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Roda de conversa marca Dia Mundial dos Cuidados Paliativos

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Todos os anos é comemorado o Dia Mundial de Cuidados Paliativos no Hospital de Câncer de Pernambuco. Pensando nisso, nesta manhã, 13 de outubro, a equipe de Cuidados Paliativos realizou uma roda de conversas sobre o tema para orientar cuidadores e tirar dúvidas sobre cuidados com os pacientes. Depois, o grupo foi para o ambulatório e para a triagem, com o mesmo objetivo.

 

Segundo Conceição Hander, coordenadora do serviço, as pessoas associam tais cuidados ao fim da vida, mas, na realidade, trata-se de uma série de cuidados especiais a partir do diagnóstico de uma doença que ameace a vida. “Quanto mais cedo o paciente for inserido nos protocolos paliativos, mais chances de prolongar a vida sem sofrimento ele tem”, explica. “A família, nesse processo, é fundamental”.

 

Os cuidados são muito variados, mas a ideia central é humanizar ao máximo o tratamento. E em casa, quando possível, o ambiente tende a se tornar melhor. Por isso, Hander reforçou na conversa a importância da família também ser treinada para ficar atenta sobre como cuidar da maneira mais adequada. “O cuidador é indispensável para identificar dores e falta de ar. É a percepção desse familiar que nos ajuda na rotina médica, além de claro, ficar responsável, por exemplo, pela medicação, trocas de curativos, entre outras atividades, para dar conforto ao paciente”, finaliza.

 

 

 

Dia do Fisioterapeuta é comemorado com evento educativo

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Na última terça-feira (11), o Hospital de Câncer de Pernambuco realizou o Dia do Fisioterapeuta. O evento educativo foi voltado para pacientes, acompanhantes e demais profissionais de saúde do próprio HCP. Os temas das palestras foram escolhidos com o objetivo de auxiliar na melhor qualidade de vida dos pacientes. Luciana Mergulhão, coordenadora do serviço de Fisioterapia, destacou a importância de eventos como esse. "Atualizamos os nossos profissionais, repassamos conhecimentos para os nossos pacientes e acompanhantes e ainda confraternizamos", afirmou. A médica Fabiana Gonzaga abordou os cuidados para não trazer infecção para o ambiente hospitalar.

Já a fisioterapeuta Carina Paiva levantou questões básicas para a prevenção de quedas. “Precisamos ficar atentas não só na rua, mas principalmente em casa. O banheiro, por exemplo, é um ambiente bastante propício para que esses acidentes aconteçam”, afirmou. A fisioterapeuta também mostrou alternativas para tornar o ambiente mais seguro, como barras de apoio e tapetes antiderrapantes. Ainda durante a palestra, outras situações que acontecem no dia a dia e oferecem riscos à saúde foram levantadas pelas participantes, como ambientes mal iluminados, excesso de móveis e objetos no caminho, o tipo de calçado utilizado, entre outras. Ainda dentro da programação, foram discutidos os direitos do paciente com câncer, a importância da alimentação saudável e a ligação entre os fatores emocionais e a produção da voz. 

 

Dia das Crianças é comemorado no HCP

 “Em 2012 eu tive a oportunidade de viajar com uma amiga que havia sido diagnosticada com câncer. Foi aí que pude perceber o quão difícil é a luta contra essa doença e isso me sensibilizou bastante, de modo que eu queria fazer alguma coisa por essas pessoas”. Essa foi a motivação principal de Jeremias Germano, analista da Justiça Federal, que criou o Dia das Crianças mais Feliz no HCP. Pelo 5º ano consecutivo, alguns meses antes do Dia das Crianças, ele entra em contato com o Hospital para verificar as necessidades de doações e, então, programa uma manhã bastante animada para as crianças da instituição. Este ano, diante da necessidade de leite e suplementos alimentares, fundamentais na dieta dos pacientes, ele começou a se articular com seus colegas de trabalho, além de amigos e conhecidos, através do Facebook, para realizar a coleta dentro dos Fóruns de Justiça do Estado e depois entregar tudo num grande dia de festa, dia 11 de outubro.

