porque coisa ruim não gosta de ver ninguém feliz e eu sou muito”, comemora. Isaura é puro aprendizado. Não há como conversar com essa mulher sem abrir um sorriso de admiração. Pra ela o dia está sempre lindo, mesmo se amanhecer nublado. Porque ela sabe a importância de estar viva e com saúde. “Eu faço tudo que os médicos dizem pra ficar bem. A quimioterapia mata as células cancerígenas, mas mata as células boas também, então a gente tem que ficar forte pra não deixar o corpo sofrer muito e combater a doença”. Isaura aprendeu o que pôde sobre o câncer, teve todo apoio da família e profissionais do HCP. Todo dia tenta se reinventar pra não ficar parada e ser a melhor avó do mundo Miguel, de 1 ano e meio. “A gente tem que acreditar que Deus tá sempre olhando pela gente. A vida é maravilhosa e não podemos desistir de viver. Sempre dá pra lutar um pouco mais. E eu luto sempre”. E com essa energia incrível, você vai vencer sempre, Isaura.

 

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Andrea Mota - 54 anos

Mãe de dois filhos

Solteira

Auxiliar de saúde bucal

Mastectomia total unilateral

 

 “Senhor, será que vai dar tempo?!”. Esse foi o único questionamento que Andrea fez a Deus, na hora que confirmou que aquele nódulo na mama direita, descoberto durante o banho, era câncer! Um tumor de  9cm e super agressivo, deixava claro que seria uma batalha difícil. “Não foi a primeira vez que achei que fosse morrer, mas ninguém se acostuma com essa sensação”, desabafa. Essa mulher que nasceu em casa, em cima de uma mesa, sabia que era forte o suficiente pra enfrentar mais essa luta. Vítima de violência doméstica física, durante quatro anos, e depois de pensar em acabar com a própria vida e do filho, pra escapar das agressões do pai da criança, Andrea teve a chance de comprovar que ainda havia muito amor e empatia nesse mundo. “Ou eu seguia em frente ou seguia em frente. E foi a mão estendida de uma amiga que renovou a minha fé”. Juntas, ela e Jeronice, carinhosamente chamada de Nice,  seguiram. As sessões de quimio, radio, cirurgia de retirada total da mama, depois retirada dos ovários que ameaçavam causar problemas, tudo era acompanhado de perto por essa amiga por quem Andrea sente profunda gratidão. “Até lenço na cabeça Nice passou a usar pra me deixar mais a vontade” conta emocionada. Hoje esse sorriso é de quem ressignificou tudo, transformou a dor em alerta e solidariedade. Essa mulher incrível virou Voluntária do Amor no HCP e tem levado esse belo exemplo de superação pra centenas de outros pacientes. “A gente está nessa vida pra isso: fazer o bem. Hoje eu sou feliz sim, e sigo reconstruindo minha saúde mental dia a dia. As marcas estão aí pra me mostrar como sou rodeada de amor e muito capaz”. Muito mesmo, Andrea.

 

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Mariana Miranda – 28 anos

Auxiliar administrativa

Casada

Está grávida de oito meses

Mastectomia Total unilateral – Mas será bilateral depois de amamentar

 

Ela tinha 26 anos, muita energia e disposição pra não abrir mão da academia, nem naqueles dias mais preguiçosos. “Eu era focada no meu corpo. Tinha que tá magra e malhada sempre” conta. Até que uma alteração genética favoreceu o aparecimento de um câncer na mama esquerda. Era dezembro de 2019.  “Parecia que o mundo ia desabar. Fiquei sem chão”. A juventude tornava o diagnóstico ainda mais inacreditável. E dezembro, que já carregava o peso de ser o mês da morte do pai de Mariana, ficou ainda mais cruel. “Nessa hora a gente precisa de todo apoio possível. Minha família e meu marido foram fundamentais. Nunca fui sozinha pra nenhuma sessão de quimio, nem radio, muito menos pra cirurgia de retirada total da mama”. Mari conta que, mesmo arrasada pelo diagnóstico, nunca pensou em deixar de lutar. E foi no meio dessa luta que veio a notícia: Mariana descobriu que ia ser mãe, durante a quimioterapia oral. Agora ela precisava cuidar de mais uma vida, além da dela. “Tive que interromper essa etapa do tratamento. Volto depois que minha bebê nascer. Estamos muito bem, eu e ela, graça a Deus e aos meus médicos maravilhosos”, comemora essa menina tão nova, quanto madura, que depois de amamentar vai retirar a mama direita, por precaução. Mariana diz que entendeu perfeitamente porque precisou passar por isso. “Eu tinha que repensar a relação com o corpo. A saúde é o foco. Todo mundo gosta de se olhar no espelho e ficar satisfeito com o que vê. Mas às vezes a gente fere o corpo, achando que tá cuidando dele”. E Noemi Vitória, que chega no fim deste ano, fez o mês de dezembro ser promovido ao mês do renascimento. “Agora eu vou comemorar a minha cura e a vida da minha filha, todo fim de ano”. E a gente fica muito feliz com isso, viu Mari?

