HCP Comunica

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A Superintendência de Ensino e Pesquisa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) confirmou a participação da instituição no Dinter, Programa de Pós-Graduação Interinstitucional em Medicina Translacional com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP/EPM, na modalidade doutorado. O processo seletivo, que terá início no próximo mês de junho, disponibilizará 10 vagas na área de Ciências da Saúde, concentração em Medicina Translacional. O início das atividades acadêmicas está previsto para agosto, com duração máxima de 48 meses. 

Atualmente o Estado não possui uma pós-graduação stricto sensu em oncologia voltada para o estudo de diversos tipos de neoplasias. Com esse doutorado, aumenta as chances de inserção dos centros de referência em oncologia da rede SUS de Pernambuco no cenário do ensino e de pesquisa em câncer no país e no mundo. “A incursão do HCP no seguimento de medicina translacional aplicada na área de Oncologia representa um importante passo para essa Instituição e para a capacidade de pesquisa em saúde do estado de Pernambuco”, destaca o doutor Guilherme Costa, assessor da Superintendência de Ensino e Pesquisa do HCP.

A coordenação do DINTER UNIFESP/HCP ficará com a Professora Dra. Dulce Elena Casarini (UNIFESP) e a Professora Dra. Leuridan Cavalcante Torres (HCP). “Essa parceria reforça a importância da formação de novos doutores na instituição como parte do planejamento estratégico do HCP, cujos objetivos principais são qualificar os profissionais e formar massa crítica de docentes para criação do programa de pós-graduação stricto sensu na área de oncologia no HCP (mestrado e doutorado)”, acrescenta Dr. Guilherme. 

 

 

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Em mais uma entrega da campanha “Troco Solidário”, a quarta desde o seu início em novembro de 2018, a rede de supermercados Arco-Mix realizou nesta quarta-feira (13), a doação de R$ 36.927,06 ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Nas três primeiras doações, mais de R$ 74 mil reais foram destinados ao hospital, que atende mais de 50% dos pacientes de câncer de Pernambuco. A entrega deste mês corresponde ao total arrecadado em fevereiro, nos caixas das 19 lojas que compõem a rede, ajudando a manter a continuidade no tratamento dos pacientes. Na campanha os clientes da rede são estimulados pelos caixas dos supermercados a contribuir doando as moedas do troco ou, se desejar, outra quantia. O valor doado é registrado no caixa e na nota fiscal que é devolvida ao cliente. 

O grupo Arco-Mix já é um parceiro antigo do HCP. Todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição. “Esperamos que nossa ação incentive outras empresas a contribuírem com essa importante causa”, destaca Eduardo Guilherme, diretor de logística da rede de supermercados.

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Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a superintendente administrativa do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Cláudia Barbosa, foi agraciada com o certificado Mulher Virtuosa – Honra ao Mérito 2019, em sessão solene realizada na noite da última terça-feira (12), na Câmara Municipal do Recife. A celebração, proposta pela vereadora Michele Collins, destacou 28 mulheres por seus relevantes serviços prestados à sociedade, incluindo a saúde, área de atuação da nossa superintendente, que desempenha missão importante no HCP. “Receber este certificado simboliza a luta das mulheres, sobretudo por respeito, além de representar as guerreiras do HCP, nossas funcionárias, voluntárias, e principalmente, nossas pacientes”, emociona-se Cláudia.   

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De acordo com a vereadora, comemorar o Dia Internacional da Mulher simboliza as lutas e conquistas por uma sociedade mais justa e igualitária. Marcaram presença no evento autoridades, amigos e familiares das homenageadas.

 

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Quarto tipo mais frequente em homens e o terceiro mais frequente em mulheres na região Nordeste, o câncer colorretal abrange os tumores que se iniciam no intestino grosso, especificamente nas regiões chamadas de cólon, reto e ânus. Como forma de alertar para a importância da prevenção contra este tipo de tumor que, se diagnosticado precocemente, apresenta chances de cura, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Março Azul Marinho, mês de combate e prevenção ao câncer colorretal.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estimam-se, para o ano de 2019, 2.260 novos casos para o sexo masculino e 2.800 para o feminino no Nordeste. Entre os principais fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento da doença estão obesidade, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e alimentação rica em carnes processadas. Além disso, este tipo de tumor apresenta maior incidência em pessoas de raça negra, de idade acima de 50 anos e em pessoas com síndromes hereditárias. “Cerca de 5% das pessoas que desenvolvem câncer colorretal herdaram mutações genéticas que causam a doença”, esclarece Dr. Mario Rino, cirurgião oncológico do HCP. 

