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Autoestima elevada para enfrentar o câncer

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Entre tantos sentimentos que surgem em meio ao tratamento de um câncer, manter a autoestima elevada se torna mais um desafio. No Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama, duas maquiadoras profissionais vieram para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) com a missão importante de aumentar a confiança e trazer alegria para as pacientes e acompanhantes que circulavam pelo ambulatório da instituição. O resultado? Sorrisos estampados no rosto das mais de 30 mulheres que participaram da ação, realizada na manhã desta quarta-feira (19). 

Há seis meses, Gleive Inojosa descobriu que estava com um câncer no ovário. A notícia veio de surpresa, mas não afastou o bom humor e a leveza com que a paciente encara a vida. Após ter finalizado o tratamento de quimioterapia, a paciente agora espera pela cirurgia que irá fazer para a retirada do tumor. Enquanto aguardava a hora da sua consulta, Gleive aproveitou para cuidar também da autoestima. “Eu estou sempre feliz, mas existem pessoas que não conseguem estar assim em todos os momentos. Essa ação é maravilhosa porque está contribuindo para aumentar a nossa confiança”, opinou. 

Na opinião do médico e superintendente Técnico do HCP, dr. Fábio Malta, atividades como essa ajudam a aumentar a adesão das pacientes ao tratamento. “O tratamento contra o câncer, especialmente algumas quimioterapias, possui efeitos colaterais como a queda dos cabelos e o ressecamento da pele, o que afeta a autoestima feminina. Essas ações conseguem minimizar essa perda de confiança e têm impacto positivo também no tratamento”, reforçou. 

Resultado de uma parceria inédita entre o HCP e a Yes! Cosmetics, o dia da beleza integra a campanha Outubro Rosa Yes!, que irá destinar 1% de todas as vendas da marca em outubro para o Hospital de Câncer. “A nossa ação foi muito bem recebida. Dar essa oportunidade de cuidar um pouco da beleza para quem está em um tratamento de saúde como esse é importantíssimo”, destacou a sócia-fundadora da Yes!, Ketty Espinheiro.

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Realidade virtual auxilia no tratamento de pacientes oncológicos

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Já faz algum tempo que os videogames deixaram de ser associados ao sedentarismo. Com as novas tecnologias, os jogadores podem se movimentar e se exercitar enquanto se divertem. De olho nessas novas características dos aparelhos eletrônicos, o serviço de Fisioterapia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) está utilizando a realidade virtual oferecida por esses jogos em uma missão ainda mais nobre: auxiliar os pacientes em tratamento quimioterápico. 

Ainda recente na prática clínica de forma geral, a realidade virtual vem sendo utilizada no HCP para avaliar a perda de equilíbrio e de força ocasionada pela neuropatia periférica, doença nos nervos periféricos que é um dos efeitos colaterais da quimioterapia. “A fraqueza muscular é o maior fator de risco para quedas: se ela ocorrer, o paciente pode ter uma piora no quadro clínico. Nós trabalhamos com jogos que trazem a exigência da força muscular e do equilíbrio para avaliar se o centro de gravidade deles está alterado”, explica a fisioterapeuta e coordenadora da Residência Multiprofissional do HCP, Carina Paiva. 

A inserção da realidade virtual no tratamento dos pacientes oncológicos faz parte do Trabalho de Conclusão de Residência desenvolvido pela fisioterapeuta residente do HCP, Anna Karoline Lemos. Até agora, cerca de 40 pacientes já foram avaliados. “Quando finalizarmos a pesquisa, os resultados irão nos mostrar se o videogame e a plataforma podem realmente ser utilizados para a avaliação dessa doença bem como para o tratamento dos pacientes”, comenta Anna Karoline.

Anna Karoline destaca, ainda, que já é possível perceber resultados positivos no uso da realidade virtual para esses pacientes: entre eles, o feedback imediato que o jogo oferece e o consequente aumento da adesão ao tratamento. Os resultados finais do estudo só deverão ser divulgados no ano que vem, mas a expectativa é que, no futuro, a prática possa ser adaptada para o tratamento de outras complicações associadas ao câncer.