 

 

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Daniel Lira – 34 anos

Empresário

Casado

Pai de dois filhos

Mastectomia total unilateral

Quimioterapia: não precisou

Radioterapia: 30

 

Um histórico familiar preocupante deixava Daniel sempre alerta. “Tenho pais, avós, tios  e primos que descobriram câncer em diferentes órgãos do corpo. Isso sempre me preocupou”. Mas o que nunca tinha passado pela cabeça dele é que um dos tipos mais raros de carcinoma masculino, seria descoberto justamente nele. Carcinoma Ductal in-situ. Esse é o nome do responsável pela mudança total na vida de Daniel e da família toda. “Minha esposa chegou em casa dizendo que tinha sido desligada da empresa. Ficamos arrasados. Além da perda financeira havia a preocupação com o plano de saúde. Eu tinha ginecosmatia, um aumento do volume das mamas e precisava me operar pra fazer essa correção. Só que eu sempre adiava”. Com a demissão da esposa, Daniel só tinha mais 20 dias de convênio médico pra voltar ao cirurgião, fazer os exames pré-operatórios e passar pela cirurgia. Não podias mais adiar. E deu tudo certo! Como procedimento padrão, o material retirado das mamas seguiu pra biópsia. E foi aí que veio o susto! Sem dar o menor sinal de que estava ali, o câncer tinha se instalado. “Na hora parece que te dão uma sentença de morte e eu só tinha 32 anos. Só que o resultado é apenas um diagnóstico e a gente precisa entender isso pra juntar forças e lutar”,  ensina. E assim foi feito. Com o câncer de Daniel, a família toda passou a se cuidar mais, principalmente os homens. Ele mesmo hoje leva uma vida bem mais saudável, com alimentação balanceada e exercícios físicos. “A gente entendeu tudo. Foi um alerta pra todo mundo. Deus sempre faz a coisa certa. Tenho uma família incrível e a gente ainda tem muito o que viver juntos. Eles são minha prioridade”. É, Daniel, a gente também entendeu tudo. 

 

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Risolene Maria da Silva - 46 anos

Costureira

Solteira

Mãe de uma filha

Mastectomia total unilateral

Quimioterapia: 8

Radioterapia: 32

 

“Todos me abandonaram, menos Deus e minha boneca”. É assim que Risolene resume a falta de apoio que teve, quando contou pra família que estava com câncer. “Parecia que eu tinha dito que tava com uma dor de cabeça”. A frase só não é mais forte que essa mulher de 46 anos, que aos 38 foi surpreendida por um tumor no seio. “Eu vinha sentindo uma dormência nos braços fazia tempo. Mas achava que era o esforço na bicicleta” conta. E assim ela foi adiando o ida ao médico. Até que o acaso salvou a vida dela.

