HCP Comunica - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

HCP Comunica

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No bairro de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes, colaboradores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e da rede de supermercados Arco-Mix reuniram-se para a entrega simbólica de mais um cheque da campanha Troco Solidário. A quantia de R$58.555,74 é referente ao arrecadado pelas 19 lojas da rede de supermercados e do atacarejo ArcoVita no último mês de 2020. A quantia doada será utilizada para complementar a compra de medicamentos na instituição.

“Não sabemos o dia de amanhã. Pedir doações para um hospital tão importante significa nos prevenir para o futuro”, Explica Camila Edilene, operadora de caixa da loja ArcoMix Cavaleiro que mais arrecadou no mês.  A campanha Troco Solidário teve início em novembro de 2018 e já superou a marca de 1 milhão em doações ao HCP. Na ação, operadoras de caixa estimulam os clientes a doarem as moedas do troco ou, se preferirem, outro valor para ajudar no tratamento de câncer realizado na instituição. No mês de dezembro do ano passo, uma novidade – agora os doadores também podem exercer a solidariedade através do cartão de crédito, deixando sua doação no ato da compra. 

Maria Geisiane, coordenado de frente de loja da Arco-Mix sabe muito bem da necessidade de uma instituição como o HCP no tratamento do câncer. “Minha mãe faz tratamento de câncer de mama na instituição. Já fez a cirurgia e recebeu todo o medicamento de forma rápida e gratuita. Além disso, o hospital oferecia as refeições para ela e para o acompanhante na situação de internamento”, explica. “Com os meus relatos, somado ao sentimento de solidariedade já internalizado na Arco-Mix, todos trabalhamos e pedimos doação com muito carinho e empenho”, finaliza.

A entrega simbólica ainda contou com a presença da Rede Feminina, grupo voluntário do HCP, da gerente de captação de recursos e doações da instituição, Juliane Carvalho e, ainda, colaboradores da rede Arco-Mix, como o gerente adjunto da loja Cavaleiro, Cleyton Chaves; a da operadora de caixa, Gorete Melo; e do gerente de operações, Flávio Jose.  

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O aconselhamento genético identifica síndromes hereditárias de câncer, o que possibilita uma conduta médica preventiva 

 

Enquanto os fatores ambientais e comportamentais causadores do câncer podem ser evitados com hábitos saudáveis, há um componente não evitável que aumenta a possibilidade do desenvolvimento da doença em indivíduos de uma mesma família: a hereditariedade – ou seja, a grande chance de uma mutação nos genes causar um crescimento desordenado nas células, levando ao aparecimento do tumor. Neste cenário, surge a oncogenética, área da oncologia que, por meio do aconselhamento genético, identifica e informa ao paciente o risco da predisposição para o câncer, com objetivo de evitá-lo. Tornar esse aconselhamento acessível aos pacientes do SUS é o objetivo do Programa de Câncer Hereditário do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), um novo serviço que tem se inserido em projetos nacionais para viabilizar o teste genético gratuito para pacientes da instituição.

Como explica o coordenador do serviço de Pelve e diretor do Programa de Câncer Hereditário do HCP, o cirurgião oncológico Vandré Carneiro: “A predisposição genética avalia pacientes com síndromes hereditárias que aumentam a chance de desenvolvimento do câncer, e nos possibilita agir de forma preventiva com esse paciente e com sua família, seja através de uma cirurgia redutora de risco ou de um diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura”, pontua. Para se ter uma ideia, uma mulher comum, sem predisposição hereditária, tem chance de 8 a 12% de desenvolver o câncer de mama (1 em cada 10 são diagnosticadas com a doença). Se a mulher for portadora de uma mutação no gene BRCA1, esse número sobe para 70% (7 em cada 10) – é o caso da atriz Angelina Jolie, que passou por uma cirurgia redutora de risco, em 2013, para prevenção do câncer de mama e de ovário. Embora menos comuns, os dados são semelhantes quando relacionados a outros tipos de tumores, como câncer próstata, melanoma e estômago. 