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Crianças do HCP conhecem a magia do Le Cirque Amar

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O circo francês Le Cirque Amar trouxe um pedaço da magia do circo para a criançada do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), na manhã do último dia 9. Na brinquedoteca, espaço de convivência da enfermaria Anjo Rafael, se apresentaram palhaços, malabaristas e contorcionistas. Pipoca e algodão-doce completaram a festa dos pequenos pacientes.

O paciente Lucas de Jesus, de 16 anos, assistiu a tudo de pertinho e se encantou especialmente com o palhaço Moroco, eleito como sua atração favorita. A mãe de Lucas, Lucinete Andrade, que acompanhou toda a diversão, também achou tudo muito bonito. “Isso anima a nossa rotina e faz com que eles fiquem mais próximos da apresentação”, destacou.

A visita a instituições de saúde é um trabalho que o Le Cirque Amar realiza há 15 anos, contou Robert Stevanovich, administrador e acrobata. Para ele, foi gratificante trazer o circo ao Hospital de Câncer de Pernambuco. “O objetivo é levar alegria a crianças que infelizmente não podem ir ao circo. A gente agradece ao HCP por ceder esse espaço”, reconheceu. O acrobata Bobi Zolboo, da Mongólia, concordou: “É sempre bom ver o sorriso da criança, mesmo nas horas difíceis.” 

 

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Casal de voluntários celebra casamento no HCP

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O amor surge nos lugares mais inesperados. A história do casal Welna Rousy e Lucas Apolinário é um exemplo disso. O sentimento entre os dois surgiu nos corredores do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), enquanto dra. Chuchu e dr. Apô, como são conhecidos, ofereciam, sem pedir nada em troca, sorrisos e conforto aos pacientes do Hospital. Nasceu na Enfermaria São Lucas 1º, em um gesto de coragem e um inspirado pedido de namoro por parte de Lucas. E se consolidou em frente à Capela do HCP, tendo pacientes como testemunhas de um pedido de casamento inesperado. E, no mesmo lugar, no último dia 25 de julho, eles disseram sim para dividir a vida juntos – em uma cerimônia repleta de narizes de palhaços e muita emoção.

A paixão de Welna pelo trabalho voluntário nasceu há sete anos, quando ela fundou o grupo Doutores da Felicidade. Dentro do HCP, eles fazem trabalhos de palhaçoterapia com os pacientes que estão internados. Lucas veio para o grupo alguns anos depois. E foi o amor em servir ao próximo que fez com que eles se aproximassem. O HCP, como eles fazem questão de dizer, virou a segunda casa do casal. “Tudo aconteceu aqui dentro do HCP. Por isso escolhemos esse lugar para celebrar a nossa união”, comentou Lucas. A lista de presentes de casamento repassada aos convidados, aliás, tinha apenas um item: pacotes de leite para o HCP.

Embora a roupa escolhida para o casamento tenha sido tradicional, a maquiagem dos dois chamou a atenção de quem estava nos arredores da Capela. O casal, assim como padrinhos e alguns convidados, participou da celebração com o rosto pintado e um nariz vermelho: o símbolo máximo do que escolheram ser. “Foi mais do que um sonho, porque estar aqui neste hospital é a nossa realidade, é a nossa alegria, é a nossa vida”, disse Welna. “Foi uma emoção imensa vermos não só nossos familiares e amigos de longa data, mas também os amigos que fizemos aqui, que trabalham conosco, e os nossos pacientes”, reforçou Lucas.

Após a cerimônia, já durante a chuva de arroz, a homenagem aos noivos veio em forma de música, entoada por todos os voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer, em um gesto de agradecimento por todo serviço prestado pelos Doutores da Felicidade. No mesmo dia, mais de 250 pacotes, latas e caixas de leite, além de outros alimentos, foram entregues ao HCP. A campanha, agora, segue até o fim do ano fora dos muros da instituição: acontecerá em escolas, nas ruas, em todos os lugares aonde o casal for. O amor surge nos lugares mais esperados. A história de dra. Chuchu e dr. Apô é a prova disso.

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Médico boliviano é recepcionado no HCP

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Mais de cinco mil quilômetros separam as cidades de Recife e de La Paz, na Bolívia. A distância, no entanto, não foi um empecilho para que o dr. Aparício Flores viesse para o Brasil em busca de conhecimento. Há pouco mais de um mês, o ortopedista boliviano desembarcou na capital pernambucana e chegou ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) com um único objetivo: estudar no Serviço de Ortopedia Oncológica da instituição, considerado referência no Nordeste.

