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Coral Ressoar se apresenta no HCP

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Os sons do Coral Ressoar, composto por pacientes que precisaram remover a laringe por causa do câncer, se espalharam pelo Ambulatório do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) na tarde da última quarta-feira (19). O evento fez parte das ações comemorativas ao Dia da Voz, celebrado no dia 16 de abril, realizadas por profissionais do hospital. A apresentação também comemorou o aniversário de quatro anos de existência do grupo, que surgiu em abril de 2013.

A laringectomia, como é chamado o processo cirúrgico de retirada da laringe, é um procedimento comum em pacientes com câncer na região. No caso dos participantes do coral, todos retiraram o órgão totalmente e recuperaram a voz depois de um processo de reabilitação fonoaudiológica. O coral faz parte do Grupo Ressoar de apoio, no qual pacientes laringectomizados se reúnem uma vez por mês para participar dessa e de outras atividades, como palestras e oficinas. “Muitos pacientes veem no coral um incentivo para continuarem seus tratamentos para a recuperação da voz”, explicou a chefe do serviço de Fonoaudiologia do HCP, Roberta Borba.

Segundo ela, o processo de recuperação dos pacientes tem repercutido para além do HCP. Ivo Barbosa da Costa, 59 anos, fez sua laringectomia dois anos atrás e é grato por ter recuperado a voz nesse tempo. Para ele, que participa do coral há seis meses e já se apresentou até no Centro de Convenções com o grupo, a sensação de poder voltar a falar é muito especial.

Dia da Voz – Anualmente, no mês de abril, o Hospital de Câncer de Pernambuco, com apoio de faculdades e do Conselho Regional de Fonoaudiologia, promove ações de conscientização do cuidado com a voz. Atuando em toda Região Metropolitana do Recife, os profissionais oferecem orientação e disponibilizam triagens e exames à população.

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Liga de Oncologia aproxima estudantes do HCP

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Durante um ano, nove estudantes de medicina se dedicaram a conhecer e vivenciar a rotina do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Na última segunda-feira (17), elas concluíram suas jornadas na primeira turma da Liga Acadêmica de Oncologia (Liacon) promovida pela instituição. Mais do que aprendizado técnico, no entanto, a oportunidade de cuidar dos pacientes foi o grande destaque do programa. Os certificados de conclusão do curso foram entregues em solenidade realizada na Biblioteca do HCP.

As ligas acadêmicas são iniciativas que visam aprofundar o conhecimento dos estudantes em especialidades determinadas. A primeira iniciativa desse tipo surgiu em 1918, com a criação da Liga de Combate à Sífilis, vinculada à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A popularização desse modelo, no entanto, só ocorreu nos anos 90.

“O diferencial da nossa liga está no fato de que ela prepara o aluno para saber cuidar do paciente. Para isso, ele passa por todos os serviços ambulatoriais e clínicos do HCP, e não somente por uma especialidade”, explicou o coordenador da Liacon, o ci/rurgião dr. Josimário Silva, destacando que esse projeto reforça a vocação acadêmica do HCP.

“A relação médico-paciente com pacientes oncológicos é diferente das demais. A Liacon proporciona um aprendizado de como se portar com um paciente que é mais complexo”, concordou o também coordenador da Liacon, dr. Felipe Dubourcq. Segundo ele, a vasta quantidade de material patológico existente no HCP é um ponto positivo para o aprendizado. “Isso precisa ser mostrado para os alunos”, enfatizou.

Cursando o 5º período na Uninassau, a estudante Sara Lopes declarou que a Liacon a fez se aproximar ainda mais da oncologia. “Acredito que esse foi um dos meus melhores anos em medicina até agora. Aprendi a lidar não só com os pacientes e suas doenças, mas com ele por inteiro”, ressaltou.

Essa é a mesma opinião de Renata Fernanda, estudante da Universidade de Pernambuco, que está cursando o 9º período. Com um trabalho de conclusão de curso direcionado para os cuidados paliativos, Renata explicou que o grande trunfo da Liacon foi a possibilidade de estar perto do paciente. “Não só na parte técnica e física, mas também compreendendo que ele tem outras dores. O papel do médico é cuidar desse paciente como um todo”, ponderou.

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HCP recebe visita de médicos do Hospital St. Jude

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) abriu suas portas para receber dois médicos representantes do Hospital St. Jude, um dos mais importantes centros de referência do mundo quando o assunto é câncer infantil. Os oncologistas pediátricos do HCP, Tadeu Calheiros e Virgínia Almeida, foram os responsáveis pela apresentação do setor de Oncologia Pediátrica do HCP para o vice-presidente executivo do St. Jude, Carlos Rodriguez-Galindo, e para a diretora Regional para a América Latina da instituição, Monika Metzger. A visita ocorreu na tarde da última segunda-feira (10).