A necessidade da investigação genética surge com a suspeita de síndrome hereditária em pacientes enquadrados em alguns critérios clínicos, a exemplo de jovens diagnosticados com câncer; pessoas com mais de um tipo de câncer ou quando há histórico familiar da doença. Nesses casos, é indicado que o indivíduo faça o teste genético, por meio do qual é coletada uma pequena amostra de sangue ou saliva para identificar a existência de possíveis mutações no DNA. “A grande questão é que esta testagem não é disponibilizada pelo SUS. Por isso, por meio de projetos e publicações em congressos internacionais, nosso Programa visa provar que o aconselhamento genético possui um grande custo-benefício para o paciente e para o Sistema, pois evita onerar um tratamento caro e pode evitar que o indivíduo tenha câncer”, explica. O Programa já aprovou publicações no Congresso Europeu de Cirurgia Oncológica, na Hungria, e no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa. 

Um dos projetos citados pelo cirurgião é o Genomas Raros, do Hospital Israelita Albert Einstein, que leva sequenciamento genético a pacientes do SUS. Em menos de um mês, cerca de 50 famílias de pacientes do HCP enquadradas nos critérios clínicos acima citados já foram beneficiadas com as testagens. “Para o paciente, os benefícios são claros: diminuição do risco de outros cânceres, possível mudança no tratamento e prevenção do câncer em membros da família”, pontua dr. Vandré. Com o HCP, também participam do projeto pacientes dos hospitais Barão de Lucena e IMIP, cadastrados no Programa de Câncer Hereditário de Pernambuco, criado há cerca de 4 anos. “O objetivo é testar muito mais famílias”, completa. Além disso, o HCP irá participar de um projeto com a Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), para testagem dos familiares de pacientes oncológicos com mutações genéticas. “Para o HCP, é algo inovador. Ser contemplado com os projetos trará um conhecimento gigante para pesquisa e assistência na instituição”, afirma.

Vale ressaltar que todo o processo de aconselhamento genético respeita a autonomia do paciente, que deve estar ciente de todas as implicações do teste e do resultado, bem como deve concordar em participar, através da assinatura de um termo de consentimento. Em todo o processo, ele é acompanhamento de perto pelo médico. 

 

 

 

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Foto: Dr. Alisson Carvalho, cirurgião oncológico do HCP, e dra. Elaine Santos, fonoaudióloga do HCP, profissionais especializados pela instituição. 

 

Instituição de referência na formação de novos especialistas em oncologia, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está com processo seletivo aberto para os programas de residência médica, multiprofissional e uniprofissional. Os profissionais interessados podem se inscrever até o dia 27/12, através do site upenet.com.br, bem como acessar o edital e conferir o cronograma e as exigências para o processo seletivo. 

Para o ano de 2021, estão sendo disponibilizadas duas vagas para residência médica em cancerologia clínica, cancerologia cirúrgica, cirurgia de cabeça e pescoço e mastologia, e uma vaga para anestesiologia. Na área multiprofissional, estão disponíveis duas vagas para enfermagem e uma vaga para fisioterapia, fonoaudiologia, farmácia, nutrição, serviço social e psicologia. Também estão sendo ofertadas duas vagas para residência uniprofissional em enfermagem e odontologia.

Especializar e capacitar profissionais em oncologia tem sido uma das fortes atuações do HCP em Ensino e Pesquisa. Por meio dos programas de residência, os profissionais se especializam através da vivência no hospital, que é a maior referência em atendimento oncológico no estado. Como pontua o assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa, dr. Guilherme Costa, “O HCP tem investido cada vez mais em qualificar profissionais para atuar em Oncologia. Aqui, eles aprendem com os melhores profissionais do mercado, além de terem acesso ao serviço que é referência em Pernambuco”.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (81) 3217-8013 e (81) 3217-8001. 

