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Por 22 dois na equipe do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), doutor Evyo Abreu e Lima sempre foi conhecido por sua competência, experiência e pelo profundo respeito com que tratava seus pacientes e colegas de profissão. Em agradecimento aos anos que dedicou ao tratamento de pacientes oncológicos no HCP, a instituição prestou justa homenagem ao médico no IV Simpósio em Oncologia, na última sexta-feira (12).

Durante a abertura do evento, que contou com mais de 400 pessoas, entre profissionais de saúde, funcionários da instituição e familiares do dr. Evyo, o superintendente geral do Hospital de Câncer de Pernambuco, conduziu a solenidade. “Em nome de todos que fazem parte do HCP, é uma honra entregar essa placa de homenagem. Doutor Evyo faz parte da história da nossa instituição e do sucesso no tratamento de inúmeros pacientes“, destacou dr. Hélio.

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Conheça a história do doutor Evyo Abreu e Lima:

Doutor Evyo Abreu e Lima fez sua residência médica no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), complementada com estágios no Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro, e no Hospital AC Camargo, em São Paulo. Em 1980, assumiu o cargo de médico titular do Departamento de Clínica médica do HCP, tendo exercido essa função durante 22 anos.

É especialista em cancerologia e oncologia clínica pela SBC, SBOC, AMB, CFM. Foi professor do departamento de medicina clínica da UFPE desde 1978 até a sua recente aposentadoria. Como professor, além de suas aulas regulares da graduação e na residência médica, realizou vários cursos de extensão em cancerologia, alguns deles como parte do Programa de Controle do Câncer (PRO-ONCO) do Ministério da Saúde e Instituto Nacional de Câncer. Foi fundador e chefe do serviço de quimioterapia do Hospital das Clínicas da UFPE.

Entre as condecorações que recebeu, foi homenageado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, em setembro de 2016, quando da realização do primeiro Onco Nordeste. Foi também o médico mais votado dentre todas as especialidades na pesquisa “Médico Indica Médico”, realizada pela Deloitte, em 2011, como demonstração do seu reconhecimento na cl

 

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A partir do próximo dia 11 de abril, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) passará a contar com um novo serviço: o Ambulatório de Pré-anestesia. No local, pacientes com indicação de tratamento cirúrgico serão avaliados por médicos anestesiologistas da instituição, que irão estabelecer o risco anestésico-cirúrgico, aumentando a segurança do paciente e diminuindo a chance de suspensões e adiamento de cirurgias. O Ambulatório de Pré-anestesia funcionará de segunda a sexta-feira, no mesmo espaço onde funcionam os ambulatórios de Urologia, Ortopedia e de Pélvis. 

O atendimento no local será realizado de segunda a sexta, em horários distintos. A ideia é que os pacientes sejam direcionados para o Ambulatório de Anestesia logo após a consulta que definir a realização da cirurgia. A solicitação de avaliação pré-anestésica deverá ser assinada pelo próprio médico cirurgião. O atendimento será feito no mesmo dia, se possível, ou na data do internamento, quando o paciente será considerado prioridade. Também serão considerados prioritários os pacientes que receberem a indicação de cirurgia enquanto estiverem internados na instituição. Nesse caso, caberá à equipe de Enfermagem acionar a equipe de anestesiologistas para que a visita pré-anestésica seja realizada na própria enfermaria. 

Na consulta com o médico anestesiologista, será realizada a avaliação pré-anestésica, que é obrigatória e possibilita a coleta tanto de informações importantes para a realização correta do procedimento anestésico quanto da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. De acordo com o coordenador do Serviço de Anestesia do HCP, dr. Breno Fonsêca, o principal objetivo é garantir a segurança do paciente. "Através dessa consulta, o médico irá conhecer o paciente, estratificar o risco e repassar todas as informações para que, no dia do procedimento, o anestesiologista possa traçar a melhor estratégia para ele", disse. 

METAS OMS 

A criação do Ambulatório de Pré-anestesia é um desdobramento da Meta 4, uma das metas internacionais de segurança do paciente estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – e que estão sendo adotadas pelo HCP. A Meta 4 visa "assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos". "Essa é uma forma de assegurar que os pacientes do HCP não sofrerão nenhum risco desnecessário e que ele também esteja ciente disso. O nosso objetivo, sempre, é a segurança do paciente", frisa a coordenadora de Gerenciamento de Risco do HCP, Renata Galindo.