O ex-marido pediu ajuda pra fazer uma sopa na casa dele. E ela foi. Sopa pronta e eles foram sentar pra comer juntos. Foi aí que a história dela ganhou novos e desafiadores capítulos. “Quando sentei, a cadeira quebrou e bati meu peito na mesa. Na hora senti uma coisa estranha, parecia uma caroço”. E era. O diagnóstico confirmou um câncer que a fez tirar toda a mama esquerda e 15 linfomas da axila. Seis meses depois, voltou à sala de cirurgia pra tirar o útero e em seguida a vesícula. “Foi tanta coisa ao mesmo tempo que eu achei que não ia aguentar”. Mas ela aguentou! E vem aguentando firme, dia após dia. No hospital fez amigos e foi de um deles que ganhou Babalu, a boneca que virou parceira e símbolo da sua luta. “Enfrentar o câncer sem apoio deixa tudo ainda mais difícil. Mas também ensina muito, faz a gente ficar mais forte”. A doença fez Risolene criar um canal no youtube, onde compartilha sua experiência. “É a minha forma de ajudar as pessoas e me ajudar também. Postei só alguns vídeos, mas recebi muita energia boa de quem assistiu”. E não podia ser diferente. Risolene é sorriso aberto de quem não desiste da luta e segue sempre em frente. “Eu amo viver. Aproveito cada minuto. Estar vivo é uma dádiva e eu já acordo agradecendo a Deus por tudo”. E a gente segue torcendo pra que existam cada vez mais Risolene nesse mundo!

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Reforma finalizada, foi no último sábado (23) a inauguração oficial da urgência do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O momento contou com a presença dos doadores responsáveis pela requalificação, as empresas Metropolitana e Rodoviária Caxangá, especialmente a matriarca, a senhora Niege Rossiter Chaves. “Minha mãe tem muito amor pela vida. Ao ser diagnosticada com câncer, há 12 anos e, depois, receber a importante notícia da cura, quis retribuir para a sociedade e, assim, a filantropia entrou em nossas vidas. Também entendemos que é uma forma de cuidar dos nossos mais de dois mil colaboradores e seus familiares, que podem precisar do serviço do HCP”, explica Paulo Chaves Júnior, empresário.

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Durante a visita ao novo espaço, com mais de 280 m², o presidente do Conselho de Administração do HCP, Ricardo Rodrigues de Almeida, destacou a importância dessa reforma para a qualidade de atendimento do paciente oncológico. “Por mês são mais de 1500 pacientes atendidos nesse espaço. Não temos como agradecer o envolvimento desses doadores nessa importante conquista. Nossos pacientes serão beneficiados com uma grande estrutura”, relata.

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O superintendente geral do HCP, Hélio Fonsêca, destacou o trabalho da empresa de engenharia responsável pela obra, a Tecnocom Engenharia, que entregou o empreendimento em três meses e meio, se adequando com a realidade e necessidades da instituição. “Foi um desafio. Mesmo nossa empresa sendo responsável por grandes obras na área da saúde, no HCP precisamos nos adequar ao dia a dia da instituição, já que o ambiente da obra não poderia ser totalmente desocupado, então trabalhamos por etapas e garantindo a limpeza que o ambiente precisava”, destacou Luiz Ludmer, engenheiro e diretor da Tecnocom  Engenharia.

 

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São 34 leitos, divididos nas áreas verde, amarela e vermelha, com espaço para acomodação de novas macas, se necessário.  

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Ainda estavam presentes: a superintendente administrativa, Cláudia Barbosa; o superintendente técnico, João Alberto; o superintendente de controladoria, Josenildo Sá; o assessor da superintendência de ensino e pesquisa, Guilherme Costa; os médicos da urgência, João Paulo, Luiz Henrique e Francisco de Paula; a gerente de enfermagem, Alciete Cordeiro; o gerente administrativo, Renan Cassimiro, entre outros profissionais do HCP.

O momento ainda contou com uma homenagem aos profissionais que atuam na urgência do HCP, em especial os médicos e enfermeiros. Nesse sentido, o superintendente técnico do HCP, dr. João Alberto, entregou “certificado de reconhecimento” aos coordenadores médicos da urgência, dr. João  Paulo e dr. Francisco de Paula, e, também, para Alciete cordeiro, gerente de enfermagem, representando todos os profissionais.

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Saúde, prevenção e bem-estar. Essas sempre foram as premissas que envolveram o evento Mova-se Contra o Câncer que, em sua quarta edição e agora como Mova-se Running Recife, inaugura nova fase dos eventos de rua com a volta ao calendário anual do Recife na programação do Outubro Rosa, alertando sobre os cuidados e prevenção contra o câncer de mama. Neste 2021, o evento acontecerá nos dias 23 e 24 de outubro, no Recife Antigo, trazendo debates e palestras com especialistas do segmento, no primeiro dia, e coroando com uma grande corrida de rua, no domingo, com vendas de kits do primeiro lote já disponível.