 

 

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Na tarde de hoje (10), o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu mais uma doação do Troco Solidário, na unidade Arco-Mix em Beberibe. Foram R$44.944,46 arrecadados apenas no mês de novembro, graças aos clientes que destinaram seus trocos ao tratamento dos pacientes oncológicos do HCP. Com mais esta doação, a campanha ultrapassa a marca de R$1 milhão doados ao hospital: uma grande parceria que já proporcionou grandes investimentos na instituição, como a aquisição de uma ambulância e a estruturação do setor de telemarketing.

“Obrigada! Graças a vocês, muitos pacientes poderão passar o Natal em casa, com suas famílias”, disse a gerente de Captação de Recursos do HCP, Juliane Carvalho, na ação de entrega do cheque simbólico. Para o gerente do Arco-Mix em Beberibe, Nilton, o Troco Solidário é motivo de muita alegria para todos os envolvidos, “Estamos aqui em mais um mês dessa ação que salva vidas. É com muita alegria que a empresa Arco-Mix faz essa ação social com o intuito de ajudar quem precisa”, disse.

Elizabete Ferreira é funcionária do Arco-Mix em Beberibe há seis anos, atuando como operadora de caixa durante os dois últimos anos. Por conhecer o trabalho realizado no hospital, ela foi destaque desde o início da ação Troco Solidário, sendo a operadora que mais arrecadou na unidade. “Para mim, foi muito gratificante poder ajudar no Troco Solidário e poder ajudar o próximo”, disse, feliz. 

Na campanha Troco Solidário, os clientes da Rede de Supermercados Arco-Mix são convidados pelos operadores de caixa a doar parte do troco das suas compras para o HCP. A cada mês, o hospital define o investimento a ser feito com a doação e, periodicamente, realiza a prestação de contas. 

 

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No aniversário do Assaí Atacadista, quem ganhou o presente foi o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Através da campanha “Abrace uma causa”, promovida pelo Atacadista, a instituição recebeu uma doação de 10 toneladas em produtos, o que irá beneficiar o serviço prestado aos mais de mil pacientes oncológicos atendidos diariamente de forma gratuita. A entrega do cheque simbólico do prêmio foi realizada ontem (9), na unidade do Assaí em Paulista. 

A grande doação recebida foi graças às votações da sociedade, que se mobilizou em prol de uma das três causas disponíveis: saúde, educação e alimentação. As votações foram realizadas em todo o Brasil. Em Pernambuco, a causa saúde foi a mais votada, e o prêmio de primeiro lugar foi destinado ao HCP. “Em primeiríssimo lugar, o maior prêmio da campanha de aniversário foi sorteado em nossa loja, e estamos aqui muito felizes entregando ao HCP o valor de 10 toneladas de alimentos”, disse Lucia Mota, gerente de loja do Assaí em Paulista, em meio a aplausos dos clientes e funcionários.

“Essa doação faz grande diferença para nossa instituição, que realiza mais de duas mil refeições diárias para pacientes e funcionários”, agradeceu a gerente de Captação de Recursos do HCP, Juliane Carvalho, que aproveitou para falar sobre o trabalho realizado no hospital: “Temos os melhores profissionais de saúde da área da oncologia e oferecemos um atendimento completo aos nossos pacientes”, pontuou.

Sobre o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem 75 anos e é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que se dedica ao diagnóstico e tratamento de pacientes oncológicos por meio do Sistema único de Saúde – SUS. Por ser uma instituição filantrópica, o HCP conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade no atendimento aos pacientes. Esses recursos são utilizados no custeio, na modernização do parque tecnológico e nas instalações físicas do hospital. Além disso, são direcionados para complementar o custo do tratamento dos pacientes.

 

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Mais um grande investimento foi consolidado pelo Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), que tem em sua identidade institucional a missão de promover ensino e pesquisa com excelência em gestão de saúde. Na última semana, o hospital firmou uma parceria com a Faculdade de Medicina de Olinda (FMO), com objetivo de inaugurar novas atividades acadêmicas e científicas.