O Saint Jude Children's Research Hospital (Hospital de Pesquisa Infantil Saint Jude, em português) é uma instituição filantrópica localizada em Memphis, nos Estados Unidos. Além de desenvolver pesquisas e realizar tratamentos de pacientes com câncer infantil, a instituição também desenvolve programas de parcerias com outros hospitais, com o objetivo de aprimorar o tratamento de crianças com câncer. Hoje, as parcerias do St. Jude conseguem atingir cerca de 2,4% da população infantil com câncer no mundo, mas a expectativa é de aumentar essa participação para 30%.

De acordo com Monika Metzger, a visita teve como principal objetivo entender a atual situação do tratamento do câncer infantil em Pernambuco. “O que identificamos no HCP é que ele tem um potencial muito grande, especialmente em sarcomas. Seria importante que ele fosse reconhecido como centro de excelência para o tratamento de crianças com esses tumores”, opinou. Além do HCP, eles também visitaram o Real Hospital Português e o Hospital Universitário Oswaldo Cruz.

Para dr. Tadeu Calheiros, o objetivo principal do St. Jude é garantir que todas as crianças tenham maiores oportunidades no combate ao câncer infantil. Em Pernambuco, por exemplo, eles desenvolvem um trabalho junto ao IMIP há mais de dez anos. “Além de termos tido a honra da visita, também foi possível apresentar o nosso trabalho e trocar experiências sobre o tratamento do câncer infantil. Essa troca de conhecimentos pode originar parcerias futuras para o hospital, além de trazer investimentos em infraestrutura e desenvolvimento ainda maior de recursos humanos”, ponderou o pediatra.

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Primeira residente de Odontologia Oncológica apresenta monografia

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O setor de Odontologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) tem muito que comemorar. Na manhã da última sexta-feira (07), a primeira aluna da Residência Uniprofissional em Odontologia Oncológica, a dentista Michele Lopes, apresentou seu trabalho de conclusão de curso. O evento ocorreu na Biblioteca do Departamento de Ensino e Pesquisa do HCP, finalizando uma trajetória iniciada em 2015.

Durante a residência, Dra. Michele estudou o impacto da xerostomia na qualidade de vida de pacientes submetidos à radioterapia de cabeça e pescoço. A xerostomia, ou sensação de boca seca, é um dos efeitos colaterais deste tratamento. “Está sendo muito importante transformar em números o que realizamos aqui. Quando temos esses dados, conseguimos descobrir se estamos no caminho certo”, ressaltou o coordenador do programa e orientador da residente, Dr. Igor Henrique.

Para Dra. Michele, o período de residência aprofundou os conhecimentos que ela adquiriu na faculdade e foi fundamental para o aprendizado sobre o câncer. “A oncologia ainda não é uma especialidade da odontologia, mas há uma necessidade muito grande de profissionais especializados, porque nós sabemos que o câncer é uma das doenças que mais crescem no mundo”, enfatizou. 

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Espaço Renascer conhece Paço do Frevo

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Um passeio terapêutico levou um grupo de mulheres mastectomizadas (que tiveram que retirar as mamas) e pacientes pediátricos do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) ao Paço do Frevo, na última quinta feira (6), pela manhã. Quarenta pessoas, contando com a equipe do hospital, participaram da visita. O passeio faz parte do cronograma de atividades do Espaço Renascer, grupo de apoio criado no HCP para mulheres que passaram por cirurgia na mama por conta do câncer.

Maria Lurdes Moraes tem 73 anos. Ela já havia visitado anteriormente o Paço do Frevo com seu filho. Daquela vez, não teve tempo de ver com cuidado cada detalhe, como conseguiu fazer dessa vez. Ela se encantou com o terceiro e último andar do prédio, onde estandartes históricos do Carnaval Pernambucano são expostos. Lurdes rememorou a época que brincava nas ladeiras de Olinda. “Muitos desses blocos são do meu tempo. É uma maravilha ver isso em um museu, porque é a identidade de Pernambuco”, contou a aposentada.

Maria das Graças Albuquerque é voluntária no Espaço Renascer. Sua história no HCP começou com o surgimento de um câncer: 21 anos atrás Graça fez sua cirurgia e logo depois foi encaminhada para fisioterapia e para o Espaço Renascer, onde se tornaria voluntária após dois anos participando da atividades do grupo. Durante esse tempo em que vem acompanhando o grupo, Graça pôde realizar e fazer parte de muitos passeios e relembrou um deles em particular, quando, em 1998, foi pela primeira vez assistir à Paixão de Cristo. “Lembro que sempre me senti muito bem nessas atividades. E mesmo depois de tanto tempo, a gente se renova no Renascer”.