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O urologista dr. Fabrício Ramos finalizou, na última quinta-feira (28), a sua participação na terceira edição do Programa de Fellowship em Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O câncer de próstata foi o tema escolhido pelo médico para a elaboração de sua monografia, requisito final para a obtenção do certificado de conclusão do Fellowship, que foi apresentada na biblioteca da instituição. O novo fellow, o urologista Josiberto Coutinho, iniciou sua participação no programa na última segunda (1º).

Em sua monografia, o médico estudou a correlação histopatológica entre os achados da biópsia de próstata, procedimento essencial para a identificação de um possível câncer, e os da espécime cirúrgica, avaliada após a cirurgia de retirada da próstata e das vesículas seminais, chamada de prostatovesiculectomia radical. O estudo foi realizado a partir da análise dos prontuários de 51 pacientes do HCP diagnosticados, inicialmente, com câncer de próstata. O parâmetro de comparação escolhido foi a escala de Gleason, utilizada pelos patologistas para classificar, numericamente, o grau de agressividade do tumor. A pesquisa revelou concordância nos laudos das biópsias e das espécimes cirúrgicas de 24 pacientes, resultados semelhantes aos identificados na literatura médica. 

O Fellowship em Urologia Oncológica é um programa iniciado em 2016 no HCP que visa de contribuir na formação de urologistas especializados no tratamento do câncer. Durante um ano, o médico participante do programa pôde acompanhar, de perto, a rotina dos especialistas da instituição. "Esse momento é sempre de muita alegria para nós, que podemos acompanhar a evolução do fellow durante um ano. Para nós, é motivo de orgulho que vocês sigam os seus caminhos tentando fazer o melhor para os pacientes", declarou o coordenador do Fellowship, dr. Luiz Henrique. 

"Quando cheguei ao HCP, eu descobri que ainda tinha muito para aprender. Aqui, somei aprendizado tanto no conhecimento técnico, quanto no cirúrgico. Para mim, esse foi um ano de amadurecimento de tudo aquilo que aprendi durante a minha residência", afirmou dr. Fabrício Ramos. O médico teve a sua monografia aprovada pelos urologistas dr. Leônidas Nogueira e dr. Rômulo Vasconcelos, ambos do HCP.

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Apesar de raro, representando 2% do total de cânceres diagnosticados, o câncer ósseo possui um alto índice de mortalidade, atingindo principalmente crianças, adolescentes e idosos. Não existe maneira de prevenir esta doença, sendo o diagnóstico precoce a melhor forma de garantir a qualidade de vida do paciente e até a cura. Pensando na importância da conscientização sobre o tumor, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) engajou-se na causa e criou a campanha “Abril Amarelo”, que em 2019 chega ao seu 5º ano, com o objetivo de fazer este importante alerta.

 O câncer ósseo é um tumor maligno que acomete qualquer parte do osso, na maioria dos casos os ossos longos, como braços, coluna, coxa e bacia. Esse acometimento pode ocorrer diretamente no osso, chamado de tumor ósseo primário, ou através de uma metástase, chamado de tumor ósseo secundário. No segundo tipo, antes dos ossos serem afetados, ocorreu o desenvolvimento do tumor em outros órgãos, como a próstata, por exemplo, e em seguida espalhou-se para os ossos. “Entre os tumores primários, o osteossarcoma, o sarcoma de Ewing e o condrossarcoma são os mais comuns. Os dois primeiros, mais agressivos, são encontrados em crianças e adolescentes, especialmente na área ao redor do joelho. O condrossarcoma, por sua vez, é comum em adultos e costuma atingir a área da bacia. Adultos e idosos, no entanto, são mais acometidos por tumores metastáticos, ou seja, que são oriundos de outros tipos de câncer”, destaca doutor Marcelo Souza, coordenador do serviço de ortopedia oncológica do HCP. 