Formado há 12 anos pela Universidade Maior de San Andrés, na capital boliviana, dr. Aparício atua no Hospital Materno Infantil de La Paz. Lá, todos os meses, recebe novos pequenos pacientes com tumores. Como não há ortopedistas especializados em oncologia na cidade, que concentra mais de 1,5 milhão de habitantes, a amputação de membros acaba sendo o único tratamento possível para os pacientes. E é justamente essa realidade que dr. Aparício quer modificar. “Eu acredito que existem outras opções”, enfatiza.

Em uma carta enviada para a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), dr. Aparício expressou sua vontade de vir para o Brasil estudar ortopedia oncológica. O pedido chegou ao coordenador do serviço de Ortopedia Oncológica do HCP, dr. Marcelo Souza. Com o aval da instituição, o médico boliviano está cursando, desde junho, um Estágio de Especialização. Em meados de 2018, dr. Aparício retornará para a Bolívia com uma declaração em mãos, explicando tudo que aprendeu aqui.

Durante esse tempo, ele irá acompanhar toda a rotina do serviço, desde os atendimentos ambulatoriais até as cirurgias, e poderá aprender com os seus colegas de profissão e com os profissionais da equipe multiprofissional. “Com essa experiência, ele irá mudar a história da Ortopedia Oncológica de La Paz. Nós temos o prazer de colaborar”, ressalta dr. Marcelo.

Dr. Aparício diz que a infraestrutura oferecida pelo HCP para os pacientes de câncer ósseo fez com que, mesmo em pouco tempo, ele já tenha aprendido muito sobre o manejo dos pacientes, as práticas clínicas e o tratamento oncológico. “Em La Paz, não temos nenhum leito destinado exclusivamente para os pacientes com câncer. Como podemos aprender dessa forma? Aqui, são quinze leitos e vários pacientes, todos os dias”, pontua.

A escolha de vir para o Brasil, no entanto, não foi uma decisão fácil. Além do calor do Recife e da diferença entre os idiomas, o médico de 46 anos tem um desafio maior para enfrentar: a distância da família, que ficou na Bolívia. Casado e com três filhas pequenas – a menor tem apenas um ano de idade, nasceu aos cinco meses de gestação e precisa de cuidados médicos diários –, o médico boliviano precisar lidar com a saudade de casa. “A coragem de vir para o Brasil veio de Deus. A minha única motivação é a vontade de aprender. Quero ajudar os meus pacientes de alguma forma”, finaliza.

 

 

Associação Câncer Boca e Garganta conhece o HCP

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), a visita de representantes da Associação Câncer Boca e Garganta (ACBG), organização não governamental que atua em prol dos pacientes de tumores de boca e garganta. Fundadores e voluntários da associação, a ex-paciente de câncer de laringe, Melissa Medeiros, e seu filho, Gabriel Marmentini, saíram de Santa Catarina e seguem em campanha conhecendo os hospitais de referência e centros especializados no tratamento de câncer em todas capitais do Brasil – cerca de 40 unidades de saúde no total.

As visitas são parte do projeto Rede+Voz, cujo objetivo é promover a inclusão, a disseminação de informação e a aproximação das instituições de tratamento oncológico no País. No HCP, o grupo conheceu os serviços de Nutrição, Psicologia, Odontologia, Fonoaudiologia e Cabeça e Pescoço. A coordenadora do serviço de Fonoaudiologia do HCP, Roberta Borba, acompanhou toda a visita. “É uma mobilização nacional com hospitais de referência que atendem esse tipo de câncer, e, para integrar as ações com esses centros, nós abrimos as portas do nosso serviço”, explicou.

 

 

Reunião apresenta a formalização e inovação dos processos em unidades do HCP Gestão

filipe-bitu.JPGO superintendente do HCP Gestão, Filipe Bitu, apresentou inovações que serão adotadas em processos administrativos

Na última sexta-feira (30), o superintendente do HCP Gestão, Filipe Bitu, reuniu gestores do Hospital da Mulher do Recife para apresentar as próximas inovações a serem adotadas em processos administrativos e de serviços. Os processos contemplam todas as unidades administradas pelo HCP Gestão: Hospital da Mulher e UPAEs do Arruda, Belo Jardim e Arcoverde. A diretora geral do HMR, Isabela Coutinho, e a coordenadora da UPAE do Arruda, Adriana Bezerra, também participaram do encontro.