“Esta nova parceria trará bons frutos para o HCP. A FMO é uma instituição de ensino, com isso, iremos organizar novos cursos lato sensu, stricto sensu, cursos de extensão, entre outras atividades. Estamos com uma expectativa muito boa. Com a assinatura desse contrato, iremos movimentar bastante o ensino e a pesquisa no HCP”, pontua o Assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP, dr. Guilherme Costa, que, na ocasião, se reuniu com diretores da FMO para assinatura do contrato entre as instituições.

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Para o Diretor Acadêmico e Coordenador do Curso de Medicina da FMO, dr. João Bizario, “Minha expectativa é de criarmos um novo nível de colaboração técnica-científica entre a Faculdade de Medicina e o Hospital de Câncer, que promova o desenvolvimento conjunto das duas instituições em termos da educação, em nível de graduação e pós-graduação, pesquisa científica de ponta e de extensão com responsabilidade social, seja na formação de médicos em todos os níveis ou no aprimoramento da atenção as pessoas que são cuidadas pelo HCP”, afirma. 

Segundo a Diretora de Relações Institucionais da FMO, dra. Tereza Miranda, esta nossa parceria irá possibilitar grandes investimentos: “Ampliação das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando desenvolver a responsabilidade social da nossa instituição junto com as ações do HCP”, pontua. 

 

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Saiba mais sobre as atividades de Ensino e Pesquisa no HCP:

Hospital de Ciência e Pesquisa: Acolher e cuidar com qualidade é a nossa missão

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No último dia 20 de novembro, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) concluiu uma importante parceria interinstitucional através do seu departamento de Ensino e Pesquisa, o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia com o A.C Camargo Cancer Center. Iniciado em 2014, o Programa de Doutorado Interinstitucional (Dinter) formou 21 profissionais, sendo sete novos mestres e 14 novos doutores em oncologia. 

“É um marco para o Ensino e Pesquisa do HCP, não apenas pela quantidade de profissionais formados, que trazem um ganho em recursos humanos ao departamento, mas, também, pelas consequências positivas dessa formação de profissionais, como a construção de pesquisas clínicas, o desenvolvimento de novos projetos e linhas de pesquisa nas diversas áreas do câncer, fomentar e qualificar o programa de residência médica e, ainda, possibilitar a criação de novos Dinters,  Stricto Sensu e Lato Sensu, para a formação de novos profissionais”, explica Guilherme Costa, assessor da superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

“Os novos doutores e mestres formados por meio do convênio do HCP com a Fundação Antonio Prudente (AC Camargo Center) em Ciências da Saúde foi de uma importância única para a Instituição, pois a conclusão de todas as teses e dissertações se traduziu no fechamento de um ciclo iniciado entre 2014-2015, e sou grata por ter sido a coordenadora deste convênio, e orientadora de diversos trabalhos científicos contribuindo para fomentar a produção acadêmica e fortalecer linhas de pesquisas que respondam às demandas relacionadas ao desenvolvimento local e regional”, destaca Leuridan Torres, orientadora do Programa. 

Confira a lista de todos os trabalhos apresentadores:

LISTA DOS ALUNOS DE DOUTORADO EM ONCOLOGIA DA PARCERIA AC CAMARGO/ HOSPITAL DE C NCER DE PERNAMBUCO (HCP)

1.      Carlos Eduardo Caiado Anunciação (Mastologista): Projeto intitulado “Avaliação de possíveis biomarcadores de prognóstico e preditivos de resposta a quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama localmente avançado”.