 O diagnóstico precoce é a melhor forma de garantir resultados positivos para o paciente, aumentando em duas ou três vezes a chance de cura em comparação com um paciente que descobre tardiamente. Para isso, é preciso ficar atento aos sintomas como a dor intensa, com aparecimento maior à noite ou ao se mexer; inchaço nas articulações, com presença de nódulos; ossos que se quebram facilmente, febre, perda de peso sem razão aparente e cansaço. 

 Descobrir precocemente, assim como as condições gerais do paciente também indica o tratamento adequado, podendo ser a cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação delas. Depois de tratado o paciente também deve saber que exames e avaliações periódicas fará parte da sua rotina para garantir o tratamento da doença o mais rápido possível, caso identificado novamente. 

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) e a Interfisio, empresa dedicada à capacitação de profissionais de Fisioterapia, firmaram um convênio para aprimorar o conhecimento de pós-graduandos interessados em aprender mais sobre a Fisioterapia Oncológica. No segundo semestre, o HCP irá receber os estudantes da segunda turma de Especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio para que eles possam vivenciar, na prática, os assuntos que foram discutidos nos módulos teóricos do curso. Fisioterapeutas do HCP, residentes ou colaboradores da casa, podem se matricular na especialização com 20% de desconto. 

No total, o curso possui carga horária de 360h, sendo 20h destinadas à prática. As aulas teóricas foram iniciadas no último dia 23 de março. A parceria com o HCP visa atender à uma demanda apresentada pelos próprios profissionais. “O diferencial dessa segunda turma é, justamente, essa vivência prática. Escolhemos o HCP porque ele oferece a estrutura que precisamos para atender esses pós-graduandos, especialmente no que se refere ao staff da instituição”, reforça a coordenadora local da especialização em Fisioterapia Oncológica da Interfisio, Nahãmi Lucena. 

No HCP, os pós-graduandos poderão conhecer o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Fisioterapia nas UTIs, nos ambulatórios e nas enfermarias. Eles serão acompanhados por duas fisioterapeutas da instituição, que foram beneficiadas com bolsas integrais no curso. “Nós estamos vivenciando uma fase de atualização nas técnicas, protocolos e equipamentos do Serviço de Fisioterapia do HCP e iremos abrir esse espaço para que as pessoas possam conhecer o nosso diferencial na atuação com pacientes oncológicos”, explica a coordenadora Multidisciplinar do HCP, Roberta Borba. 

A parceria, firmada pela Superintendência de Ensino e Pesquisa (SEP), está firmada por um prazo inicial de dois anos, que poderão ser postergados. “Queremos tanto fortalecer e trazer profissionais qualificados para a nossa gestão quanto contribuir com a formação de novos profissionais especializados em Oncologia. O nosso objetivo, sempre, é prestar o melhor atendimento aos pacientes com câncer”, reforça a coordenadora da SEP, Yanne Lisboa. 

COLABORADORES 

Profissionais do HCP interessados em participar da especialização podem se inscrever no curso, até o dia 26 de abril, com 20% de desconto nas mensalidades. Para isso, é necessário acessar o site www.interfisio.com.br e enviar uma mensagem para a empresa através da aba “Contato”. O primeiro módulo da disciplina, já iniciado, poderá ser cursado posteriormente. As aulas acontecem aos sábados e domingos, das 8h às 18h, no bairro do Espinheiro. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (21) 98272.7389.

 

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A Superintendência de Ensino e Pesquisa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) confirmou a participação da instituição no Dinter, Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Medicina Translacional com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/EPM, na modalidade doutorado. O processo seletivo, que terá início no próximo mês de junho, disponibilizará 10 vagas na área de Ciências da Saúde, concentração em Medicina Translacional. O início das atividades acadêmicas está previsto para agosto, com duração máxima de 48 meses. 