“Essas atividades se agregam à recuperação do paciente, trazem autoestima e conhecimento”, explicou a assistente social e uma das coordenadoras do Grupo Renascer, Fátima Filgueira. A psicóloga Luana Oliveira também está à frente do Renascer. Para ela, essas excursões são importantes porque além de proporcionar um dia diferente, promovem a inserção social e cultural dos participantes. “Tirá-los do ambiente do hospital é um auxílio no tratamento e enfrentamento da doença”, pontuou.

PEDIATRIA – Pela primeira vez, crianças do setor de Pediatria Oncológica do HCP também foram convidadas para o passeio terapêutico. Leopoldo Porto foi um dos pacientes que participaram da visita. Hoje com 15 anos, o paraibano fez seu primeiro passeio terapêutico com o HCP. Ele tinha ido ao hospital fazer um exame, quando Cristiana Monteiro, assistente social, o convidou para conhecer o Paço do Frevo. Também foi a primeira vez de Maycol de Almeida, de 13 anos, no Paço. Acompanhado de sua mãe, Glaucilene Maria de Almeida, Maycol ficou tão animado por participar da atividade que insistiu para que a mãe levasse seus dois irmãos, um deles sua gêmea. Glaucilene disse que também ficou muito feliz por poder acompanhar o passeio com seu filho.

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UPAE de Arcoverde celebra aniversário de três anos

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Em clima de alegria e emoção, a UPAE de Arcoverde comemorou três anos de funcionamento, no último dia 31. Funcionários e pacientes participaram de um evento festivo, onde cantaram parabéns e cortaram um bolo alusivo à data. Presente, o superintendente geral de gestão do HCP, Filipe Bitu, destacou os avanços e resultados positivos da unidade. “Isso só é possível com o empenho e dedicação de cada um dos colaboradores. Por isso, hoje estamos todos de parabéns”, afirmou. “Com união e participação, conseguimos promover um atendimento humanizado e de qualidade”, completou o coordenador geral da UPAE, João Peixoto.

Durante a cerimônia, o diretor médico da UPAE Arcoverde, Jarbas Maciel, falou em nome dos funcionários. “Aqui, o usuário é bem atendido desde a recepção e central de marcação até a saída da unidade. Por isso, ficamos muito felizes em perceber o retorno positivo dos pacientes com relação ao serviço prestado”, afirmou.

Serviço - A UPAE de Arcoverde atende 13 municípios. As especialidades médicas oferecidas são cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, mastologia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pneumologia, urologia. Entre as especialidades não médicas, a unidade conta com enfermagem, nutrição, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, serviço social, farmácia e psicologia, além de 20 tipos de exames.

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Benção e confraternização marcam três anos da UPAE de Belo Jardim

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Durante cerimônia festiva, a UPAE de Belo Jardim comemorou três anos de atividades, no último dia 31. O clima era de confraternização com a presença de todos os funcionários, entre pessoal da recepção, de serviços gerais e os multiprofissionais de saúde. O superintendente geral de gestão do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Filipe Bitu, responsável pela administração do local, lembrou o início do funcionamento e destacou a importância do trabalho para a população. “Fizemos a diferença na interiorização do serviço médico especializado”, ressaltou. A coordenadora da unidade, Alexandra Amaral, apresentou os resultados da gestão e agradeceu e empenho de todos os funcionários. “Conseguimos promover um atendimento humanizado e de excelência”, destacou.

O ato foi prestigiado pelo prefeito de Belo Jardim, João Mendonça; além do vice, Luiz Carlos Bezerra, e do secretário de saúde do município, Thiago Lino. O evento começou com uma benção proferida pelo padre Geraldo Magela, pároco da paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Em seguida, os presentes cantaram parabéns, seguido do corte do bolo. Também presente, a gerente de enfermagem da unidade, Lidiane Lima.

Especialidades - A UPAE de Belo Jardim atende oito municípios da região, nas seguintes especialidades médicas: cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia, mastologia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pneumologia, urologia. Entre as especialidades não médicas, a unidade dispõe de enfermagem, nutrição, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, serviço social, farmácia e psicologia, além de 20 tipos de exames. 