Orientadores: Dra. Ludmilla Thomé Domingos Chinen (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

2. Denise Sobral Viana (Mastologista): Projeto intitulado “Avaliação da expressão de SOX2, STAT3 e CD44 em câncer de mama com estadiamento inicial e avançado” Orientadores: Dr Victor Piana de Andrade (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

3.     Felipe Dubourcq (Urologista e cirurgião): Projeto intitulado “Avaliação da expressão de SOX2, STAT3 e CD44 como biomarcadores de prognóstico no câncer de pênis” Orientadores: Dr. Gustavo Guimarães (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

4.     Felipe da Silva Marinho (Oncologista-HCP): Projeto intitulado “Avaliação da Expressão dos Toll Like Receptors e dos Fatores de Transcrição MYD88 e NFKB em Pacientes com Carcinoma Escamoso de Pênis e Infecção por Papilomavírus Humano (HPV)”

Orientadores: Dr Fernando Soares (AC Camargo) 

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

5. José Peixoto (Mastologista): Projeto intitulado “Heterogeneidade Do Infiltrado Linfocitário Tumoral E Seu Impacto Na Sobrevida Do Câncer De Mama”

Orientador: Dr. Marcos Duarte Guimarães.

 

6.   Luciana Arcoverde (cirurgiã de cabeça e pescoço – HCP): Projeto intitulado “HPV e a Imunoexpressão de p16 e p53 em Carcinoma Epidermóide de Cavidade Oral e Orofaringe” que será sendo realizado por aluno de Doutorado do Programa ACCamargo/HCP;

Orientadores: Dr. João Gonçalves (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

7. Marcelo Salgado (Oncologista do HCP): Projeto intitulado “Investigação dos efeitos da quimioterapia neoadjuvante na resposta imune celular nos tumores de mama triplo negativo localmente avançado”

Orientadores: Dr Fernando Soares (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

8. Maria das Graças de Fátima Cavalcanti Castor (ginecologista): Projeto intitulado “Estudo da expressão de colágeno no câncer vulvar”.

Orientadores: Dr. José Vassallo (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

9. Mario Rino Martins (cirurgião oncológico do HCP): Projeto intitulado “Análise do perfil do microRNA tumoral e sua associação com a ativação plaquetária e moléculas coestimuladoras da resposta imune no câncer gastrico”

Orientadores: Dra. Maria Dirlei Begnami (AC Camargo)

    Dra Leuridan Cavalcante Torres;

 

10. Mauro Ricardo Lima Marques (Urologista): Projeto intitulado “Avaliação da expressão de STAT1, STAT4 e da resposta imune no Câncer de Pênis”

Orientadores: Dr Fernando Soares (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

 

11. Reijane Alves de Assis (Oncohematologista): Projeto intitulado “Estudo da expressão das moléculas coestimuladoras OX40, 4-1BB e CD40 no mieloma múltiplo” Orientadores: Dr. Antônio Hugo José Fróes Marques Campos (AC Camargo)

  Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

12. Rogério Santos (cirurgião oncológico do HCP): Projeto intitulado “Avaliação de metástase de linfonodos regionais, de mediadores inflamatórios e quimiotáticos em pacientes com melanoma cutâneo”

Orientadores: Dr João Pedreira Duprat (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

13. Thales Paulo Batista (Cirurgião de pelve): Projeto intitulado “Cirurgia citoredutora e quimoterapia intraperitoneal no tratamento primários dos tumores epiteliais de ovário: projeto terapeutico”

Orientadores: Dr. Levon Badiglian Filho (AC Camargo)

Dr. Cristiano Souza Leão (IMIP);

 

 

14. Vandré Cabral Gomes Carneiro (Chefe da pelve -HCP): Projeto intitulado “ensaio clínico fase II de não-inferioridade, randomizado e controlado, para avaliação da histerectomia extrafascial no tratamento do câncer de colo uterino em estágio IA2 – IB1 ≤ 2cm”

Orientador: Dr. Glauco Baiocchi Neto (AC Camargo); 

 

 