Atualmente o Estado não possui uma pós-graduação stricto sensu em oncologia voltada para o estudo de diversos tipos de neoplasias. Com esse doutorado, aumenta as chances de inserção dos centros de referência em oncologia da rede SUS de Pernambuco no cenário do ensino e de pesquisa em câncer no país e no mundo. “A incursão do HCP no seguimento de medicina translacional aplicada na área de Oncologia representa um importante passo para essa Instituição e para a capacidade de pesquisa em saúde do estado de Pernambuco”, destaca o doutor Guilherme Costa, assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

A coordenação do DINTER UNIFESP/HCP ficará com a Professora Dra. Dulce Elena Casarini (UNIFESP) e a Professora Dra. Leuridan Cavalcante Torres (HCP). “Essa parceria reforça a importância da formação de novos doutores na instituição como parte do planejamento estratégico do HCP, cujos objetivos principais são qualificar os profissionais e formar massa crítica de docentes para criação do programa de pós-graduação stricto sensu na área de oncologia no HCP (mestrado e doutorado)”, acrescenta Dr. Guilherme. 

 

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Os tumores malignos de cabeça e pescoço costumam enviar células metastáticas para os gânglios linfáticos presentes na região do pescoço – os linfonodos cervicais. Tanto para tratar a metástase quanto para preveni-la, os médicos podem optar por retirar esses linfonodos, através do esvaziamento cervical. Uma das consequências possíveis dessa cirurgia é a diminuição da mobilidade do ombro do paciente, o que dificulta a realização de atividades simples, como pegar objetos em prateleiras. Residente do Programa de Residência Multiprofissional do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), a fisioterapeuta Renata Bitencourt avaliou a extensão desses impactos nos pacientes da instituição. Os resultados da pesquisa, necessária para a conclusão da residência, foram apresentados no último dia 25 de fevereiro. 

A pesquisa foi realizada com 16 pacientes, todos submetidos à cirurgia de esvaziamento cervical. Do total, nove eram homens e sete foram diagnosticados com câncer de boca. Além de responder um questionário que identificava os problemas já existentes no braço, ombro e mão, os pacientes foram submetidos a duas avaliações físicas, sendo a primeira realizada 24 horas antes do internamento para a cirurgia e a segunda, de 20 a 60 dias após o procedimento cirúrgico. Durante essa avaliação, Renata Bitencourt mediu a amplitude de movimentos do ombro, como os de flexão, abdução e extensão. Para isso, a fisioterapeuta utilizou um goniômetro, aparelho que possibilita a medição de ângulos. 

O estudo revelou que, após a cirurgia, os pacientes apresentaram perda na mobilidade do ombro, especialmente no que diz respeito aos movimentos de abdução (perda média de 45,81°) e de flexão (perda média de 30,43°). Para a especialista, essas perdas podem ter ocorrido devido a danos causados no nervo acessório durante a cirurgia. Esse nervo é responsável pela inervação do trapézio, um músculo localizado nas costas que tem a função de estabilizar a escápula, osso essencial para a movimentação do ombro. “Todos os pacientes estão com os nervos presentes, mas eles podem ter microtraumas. Quando há uma lesão, ainda que ela seja mínima, o trapézio atrofia e perde força. Assim, a escápula não é estabilizada adequadamente, o que causa dores e dificuldades no movimento”, detalha Renata.

Esse problema impacta diretamente na qualidade de vida dos pacientes, uma vez que dificulta a realização de movimentos simples, como pentear o cabelo. O tratamento fisioterapêutico é fundamental para auxiliar na recuperação desses movimentos. “Nós fazemos exercícios para diminuir a dor e melhorar a amplitude do movimento, mas o ideal é que o tratamento seja iniciado o quanto antes, porque conseguimos trabalhar antes que esse músculo perca totalmente a força, uma vez que essa perda é gradual”, reforça Renata. 

Orientadora da pesquisa e coordenadora do Serviço de Fisioterapia do HCP, Carina Batista acredita que o estudo pode ter impactos diretos na assistência aos pacientes. “A Fisioterapia sai mais fortalecida com esse trabalho, porque estamos mostrando a importância desse serviço. A tendência é que consigamos aplicar esse atendimento para pacientes de cabeça e pescoço, que podem se beneficiar com a fisioterapia para a melhoria das sequelas resultantes da cirurgia, da quimioterapia e da radioterapia”, enfatiza Carina. A monografia foi coorientada pela fisioterapeuta Cíntia Dutra, também do HCP.