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Primeira edição de Fellowship em Urologia Oncológica alcançou objetivos

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Um ano de acompanhamento da rotina do setor de Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Essa foi a proposta da primeira edição do Fellowship em Urologia Oncológica do HCP, vivenciada pelo urologista Michel Bredow. Iniciado em abril de 2016, o programa chegou ao fim no último dia 30, com a entrega do certificado de conclusão para o médico residente. A segunda edição do projeto começa nesta segunda-feira (03), com a chegada do novo fellow¸o urologista Luiz Paulo Figueiredo. 

Durante o ano de 2016, Bredow participou de aulas teóricas ministradas por profissionais do próprio HCP e de instituições parceiras, além de ter tido a oportunidade de acompanhar o serviço do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), através de um intercâmbio. “Toda a equipe é excelente e o HCP sempre se mostrou disposto a colaborar com esse projeto. Consegui me aprimorar profissionalmente”, comentou. Agora, dr. Michel Bredow retorna ao Rio Grande do Sul, seu estado de origem. 

Coordenador do programa de Fellowship em Urologia Oncológica, o também urologista Luiz Henrique comemorou o êxito do primeiro ano do projeto. “A experiência foi excelente. Com o apoio do dr. Michel, conseguimos realizar mais laparoscopias. Sabemos que é possível melhorar, mas temos um saldo muito positivo. Agora, todo o País conhece o nosso fellowship”, reforçou. Entre as novidades para o programa deste ano, o residente será estimulado a enviar trabalhos para congressos de urologia. 

 

Além de ter sido uma experiência positiva para Michel Bredow, o Fellowship em Urologia Oncológica também trouxe ganhos para o HCP. Entre eles, está o investimento em equipamentos e materiais para a execução de laparoscopias urológicas. “Esse programa foi importante para nós: a troca de conhecimentos enriquece a instituição. Fiquei muito satisfeito quando vi dr. Michel fazendo uma videolaparoscopia aqui no HCP. Agora, estamos investindo em novos equipamentos”, ressaltou o superintendente geral do HCP, dr. Hélio Fonseca.

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Programa de Fellowship em Urologia divulga aprovado

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O médico Luiz Paulo Figueiredo Vieira foi aprovado – com a nota 7.45 - para a segunda edição do Programa de Fellowship em Urologia Oncológica do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Dr. Luiz Paulo foi submetido ao processo seletivo, composto por análise curricular e entrevista presencial.

Durante um ano, o médico selecionado acompanhará e realizará atividades cirúrgicas, ambulatoriais e científicas, sob a supervisão da equipe que atua no setor de Urologia Oncológica do HCP. A programação do Fellowship ainda inclui aulas teóricas ministradas por profissionais do HCP e de outras instituições parceiras. Também é possível participar de um intercâmbio no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

O segundo colocado desse processo foi o médico Sérgio Luís da Silva Calisto, que alcançou a nota 5.48.

 

Missa para homenagear a memória de Maria Esther Souto

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Uma vida dedicada ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP): esse é o resumo da história de Maria Esther Souto que, se estivesse viva, teria comemorado 100 anos no último dia 7 de março. Em celebração à data, familiares e amigos se reuniram e participaram de uma missa na Igreja Madre de Deus, no Bairro do Recife. Entre os presentes, integrantes da direção do HCP, como o superintendente geral, dr. Hélio Fonseca, e da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer.

A biografia de dona Esther se confunde com a história do HCP. Era o ano de 1945 quando ela, então aos 28 anos, e Dília Henrique, sua amiga, se uniram com o propósito de realizar um trabalho assistencial e filantrópico para os indigentes hospitalizados. Foi quando descobriram que os portadores de câncer eram os que mais precisavam de ajuda. Estava lançada a semente que se transformaria na Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer (SPCC), do qual foi presidente.

Neta de dona Esther e uma das organizadoras da homenagem, a empresária Paula Meira afirmou que a avó sempre teve muito orgulho de ter feito parte da construção do HCP. “Minha avó nos marcou como exemplo de união, solidariedade e amor. Todos os sentimentos que as pessoas deveriam ter umas pelas outras, ela tinha”, enfatizou. Casada com o empresário e deputado Adelmar da Costa Carvalho, que faleceu em 1990, dona Esther conseguiu o terreno onde foi instalado e se encontra até hoje o HCP e doou ainda a construção do primeiro pavilhão do hospital, entre outros feitos.

Mãe de cinco filhos, dona Esther somente deixou de trabalhar no HCP aos 91 anos, por recomendações médicas. Faleceu meses depois, em 2009, por causa de uma infecção respiratória. Pelo seu trabalho e fundação da rede de voluntariado que atua até hoje, Dona Esther também é considerada a voluntária mais antiga do País.

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