LISTA DOS ALUNOS DE MESTRADO EM ONCOLOGIA DA PARCERIA AC CAMARGO/HOSPITAL DE C NCER DE PERNAMBUCO

1.      Ana Gabriela Silva de Lima (Enfermeira): Projeto intitulado “Avaliação da qualidade de vida de pacientes oncológicos submetidos a estomas intestinais e urinários”

Orientadores: Dra. Diana Lima Villela de Castro (AC Camargo) 

 

2.    Ana Luiza de Souza Bezerra Lira (fonoaudióloga): Projeto intitulado “Análise da evolução clínica em pacientes pediátricos portadores de osteossarcoma” Orientadores: Profª. Dra. Célia Beatriz Gianotti Antoneli (AC Camargo)

Dr. Antônio Marcelo Gonçalves de Souza (HCP);

 

3.      Ana Maria Bezerra de Araújo (fonoaudióloga): Projeto intitulado “Movimentos mandibulares durante a fala após tratamento do câncer de cavidade oral e orofaringe”

Orientador: Profª. Dra. Elisabete Carrara-de Angelis (AC Camargo)

 

4.      Cíntia Maria Da Silva Dutra (Fisioterapeuta): Projeto intitulado “Expressão de BRCA1 em Câncer de mama triplo negativo e associações com características clinicopatológicas”

Orientadores: Dra. Dirce Maria Carraro (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

5.      Edla Karina Cabral de Oliveira (nutricionista): Projeto intitulado “Perfil de quimiocinas em idosos com câncer gástrico e colorretal”

Orientadores: Dr Samuel Aguiar Júnior (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

6.      Hander de Lucena (Enfermeira): Projeto intitulado “Avaliação clínica do status do paciente admitido na unidade de cuidados paliativos”

Orientadores: Prof. Dr. Celso Abdon Lopes de Mello (AC Camargo)

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP)

 

7.    Juvanier Romão Cruz (Farmacêutica): Projeto intitulado “Avaliação da relação entre a expressão de rsk1 e a presença de infiltrado de células do sistema imune em glioblastomas de paciente do hospital de câncer de Pernambuco” Orientadores: Dra. Vilma Regina Martins 

Dra Leuridan Cavalcante Torres (IMIP – HCP);

 

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As doações foram entregues mensalmente ao hospital nos últimos dois anos

 

Quanto vale o troco das suas compras no supermercado?

Para os pacientes em tratamento no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), vale muito: em apenas 24 meses, o Troco Solidário Arco-Mix e Arco-Vita atingiu a marca de R$1 milhão de reais em doações ao hospital, quantia que representa a soma dos valores entregues mensalmente ao HCP graças aos trocos destinados pelos clientes da rede de supermercados. Para celebrar este momento significativo, na tarde de ontem (3), representantes da rede Arco-Mix realizaram a entrega do cheque simbólico na instituição.

 “Doações são um dos nossos tripés de sustentação para o tratamento e a condução do dia a dia do hospital. Nós atendemos exclusivamente pelo protocolo SUS e somos filantrópicos, por isso, as doações fazem a diferença para colaborar com a manutenção e investimento de melhorias”, pontua a Superintendente Administrativa do HCP, Claudia Barbosa, que recebeu, com alegria, a equipe Arco-Mix.

O diretor geral do Arco-Mix, Edvaldo Santos, também falou sobre a importância da campanha em prol do HCP: “Para mim, o Troco Solidário representa toda a história da nossa família. Nossos pais, que, desde que éramos crianças, faziam ações em hospitais e contribuíam com a comunidade. Hoje, termos uma empresa solidária é um resgate dos nossos valores”, conta.

Além de cliente do Arco-Mix, a agente de saúde Estela Maria de Souza também é paciente do HCP, em tratamento de câncer de mama desde 2019. Feliz com a ação, ela contou sua história com muita gratidão: “Em minha profissão, eu sempre encaminhei pacientes para cá. Ano passado, me tornei paciente. Hoje, sou muito bem acolhida. Amo esse hospital e sempre realizo doações, inclusive através do Troco Solidário. Como paciente, já andei na ambulância doada graças aos nossos trocos do Arco-Mix. Sou muito grata”, disse.