No dia 23, a partir das 16h, as palestras acontecerão no hall do Paço Alfândega, com transmissão pelo YouTube. A programação envolve os temas Diagnóstico Precoce e Cuidado com a Prevenção, com a Oncologista clínica da NEOH oncologia D'OR e Coordenadora do serviço de oncologia de adultos e do IMIP, Jurema Telles e com Candice Lima, Oncologista Clínica do IMIP e do Hospital Esperança Recife, Oncologia D'Or. Em seguida, entra em pauta a relação entre hereditariedade e câncer, com Vandré Carneiro, diretor do programa de Câncer Hereditário e coordenador do Departamento de Cirurgia Pélvica( oncoginecologia) do Hospital de Câncer de Pernambuco. O terceiro tema do dia vai falar sobre a importância das Atividades Físicas e da Qualidade de Vida, com o presidente do Instituto do Movimento, fundador do IMOVE e idealizador do Instituto do Autismo, Kadu Lins.  A Preservação da Fertilidade e o Sonho de ser Mãe será abordada pelo Embriologista e Diretor Técnico-Científico do Criovidas Criopreservação, da Donare Banco de Óvulos e do laboratório de FIV da Rede Geare, Paulo Mateus e, por fim, Os desafios que a Gravidez pós Câncer de Mama pode trazer e quais os cuidados deste pré-natal, com a ginecologista e obstetra, Simone Carvalho, da clínica Isis Medicina Feminina. "O debate assume ainda mais significância neste momento em que o mundo converge para atenção redobrada com a saúde. Vamos poder não só trazer esses temas para discussão, mas principalmente chamar atenção para a conscientização, o diagnóstico precoce, além de temas que estão interligados ao Câncer de Mama, uma doença que, no Brasil,  ainda é o tipo mais incidente em mulheres de todas as regiões", ressalta a oncologista Candice Lima. 

 

No domingo(24), a partir das 7h, a corrida vai tomar as ruas do Recife Antigo, num grande gesto de união e reforço aos cuidados do câncer de mama. Com percursos de 5km e 10km, a atividade será exclusiva para participantes vacinados, na qual 90% dos inscritos deverão estar com a segunda dose ou dose única da vacina em dia e 10% com a primeira dose e teste negativo para a COVID-19. O protocolo ainda conta com largada em fases com distanciamento, uso obrigatório de máscaras e pontos de hidratação e higienização.O primeiro lote dos kits do evento, running bag contendo: Camisa Dryfit Mova-se 2021, máscaras, ZIM (pó rosa especial) para personalização,  já está disponível. Custa R$84,00 e pode ser adquirido pelo endereço: bit.ly/movase2021 . Parte das vendas será revertida para o HCP.

Ação Social - A entrega dos kits acontecerá no dia do evento no Paço Alfândega Office & Mall e os participantes ainda poderão levar 1 kg de alimento não perecível que também será doado ao Hospital de Câncer de Pernambuco. "Esse evento já faz parte do calendário recifense como um alerta para os riscos do câncer de mama e, como instituição referência no tratamento desta doença em todo o Estado, o Hospital de Câncer de Pernambuco sente-se honrado em poder participar dessa iniciativa e conscientizar cada vez mais pessoas. Além da corrida, que deixará a nossa cidade rosa, as palestras também vão oferecer muito conhecimento e informação", destaca o gerente de marketing e comunicação do HCP, Gustavo Penteado.

Mova-se Running Recife tem realização e coordenação da Agência Prensa. O evento é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica - Regional NE e do Hospital de Câncer de Pernambuco, com apoio da Prefeitura do Recife. Tem patrocínio do Instituto do Movimento, Donare- Centro de Doação de Óvulos e da TDS Company e co-patrocínio Pier de Negócios e Isis Medicina Feminina. 