Outros fatores que contribuem para o aparecimento deste tipo de tumor são histórico de pólipos adenomatosos – lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso –, histórico pessoal ou familiar de câncer colorretal – ou seja, pessoas que já tiveram este tipo de câncer, mesmo que tenha sido tratado cirurgicamente, ou que possuem familiares que já foram diagnosticados com a doença –, e histórico de doença inflamatória intestinal. De acordo com o Dr. Mario Rino, “Pessoas que apresentam doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa e doença de Crohn, com evolução de longa data, têm maiores chances de desenvolver câncer colorretal. A doença inflamatória intestinal é diferente da síndrome do intestino irritável, que não aumenta o risco de desenvolvimento da doença”. 

Os sinais de manifestação do câncer colorretal são: dores locais (no abdômen, pélvis ou reto), sangue nas fezes, constipação, diarreia, fezes finas, náusea, obstrução intestinal, anemia, fadiga, perda de apetite, perda de peso, entre outros. A detecção precoce do tumor pode ser feita em pacientes que tenham histórico familiar de diagnóstico de câncer por meio de exames de rastreamento que avaliam se há alguma possível alteração relacionada ao tumor antes mesmo do surgimento dos sintomas. Esse rastreio é feito com base no histórico clínico do paciente e no exame físico realizado pelo médico. Para os pacientes que já apresentaram os sintomas da doença, o diagnóstico é feito através da investigação com exames clínicos, radiológicos ou laboratoriais. 

 

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Não é só durante a campanha do “Outubro Rosa” que o câncer de mama deve ser lembrado. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a doença durante todo o ano, surgiu o espetáculo Magna #DancaQueCura, criado por Christiane Galdino, jornalista, bailarina, pesquisadora e produtora cultural. Deste projeto, surgiu mais uma iniciativa, transformar o valor arrecadado, durante as apresentações de outubro de 2018, em equipamentos para o setor de fisioterapia – Espaço Renascer, do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). A entrega desses equipamentos ocorreu na última quinta-feira (21), na capela do HCP. 

A doação ocorreu durante a apresentação de uma “célula Magna”, exibição de duas cenas do projeto – a música “Me Curar de Mim”, interpretada pela filha de Chris Galdino, Lua Magna, e “Xaxado da Beleza”, apresentação de dança que aborda a importância da autoestima. “Através do espetáculo, buscamos passar uma mensagem que colabore com a causa. Além de levar a informação sobre a doença, nosso objetivo é ajudar, por isso procuramos uma instituição para fazer essa doação. Escolhemos o HCP por ser o hospital que atende mais de 50% dos pacientes oncológicos de Pernambuco”, destacou a Chris. Entre os equipamentos que foram entregues estão pesos de diferentes tamanhos, caneleiras, biodiscos, teraband de diferentes cores, estesiometro, bola suíça e ciclo ergômetro.

Diagnosticada com câncer de mama, Chris transformou sua luta contra a doença em espetáculo. O projeto foi batizado de Magna, nome de sua mãe, que também tinha câncer de mama. Magna ocorreu graças a um financiamento colaborativo e a participação de mais de 30 membros na equipe, entre eles bailarinos profissionais e outros inexperientes, incluindo pacientes em tratamento de câncer.  Objetivo do projeto é abordar a temática de forma alegre e poética. 

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Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Liga Acadêmica de Oncologia (Liacon) do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O programa é voltado para estudantes de Medicina que estejam cursando, no mínimo, o 3º período da graduação. Durante um ano, os alunos selecionados poderão vivenciar a rotina de médicos de diversas especialidades do HCP, instituição responsável por atender mais de 50% dos pacientes oncológicos do Estado. Este ano, estão sendo oferecidas 13 vagas. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de março, presencialmente, com os participantes da Liacon, ou por meio no link tinyurl.com/cursoliacon3.

Nos dias 22 e 23 de março, os alunos inscritos participarão de um curso preparatório com aulas sobre Oncologia Clínica; Câncer de mama; Oncologia Urológica; Cirurgia Oncológica; Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Pediatria Oncológica; Oncogenética; Oncologia Torácica; e Emergências Oncológicas. A prova seletiva será realizada no dia 30 de março, a partir das 8h30. Tanto as aulas quanto a prova ocorrerão na Uninassau, no bairro das Graças.

A proposta da Liga Acadêmica de Oncologia é aproximar os graduandos em Medicina da Oncologia, capacitando-os para a realidade dos pacientes oncológicos. “A Liacon ajuda os estudantes entenderem como é um hospital de verdade e a saber lidar com a relação médico-paciente. É um aprendizado importante tanto para quem quer trabalhar com oncologia clínica quanto para quem tem interesse em outras áreas da oncologia. Além disso, ela coloca o aluno como protagonista da sua formação, o que é muito importante hoje em dia”, afirma Beatriz Dubourcq, estudante de Medicina e presidente da Liacon.