 

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Depois de dois anos de solidariedade, agora, o Troco Solidário abraça duas novas missões. A primeira delas vem como uma grande novidade: a partir de dezembro, os clientes também poderão doar através do cartão de crédito. A outra importante missão é divulgar para que, cada vez mais, novas empresas abracem o Troco Solidário: “É um sentimento de muito orgulho por poder ajudar tanta gente. Por isso, temos a vontade de passar isso para que outros empresários também ajudem”, comenta Edvaldo. 

 

A importância do Troco Solidário para o HCP

 Na campanha Troco Solidário, os clientes da Rede de Supermercados Arco-Mix são convidados pelos operadores de caixa a doar parte do troco das suas compras para o HCP. A cada mês, o hospital define o investimento a ser feito com a doação e, periodicamente, realiza a prestação de contas. Entre outros benefícios, os valores foram utilizados para complementar a aquisição de uma ambulância, compra de computadores, televisores e outros aparelhos, estruturação do setor de telemarketing, melhoria na área de quimioterapia, compra de EPIs (especialmente neste período de pandemia) e roupas para uso das equipes, além do atendimento de várias outras necessidades.

 

 

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A avaliação da expressão de CD44, SOX2 e STAT3, moléculas presentes no sangue, foi tema da tese desenvolvida pela coordenadora do serviço de mastologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), dra. Denise Sobral, através do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia da instituição em parceria com o A.C Camargo Cancer Center. Apresentada no último dia 20 de novembro, encerrando as apresentações do Programa, o estudo tinha o objetivo de analisar as alterações percebidas nessas moléculas em pacientes com câncer de mama localmente avançado e metastático, comparando com não pacientes (e também sem histórico familiar), para identificar alterações significativas que, no futuro, possam auxiliar no desenvolvimento de novos tratamentos para a doença.

 “Análises parecidas já foram realizadas em modelos animais, mas em humanos existem poucos trabalhos que analisam esses marcadores. Essa análise é importante para que, no futuro, possam ser desenvolvidos novos tratamentos, através do bloqueio ou liberação dessas moléculas e, assim, impedir a progressão do câncer de mama. É um estudo recente e moderno, feito no sangue de pacientes com e sem câncer de mama”, destaca dra. Denise Sobral. Todas as pesquisas desenvolvidas pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Oncologia da instituição em parceria com o A.C Camargo Cancer Center foram avaliadas pelo Comitê de Ética do HCP e, após aprovação, consubstanciadas na Plataforma Brasil, cumprindo todos os papeis de ética médica em pesquisa em seres humanos.          

A pesquisa foi realizada através de um estudo de corte transversal realizado no Hospital de Câncer de Pernambuco e no Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) no período de março de 2017 a abril de 2018. Participaram deste estudo, 65 pacientes do sexo feminino com diagnóstico de câncer de mama, e idade entre 28 a 64 anos. Destas, 51 mulheres tinham tumor de mama em estádio III (localmente avançado) e axila positiva, e 14 com doença metastática (estádio IV). Como grupo controle, foram 24 mulheres clinicamente saudáveis com idade entre 18 anos a 65 anos. As análises da expressão de CD44+, SOX2 e STAT3 foi realizada por citometria de fluxo.

Denise Sobral é graduada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, fez residência médica em cirurgia geral no Hospital Agamenon Magalhaes, especialização em mastologia no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, especialista em mastologia pela AMB, coordenadora do serviço de mastolgia do Hospital de Câncer de Pernambuco, preceptora da residência médica de mastologia do Hospital de Câncer de Pernambuco e doutora em oncologia pelo AC Camargo Cancer Center. 