 

 

Serviço:

Mova-se Running Recife

Quando: dias 23 e 24/10

Inscrição e compra dos kits: bit.ly/movase2021

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O diagnóstico precoce é fator primordial para o sucesso no tratamento do câncer de mama. Para que isso seja possível, é necessário atenção à realização anual da mamografia, exame de imagem capaz de identificar os nódulos nas mamas antes de serem palpáveis, ou seja, no estágio inicial da doença. Com esse objetivo, a campanha mundial Outubro Rosa chega a mais uma edição e o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), referência nacional no tratamento oncológico, intensifica a sua campanha Outubro Rosa o Ano Inteiro, lançada em agosto, com o objetivo de estimular o cuidado com a saúde durante todo o ano. 

No HCP, a mamografia é oferecida gratuitamente durante todo o ano, de segunda a sexta-feira. Desde o lançamento da campanha em agosto, ampliou a oferta diária de exames de 50 para 70 e, ainda, firmou parceria com a startup recifense TI Saúde, que disponibilizou uma plataforma online para facilitar a marcação. Para realizar o agendamento a mulher precisa ter 40 anos ou mais e não tem feito o último exame a menos de um ano. Basta acessar o site www.hcp.org.br/outubrorosa, realizar o cadastro e escolher o dia e horário disponível. Na data marcada, a paciente deve dirigir-se ao setor de raio-x do hospital com os documentos originais em mãos. “É muito importante que a mulher faça sua mamografia. Quanto mais cedo for detectada a doença, maior a possibilidade de um tratamento menos invasivo e maior a chance de alcançar a cura”, ressalta o superintendente geral do HCP, Hélio Fonsêca.

Vale ressaltar que homens também podem ter câncer de mama, representando cerca de 1% de todos os casos diagnosticados da doença. Por ser raro, o exame de rastreio, a exemplo da mamografia, não é indicado para esse público, por isso é importante que os homens procurem um médico ao identificar qualquer alteração nas mamas. Em 2019, no Brasil, 227 homens faleceram da doença, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O câncer de mama é o tumor que mais acomete as mulheres em todo mundo. A doença é formada pela multiplicação desordenada de células anormais, que formam um tumor com potencial de invadir outros órgãos. Segundo o INCA, 66.280 novos casos da doença devem ser diagnosticados no Brasil em 2021. O surgimento da doença pode estar associado a fatores genéticos (5 a 10% dos casos), porém os principais fatores de risco para a doença estão ligados ao consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, obesidade e inatividade física. Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como manter o peso adequado e evitar o cigarro. 

Entre os principais sintomas estão nódulo único endurecido; irritação, inchaço, dor ou vermelhidão na mama; retração da pele, secreção sanguinolenta no mamilo; inchaço no braço. O tratamento varia de acordo com o tipo e o estadiamento da doença. “O tratamento dependerá do tamanho da lesão, podendo ser empregado a quimioterapia, a radioterapia,  cirurgia ou a combinação de dois ou mais procedimentos”, explica a coordenadora do serviço de mastologia do HCP, dra. Carolina Vasconcelos. 

 

Câncer de mama no HCP 

Em 2020, 5.555 pacientes foram atendimentos no ambulatório de mastologia do HCP e 6.841 mamografias foram realizadas.  

Site para marcação de mamografia: hcp.org.br/outubrorosa

 

 

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Referência nacional em oncologia, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) criou a sua Central de Conteúdos, um espaço online desenvolvido para disponibilizar conteúdos informativos sobre o câncer e todos os assuntos relacionados ao tema. Na área será possível ter acesso a folders, cartazes, panfletos, vídeos e cartilhas, materiais que podem ser compartilhados e impressos para distribuição. Para ter acesso, basta entrar no site hcp.org.br, clicar em pacientes e depois Central de Conteúdos – pronto, todos os arquivos estarão disponíveis lá.

Quem entrar agora já terá acesso a quatro conteúdos: câncer de mama (muito utilizado na campanha Outubro Rosa), câncer de próstata (utilizado na campanha Novembro Azul), câncer de pele (utilizada na campanha Dezembro Laranja) e um folder mais geral sobre o câncer, com todas as informações que você precisa saber sobre esse conjunto de doenças. 