Filipe Bitu iniciou a apresentação com um breve histórico da Sociedade Pernambucana de Combate ao Câncer, ao qual estão vinculados o Hospital de Câncer de Pernambuco e o HCP Gestão. Entidade privada sem fins lucrativos, o SPCC se qualificou como OS de Saúde em 2014. O superintendente aproveitou para explicar como funcionam as Organizações Sociais (OS), entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas para atividades de relevante valor social.

 

Em seguida, relatou os compromissos assumidos pelo HCP Gestão, como OS. “Temos metas para a realização dos serviços e para a qualidade dos serviços prestados”, afirmou, entre outros detalhes. Para a excelência da gestão, destacou quatro pilares de sustentação: responsabilidade jurídica, qualidade, inteligência e sustentabilidade. Filipe Bitu elogiou o comprometimento das equipes e demonstrou confiança na implantação dos processos. 

 

UPAE Arruda celebra um ano de atividades

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O primeiro ano de funcionamento da UPAE do Arruda foi celebrado, na última sexta-feira (30), em evento festivo na própria unidade. A cerimônia foi simples, mas marcada pela emoção. Funcionários e gestores se reuniram para o corte do bolo e depoimentos. “Este é um momento sobretudo de agradecimento a essa equipe tão valorosa”, enfatizou Adriana Bezerra, coordenadora geral da UPAE. “São muitos os desafios, mas estamos conseguindo superar todos, levando para os usuários um serviço de qualidade e humanizado”, completou Filipe Bitu, superintendente do HCP Gestão, organização social responsável pelo gerenciamento da unidade.

 

 

O evento foi prestigiado pela diretora geral do Hospital da Mulher, Isabela Coutinho. O vereador Antonio Luiz Neto também participou. “É uma honra o fato do meu pai, Antonio Luiz Filho, levar o nome desta unidade. Estou orgulhoso do que vocês estão construindo aqui”, afirmou. Representando os usuários da UPAE, a aposentada Geruza Francisca de Souza Chaves, 65 anos, elogiou o serviço. “Eu me consulto com reumatologista, psicólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. Eles, e todos aqui, me tratam muito bem. Aqui é nota mil”, elogiou. 

 

HCP recebe doação de antenas e conversores digitais

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A televisão instalada em um dos quartos da Enfermaria Santa Faustina, no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), é uma boa companhia para Fabiana Andrade. Enquanto se recupera de uma cirurgia na mama, ela se distrai assistindo às imagens, que agora estão mais nítidas. A cena se repete nas enfermarias, nos ambulatórios e nas áreas comuns do HCP. O motivo? A instalação de conversores digitais e de antenas nos aparelhos, doados pela Seja Digital e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em parceria com a Rede Globo Nordeste, oficializada durante visita realizada na última sexta-feira (30).

No total, foram doados 80 conversores digitais e 140 antenas, que foram instalados voluntariamente pela equipe técnica da Rede Globo Nordeste. Além disso, também foram doados sete novos aparelhos de televisão. “Essa doação irá fazer muita diferença para o HCP e mostra como o nosso trabalho está sendo visto pela sociedade civil. Com ações como essa, quem agradece são os nossos pacientes que, por vezes, estão enfrentando uma realidade muito difícil. Estamos muito gratos”, reforçou o superintendente geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca. Todo o processo de doação foi intermediado pela Rede Globo Nordeste.

visita-anatel2.JPGPresidente da Anatel, Juarez Quadros, ao lado do superintendente Geral do HCP, Hélio Fonsêca

A entrega dos aparelhos ocorreu quase um mês antes do desligamento do sinal analógico no Recife, que deverá ocorrer no dia 26 de julho. “Nossa proposta é inserir o Brasil no sinal digital, mas na hora que nos inserimos aqui no HCP, nosso projeto ganha outra dimensão”, comentou o presidente da Anatel, Juarez Quadros. “Essa doação é o mínimo que podemos fazer para agradecer pelo trabalho que o HCP faz”, concordou Antônio Carlos Martelletto, presidente da Seja Digital, entidade responsável pela migração do sinal analógico para o digital.