Nesta manhã, além das doações de mantimentos, também foram arrecadados brinquedos, não só para os pacientes pediátricos, mas também para a creche São Domingos Sávio, localizada na Rua dos Casados (próxima ao HCP). Chegaram, ao todo, cerca de 150 brinquedos, 19 livros, 30 bonés, 26 lenços de cabeça, 150kg de leite em pó, 103 kg de suplemento alimentar, 39kg de doces, 192 fraldas, 100 pacotes de biscoitos e outros itens de alimentação. Na programação, também foram realizadas apresentações de mágica e distribuição de lanches. Para a superintendente administrativa do HCP, Claudia Barbosa, esse tipo de ação é indispensável. “É incrível a alegria que eles trazem para as crianças, que têm a oportunidade de passar um dia diferente; elas ficam empolgadíssimas, falam sobre isso depois, perguntam quando vai haver de novo”. diadascriancastr.JPG

 

HCP participa de mutirão de reconstrução mamária

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No período de 24 a 29 de outubro, o Hospital de Câncer de Pernambuco participará do II Mutirão Nacional de Reconstrução Mamária. Na ocasião, 15 pacientes mastectomizadas devido ao câncer de mama passarão pela cirurgia plástica reparadora no HCP e em outros seis hospitais, entre públicos e privados. 

De acordo com o médico Jairo Zacchê, coordenador regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a reconstrução mamária contribui para a recuperação da autoestima da mulher. “A cirurgia possibilita que o estigma de mutilação seja tirado e isso traz uma série de ganhos para o tratamento”, afirma. “Fizemos uma seleção com as pacientes e definimos o grupo que terá a oportunidade fazer a cirurgia sem custo. As próteses de silicone foram doadas por uma empresa revendedora de implantes mamários”, completa Zacchê.

A ação é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Fundação IDEAH – Instituto de Ensino e Ação Humanitária da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e será realizada em 20 estados. O I Mutirão Nacional foi realizado em 2012, quando mais de 500 mulheres foram operadas em todo o país.

Câncer de mama pede cuidados constantes

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No Brasil e no mundo inteiro, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Para 2016, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estima que aproximadamente 58 mil novos casos da doença serão registrados no país. Esse tipo de câncer é o mais presente nas mulheres das regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste, após o câncer de pele não melanoma.

Diante desses dados, percebemos a necessidade constante de informar as mulheres sobre a doença, assim como a importância do diagnóstico precoce e o que pode ser feito para preveni-la. Porém, durante os meses de outubro, é dado um foco maior nessas informações, pois o mundo inteiro se mobiliza para alertar a população sobre o câncer de mama, no chamado Outubro Rosa. Essa mobilização mundial começou na década de 1990, nos Estados Unidos. Em 2008, a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) trouxe o movimento para o Brasil.

Esse ano, o Hospital de Câncer de Pernambuco desenvolveu uma campanha que visa despertar a consciência de que o cuidado com o corpo deve ser constante, ou seja, a mulher não precisa esperar apenas o mês de outubro para se cuidar. Manter uma alimentação saudável, não fumar, não ingerir bebida alcoólica e praticar exercícios físicos contribuem para a diminuição dos riscos de desenvolver a doença.

Além dos cuidados citados acima, é fundamental que os exames de prevenção sejam realizados regularmente, pois a detecção precoce do câncer de mama é fator determinante para um bom prognóstico. Quando a doença é descoberta no início, as chances de cura podem chegar até a 95%.

O exame mais importante para o diagnóstico é a mamografia, que pode detectar tumores e nódulos menores que um centímetro. As mulheres com mais de 40 anos devem realizar a mamografia anualmente. Porém, se no intervalo entre os exames a mulher sentir algum caroço nas mamas ou axilas, apresentar descarga papilar (saída de secreção líquida, sanguinolenta ou transparente) ou perceber que algo nas mamas está diferente, deve procurar um médico imediatamente.