As inscrições custam R$ 40, para os interessados em participar apenas do curso preparatório, e R$ 50, para quem também quiser participar da prova seletiva. O resultado será divulgado até o dia 08 de abril. Outras informações podem ser obtidas através do edital e nas redes sociais da Liacon. 

Edital em PDF

PROCESSO SELETIVO – LIACON

Curso preparatório: 22/03 (18h às 21h) e 23/03 (8h às 12h)

Prova: 30/03, a partir das 8h30

Valor: R$ 50 (curso + prova) e R$ 40 (apenas curso)

Inscrições:

Online: tinyurl.com/cursoliacon3

Presencialmente: Beatriz (Uninassau) - (81) 99718.5068 / Eduarda (FPS) - (81) 99776.4221 / Márcia (UFPE) - (34) 99145.7579 / Mirella (UPE) - (81) 99990.2505.

 

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Através da campanha “Troco Solidário”, a rede de supermercados Arco-Mix realizou na última terça-feira (12), a entrega de mais uma doação ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), a terceira desde o início da campanha, em novembro de 2018. Nas duas primeiras doações, mais de R$ 40 mil reais foram destinados ao hospital, que atende mais de 50% dos pacientes de câncer de Pernambuco. Para a entrega deste mês, R$ 34.821,82 mil reais arrecadados nas 19 lojas da rede, referente ao mês de janeiro, foram entregues ao HCP. “Atitudes como a do Arco-Mix ajudam a manter a continuidade no atendimento aos nossos pacientes. O tratamento contra o câncer é caro e precisamos de ajuda financeira para nos manter”, disse a gerente de marketing e captação de recursos do HCP, Mariana Neves. 

O diretor comercial da rede Arco-Mix,  Guilherme Santos, disse que a campanha continuará para os próximos meses e que o quantitativo arrecadado mensalmente mostra o prestígio do hospital perante a sociedade. “As doações ocorrem a partir do poder de convencimento das nossas operadoras de caixa durante o pagamento do cliente, mas percebemos que o Hospital de Câncer de Pernambuco é um espaço de prestígio e que as pessoas ficam felizes em contribuir”, destaca. 

O Troco Solidário é uma entre várias ações sociais do Arco-Mix em prol do HCP. Todos os anos, por exemplo, a rede de supermercados realiza a Gincana do Bem entre seus funcionários e arrecada alimentos para a instituição. Na atual campanha os clientes da rede são estimulados pelos caixas dos supermercados a contribuir doando as moedas do troco ou, se desejar, outra quantia. O valor doado é registrado no caixa e na nota fiscal que é devolvida ao cliente. 

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Em apoio à campanha Fevereiro Laranja, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) reforça a importância da conscientização para a prevenção, diagnóstico e combate da leucemia, um tipo de câncer do sangue. A doença afeta os glóbulos brancos do sangue, conhecidos como leucócitos, ocasionando a produção de células doentes na medula óssea, o que, consequentemente, prejudica a imunidade do paciente, acarretando em possíveis infecções. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o Brasil, no ano de 2019, estimam-se 5.940 novos casos de leucemia em homens e 4.860 em mulheres. Correspondem a um risco estimado de 5,75 casos novos a cada 100 mil homens e 4,56 casos novos para cada 100 mil mulheres. 

A doença pode ser classificada como aguda ou crônica, dependendo da velocidade de agravamento. O tipo mais comum é a aguda, onde as células sanguíneas jovens não conseguem amadurecer para realizar suas funções, multiplicando-se rapidamente. O tratamento para o câncer do sangue é realizado através da quimioterapia, com o objetivo de anular as células cancerígenas e retomar a produção das células sadias, ou em alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. 

Os sintomas apresentam-se de formas variadas, como fadiga excessiva, febre, sangramentos, infecções, aparecimento de hematomas, suores noturnos, inchaço no pescoço e dores nas articulações. “Identificando um ou mais sintomas, o paciente deve procurar um clínico geral ou pediatra (no caso das crianças), que através de exames de sangue (hemograma) poderá identificar as alterações e assim indicar o paciente para tratamento junto ao hematologista, profissional responsável pelo tratamento da doença”, alerta Danielle Padilha, coordenadora do Serviço de Hematologia do Hospital de Câncer de Pernambuco. A leucemia não é uma doença hereditária ou transmissível e pode ser prevenida por uma boa qualidade de vida. “Alimentação balanceada e de qualidade, além de uma vida ativa, sem vícios e com atividades físicas podem diminuir as chances do surgimento da doença”, acrescenta Danielle.