visita-anatel4.jpgAntônio Carlos Martelletto, presidente da Seja Digital, e Juarez Quadros, presidente da Anatel

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Hospital da Mulher promove pintura corporal em grávidas

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Uma saúde cada vez mais humanizada e um atendimento médico de excelência. Esses princípios, que regem a atuação do HCP Gestão, estão presentes em todas as unidades de saúde administradas por essa Organização Social. Por isso, o Hospital da Mulher do Recife, gerido pelo HCP Gestão, inova ao implantar a chamada Arte Gestacional, uma técnica de pintura na barriga para grávidas, prática que vem ganhando adeptos em todo o mundo, como um ritual de despedida da gravidez.

No Hospital da Mulher do Recife, em Pernambuco, essa pintura é específica da imagem do bebê dentro do útero da mãe. Dessa forma, a ideia é que os dois se conectem emocional e fisicamente, momentos antes do nascimento. "A ação está inserida nas ações de humanização do parto, filosofia adotada na unidade", explica o superintendente geral do HCP Gestão, Filipe Bitu.  

A pintura é feita por um grupo de enfermeiras obstétricas do Centro de Parto Normal (CPN) da maternidade do HMR. São convidadas a participar as mães que estão no final da gestação e também aquelas que estão em trabalho de parto inicial. A ação começa com apalpação, chamada de Manobra de Leopold, que identifica a posição do bebê no útero. A partir daí, usando molde e tintas atóxicas para a pele, as enfermeiras desenham o bebê na posição em que ele se encontra na barriga da mãe. A pintura melhora a interação da mãe com o bebê e também com a equipe que vai fazer o parto. "É um método de relaxamento e indução", afirma dra. Isabela Coutinho, diretora geral do HMR.

A Arte Gestacional, além de cores, enche de alegria e emoção o ambiente, preparando e acalmando a mulher para o nascimento da criança. Foi assim com Rebeka Barbosa Lacerda, 23 anos. No Hospital da Mulher, ela deu à luz seu quinto filho. Pietro nasceu saudável, de parto normal, pesando 2.976 Kg e medindo 47 cm. Quando deu entrada na unidade, Rebeka recebeu o convite para ter a arte pintada na barriga e aceitou na hora. "Foi a primeira vez que eu participei e gostei muito. Vai ser uma lembrança para o resto da minha vida e do meu filho, já que as enfermeiras me enviaram as fotos", comemorou.

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Humanização - O Hospital da Mulher do Recife tem como filosofia o parto humanizado, onde a mulher é protagonista da forma como ela quer ter o filho, levando em conta sua condição de saúde. A ideia é deixar o parto transcorrer da forma mais natural possível, contando com o apoio de profissionais habilitados e equipamentos específicos.

Todos os profissionais do centro são treinados para propiciar um ambiente humanizado de parto e nascimento, nos moldes recomendados pela Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde. Equipamentos como bola, banqueta e cavalinho são utilizados para ajudar no pré parto, dar maior conforto para a mulher e auxiliar no alívio da dor. 

Também são empregadas técnicas como banho e/ou imersão em água morna, massagens, aromaterapia e mudanças de posição. A unidade possui uma banheira que propicia o parto dentro da água. Os equipamentos e as técnicas são utilizados de acordo com a escolha de cada mulher, de como ela se sente mais à vontade e com menos dor.

Durante o parto, a gestante tem direito a estar acompanhada por duas pessoas, além de contar com o apoio da equipe de saúde. A vivência conjunta da família no nascimento da criança, em geral com a participação do companheiro, reforça o relacionamento do casal. O parto natural oferece, de acordo com os especialistas, menor risco de sangramento, de infecções e outras complicações, em comparação com a cesárea.

Além do Hospital da Mulher do Recife, o HCP Gestão também administra outras três unidades de saúde no Estado: a UPAE do Arruda, a UPAE de Belo Jardim e a UPAE de Arcoverde. "O modelo que estamos implantando nas unidades de saúde gerida por nós visa garantir um atendimento médico de alta qualidade, aliado aos cuidados especiais com nossos pacientes dentro da filosofia da humanização na saúde", atesta Filipe Bitu.

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Avenida Cruz Cabugá, 1597, 50040-000, Santo Amaro - Recife - PE
Ligue: (81) 3217-8000
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