 

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Em mais uma entrega da campanha “Troco Solidário”, a quarta desde o seu início em novembro de 2018, a rede de supermercados Arco-Mix realizou nesta quarta-feira (13), a doação de R$ 36.927,06 ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Nas três primeiras doações, mais de R$ 74 mil reais foram destinados ao hospital, que atende mais de 50% dos pacientes de câncer de Pernambuco. A entrega deste mês corresponde ao total arrecadado em fevereiro, nos caixas das 19 lojas que compõem a rede, ajudando a manter a continuidade no tratamento dos pacientes. Na campanha os clientes da rede são estimulados pelos caixas dos supermercados a contribuir doando as moedas do troco ou, se desejar, outra quantia. O valor doado é registrado no caixa e na nota fiscal que é devolvida ao cliente. 

O grupo Arco-Mix já é um parceiro antigo do HCP. Todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição. “Esperamos que nossa ação incentive outras empresas a contribuírem com essa importante causa”, destaca Eduardo Guilherme, diretor de logística da rede de supermercados.

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Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a superintendente administrativa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Cláudia Barbosa, foi agraciada com o certificado Mulher Virtuosa – Honra ao Mérito 2019, em sessão solene realizada na noite da última terça-feira (12), na Câmara Municipal do Recife. A celebração, proposta pela vereadora Michele Collins, destacou 28 mulheres por seus relevantes serviços prestados à sociedade, incluindo a saúde, área de atuação da nossa superintendente, que desempenha missão importante no HCP. “Receber este certificado simboliza a luta das mulheres, sobretudo por respeito, além de representar as guerreiras do HCP, nossas funcionárias, voluntárias, e principalmente, nossas pacientes”, emociona-se Cláudia.   

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De acordo com a vereadora, comemorar o Dia Internacional da Mulher simboliza as lutas e conquistas por uma sociedade mais justa e igualitária. Marcaram presença no evento autoridades, amigos e familiares das homenageadas.

 

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Quarto tipo mais frequente em homens e o terceiro mais frequente em mulheres na região Nordeste, o câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam no intestino grosso, especificamente nas regiões chamadas de cólon, reto e ânus. Como forma de alertar para a importância da prevenção contra este tipo de tumor que, se diagnosticado precocemente, apresenta chances de cura, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Março Azul Marinho, mês de combate e prevenção ao câncer colorretal.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estimam-se, para o ano de 2019, 2.260 novos casos para o sexo masculino e 2.800 para o feminino no Nordeste. Entre os principais fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento da doença estão obesidade, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e alimentação rica em carnes processadas. Além disso, este tipo de tumor apresenta maior incidência em pessoas de raça negra, de idade acima de 50 anos e em pessoas com síndromes hereditárias. “Cerca de 5% das pessoas que desenvolvem câncer colorretal herdaram mutações genéticas que causam a doença”, esclarece Dr. Mario Rino, cirurgião oncológico do HCP. 

Outros fatores que contribuem para o aparecimento deste tipo de tumor são histórico de pólipos adenomatosos – lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso –, histórico pessoal ou familiar de câncer colorretal – ou seja, pessoas que já tiveram este tipo de câncer, mesmo que tenha sido tratado cirurgicamente, ou que possuem familiares que já foram diagnosticados com a doença –, e histórico de doença inflamatória intestinal. De acordo com o Dr. Mario Rino, “Pessoas que apresentam doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa e doença de Crohn, com evolução de longa data, têm maiores chances de desenvolver câncer colorretal. A doença inflamatória intestinal é diferente da síndrome do intestino irritável, que não aumenta o risco de desenvolvimento da doença”. 

Os sinais de manifestação do câncer colorretal são: dores locais (no abdômen, pélvis ou reto), sangue nas fezes, constipação, diarreia, fezes finas, náusea, obstrução intestinal, anemia, fadiga, perda de apetite, perda de peso, entre outros. A detecção precoce do tumor pode ser feita em pacientes que tenham histórico familiar de diagnóstico de câncer por meio de exames de rastreamento que avaliam se há alguma possível alteração relacionada ao tumor antes mesmo do surgimento dos sintomas. Esse rastreio é feito com base no histórico clínico do paciente e no exame físico realizado pelo médico. Para os pacientes que já apresentaram os sintomas da doença, o diagnóstico é feito através da investigação com exames clínicos, radiológicos ou laboratoriais. 

 

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Ligue: (81) 3217-8000
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