 

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Com o final do ano chegando, vem o verão e, também, o período de férias de muitas famílias.  Por isso, deve ser grande a quantidade de pessoas nas praias, clubes e parques, aumentando a exposição ao principal fator de risco para o câncer de pele – o sol. A doença é o câncer mais frequente em ambos os sexos, devendo acometer, ainda em 2020, 83.770 em homens e 93.160 em mulheres, representando 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Somente no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), em 2019, 708 pessoas foram atendidas no serviço de dermatologia. Por isso, aos 75 anos de história, o HCP entra mais uma vez no Dezembro Laranja e lança a campanha “Prevenção é proteção. Previna sua família do câncer de pele. Lembre-se do protetor solar”, para estimular o cuidado com esse tipo de tumor desde cedo e em qualquer ocasião. O alerta pode ser conferido nas redes sociais @sigahcp e no site hcp.org.br.

A doença é mais comum em pessoas de pele clara acima dos 40 anos, com exceção daquelas já portadoras de doenças cutâneas. Porém, esse perfil de idade vem se modificando com a constante exposição dos jovens aos raios solares. “Nós estamos diariamente expostos ao sol, seja na rua, ou até mesmo, dentro da nossa própria casa. Vivemos em um país tropical e próximo ao litoral, precisamos proteger nossa pele sempre.  No caso da pele branca é recomendável que se utilize o protetor solar fator 30, repetindo a cada duas ou três horas. Já para peles pretas/negras ou marrons/pardas, o fator 15 é suficiente, mas, também deve ser reaplicado em intervalos curtos”, destaca a dermatologista do Hospital de Câncer de Pernambuco, dra. Mecciene Mendes.

O câncer de pele é um tumor maligno provocado pela multiplicação desordenada de células da região da pele e se apresenta em dois tipos, o câncer de pele melanoma e não melanoma (carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide). O primeiro é o mais agressivo dos dois, devido sua alta probabilidade de provocar metástases (disseminação para outros órgãos), mas também o mais raro deles, correspondendo a 3% das neoplasias malignas da pele - são lesões elevadas ou planas, mas, em geral, novos sinais que crescem, mudam de cor ou formato e já podem apresentar sangramento. Localizam-se em pele exposta ao sol ou são sinais antigos que apresentam as mesmas alterações. Pode aparecer em qualquer parte do corpo, sendo mais frequente na região do tronco, no caso dos homens; e nas pernas, no caso das mulheres. Os principais sintomas do câncer de pele são lesões ulceradas e/ou caroços, com ou sem escamas que sangram, aparecimento de manchas escuras, com bordas irregulares ou mudança em uma mancha já existente. Ainda pode incluir sangramento e a não cicatrização da área.

As localizações mais comuns são as áreas expostas ao sol, como careca, rosto, pescoço e braços. “Além da exposição frequente ao sol, a cor da pele é um dos principais fatores de risco. Pessoas de pele branca, ruivas, olhos e cabelos claros têm mais chance de ter o câncer de pele”, destaca a médica. Nos dois casos, sendo detectado precocemente, o câncer de pele tem 90% de chances de cura. 

Para a prevenção de todos esses cânceres da pele, a recomendação principal é evitar a exposição prolongada ao sol, especialmente no horário das 9h às 15h, e para pessoas cujas atividades profissionais são desenvolvidas nesses horários, usar sempre protetor solar e acessórios como chapéus e camisas com proteção UV.

Ainda segundo o INCA, no Brasil, o número de casos novos de câncer de pele não melanoma esperados, para cada ano do triênio 2020-2022, será de 83.770 em homens e de 93.160 em mulheres, correspondendo a um risco estimado de 80,12 casos novos a cada 100 mil homens e 86,65 casos novos a cada 100 mil mulheres. Quanto ao câncer de pele melanoma, o número de casos novos estimados será de 4.200 em homens e de 4.250 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 4,03 casos novos a cada 100 mil homens e 3,94 para cada 100 mil mulheres.

 

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