IMPACTO DA VIDEOLAPAROSCOPIA DIAGNÓSTICA EM PACIENTES COM TUMORES DE ESTÔMAGO NO HOSPITAL DE CÂNCER DE PERNAMBUCO

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Data 28/05/2026
Ano da publicação 2018
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TCR
Palavras-chave
Videolaparoscopia Neoplasia maligna de estômago Estadiamento de tumor gástrico

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o impacto no tratamento de pacientes com câncer gástrico avançado que foram submetidos à videolaparoscopia diagnóstica, no Hospital de Câncer de Pernambuco, após início do protocolo institucional. Além diso, determinar o perfil clínico dos pacientes com câncer gástrico que foram submetidos à avaliação laparoscópica. Após aprovação do Comite de Ética em Pesquisa, foi realizado um estudo descritivo e transversal onde a população estudada era composta por todos os pacientes portadores de câncer de estômago, que foram submetidos ao protocolo do referido tumor, a partir de sua implantação no ano de 2015. A listagem dos pacientes do estudo foi obtida no livro registro de cirurgias do centro cirúrgico do referido hospital. Foi elaborado um levantamento dos prontuários e analisadas as seguintes variáveis: sexo, idade, citologia, estadiamento tumoral, dia da videolaparoscopia, índice de disseminação peritonial, tratamento pós VLD, num estudo retrospectivo, descritivo de abordagem quantitativa. O trabalho foi realizado no HCP, no serviço de Oncologia Cirúrgica, através do SAME do HCP e SES, com o CID de neoplasia maligna do estômago dos pacientes submetidos à videolaparoscopia. Foram selecionados e incluídos na pesquisa 09 pacientes, dos quais, 04 foram do gênero feminino (44%) e 05 foram do gênero masculino (56%). A média de idade foi de 62 anos, sendo o limite inferior de 46 anos e o limite superior foi de 76 anos. Em três pacientes foi evidenciado o estadiamento tumoral IV, um foi possível evidenciar o estadiamento III e um estadiamento II, nos 4 restantes não foi determinado o estadimanto. Da mesma forma, 3 pacientes (33%) foram classificados como portadores de carcinomatose peritonieal e os outros 6 não possuiam disseminação no peritônio (67%).

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