As mulheres que estiverem no grupo de fatores de risco precisam informar o médico a fim de ter um acompanhamento direcionado. Os fatores de risco são: histórico familiar de câncer de mama e ovário, ingestão regular de álcool, alteração genética, menarca (primeira menstruação) antes dos 11 anos, menopausa após os 55 anos, obesidade, sedentarismo, exposição frequente a radiações ionizantes (raios-x) e terapias hormonais, entre outros.

Clique aqui e acesse o conteúdo da campanha “Previna-se! O cuidado com o corpo deve ser constante”.

 

Mutirões de Saúde atendem 287 pacientes no final de semana

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Duzentos e oitenta e sete. Foi esse o número exato de pacientes atendidos em dois mutirões que aconteceram, num único final de semana, e de forma simultânea, no Hospital da Mulher do Recife, no Curado, e na UPA-E do Arruda.  Enquanto no seu mutirão, o HMR realizou pequenas cirurgias dermatológicas, o mutirão da UPAE do Arruda atendeu pacientes para consultas de Ortopedia.

O secretário de Saúde do Recife, Jaílson Correia, acompanhou a realização destes dois mutirões, ao lado de Filipe Bitu, superintendente executivo da OS Hospital de Câncer de Pernambuco, que administra as duas unidades de saúde, e de Adriana Bezerra, diretora da UPA-E do Arruda. “A lógica dos mutirões é a concentração dos atendimentos para acelerar o diagnóstico e a oferta de tratamento. Focamos, principalmente, nos procedimentos em que a fila de espera é maior”, explica o secretário Jailson Correia.

No Hospital da Mulher do Recife, no Curado, em dois dias, o mutirão atendeu 157 pacientes, que foram submetidos a pequenas cirurgias dermatológicas para retirada de cistos, sinais e lipomas – pequenos tumores benignos.  Cerca de 30 profissionais participaram da ação no HMR, entre assistentes sociais, médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. O mutirão transcorreu normalmente e todos os pacientes tiveram alta no mesmo dia.

Já na UPA-E do Arruda, o mutirão foi realizado  em parceria com a SBOT (Sociedade Brasileira de Traumato-Ortopedia). 130 pacientes foram atendidos por 25 ortopedistas de diversas especialidades: joelho, ombro, pé, coluna e mão; além de ortopedista especialista em Pediatria. A equipe foi composta também por técnicos de enfermagem, de radiologia e de imobilização, além de enfermeiros e pessoal administrativo. “São procedimentos simples, mas se não tivessem sido resolvidos agora, no futuro, esses pacientes poderiam sofrer problemas mais sérios”, lembra o superintendente executivo do HCP, Filipe Bitu.

 “O paciente já sai daqui com toda a linha de cuidados garantida”, esclarece Adriana Bezerra, diretora da UPA-E do Arruda. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a costureira Maria de Fátima da Silva, moradora de Nova Descoberta, que sofre com artrose no joelho. “Sinto muitas dores e inchaço. Estava à espera de uma consulta há vários meses. Hoje, fui muito bem atendida e já saio daqui com encaminhamento para fisioterapia”, afirmou.

A UPA-E do Arruda e o Hospital da Mulher do Recife estão sob gestão do Hospital de Câncer de Pernambuco. A UPA-E foi construída pelo Governo do Estado e repassada para administração do Recife. O HMR é uma unidade da Prefeitura do Recife. 

Rede Feminina comemora Dia do Voluntário 

No dia 28 de agosto se comemora o Dia Nacional do Voluntário. No Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), essa data não poderia passar em branco. A Rede Feminina de Combate ao Câncer realizou nos jardins do HCP um café da manhã coletivo para os pacientes e acompanhantes. O evento realizado pelo corpo de voluntárias contou com o apoio e a animação do grupo Forró do Bezerrão, que animou os participantes, além da participação de Amanda Lima (19), a única bailarina com Síndrome de Down do Norte e Nordeste, que realizou uma apresentação exclusiva no evento.