 

 

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Pela passagem de seus 73 anos de história, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) recebeu uma homenagem especial da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na última quinta-feira (22), em Grande Expediente Especial solicitado pelo deputado Aluísio Lessa. A solenidade foi realizada no Auditório Senador Sérgio Guerra e contou com as presenças do superintendente geral do HCP, dr. Hélio Fonsêca, da superintendente administrativa, Cláudia Barbosa, e do superintendente financeiro, André Amarante. 

“O Hospital de Câncer de Pernambuco pode se orgulhar de haver proporcionado inestimável atendimento às pessoas doentes de câncer e apoio às suas famílias”, discursou o deputado pr. Cleiton Collins, que presidiu a sessão. Para compor a mesa, foram convidados dr. Hélio Fonsêca; dra. Isabela Coutinho, diretora geral do Hospital da Mulher do Recife (HMR); dra. Cristina Motta, Secretária Executiva da Secretaria Estadual de Saúde, representando o secretário dr. Iran Costa; e a sra. Helena Acioly, representado os voluntários do HCP. Também marcaram presença na solenidade os deputados, Waldemar Borges, José Maurício e Laura Gomes. 

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Foto: Alepe

Em seu discurso, o autor da proposição, o deputado Aluísio Lessa, ressaltou a história do Hospital de Câncer e sua importância para a saúde pública do Estado e do País. “Nós nos encontramos hoje aqui na casa do povo de Pernambuco para prestar essa homenagem justa pelos 73 anos do HCP por todo o trabalho em prol da saúde aqui no nosso estado”, disse. “O Hospital tem o DNA pernambucano de luta e inclusão”, ressaltou. 

Para dr. Hélio Fonsêca, a solenidade representou um reconhecimento fundamental e importante do trabalhado realizado pelo HCP para a população. “Me recordo que há três anos nós estivemos na Assembleia Legislativa recebendo a homenagem dos 70 anos do Hospital e, hoje, olhando pelo retrovisor do tempo, vemos quanto o HCP já cresceu e avançou em várias áreas, não perdendo sua essência fundamental que é acolher e tratar com humanização os pacientes que chegam à nossa instituição”, comentou.

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Foto: Alepe

 

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Foto: Alepe

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Além dos fatores ambientais e do estilo de vida, um terceiro fator pode impactar diretamente no risco de desenvolver um câncer: a hereditariedade. Embora não sejam muito frequentas, as síndromes genéticas hereditárias aumentam consideravelmente esse risco em famílias inteiras – e é justamente isso que a oncogenética busca contornar. O assunto foi destaque no VIII Simpósio Recife-Detroit, evento realizado na última quinta-feira (26), no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). O Simpósio Recife-Detroit é promovido anualmente em parceria com a Detroit International Research & Education Foundation (Diref).

A suspeita de síndrome hereditária surge quando há histórico de câncer na família e/ou quando a doença surge em pessoas muito novas. A recomendação, nesses casos, é que o paciente realize um aconselhamento genético e faça testes que possam identificar a existência de mutações genéticas. “O câncer hereditário existe apenas em uma pequena parte da população, mas os riscos de essas pessoas desenvolverem câncer são muito elevados. Precisamos considerar que estamos falando de toda uma família e não apenas de um paciente”, pontuou a diretora do Centro de Aconselhamento Genético do Karmanos Cancer Institute, nos EUA, Nancie Petrucelli, durante sua palestra no VIII Simpósio Recife-Detroit.

Para se ter uma ideia, a possibilidade de uma mulher sem fatores de risco desenvolver um câncer de mama é de cerca de 12%. Se a mulher, no entanto, for portadora de uma mutação no gene BRCA1, por exemplo, esse risco ultrapassa 70%. Já a Síndrome de Lynch aumenta o risco de surgimento de tumores colorretais, mas também pode ocasionar o aparecimento de câncer no endométrio e no ovário. “É muito importante descobrir a existência dessas síndromes para que possamos implantar um rastreio ou definir a melhor conduta para os pacientes e seus familiares. No caso de câncer colorretal, podemos indicar a colonoscopia para pessoas com idades entre 20 e 25 anos”, explicou. Para a população em geral, a indicação é que esse exame seja realizado somente a partir dos 50 anos.

Um dos procedimentos realizados em caso de confirmação da síndrome é a cirurgia redutora de risco, que ganhou destaque em 2013, devido a intervenções realizadas pela atriz Angelina Jolie para a prevenção de tumores de mama. De acordo com o coordenador do Departamento de Aconselhamento Genético em Oncologia do HCP, dr. Vandré Carneiro, que também palestrou no evento, das dez neoplasias mais comuns no País, nove podem ser causadas por mutações. “Nós podemos modificar a história natural do câncer nessas pessoas, seja pelo aconselhamento genético, seja rastreando mais cedo, seja pela cirurgia redutora”, afirmou.

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