A Central de Conteúdos será atualizada frequentemente, então esteja sempre de olho. Se quiser sugerir algum material, envie para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Para conferir agora a Central de Conteúdos do HCP, clique no link: https://hcp.org.br/index.php/pacientes/central-de-conteudos

 

 

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A gerente de projetos e convênios do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Patrícia Menezes, esteve em Brasília, no Palácio do Congresso Nacional, entre os dias 14 e 17 de setembro. O objetivo era cumprir agenda de visitas aos parlamentares - Deputados Federais e Senadores Pernambucanos - para estimular a destinação de emendas parlamentares ao HCP.  As emendas parlamentares são recursos financeiros do orçamento público indicados pelos membros do congresso para atender as demandas das comunidades que representam. Por ser uma instituição privada e sem fins lucrativos, o Hospital de Câncer precisa do apoio de políticos e pessoas físicas e jurídicas para continuar oferecendo tratamento aos pacientes oncológicos, cerca de 1.100 atendimentos diários. 

O encontro com os parlamentares faz parte do trabalho da equipe de Convênios e Projetos do HCP, que mantem uma agenda de diálogo permanente com os parlamentares e seus assessores durante todo o ano, o que vem trazendo retornos positivos nos últimos anos. De 2014 a 2021, por exemplo, R$ 36.610.350,00 foram destinados ao HCP através de emendas parlamentares dos deputados federais, para aquisição de equipamentos, insumos e incremento do custeio. Com esta verba, foram adquiridos mais de 500 equipamentos hospitalares.

Durante sua viagem à Brasília, Patrícia Menezes buscou visitar todos os 25 deputados e os 03 senadores. 

 

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Foto: deputado federal Carlos Veras com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

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Foto: deputada federal Marília Arraes com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

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Foto: deputado federal Augusto Coutinho com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

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Foto: deputado federal Pastor Eurico com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

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Foto: deputado federal Tadeu Alencar com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

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Foto: senador Humberto Costa com Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP. 

 

Alguns já haviam participado de reuniões no próprio hospital ou no gabinete, em Pernambuco, a exemplo dos deputados Daniel Coelho, João Paulo, Bispo Ossesio e Túlio Gadelha. 

 

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Foto: deputado federal André de Paula; dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP

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Foto: dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP; André Ferreira, deputado Federal; e Patrícia Menezes, gerente de convênios e projetos do HCP.

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Foto: Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP; Cláudia Barbosa, superintendente administrativa do HCP ; Bispo Ossesio, Deputado Federal; e dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP

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Foto: Patrícia Menezes, gerente de projetos e convênios do HCP; dr. Hélio Fonsêca, superintendente geral do HCP; Daniel Coelho, Deputado Federal; e João Alberto, superintendente técnico do HCP. 

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Setembro é o mês de alerta aos sinais e sintomas relacionados ao câncer infantojuvenil, conjunto de doenças oncológicas que podem afetar crianças ou adolescentes entre 0 e 19 anos. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados para o Brasil, neste ano, 8.460 novos casos – 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o feminino. Para conscientizar sobre o diagnóstico precoce da doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Setembro Dourado, que pode ser conferida nas redes sociais, @sigahcp.

Os tipos mais comuns do câncer infantojuvenil são leucemia, linfomas e tumores no sistema nervoso central. Além disso, há os tumores ósseos, que são tumores que causam dor, confundidas com a chamada dor do crescimento. “Qualquer sintoma persistente deve ser avaliado por um profissional médico. Por isso, é imprescindível que a criança seja acompanhada por um médico em todas as fases do seu desenvolvimento”, explica a Dra. Virgínia Almeida, oncologista pediátrica.

Perda de peso sem motivo; dores de cabeça, palidez, vômitos; inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações; protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local; desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão; febres recorrentes não causadas por infecções; surgimento de manchas no corpo; sangramento e palidez perceptível ou cansaço prolongado são alguns sinais que podem ser indícios da doença. “Os cânceres infantojuvenis são cânceres que, normalmente, têm uma velocidade de crescimento muito rápida. Então, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de cura da doença.”, completa a dra. Virgínia.

Excluindo as causas externas de mortalidade, câncer é a primeira causa de morte no país ,considerando a faixa etária de 5 a 19 anos, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2017.  Por isso, a atenção ao câncer infantojuvenil não pode ser adiada. “A campanha Setembro Dourado é de extrema importância para chamar atenção para a devida importância aos sinais iniciais dessas doenças”, aponta o oncologista.