“Esta comemoração é uma alusão ao Dia do Voluntariado, mas a homenagem somos nós quem temos que prestar pelo trabalho incansável que elas realizam aqui”, explicou a superintendente administrativa Cláudia Barbosa. Para Maria da Paz Azevedo, presidente da Rede Feminina, o trabalho realizado pelo voluntariado é uma missão de resgate à vida. “Quando você abraça uma causa como a de cuidar das pessoas, você passa a dar valor a vida; todos os dias eu me apaixono pelo meu trabalho e isso me motiva a continuar.”

O corpo de voluntárias do Hospital de Câncer é composto, principalmente, por mulheres que foram tocadas pelo trabalho das próprias companheiras. É o caso de Elisabete Barbalho (60). Há pouco 10 anos, ela era uma paciente de câncer de mama no HCP. Assim que ela venceu a doença, procurou a Rede Feminina e decidiu por se unir ao trabalho realizado por elas. “Saber pelo que muitas de nós passamos, enquanto pacientes, renova as esperanças das pessoas que cuidamos; nosso papel, a meu ver, é mostrar que o câncer não é o fim de uma vida, ele também pode ser o recomeço de uma”, finalizou Elisabete.

 

Maquiadores deixam pacientes mais bonitas 

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Na manhã desta quinta-feira (18), o Hospital de Câncer de Pernambuco recebeu a visita do projeto Beleza pela Vida. Ao todo, 25 profissionais, entre manicures, massagistas, massoterapeutas, maquiadores e esteticistas, realizaram atendimento gratuito para pacientes, acompanhantes e funcionárias do HCP. Os atendimentos estéticos foram realizados no Ambulatório de Pélvis, enquanto as sessões de massoterapia foram levadas a todas as enfermarias do Hospital. Cerca de 75 pessoas foram atendidas durante a ação.

O projeto Beleza pela Vida é fruto de um documentário (de mesmo nome), gravado com pacientes do Hospital de Câncer de Pernambuco durante uma ação voluntária realizada nos jardins do ambulatório, em março deste ano. Tratava-se de um trabalho de conclusão de curso de alunas e alunos do curso de Maquiagem do SENAC. Porém esse trabalho acabou por render mais do que uma única ação isolada. Após a realização do filme, o grupo iniciou um trabalho voluntário que reuniu uma equipe multidisciplinar para a realização de outras ações semelhantes em parceria com o HCP.

Hospital da Mulher do Recife realiza primeiro parto dentro d’água

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O primeiro bebê nascido no Hospital da Mulher por meio de um parto dentro d’água se chama Enzo Gabriel, pesa 4kg e 200 gramas e mede 51 cm. Ele é o segundo filho da dona de casa Girlayne Leite Galvão, 28 anos.  Em comparação com a experiência anterior, Girlayne disse que esse parto foi bem melhor. “Foi normal, como o primeiro. Mas, desta vez senti bem menos dor, como uma anestesia natural. Foi ótimo”, disse. A diretora do hospital, dra. Isabela Coutinho, comemorou: “Como parte da filosofia de respeito à autonomia materna, ficamos muito felizes em poder oferecer uma assistência ao trabalho de parto e parto na banheira, realizado por profissionais habilitados”. O HMR, equipamento de saúde da Prefeitura do Recife, sob gestão da OS Hospital de Câncer de Pernambuco, tem como filosofia a realização de atendimentos e partos humanizados.

Moradora do bairro de San Martin, Gyrlayne teve a companhia do marido, Everaldo, durante todo o parto. Enzo veio ao mundo às 18h33, com acompanhamento das enfermeiras obstetras Renata e Sueli. O bebê recebeu APGAR 10/10, o que significa excelentes condições nascimento; chorando, corado e respirando. Mãe e bebê passam bem e estão internados na Enfermaria 1 do HMR.

Capacitação – Para viabilizar o parto dentro d’água, o Hospital da Mulher do Recife conta com uma banheira especial, a única do Estado. Para realizar o procedimento, a equipe do Centro de Parto Normal da unidade passou por uma capacitação no sábado passado.

 

 

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